perspectivas

Quarta-feira, 13 Maio 2015

Coitadinhas das raparigas! São as eternas vítimas de violência dos namorados! Coitadinhas!!!

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 6:06 pm
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Sábado, 9 Maio 2015

“A mãe é igual ao pai!”

Filed under: cultura — O. Braga @ 11:42 am
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Women-in-Soviet-PropagandaVivemos em uma sociedade a defende a ideia segundo a qual “a diversidade é essencial à felicidade”, mas impede de facto a diversidade.

Não se trata de um apanágio da direita ou da esquerda, mas de ambas: a esquerda, por uma questão de utopia, e a direita, por uma questão pragmática. Se juntarmos o pragmatismo económico da direita à utopia da esquerda obtemos um contra-senso.

As condições políticas da actualidade — com a esquerda e a direita que temos — favorecem o individualismo exacerbado; mas são instáveis. Instabilidade e individualismo ligam-se hoje, como aconteceu também na Grécia antiga e no Renascimento. Como sempre aconteceu na História, não é possível ter “sol na eira e chuva no nabal”. É necessário um sistema social estável, mas até hoje todos eles foram, até certo ponto, obstáculo à expressão do mérito individual.

¿Até que ponto podemos suportar o assassínio e a anarquia como os do Renascimento?

¿Como podemos suportar o actual holocausto do aborto em nome de uma alegada “autonomia da mulher”, e como podemos suportar a instabilidade anárquica que mina o futuro da nossa sociedade?

Não se encontrou a solução para este problema, e penso que nunca se encontrará. Temos que optar por uma coisa ou por outra.

mulher-dinheiro

Neste contexto, acho que este texto do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada é auto-contraditório, ou no mínimo ambíguo. Ou pelo menos não pretende enfrentar “de caras” o politicamente correcto. O Padre parece optimista, enquanto sou céptico em relação à “evolução da natureza humana”.

Concordo com a ideia de que uma verdadeira dona-de-casa — vulgarmente conhecida por “mulher doméstica” — só o pode ser hoje plenamente se for instruída e culta e, por isso, estar consciente da sua importância. Quando uma pessoa se cultiva, deixa de obedecer facilmente aos mimetismos culturais, e a mulher não é excepção. Mas o que temos hoje não é instrução nem educação: é lobotomia cultural patrocinada tanto pela esquerda marxista como pela direita neoliberal, cada uma à sua maneira.

Domingo, 8 Março 2015

Dia da mulher

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 2:30 pm
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É um absurdo. Não se trata agora da reivindicação de direitos civis iguais, mas antes de uma reivindicação de uma intermutabilidade entre seres humanos (entre os dois sexos) que se alimenta de uma confusão (propositada e alimentada simultaneamente pela direita neoliberal e pela esquerda marxista) entre igualdade, diferença e discriminação. Não dou para esse peditório.

Segunda-feira, 29 Dezembro 2014

A revolução sexual e a libertação da mulher

 

Este anúncio publicitário abaixo reflecte fielmente o corolário da “revolução sexual” e da “libertação” da mulher no século XXI: um grupo de homens viola uma mulher. A “revolução sexual” é sinónimo de cultura da barbárie e a “libertação da mulher” é exactamente o seu oposto.

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Não adianta às feministas berrar, porque estava escrito nas estrelas que o corolário seria este: o conceito de “libertação da mulher” foi essencialmente criado por homens e seguido por mulheres estúpidas criteriosamente colocadas na ribalta cultural e social pelo intelectualismo masculino do século XX.  Por exemplo, a alegada independência ideológica de Simone de Beauvoir em relação a Jean-Paul Sartre é puro sofisma: na essência, ela pensou como ele queria que ela pensasse.

O meu desprezo pelo feminismo é essencialmente o desprezo pela burrice que não é só apanágio da mulher mas também dos homens.

