perspectivas

Sábado, 12 Janeiro 2013

Vistos para viagens a Moçambique

Filed under: Geral — O. Braga @ 9:11 am
Tags:

Clique para ampliar

Clique para ampliar

Os portugueses que viajem para Moçambique (incluindo turistas) precisam agora de obter um Visto no corpo diplomático de Moçambique em Portugal. Esperemos que o tratamento seja recíproco.

Domingo, 1 Julho 2012

Os factos desmontam os argumentos da cultura masoquista de Esquerda em relação ao colonialismo português

Using the 2000 population weights, the data and estimated coefficients indicate that 47% of the development outside of Europe is attributed to the share of European settlers during the early stages of colonization … it is striking how much of global development is associated with Europeans (not even considering the development of Europe itself).

via Oz Conservative: Did Western colonialism create economic inequality?.

A Esquerda portuguesa tem por costume crucificar a nossa cultura e a nossa História que, como sabemos, passou pelas colónias e pela colonização de territórios que hoje são independentes. Portugal colonizou a Guiné-Bissau, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, a Índia Portuguesa, Malaca, Timor, Macau e o Brasil.

É interessante saber que 47% do desenvolvimento económico fora da Europa se deve aos colonos europeus durante o período colonial — o que significa, por exemplo, que se Moçambique teve uma aumento do PIB per capita de 1000 dólares entre o ano de 1700 e o ano de 2000, 470 dólares desse aumento de 1000 dólares é atribuível à presença dos portugueses em Moçambique. E se o Brasil tivesse tido uma maior ligação à economia europeia na década entre 1995 e 2005, o PIB per capita brasileiro seria hoje superior em 2000 dólares.

Sexta-feira, 3 Junho 2011

Para quem viveu em Moçambique nos anos 60 e 70

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:51 am
Tags:

Manuela Arraiano fechava todas as noites, entre as 23 e 24 horas, as emissões da Rádio Clube de Moçambique com este som que fui buscar à LM-Radio, com a devida vénia. Manuela Arraiano faleceu em Bruxelas no dia 15 de Maio de 2011. Que Deus tenha a sua alma.

Sexta-feira, 22 Abril 2011

Kanimambo, João Maria Tudela!

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:19 pm
Tags: , ,

(more…)

Quinta-feira, 20 Janeiro 2011

Os paraísos do Índico

Filed under: curiosidades — O. Braga @ 7:13 am
Tags: , , ,

Alguém proveniente do domínio da Internet http://e-hiburan.co.cc/ acedeu a este blogue; fiquei curioso e tentei fazer uma visita a esse sítio. Porém, foi-me recusado o acesso ao dito sítio com a explicação de que não seria permitido a partir do meu país (Portugal). A minha curiosidade acentuou-se. Fui investigar a origem do acrónimo .CC e descobri que pertence às Ilhas Cocos Keeling.

O território das Ilhas Cocos Keeling é composto por um conjunto de dois atóis antepostos, tem apenas 14 quilómetros quadrados de superfície total, e está sob administração australiana. Nunca lá fui, mas fiquei a saber.

Porém, o que mais me interessou saber foi que — e a julgar pelas imagens — as Ilhas Coco Keeling (talvez juntamente com as Ilhas Seychelles, também no Oceano Índico) são o único local do mundo que rivalizam, talvez para melhor, com as praias do norte de Moçambique (onde eu vivi até aos meus 16/17 anos). Ou seja : os locais paradisíacos do mundo estão situados no Oceano Índico.

Quando um progressista me perguntar se eu acredito que é possível construir um paraíso na terra, eu responderei: o paraíso existe; basta ir ao Índico. Não se trata de uma utopia, mas de uma realidade.

Segunda-feira, 6 Dezembro 2010

Recordar é viver

Filed under: Fotografia — O. Braga @ 5:12 pm
Tags:

Segunda-feira, 29 Novembro 2010

Ilha do Bazaruto, Moçambique

Filed under: Fotografia — O. Braga @ 9:28 am
Tags: , , ,

Foto original daqui.

Sábado, 6 Novembro 2010

Rua da Ilha de Moçambique

Filed under: Fotografia — O. Braga @ 3:17 pm
Tags: , ,

(foto original de um amigo “macua” do Facebook que a tirou recentemente, mas já não me lembro de quem. Esta foto foi retocada).

Sábado, 16 Outubro 2010

Recordações de Nampula

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:53 am
Tags: ,

O quadrado vermelho, marcado no mapa abaixo, corresponde ao local da casa onde eu vivi na cidade de Nampula, Moçambique. A fotografia dá a perspectiva.

(more…)

Domingo, 25 Julho 2010

Memórias de adolescente (a todos os marxistas-leninistas)

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 1:53 pm
Tags: , , , ,

Campo de reeducação política

O guerrilheiro apontou-me a Kalachnikov. “Senta-te! “, berrou. Sentei-me de imediato na areia húmida do cacimbo que impregnava os meus ossos naquela noite de Agosto. Centenas estavam já de cócoras ou sentados da mesma forma, no meio da noite escura que me confinava o espírito numa angústia que em vão tentava racionalizar.

