perspectivas

Quinta-feira, 22 Março 2012

Os ateus dizem que “o universo surgiu por acaso”

O físico Sir Fred Hoyle [que era ateu!] colocou o seguinte problema, e respectiva solução :

  • se imaginarmos um indivíduo, de olhos vendados, a tentar alinhar as cores do cubo de Rubik [que tenha as cores muito desalinhadas], e fazendo um movimento a cada segundo — segundo os cálculos de Sir Fred Hoyle, esse indivíduo demoraria cerca de mais de 100 vezes o tempo da idade do planeta Terra para alinhar as cores do cubo.

No entanto, os neo-ateístas dizem que todo o universo surgiu por acaso.

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Terça-feira, 13 Março 2012

Mais uma marretada na cabeça dos darwinistas

«The timelines suggest that the PTC appeared well after other regions of the protein-RNA complex, Caetano-Anollés said. This strongly suggests, first, that proteins were around before ribosomal RNAs were recruited to help build them, and second, that the ribosomal RNAs were engaged in some other task before they picked up the role of aiding in protein synthesis, he said.

“This is the crucial piece of the puzzle,” Caetano-Anollés said. “If the evolutionary build-up of ribosomal proteins and RNA and the interactions between them occurred gradually, step-by-step, the origin of the ribosome cannot be the product of an RNA world. Instead, it must be the product of a ribonucleoprotein world, an ancient world that resembles our own. It appears the basic building blocks of the machinery of the cell have always been the same from the beginning of life to the present: evolving and interacting proteins and RNA molecules.”»

via Study of ribosome evolution challenges ‘RNA World’ hypothesis.

Um darwinista é um indivíduo que confunde “evolução” e “evolucionismo” [que fazem parte da realidade], por um lado, com as causas da “evolução” e do “evolucionismo”, por outro lado — ou seja, um darwinista é um burro com alvará de inteligente que confunde e mistura as causas com os efeitos.

Uma investigação recente nos Estados Unidos revelou que o sistema ribossomal — que é, por assim dizer, a “máquina” que produz as proteínas que por sua vez permitem a vida na Terra — surgiu depois de terem aparecido as primeiras proteínas no nosso planeta; ou seja: as primeiras proteínas são mais antigas do que a “máquina” ribossomal!

Porém, segundo os darwinistas, “a galinha surgiu antes do ovo porque sem ovo não haveria galinha”. E mais: o darwinista acredita piamente que “a galinha existe apenas e só para produzir ovos para a procriação”.

Terça-feira, 6 Março 2012

A estrutura do Naturalismo [movimento revolucionário]

Filed under: cultura,filosofia — O. Braga @ 9:13 pm
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Terça-feira, 21 Fevereiro 2012

As limitações da ciência positivista não transformam a realidade não falsificável, em “fraude”

A ciência, entendida no sentido do Positivismo, obedece ao princípio da falsicabilidade de Karl Popper; por outro lado, a razão por que a ciência positivista não deve “meter-se” na ética, na moral, na estética ou na religião, é que estas áreas [entre outras] são predominantemente do domínio do subjectivo e/ou do intersubjectivo: a ciência positivista ocupa-se unicamente daquilo que é objectivo na relação sujeito-objecto. Temos, portanto, 1) que a teoria acerca do fenómeno/objecto da ciência positivista tem que ser falsificável, por um lado, e 2) não pode pertencer ao domínio do subjectivo.

É assim, por exemplo, que a psicanálise também não pode ser considerada do domínio da ciência positivista [a psicanálise não faz parte da ciência positiva] porque não é falsificável; e o materialismo dialéctico [marxismo] também não é ciência positivista.

Quando se diz aqui que a parapsicologia é uma “fraude científica” [sic] — e a julgar pelos mesmos critérios positivistas da falsicabilidade e da objectividade dos fenómenos —, “esqueceu-se” de dizer que a psicologia evolucionista [darwinista] é outra fraude. No entanto, duvido que alguma vez se verá escrito naquele blogue alguma coisa que atente contra o dogma darwinista e, por inerência, contra a psicologia evolucionista. E por quê? Porque os pressupostos do dito blogue são fraudulentos.

Quarta-feira, 15 Fevereiro 2012

Richard Dawkins não sabe o nome do título do livro “Origem das Espécies”, de Charles Darwin

Num debate na rádio inglesa BBC4, Richard Dawkins não soube dizer o título completo do livro de Charles Darwin, a “Origem das Espécies”.

A pergunta acerca do título do livro de Darwin foi feita a Richard Dawkins por Giles Fraser, depois de Richard Dawkins ter afirmado que uma grande parte dos cristãos ingleses não sabia o nome do primeiro livro do Novo Antigo Testamento.