Sexta-feira, 28 Novembro 2014

José António Saraiva vs. Lídia Jorge, e a felicidade das mulheres

Filed under: ética — O. Braga @ 8:29 pm
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José António Saraiva e Lídia Jorge debateram, por email, a felicidade das mulheres actuais1.

Antes de falar de felicidade, vamos a assuntos mais comezinhos. Por exemplo, segundo um estudo realizado por dois professores da universidade de Chicago, a chamada “libertação da mulher” e o voto das mulheres conduziram ao aumento do peso do Estado na sociedade e ajudou a criar o “big government” actual. Por outro lado, quando a Lídia Jorge diz que “o tempo não volta para trás”, trata-se de um respeitável desejo — mas a História já nos demonstrou que, por vezes, o tempo pode voltar para trás, embora em outro tempo e com outros contornos factuais. É o conceito de “velhice do eterno novo”, de Fernando Pessoa.

O problema não residirá no facto de as despesas do Estado terem aumentado com a “libertação da mulher”: o problema é o de saber se as despesas do Estado com a “libertação da mulher” estão a ser úteis à sociedade e bem aplicadas. E aqui a resposta é um rotundo NÃO! Se o Estado gasta dinheiro para proteger a mulher e a família, estaremos todos de acordo; se o Estado gasta dinheiro para pulverizar a família e atomizar a sociedade — como fazem os Estados da União Europeia, sob orientação desta —, então o dinheiro está a ser mal gasto.

Paradoxalmente, o José António Saraiva assume uma posição de esquerda tradicional e a Lídia Jorge uma posição de direita burguesa — sendo que a Lídia Jorge assume uma posição de direita burguesa e neoliberal para justificar a inevitabilidade da escatologia de esquerda (“os amanhãs que cantam”, a utopia, a certeza inconfessável do futuro); a “exploração do homem pelo homem” é, para a Lídia Jorge, necessária (é um meio necessário) para a realização escatológica da utopia da “igualdade”.

Lídia Jorge serve-se, de forma contraditória, de uma ética utilitarista para justificar um anti-utilitarismo. De modo semelhante, José António Saraiva serve-se de um anti-utilitarismo para justificar um utilitarismo ético-prático.

E o José António Saraiva assume uma posição de esquerda (no sentido da esquerda não marxista do socialismo francês do século XIX e de G. K. Chesterton) quando critica o estereótipo burguês e neoliberal da mulher que está cultural- e economicamente obrigada (forçada) a trabalhar fora de casa.

José António Saraiva sublinha que o homem e a mulher não são intermutáveis — o que coincide perfeitamente com a opinião de G. K. Chesterton; Lídia Jorge defende a intermutabilidade de papéis sociais do homem e da mulher, o que coincide perfeitamente com a opinião dos Rockefeller, dos Rothschild ou de Bill Gates.

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Quarta-feira, 19 Novembro 2014

Quando a mulher adopta o apelido do marido

Filed under: cultura — O. Braga @ 2:10 pm
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O jornal Púbico publica um artigo com o título “Identidade, submissão ou amor? O que significa adoptar o apelido do marido” :

“Nada obriga uma mulher a adoptar o apelido do marido no casamento. As que o usam são mais carinhosas e menos inteligentes?”

Naturalmente que a cultura antropológica actual sofre a influência nefasta das elites políticas e académicas, que enviesam o genuíno significado do simbolismo subjacente à adopção, por parte da mulher, do nome de família — porque é disto que se trata: adopção de um nome de família.

Antes de mais, temos que saber o que é a família antropológica. Os antropólogos do princípio do século XX — por exemplo, o estruturalista francês Claude Lévi-Strauss — chegaram à conclusão de que existe um tipo de família nuclear que é basicamente comum a praticamente todas as culturas.

A família nuclear antropológica é constituída por uma mulher e “três homens”: o marido da mulher, o irmão da mulher, e o filho da mulher. E a mulher é o centro da família nuclear, como podemos ver na imagem abaixo.