Os grupos eram organizados metodicamente. No meu grupo, umas largas dezenas. Outro grupo, mais além. E outro, e outro e mais outro até onde a minha vista podia detectar os vultos e a percepção de sombras em movimento, ou a minha audição de silêncios mitigados poderia alcançar.

Não tinha a noção exacta onde estava. Poderia ser uma parada de um quartel qualquer, enorme concerteza, porque não lhe via os limites ou porque a noite cerrada lhe fazia aumentar as fronteiras. Mais ao longe, grita-se: “Diz Viva à Frelimo! “; segue-se um silêncio angustiador. Uma rajada de metralhadora ressoa com estrondo abafando gritos de morte que se prolongam com gemidos moribundos, exânimes. “São Testemunhas de Jeová, os gajos! Só dizem ‘Viva a Deus ‘, e a ninguém mais. Foderam-se!”, balbuciou-me o acocorado mais próximo. O absurdo tomou conta de mim, inspirei profundamente o ar da noite e deixei de sentir medo.

Terça-feira, 8 Junho 2010

Vamos manter o NÃO ao acordo ortográfico; vamos colocar os políticos contra a parede

Eu não vou aqui comentar em profundidade a política da língua levada a cabo pelos políticos brasileiros desde a década de 20 do século passado; apenas dizer que essa política da língua não conseguiu prever que, em menos de um século, vários países para além do Brasil e Portugal, falassem português. Foi uma política brasileira de visão de curto prazo.

Porém, o problema começou nos anos 60, quando o Brasil — que tradicionalmente se concentra no seu umbigo — se deu conta de que afinal existiam “outros países que falam português”, e quis impor o seu erro estratégico na política da língua aos outros países. O Acordo Ortográfico é imposto pelo Brasil em nome da “alfabetização dos mais pobres”, quando esse país tem uma taxa relativa de analfabetos superior à média da América latina.

O problema brasileiro é exactamente o oposto daquilo que a política brasileira tem afirmado: a alfabetização do Brasil tornou-se mais difícil porque a reforma da língua, feita no Brasil dos anos vinte, desligou a língua das suas raízes etimológicas — nós aprendemos mais facilmente uma língua se tivermos referências que permitam estabelecer conexões entre as diversas palavras. Dou um exemplo:

  • Arquitecto e arquitectónico . Segundo o novo acordo ortográfico, passa a ser escrito “arquiteto” e “arquitetónico”.
  • Ctónico (= subterrâneo, relativo à terra). Entre “arquitectónico” e “ctónico”, existe uma raiz etimológica comum estabelecida pelo sufixo “ctónico”. A partir do momento em que eliminemos o “c” de “arquitectónico” (passando a ser “arquitetónico”), qualquer relação entre as duas palavras passa ser pura coincidência. E podemos multiplicar este exemplo por muitos mais.

Eu tenho muito respeito pelo Brasil e pelos brasileiros, mas penso que os erros do Brasil devem ser assumidos pelo Brasil. O Brasil é soberano para mudar a sua língua para o chinês — e ainda assim eu continuaria a ter muito respeito pelo Brasil e pelos brasileiros. O que eu não posso aceitar (e a maioria do povo português não aceita) é a importação dos erros dos outros, por muito respeito que tenha por estes.


Reparem numa coisa muito simples: se estabelecermos uma relação entre as populações dos dois países (Portugal e Brasil) e as respectivas produções literárias — isto é, se estabelecermos uma percentagem relativa —, e se é verdade que o português do Brasil “traz mais vantagens na alfabetização”, porque é que a produção literária e poética no Brasil é , em termos proporcionais, inferior à portuguesa? A razão é simples: o português da reforma da língua dos anos 20 no Brasil foi construído para ser básico e funcional, e por isso, avesso à literatura e à cultura. E agora pretendem que esse erro brasileiro seja assimilado em outros países através da educação das crianças… ?!


A política de esquerda que tem imperado em Portugal nos últimos 35 anos, decretou coercivamente a importação do erro brasileiro, e sem acordo do povo. Os governos portugueses de esquerda sabem que não conseguem convencer os portugueses a seguir o erro brasileiro. Por isso, a ministra socialista vem agora com paliativos e estratégias de anestesia cultural.

Adenda: eu não preciso do acordo ortográfico para entender o que os brasileiros escrevem.

Segunda-feira, 31 Maio 2010

Como seria a educação das crianças na pré-história ?

Entre a tribo dos macuas de Moçambique, não havia “construções sociais” em relação a “papéis de género”; este conceito só cabe na cabeça do selvagem moderno europeu e ocidental.

Ao ler este texto no blogue “Reflexões Masculinas”, lembrei-me da ideia recorrente segundo a qual não só os “papéis de género” (como está na moda dizer-se) mas também as diferenças na manifestação e na exteriorização das emoções, entre homem e a mulher, se devem a “construções sociais”. Hoje é politicamente correcto, em abono da “neutralidade de género” (outro palavrão correcto), dizer-se que a mulher é feminina e o homem é masculino por uma questão de “construção social” e/ou educação. Mas será só uma questão cultural e de educação ?
(more…)

« Página anteriorPágina seguinte »

%d bloggers like this: