perspectivas

Quinta-feira, 17 Novembro 2016

“Mansplaining”: a nova arma feminista e politicamente correcta contra o homem

 

macho-betaO termo “Mansplaining” aplica-se quando um homem explica qualquer coisa a uma mulher sem que esta lhe tenha pedido qualquer explicação.

Por exemplo, se uma mulher estiver a fazer uma manobra de condução errada, e eu for ajudá-la a estacionar o carro dando-lhe instruções, incorro em Mansplaining e, por isso, sou sexista e um porco machista.

Portanto, ajudar uma mulher espontaneamente e sem que ela peça ajuda é “Mansplaining”, ou seja, é uma manifestação de sexismo e machismo javardo. Para não sermos sexistas nem porcos, temos que nos abster de ajudar as mulheres e/ou explicar-lhes o que quer que seja.

Mas há aqui um problema: se uma mulher nos pedir uma qualquer explicação sobre um qualquer assunto, e nós não dermos essa explicação, também somos sexistas e porcos machistas.

A única forma de (nós, homens) não sermos sexistas e machistas porcos, é obedecer às ordens das mulheres.

Terça-feira, 25 Outubro 2016

A libertinagem sexual só beneficia o macho

 

É difícil contrariar o politicamente correcto, principalmente por duas razões: 1/ faz apelo ao instinto mais básico no ser humano; 2/ faz da mentira um instrumento de acção política.

Vejamos este texto de um burro que dá pelo nome de João André:

«No outro dia a tua filha ligou. É uma menina! “E o pai, quem é o pai?”, perguntaste no fim, “Ó mãe, o pai não sei, foram tantos…”»

E tu, já deste um preservativo à tua filha?

O texto parte do princípio de que 1/ uma adolescente que usa o preservativo nunca engravida, e de que 2/ o uso do preservativo impede a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis. Como é óbvio, há aqui várias mentiras que são passadas ao povão como “verdades científicas”.

Desde logo, o HPV (Human Papiloma vírus), por exemplo, é transmitido independentemente do uso do preservativo; será que o burro do mestre André sabe disso? E, não… as vacinas contra o HPV (Human Papiloma vírus) não resolvem o problema, não só porque há várias estirpes do vírus, como porque a acção da vacina é limitada no tempo.

Todos sabemos que se o preservativo for mal colocado, a rapariga (adolescente) pode engravidar. Mas o filho-de-puta do João André faz de conta que não sabe. E portanto, na opinião do cabrão, sempre há o recurso à “bomba” da pílula do dia seguinte ou ao aborto como método contraceptivo: não lhe interessa a condição feminina: interessa-lhe a fornicação masculina sem qualquer limite.

Segunda-feira, 3 Outubro 2016

“Comia-te toda!” não é crime: é boçalidade e reacção da “geração floco de neve”.

 

Afirmar uma verdade de facto não é injúria. Por exemplo, se eu vejo um tipo a urinar na via pública contra uma parede, e chamo-o de “porco”, estou a afirmar uma verdade de facto, e por isso não estou a injuriar ninguém.

A injúria ou a difamação baseiam-se ou em um juízo de valor supostamente falso (ou não provado) sobre alguém, ou em um falso testemunho (respectivamente).


“A mulher que se queixou de ter ouvido de um homem, no dia 23 de Julho de 2015, pelas 18.00, frente à praça de táxis de São Pedro do Sul, as expressões "Estás cada vez melhor! Comia-te toda! És toda boa! Pagavas o que me deves!" perdeu a oportunidade de ser a primeira a pôr à prova a apreciação dos tribunais sobre a criminalização de propostas de teor sexual (vulgo piropos), incluídas, desde Agosto do ano passado, no crime de importunação sexual (170.º do Código Penal). Não tendo essa possibilidade, queixou-se pelo crime de injúrias e viu a Justiça fechar-lhe a porta”.

Juristas criticam tribunal por deliberar que "comia-te toda" não é crime



"Estás cada vez melhor! Comia-te toda! És toda boa! Pagavas o que me deves!"

floco-de-neveA apreciação subjectiva sobre alguém (“Estás cada vez melhor!”), podendo não ser uma verdade de facto nem uma verdade de razão, é nesse caso uma opinião (“És toda boa!”). Trata-se, neste caso, de um juízo de valor verbalizado acerca dos atributos físicos de uma outra pessoa. Aqui não há crime de injúria.

¿Mas será que a afirmação “comia-te toda!” é injuriosa? Esta afirmação pressupõe um desejo de consentimento mútuo; por outras palavras: “Se tu quisesses, éramos os dois a querer!”; não existe aqui qualquer tipo de coacção ou de ameaça à integridade física da mulher.