FAMILIA NUCLEAR

A noção de família nuclear antropológica não é a mesma da noção de “família” de Engels e do marxismo: para Engels, o matriarcado é um conceito radical, em que o homem (o marido) é desvalorizado em termos de função na família. Na família nuclear antropológica existem três pessoas do sexo masculino que são essenciais à família, pese embora seja a mulher o esteio da família.

Ou seja, na família nuclear, a mulher tem um poder real fáctico, uma vez que é ela que é a base da família. Por exemplo, a cultura judaica é matrilinear, o que revela que a mulher é o centro da família.

Ora, este poder real da mulher no seio da família, se for exacerbado (como acontece hoje), pode afastar o homem (o pai do filho); esta é uma das razões por que, cada vez mais, existem mães solteiras. Uma forma de fazer equilibrar a relação de poder na família, entre o homem e a mulher, é a de fazer coincidir simbolicamente o apelido do marido com o apelido da família: por isso dizemos, por exemplo, “família Oliveira”, “família Soares”, etc..

Não se trata propriamente de submissão da mulher ao marido, quando ela adopta o apelido dele: trata-se de uma concessão da mulher que tende a “prender” o homem (o marido) à família através de um simbolismo com incidência na cultura antropológica: através do símbolo do nome de família que coincide com o nome do marido, a mulher cede simbolicamente ao homem algum do poder real que detém na família, em troca de um compromisso de estabilidade na ligação do homem à família.

Não nos podemos esquecer do seguinte: durante toda a sua vida sexual, o homem produz biliões de espermatozóides, ao passo que a mulher produz cerca de 400 óvulos. É do interesse da mulher, concebida como a centralidade da família, que os “três homens” da família nuclear se mantenham próximos dela; e é essencial, para a mulher, que o marido não se sinta ostracizado no seio da família, ou que sinta que o seu poder real no seio da família fique diminuído.

Por isso é que é inteligente, por parte da mulher, que ela crie uma identidade da família através da inclusão simbólica do apelido do marido como nome de família. Não se trata, aqui, e ao contrário do que diz o politicamente correcto, de a mulher abdicar da sua identidade pessoal: trata-se, em vez disso, do papel da mulher em fomentar (no seu próprio interesse) uma identidade da família enquanto tal, conseguindo compromissos por parte do marido que tendam a uma unidade familiar.

No seio da família, a mulher concede (faz concessões tendo em vista compromissos por parte do marido), mas não se submete porque ela é a base fundamental da família. Quem não percebe isto é analfabeto funcional.

Segunda-feira, 13 Outubro 2014

Um texto de uma feminista inteligente

 

Nem tudo está perdido: ainda há mulheres inteligentes:

“The “unfit mother” trope is very important, because it helps justify taking women’s children, eggs, or the use of their uteri. Darnelle is right. Many families headed by gay male couples are built upon exploitation of women. Practically speaking, Scott Rose and his compatriots have formed a men’s rights group that seeks to use women as breeders. These egg donors and surrogate mothers supply infants for a bustling market full of same-sex couples, for whom reproduction is naturally and biologically impossible.

In the name of equality, groups such as GLAAD (which employs Jeremy Hooper as a consultant) have pushed through gender identity laws that have legally erased women. The term “woman” now legally can refer to the way that a man chooses to identify himself. Once women have been erased legally as a group and as individuals, it is not hard to erase “mothers.” This lends support to the practice of using one woman’s eggs and another woman’s womb to supply children for gay male couples, obscuring the concept of motherhood and making it seem dispensable.”

Ruthless misogyny

Terça-feira, 7 Outubro 2014

A mulher na política é um desastre

Filed under: Política — O. Braga @ 10:34 am
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Quando vi o vídeo em baixo, pensei que talvez S. Paulo tivesse razão em relação ao papel da mulher na política da comunidade. Vemos aqui um vídeo de uma mulher que entra em um restaurante, chorando em protesto, porque nele se servem ovos cozidos e estrelados. Quando o feminino entra na política, dá nisto; a política torna-se absolutamente irracional.