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Terça-feira, 10 Janeiro 2012

A definição de “ateísmo”

Filed under: gnosticismo,religiões políticas — O. Braga @ 4:37 pm
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“O ateísmo é a doutrina religiosa com o dogma de que Deus não existe”.

João César das Neves

Terça-feira, 8 Novembro 2011

O neo-ateísmo e a Segunda Lei da Termodinâmica

“A segunda lei da termodinâmica ou segundo princípio da termodinâmica expressa, de uma forma concisa, que “A quantidade de entropia de qualquer sistema isolado termodinamicamente tende a incrementar-se com o tempo, até alcançar um valor máximo”. Mais sensivelmente, quando uma parte de um sistema fechado interage com outra parte, a energia tende a dividir-se por igual, até que o sistema alcance um equilíbrio térmico.”

— Fonte: Wikipedia

O chamado neo-ateísmo escora-se no neodarwinismo, conforme as teorias de Daniel Dennett, Richard Dawkins, Christopher Hitchens, Sam Harris, Julian Savulescu, Anthony Cashmore, Richard Dawkins, etc. — e mais recentemente de Stephen Hawking (que deu o dito pelo não dito). O neodarwinismo significa a extensão da validade da teoria evolucionista de Charles Darwin não só ao surgimento da vida no planeta Terra, mas também à própria origem do universo (como podemos ver no último livro de Stephen Hawking, na Teoria de Cordas e na teoria do Multiverso).
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Segunda-feira, 26 Setembro 2011

Diálogo de surdos

“Mesmo que os axiomas da teoria [de Newton] seja formulados pelo ser humano, o sucesso de um tal empreendimento pressupõe uma elevada ordem do mundo objectivo que não se podia esperar de maneira alguma.” — Albert Einstein

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Quarta-feira, 24 Agosto 2011

A técnica do prestidigitador

Filed under: A vida custa,cultura,Esta gente vota,filosofia — O. Braga @ 8:43 am
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Uma forma de tentar ludibriar o leitor, convencendo-o de que ele tem todo o direito a ter a minha opinião, é escrever um texto longo, em linguagem gongórica, que diga uma coisa e o seu contrário, que alterne entre a afirmação incontestável de uma ideia e a humilde possibilidade da sua negação: é a técnica do prestidigitador.

Se repararmos bem, o texto é uma narrativa. É uma espécie de estória escrita para mentes habituadas a ler romances de cordel. De facto, a coisa resulta, principalmente se o prestidigitador afirmar que a filosofia é uma narrativa desse tipo: o leitor acredita que a filosofia não passa de uma estória, na qual a lógica é uma espécie de escolha arbitrária e “à la Carte”.

Esta é mais ou menos a técnica de Richard Dawkins: um livro de 200 ou 300 páginas anda sempre à volta de um mesmo e principal eixo, e de uma ideia pré-definida como sendo verdadeira, desmultiplicando-se em uma narrativa mais ou menos ficcionada que alterna em apelos à emoção do leitor, por um lado, com os Diktät de uma pseudo-ciência, por outro lado. Quando se chega ao fim do livro, verificamos que a conclusão é a demonstração daquilo que se tinha pretendido demonstrar logo no início da leitura — a narrativa apenas evolui em circulus demonstrando.


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Domingo, 7 Agosto 2011

A ciência biológica está a tornar-se inimiga do Homem

Num dos seus escritos, Karl Popper relatou um episódio em que participava num conferência sobre um determinado tema, e na qual participava também um antropólogo. Durante toda a conferência, que durou alguns dias, o antropólogo não pronunciou uma palavra. Na última sessão da conferência, o antropólogo foi instado a dar a sua (dele) opinião acerca do que tinha sido tratado na conferência, e segundo Karl Popper foram estas mais ou menos as suas palavras:

“Talvez os surpreenda o facto de eu não ter proferido até agora uma única palavra durante estas jornadas. Isso resulta de eu ser um observador. Como antropólogo, a minha presença nestas jornadas deve-se não tanto ao meu interesse em participar do vosso comportamento verbal, mas antes em estudá-lo. E foi isso que fiz. Nem sempre consegui acompanhar as vossas discussões, mas quando alguém, tal como eu, estudou dezenas de debates de grupo, fica a saber que o que realmente interessa tem pouco a ver, de facto, com o assunto em causa.

Nós, os Antropólogos, aprendemos a olhar esses fenómenos sociais de fora e de uma perspectiva mais objectiva. Aquilo que nos interessa é o Como; é, por exemplo, o modo como este ou aquele procura dominar o grupo, e como a sua tentativa é rejeitada pelos outros, quer isolada, quer conjugadamente; como após várias tentativas deste género, se vai estabelecendo uma certa hierarquização e, portanto, um equilíbrio do grupo, e um ritual de verbalização. Estas coisas são sempre muito semelhantes, por muito diferente que se afigure a formulação do problema colocado como tema de discussão.”