Outro problema é o de saber se se trata crime de importunação sexual. O crime de importunação sexual tem um carácter reiterado, ou seja, é repetido no tempo e em mais do que uma circunstância.

Uma “boca” circunstancial (que aconteceu uma vez e que não se repetiu), por mais boçal que seja, não é um crime de importunação sexual, porque tem um carácter contingente e casual (aconteceu uma vez há uma semana, por exemplo, mas não aconteceu mais nenhuma vez). Portanto, também aqui não se aplica o crime de importunação sexual.


As normas éticas (infelizmente) não coincidem com as normas jurídicas. Um comportamento pode ser eticamente censurável e reprovável, e não ser crime.

O que se aplica aqui é o julgamento que todos devemos fazer acerca da boçalidade, por um lado, e, por outro lado, a análise do fenómeno cultural actual da mulher da “geração floco de neve”.

“A top British thinker has claimed young women are in the grip of a “hysteria” which has made them unable to cope with being offended.

Claire Fox, head of a thinktank called the Institute of Ideas, has penned a coruscating critique of “Generation Snowflake”, the name given to a growing group of youngsters who “believe it’s their right to be protected from anything they might find unpalatable”.

Meet ‘Generation Snowflake’ – the hysterical young women who can’t cope with being offended

Sábado, 24 Setembro 2016

A censura política no YouTube

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 2:03 pm
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A “turma brazuca” ignorante e esquerdista que faz a censura política no YouTube, censurou-me um vídeo. Trata-se de censura política, pura e dura.

O vídeo retrata a realidade de como a mulher é tratada no Islão; não se trata de “violência gratuita” ou de “incitação à violência” — conforme a ignara inteligência “brazuca” expõe: o vídeo trata, em vez disso, de denunciar uma ideologia política (o Islamismo) que trata a mulher abaixo de animal irracional, e que é protegida por mentecaptos como os que censuraram o vídeo.

Ultimamente assistimos a uma fortíssima deriva censória e totalitarizante no YouTube e no Twitter.

Sexta-feira, 1 Julho 2016

A Hélia Correia e a filosofia sem lógica

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 7:12 pm
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“Dizem que fomos nós, os preguiçosos, os gulosos do Sul, quem fez gorar o projecto da coisa. Por mim, pequena portuguesa, dou o exemplo: vou buscar o esfregão e a vassoura, antes que algum refugiado mos cobice.”
Hélia Correia

O problema da mulher “moderna” europeia é o da substituição dos afectos: em vez de ter filhos, canaliza as suas afeições para os animais de estimação ou para os imigrantes adultos. Há que lembrar-lhes constantemente que um imigrante não é um animal de estimação, e que um animal de estimação não é um filho.


Eu costumo dizer que “a poesia é filosofia destituída de lógica”; talvez por isso é que Platão não gostava de Homero: faltava-lhe a lógica.

No fundo, a demagogia política é uma forma de poesia, em que a retórica assume uma função principal de persuasão sem lógica. E se juntarmos a mulher à poesia, juntamos a dificuldade lógica, por um lado, à sua ausência, por outro lado; e atingimos o superlativo absoluto simples da incoerência.

No século XIX, vivia-se em Portugal muito melhor do que na Prússia. Foi precisa a guerra de unificação de Bismarck, na segunda metade do século, para que a Alemanha começasse a debelar a pobreza. No entanto, a poetisa é contra a guerra, porque a lógica da História é uma batata. E quando a Europa atravessava a II Guerra Mundial — no meio de padecimentos terríveis que todos conhecemos —, Portugal vivia em paz: no entanto, a poetisa diz que, no tempo de Salazar, “Portugal vivia nos subterrâneos da Europa”. Ficamos sem saber o que ela quer: ¿a guerra ou a paz?

O problema da mulher “moderna” europeia é o da substituição dos afectos: em vez de ter filhos, canaliza as suas afeições para os animais de estimação ou para os imigrantes adultos. Há que lembrar-lhes constantemente que um imigrante não é um animal de estimação, e que um animal de estimação não é um filho.

Quarta-feira, 29 Junho 2016

Ó p*tas!

 

Os me®dia dizem que os homens que fazem a lida da casa têm melhor e mais sexo. Mas a ciência diz o contrário. Ora, a julgar pelo que escreve a Elisabete Rodrigues, fico sem saber se hei-de acreditar na ciência ou nos me®dia.

A Elisabete Rodrigues é de opinião — conforme os me®dia politicamente correctos — de que a mulher deve estar livre de trabalho doméstico para que, em troca, dar mais sexo ao homem:

“Homens, se querem melhor e mais sexo, vistam o avental e comecem a limpar a casa”.