Domingo, 14 Setembro 2014

¿Por que é que a mulher tem que imitar o homem?

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 2:03 pm
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“Há dias em que me sinto uma mãe-da-noite. Qualquer comparação com uma mulher-da-noite é injusta, trabalho somente para um cliente e com objectivos relativamente altruístas. É que, na maior parte do tempo, é à noite que sou, efectivamente, mãe.”

Educar não é ocupação de tempos livres



Quando a mulher imita o homem, despersonaliza-se — porque a mulher (em juízo universal) tem uma natureza própria que é diferente da do homem.

 

mulher bolchevique na fábrica web

marxismo e o trabalho domestico webNão é utopia concebermos uma sociedade que desfaça o nó da estigmatização do feminino que se acentuou com a revolução burguesa de 1789 e que se adensou com o golpe-de-estado bolchevique de 1917.

Não é utopia concedermos à mulher o direito à sua própria natureza, sem que a obriguemos a imitar o homem. Não é utopia que a natureza da mulher seja reconhecida e valorizada pela sociedade, sobretudo através da ética — porque a lei não impede a primazia do princípio do interesse próprio e egoísta.

Não é utopia quebrar o maniqueísmo marxista que identifica o trabalho doméstico com a ignorância da mulher, por um lado; e, por outro  lado, não é utopia denunciar o sofisma burguês segundo o qual o trabalho doméstico não contribui para a o PIB e para a riqueza nacional.

Tanto o marxismo como o neoliberalismo violam a natureza da mulher — porque uma mulher pode ser ignorante trabalhando em uma fábrica, ou pode ser culta trabalhando em casa e cuidando da família.

A formação intelectual da mulher não depende do trabalho na fábrica ou no escritório.

Tal como aconteceu na cultura romana do período imperial (que sucedeu ao período da república romana), a educação (da mulher e do homem) deve ser um fim em si mesma, independente de qualquer utilidade prática. E quando a educação é um fim em si mesma, cada ser humano pode ser livre para seguir a sua própria natureza, sem que a sua função social seja estigmatizada pelo tipo de trabalho que exerce.

Com o Inverno demográfico em que vivemos, causado pelo marxismo e pelo neoliberalismo, ou mudamos a nossa cultura antropológica, ou desaparecemos como sociedade. 

Terça-feira, 19 Agosto 2014

A psicose do feminismo e da Esquerda

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 10:44 am
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Uma das características da Esquerda é a negação da realidade; mas não é apenas uma simples recusa: a Esquerda odeia a realidade porque o mal existe. A Esquerda quer um mundo perfeito, isento de mal. E enquanto existir mal no mundo, a realidade do mundo é objecto de ódio por parte da Esquerda.

Temos aqui um exemplo concreto do que se pretende dizer. A ideóloga feminista espanhola do partido “Podemos”, Beatriz Gimeno, critica os conselhos do Ministério do Interior espanhol em relação às mulheres em geral, para que se evitem as violações:

“Mude de itinerário de vez em quando; feche as janelas da sua casa; não passeie de noite por ruas solitárias, nem só nem acompanhada; antes de estacionar o seu carro, olhe em seu redor para ver se há pessoas suspeitas.”

Beatriz Gimeno compara estes conselhos do Ministério do Interior espanhol aos conselhos que o dito dá aos alvos de terrorismo:

«Aquel que recomendaba a concejales o políticos vascos que miraran los bajos de su coche antes de subirse al mismo, se parece mucho a este otro: “Antes de subir a su vehículo observe su interior. Podría encontrarse algún intruso agazapado en la parte trasera”.»

Verifica-se que, na Esquerda, tudo é reduzido à política pura e dura, incluindo a ética e a moral (e até a arte!). Enquanto que o terrorismo basco (por exemplo) é um problema político (nacionalismo basco), a violação das mulheres é, em primeiro lugar, um problema ético e moral: nem sequer é um problema cultural que possa ser eliminado, porque sempre existiram violações de mulheres em todas as culturas, e ainda hoje existem. Portanto, a comparação entre o terrorismo e a violação de mulheres é absurda; é comparar alhos com bugalhos.

