perspectivas

Segunda-feira, 28 Dezembro 2015

¿Mein Kampf como leitura obrigatória na Alemanha? Contra!

Filed under: Europa,Política — O. Braga @ 10:06 am
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A Europa está a entrar por um caminho muito perigoso:

“Foi na véspera de Natal, num artigo no jornal Passauer Neue Presse: “Em vez de permitir que o encanto do proibido cative os jovens, é muito melhor que os alunos conheçam o texto pela mão de professores de História e Política”, defendeu Johanna Wanke. A ministra alemã da Educação referia-se a Mein Kampf (A Minha Luta), o opus maldito de Aldof Hitler. E o reacender da polémica não se fez esperar, com a comunidade judaica a manifestar-se de imediato”.

Queremos Mein Kampf como leitura obrigatória nos liceus?


« Permitted risks are permitted because it is forbidden to forbid them. To condemn them would be to ‘marginalize’ some valid ‘alternative’ » → Roger Scruton

Condenar o Mein Kampf seria marginalizar uma “alternativa” válida. A ideia politicamente correcta segundo a qual “o proibido pode cativar os jovens” significa a eliminação de um tabu cultural, e, por isso, a permissão do risco, ou a instalação da permissividade na cultura antropológica.

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Sexta-feira, 3 Julho 2015

A verdade acerca da homossexualidade e o partido nazi

“The Interfaith Alliance, a far-left religious advocacy group in Idaho, has accused Scott Lively, a scheduled speaker at this weekend’s “Shake the Nation” conference in Boise, of “bearing false witness” and of being “mean-spirited and hurtful.”

Lively’s crime? In his book, “The Pink Swastika,” Lively exposes a secret homosexual activists don’t want you to know about Nazi Germany: that although the Nazis did persecute homosexuals, the homosexuals the Nazis persecuted were almost exclusively the effeminate members of the gay community in Germany, and that much of the mistreatment was administered by masculine homosexuals who despised effeminacy in all its forms.”

→ Ler o resto: The truth about homosexuality and the Nazi Party

Quarta-feira, 19 Dezembro 2012

O jornal Público e a eutanásia

pasquim publico e a eutanasia webEsta imagem aqui ao lado foi tirada do FaceBook e diz respeito a uma notícia do pasquim Público. Como podemos ver, o pasquim Público não se limitou a dar a notícia no FaceBook: também tomou partido acerca discussão sobre a eutanásia em França, invocando uma sondagem que ninguém sabe muito bem de onde veio. Qualquer pessoa com um mínimo de inteligência não compra o pasquim Público.

Mas reparem bem neste trecho do pasquim:

“O relatório encomendado pelo Presidente francês, François Hollande, sobre questões relacionadas com decisões de fim de vida já está terminado e indica que 56% dos franceses desejam receber “ajuda médica para morrer melhor”. O país prepara-se agora para debater nova legislação que pode passar por aprovar o suicídio assistido. Para já, a eutanásia fica de fora.

Segundo o pasquim Público — e o politicamente correcto — , “eutanásia” não é a mesma coisa que “suicídio assistido”. E as pessoas acreditam no pasquim Público! Vamos ao dicionário de português:

eutanásia
(grego euthanasía, -as, “morte fácil”, “morte feliz”)
s. f.
1. Morte sem dor nem sofrimento. ≠ CACOTANÁSIA
2. Teoria que defende o direito a uma morte sem dor nem sofrimento a doentes incuráveis.
3. Acção que põe em prática essa teoria.
(more…)

Die neue Tiergartenstraße 4 und der Gnadentod : a nazificação cultural da União Europeia

AFP – Belgium is considering a significant change to its decade-old euthanasia law that would allow minors and Alzheimer’s sufferers to seek permission to die.

The proposed changes to the law were submitted to parliament Tuesday by the Socialist party and are likely to be approved by other parties, although no date has yet been put forward for a parliamentary debate.

via Belgium looks at euthanasia for minors, Alzheimer's sufferers – FRANCE 24.

eutanasia propaganda nazi webEm vez de procurar apoio social, psicológico e humano para os casos de doenças degenerativas, como por exemplo, o Alzheimer, a Bélgica vai legalizar a eutanásia pura e dura à moda nazi. Trata-se de uma lei dos socialistas belgas. Mas a lei vai mais longe: pretende eutanasiar crianças depois de elas darem o seu “consentimento”: o cinismo dos socialistas belgas só se compara ao cinismo dos socialistas nazis alemães (como se uma criança com 5 ou 6 anos pudesse dar consentimento!).

É urgente que Portugal se separe desta União Europeia que caminha a passos largos para uma nazificação cultural.

Não tarda nada que António José Seguro, logo que tenha uma maioria de deputados socialistas na assembleia da república, venha a propôr o T4 e a Gnadentod dos socialistas nazis; ou Passos Coelho, para poupar na despesa e pagar os juros usurários da dívida pública. Com jeitinho, Passos Coelho poderia imaginar estender a filosofia da eutanásia belga a todos os reformados portugueses.

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