Portanto, a premissa do nosso antropólogo é a de que ele recusa a experiência em nome da objectividade, mas reclama-se no direito de julgar a experiência do grupo sem participar nela; o conteúdo da discussão não lhe interessa absolutamente nada.
Segundo o nosso antropólogo, os argumentos da discussão dos membros do grupo são aceites ou não aceites, não em função da sua validade ou verdade objectiva (que não existe), mas apenas em função de fenómenos de sociabilidade que variam conforme os grupos e as épocas — ou seja, aquilo que é verdade hoje, já não é verdade amanhã; por isso, a putativa e ilusória verdade não interessa, mas apenas a objectividade do comportamento (behaviourismo).

Para não falar apenas de um pensador liberal (Karl Popper), Edgar Morin (ex-comunista) defende exactamente a mesma ideia segundo a qual é absolutamente errado admitir que a objectividade da ciência está dependente da objectividade do cientista, por um lado, e é absolutamente errado que a ciência se ocupe da subjectividade humana. Ademais, é absolutamente errado pensar que há maior objectividade, a nível individual, nas ciências da natureza (por exemplo, na neurociência) do que nas ciências sociais (por exemplo, na antropologia).


O neurocientista Michael Graziano, professor universitário em Princeton, faz de conta de que a realidade e as evidências constatadas, por exemplo, por Karl Popper e Edgar Morin, simplesmente não existem. E este comportamento da ciência contemporânea é recorrente e sistémico, e por isso é que podemos afirmar que a ciência biológica se está a transformar paulatinamente em inimiga do ser humano.

Diz Graziano que a religião é um artefacto emergente da evolução da capacidade humana de sociabilidade.

Ou seja, segundo Graziano, “se o ser humano não fosse sociável, não existiria religião!” Esta explicação é interessante, porque se assemelha à seguinte “explicação” do andar humano: “o homem anda porque tem pernas” e, por isso, “se o homem não tivesse pernas, não andava”. O raciocínio de Graziano é circular, na medida em que a explicação faz parte daquilo que se pretende explicar.

Porém, a verdade é a de que o acto de andar (de se deslocar) existe como uma possibilidade real e objectiva independentemente do Homem ter pernas ou não. Mesmo que não existisse nenhum organismo vivo em todo o universo, a possibilidade da existência de vida seria sempre real e não dependente da sua existência efectiva. A possibilidade não exige a existência (ou na linguagem de Kant: a existência não é a condição da possibilidade): é a existência que decorre da possibilidade.

Depois, esta “explicação” não explica os eremitas ou anacoretas, que se isolam da sociedade em nome da sua religiosidade, por um lado, e, por outro lado, ela parte da posição de “observação objectiva” semelhante à do antropólogo de Karl Popper, que recusando a participação na experiência colectiva da religião, parte do princípio de que essa experiência é, em si mesma, irrelevante e destituída de qualquer verdade objectiva.

Terça-feira, 19 Julho 2011

Richard Dawkins e a sua cabeça de galinha que põe ovos para procriação

«Uma besta moderna como Richard Dawkins, afirma implicitamente que, para além de não podermos encontrar provas da existência de Deus, podemos encontrar na beleza do universo, na sua harmonia grandiosa, um substituto.»

Os primórdios do ateísmo e a física quântica


O neodarwinismo, como teoria de explicação para a origem da vida, está morto; apenas os neodarwinistas ainda não se deram conta disso. Porém, convém dizer que pelo facto de neodarwinismo estar morto, isso não significa que o universo tenha tido o seu início há seis mil anos, como alguns criacionistas defendem… nem oito, nem oitenta!

As nano-máquinas intracelulares foram os testes de falsicabilidade da teoria neodarwinista, que se revelou falsa, por um lado, e a entropia genética foi o pesadelo dos darwinistas inteligentes — porque os burros ateístas continuam a ver elefantes cor-de-rosa —, por outro lado.
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Domingo, 19 Junho 2011

O absurdo da comparação entre o marxismo e o catolicismo

Aquilo que ficou conhecido como Milenarismo é anterior ao Cristianismo — já existia antes deste. O fenómeno cultural milenarista acompanhou também o Cristianismo nos seus primeiros tempos e ao longo da sua história até hoje (como uma ideologia parasita). Porém, não podemos dizer que o milenarismo cristão faz parte da essência do Cristianismo ou da doutrina da Igreja Católica — como está implícito aqui; só quem não faz a mínima ideia do que está a dizer pode fazer essa analogia entre a filosofia cristã e a filosofia marxista.
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