A Esquerda em geral, e o feminismo em particular, não aceita o facto de — em juízo universal — o homem ser fisicamente mais forte do que a mulher. Esse facto é recusado com repugnância pelo feminismo. A ideia da super-mulher, consubstanciada na canção de 1972 “I’m A Woman” de Helen Reddy continua a construir o mito psicótico esquerdista da “super-mulher invencível” fisicamente em relação ao homem.

A ideia segundo a qual é possível construir um mundo perfeito em que nenhuma mulher será violada se caminhar, a altas horas da madrugada, em uma rua recôndita e solitária de uma grande cidade — não é apenas utopia: é doença mental grave, é psicose aguda. Não é apenas a negação do mundo: é  ódio em relação ao mundo. É a “Grande Recusa” do marxismo cultural da Escola de Frankfurt. Essa gente deveria estar internada em um manicómio, e não estar na política activa.

Adenda:

A forma mais eficaz de reduzir — mas nunca eliminar totalmente, porque isso é impossível — as violações de mulheres é adoptando uma mundividência exactamente oposta à do feminismo e à da Esquerda contemporânea libertária, que têm em comum uma visão ultra-individualista do ser humano, baseada no conceito de “autonomia” desprovida de responsabilidade.

A felicidade (a “vida boa”) do sujeito prático (do cidadão concreto) supõe o reconhecimento social da sua dignidade de cidadão, ou seja, a sua capacidade de manifestar publicamente a sua liberdade. Porém, essa capacidade de manifestação pública de liberdade terá que estar sujeita ao critério de “bem comum” (Direito Natural) que pressupõe uma correlação e concepção positiva [a participação na vida pública] e não negativa da liberdade (ver “liberdade negativa”), e por outro lado pressupõe uma ontologia holista e não atomista — ou seja, uma ontologia que não considera o ser humano como uma realidade primeira que seria inteligível independentemente do domínio social.

Ora, o libertarismo de esquerda e o feminismo, por um lado, e o liberalismo de direita, por outro lado, adoptam uma concepção atomista da sociedade (individualismo exacerbado), como se o ser humano fosse uma realidade primeira inteligível independentemente do domínio social.

Quarta-feira, 13 Agosto 2014

A socióloga Elisabete Rodrigues volta a escrever “coisas”

 

“Anda muita gente preocupada com o insucesso escolar dos rapazes. Os mais alarmistas consideram que passámos, em poucas décadas, de um extremo para o outro. A verdade é que se há algumas gerações atrás não era raro que apenas os filhos homens fossem à escola, hoje são as mulheres que têm mais estudos.”

As mulheres são mais inteligentes?

No tempo em que os homens estudavam e as mulheres não o faziam com tanta frequência, não poderíamos afirmar que “os homens eram mais inteligentes do que as mulheres” — desde logo porque há vários tipos de inteligência1: por exemplo, a inteligência lógica-matemática, a inteligência espacial (a capacidade de manipular na mente imagens de objectos), a inteligência linguística, a inteligência física e cinestésica (a capacidade de movimentar de forma coordenada), a inteligência pessoal (capacidade de entendimento com outras pessoas), a inteligência musical.

Portanto, antes de falar em “inteligência”, é preciso saber de que tipo de inteligência estamos a falar.

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O problema demográfico português e o estatuto da mulher e mãe

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 9:24 am
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“Ser mãe e casada é um trabalho a tempo inteiro”.Petula Clark, cantora e octogenária (via)

Portugal terá que construir uma nova sociedade, se quiser continuar a existir como nação e como país. A alternativa a essa nova sociedade é a extinção não só do país enquanto geografia, mas também e principalmente dos valores que nortearam a existência histórica da Nação Portuguesa.

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