Ou seja, a coisa funciona “assim a modos que” uma espécie de negócio: uma mão lava a outra; limpa-me a casa e eu dou-te a “coisa”. Um dia destes, determinadas mulheres feministas, que a Elisabete Rodrigues conhece bem, chegarão a casa e dirão ao marido:

— “São 150 Euros!, porque eu já venho aviada de outro lado”.

E será nessa ocasião que os maridos murmurarão: “Ó p*tas!, c*gai na c*na, que sabão é que é bom!”

Sábado, 28 Maio 2016

A Elisabete Rodrigues e o Marsapo Murcho

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:03 am
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A Elisabete Rodrigues coloca o estatuto da mulher dentro da falsa dicotomia que decorre dos conceitos, aparentemente antagónicos, de “fada do lar” e de “foda do bar”.

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Recordemos uma frase de Coco Chanel em relação aos modelos da moda de Christian Dior:

“Roupas criadas por um homem que não conhece as mulheres, nunca teve uma mulher, e que deseja ser uma mulher”.

coco-chanel-webOu seja, grande parte da moda “feminina”, depois da década de 1960, foi e é criada por “grandes paneleiros” (os efeminados, aqueles que sonham ser mulheres, imitam as mulheres, e têm o Marsapo Murcho).

Escreve a Elisabete Rodrigues:

“Identifico, no entanto, dois tipos de anúncios em que as mulheres não nos são apresentadas como um pedaço de carne que se esforça por ser objecto de desejo. Publicidade a produtos para bebés e produtos para a casa. Mas se uma mulher veste lantejoulas e exibe um decote até ao umbigo para vender mobiliário, por que não o há-de fazer para vender umas fraldas? Porque, minhas amigas e meus amigos, a mãe e a dona de casa não são passíveis de ser transformadas em objectos de prazer.

Não sei o que é pior, se a excessiva sexualização do corpo feminino, se a completa “dessexualização” da mulher-mãe, mulher-doméstica. Ou bem que as mulheres são representadas como sedutoras natas ou como anjos do lar. A maior parte delas não é uma coisa nem outra, e são essas que compram!”

dignidade-mulher
Mas o importante é a forma como olhamos a mulher
, esteja ela no lar ou no bar. E se tivermos a concepção da mulher que os “grandes paneleiros” têm dela (que é a cultura dominante na moda), então também vemos a “fada do lar” dessexualizada e a sexualização da “foda do bar” que a paneleiragem gostava de ser.

Terça-feira, 24 Maio 2016

O feminino nos me®dia e na política

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 9:30 am
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O corpo editorial do jornal Huffington Post é constituído exclusivamente por mulheres (segundo Twitter do próprio jornal); e agora vejam as características políticas do referido jornal.

Huffington Post

E vejam aqui em baixo o comportamento dos homens e das mulheres nas recentes eleições na Áustria — bem como a diferença de voto entre a massa trabalhadora e os estudantes.

AUSTRIA-ELECTIONS

Quinta-feira, 19 Maio 2016

A razão por que não gosto de ver mulheres na política

 

Stefan Molyneux é um caso sério no debate ideológico. Aconselho os leitores a subscreverem o seu (dele) canal no YouTube.

Podem ver, aqui em baixo, um extracto de uma conversa de Stefan Molyneux com um casal sueco — extracto esse que eu próprio escolhi e publiquei (espero não ser censurado por violação de direitos de autor), e cuja conversa pode ser vista na íntegra, aqui.

¿Por que razão se instituiu o Estado-providência na Europa, e no Ocidente em geral?

Stefan Molyneux argumenta — e cheio de razão! — que o Estado-providência é produto do voto da mulher. A partir do momento em que a mulher passou a votar, o Estado-providência foi sendo construído até ao absurdo actual.

Esse argumento de Stefan Molyneux não significa que não existam mulheres que defendam um Estado mínimo — porque as há. Mas a maioria das mulheres europeias preferem a segurança de um Estado para-totalitário (como é o Estado-providência) em lugar da liberdade.

Segunda-feira, 4 Abril 2016

A feminização da política conduz ao reforço do poder do Estado

 

O Pedro Arroja escreve aqui um texto sobre a “ascensão das mulheres na política”; e conclui este fenómeno político “é um sinal da degenerescência dos partidos políticos”.

Eu penso que é um sinal de degenerescência dos partidos políticos, mas não exactamente pelas mesmas razões que o Pedro Arroja invocou. E penso que a degenerescência da política também inclui a Angela Merkel, que Pedro Arroja considerou excepção à regra. Talvez a única excepção seja a de Margaret Thatcher. Na área da economia e das finanças (e ao contrário do que aconteceu com Margaret Thatcher), Angela Merkel seguiu estritamente determinadas ordens da elite alemã; não agiu por convicção própria.

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Uma das consequências da feminização da política é a supremacia da emoção sobre a razão. A política sempre foi guiada por uma certa dose de emoção (por exemplo, na retórica), mas sempre dentro dos limites estipulados pela razão.

Tucídides escreveu: “Nós amamos a beleza dentro dos limites do discernimento político, e filosofamos sem o vício bárbaro da efeminação.”

Não é por acaso que a escritora britânica Fay Weldon afirma que as mulheres ganharam a batalha dos sexos — porque, ao contrário do que defendiam os gregos, hoje a filosofia política é feita com “o vicio bárbaro da efeminação”, o que significa uma supremacia descabida da emoção sobre a razão.

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A supremacia da emoção na política é o fundamento da utopia e do irrealismo. A Europa está na actual situação de estagnação a vários níveis porque os homens perderam preponderância na política. As mulheres são tão sectárias quanto os homens; porém, a diferença é a de que as mulheres são sectárias entre si apenas em detalhes, e não na essência das questões. A mulher dá mais atenção aos detalhes do que ao fundamento das questões: por isso, seria perfeitamente normal que a discordância entre Catarina Martins e Assunção Cristas, por exemplo, em um qualquer assunto, se resumisse a uma questão de pormenores e não fosse uma discordância fundamental.

A feminização da política conduz ao absurdo.

Um exemplo da actual tendência para a feminização da política na Europa é um programa emitido pelo canal de televisão alemã ZDF (canal que é pago com os impostos de todos os alemães), em que o apresentador radical de esquerda e efeminado Jan Böhmermann afirma textualmente que “os alemães não pertencem à Alemanha”; os alemães são classificados como “estúpidos nacionalistas autoritaristas”; Böhmermann afirma que “vocês, os alemães, não são o povo: vocês são o passado”, e que “os verdadeiros alemães vão chegando do estrangeiro: já vislumbramos a presença de 10 milhões de novos alemães andando de bicicleta: os verdadeiros alemães andam de bicicleta, e comem Kebab e Muesli”. Segundo Böhmermann, os verdadeiros alemães não comem carne de porco e são vegetarianos.

Mulheres inteligentes, como por exemplo Marion Sigaut, defendem a tese segundo a qual “a libertação da mulher é uma forma de alienação”.

Ademais, a feminização da política exige o reforço do poder do Estado, reforço esse que pode raiar a construção de um Estado totalitário.

A estratégia do radicalismo de Esquerda efeminado é o de, em uma primeira fase, fazer dos direitos humanos uma política em si mesma, atomizando a sociedade, por um lado, e reforçando o poder do Estado, por outro lado; e, em uma segunda fase, quando o Estado for já plenipotenciário, ir retirando os “direitos humanos” concedidos anteriormente e de uma forma arbitrária, tendo como objectivo a consolidação de um Estado totalitário a nível europeu (União Europeia).

Quinta-feira, 31 Março 2016

Nós pagamos o feminismo com os nossos impostos

 

Laurie PennyEm uma entrevista a um jornal alemão, a feminazi inglesa Laurie Penny defende a ideia segundo a qual o Estado deve pagar “o desenvolvimento dos bebés em laboratório”, para libertar a mulher do pesado fardo de ter que parir.

A seguir ela entra nos relacionamentos amorosos, e confessa-se “muito romântica”.

E porque é “muito romântica”, ela defende a ideia de que a mulher deve ter múltiplos relacionamentos (poliamoria). A coerência é surpreendente: o romantismo amoroso implica, alegadamente, a promiscuidade sexual.

A poliamoria é justificada em função da “maximização da autonomia da mulher” e da “auto-determinação da mulher”, sinónimo de “carreira profissional”.

Ou seja, o Estado deve pagar à mulher para ser mãe. Neste modelo “romântico”, há relações pessoais, mas não há uma vida familiar: o Estado toma conta da prole. É o modelo da “autonomia da mulher” pago com o dinheiro dos nossos impostos.

Domingo, 27 Março 2016

Outra que saiu do armário

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:00 am
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Frauke Petry foi educada no luteranismo evangélico e casou-se com o pastor evangélico Sven Petry, com quem teve quatro filhos. Em 2015, Frauke Petry separou-se do seu marido e estabeleceu uma ligação (sexual) com Marcus Pretzell, presidente da AfD na Renânia do Norte – Vestefália (fonte).

Frauke Petry-web

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