perspectivas

Sábado, 9 Agosto 2014

O farol de Kéréon, ao largo da Ilha de Bannec, no canal de Fromveur, no Mar de Iroise, Bretanha, França

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:21 am
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Tem circulado na Internet — principalmente em sítios brasileiros, por exemplo aqui e aqui, e também no Facebook — um vídeo que ilustra (alegadamente) a troca de turno dos faroleiros de uma ilha dos Açores. O vídeo é o que se segue:

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Quinta-feira, 13 Agosto 2009

O mito social do dióxido de carbono

eco-fascism

O mito social do aquecimento global por efeito do CO2 começa a ser preocupante assumindo contornos de um ambientalismo misantrópico. Não é possível dissociar o fenómeno do misantropismo ambientalista de outros fenómenos que actuam em conjunto ao que parece ser uma estratégia articulada, a ver, as indústrias do aborto e da eutanásia, a Nova Ordem Mundial maçónica, e a elevação do niilismo gay a um princípio moral. Podemos dizer com toda a certeza que estamos em presença de um ecofascismo, de uma ideologia anti-humanista que assume contornos de uma periculosidade que é urgente combater.

Este artigo no Hora Absurda faz uma análise de um outro artigo me®diático do Público. Quem tiver um pouco de intuição ― e para além da manifesta sociopata misantrópica ― pressentirá o objectivo de um enorme negócio que, para além do lucro, terá a vantagem que moldar uma Nova Ordem Mundial através de um sistema de controlo fascista das nações, da imposição do aborto que alimenta uma indústria diabólica, da eutanásia como medida profiláctica “para salvar o planeta”, do infanticídio de crianças deficientes e da celebração do niilismo gay ― tudo isto para mitificar socialmente e impôr um negócio à escala global.

Primeira verdade: sempre existiram mudanças climáticas. O clima nunca foi sempre o mesmo no planeta.

Segunda verdade: as mudanças climáticas devem-se à actividade solar, e não ao CO2 na atmosfera. É muito mais prejudicial o próprio vapor de água na atmosfera do que o CO2.

Terceira verdade: o CO2 na atmosfera é essencial para a manutenção das nossas florestas ― assim se queira proceder ao reflorestamento do planeta.


Caro leitor(a): não se deixe enganar pelos me®dia como o Público. Denunciem esta farsa politicamente correcta. Passem palavra, com os amigos, no café, no trabalho. Não se deixem levar e manipular por uma cambada de chicos-espertos que querem fazer de si um(a) parvo(a).


Desde os anos 80, a expectativa de vida de um chinês passou de 65,3 para 73 anos, hoje. Na Índia, a expectativa de vida em 1980 era de 52,5 anos e passou para 67 anos, hoje.

O que está por detrás do mito social ecofascista e anti-humanista é a tentativa de controlo férreo — por parte do clube maçónico que controla a economia global a partir de Wall Street e da City de Londres — das potências emergentes.

Há uns anos atrás, a estratégia da Trilateral era a do endividamento externo extremo dos países emergentes; agora mudou a táctica porque a primeira não deu o resultado que queriam.
A judaico-maçonaria nunca perdoou a rebeldia insubmissa do islamismo na economia globalizada, e o ambientalismo misantrópico é uma das formas encontradas para justificar também o controlo dos países islâmicos.

Não é de todo paranóico afirmar que um dia destes serão impostas políticas draconianas de controlo populacional na sociedade tendo como justificação o dióxido de carbono ― o que é um absurdo monstruoso de um anti-humanismo que faria corar Adolfo Hitler. O clima tornou-se uma desculpa sempre pronta para se imporem crescentemente políticas de controlo social destinadas a impedir o desenvolvimento humano, e taxar com impostos absurdos a livre iniciativa na economia. O absurdo é de tal ordem que o mito social do ambientalismo misantrópico passa a personalizar a flora e a fauna ao mesmo tempo que despersonaliza os seres humanos mais vulneráveis.

Denunciem. Não se deixem manipular!

Sábado, 25 Julho 2009

Chover no molhado

Filed under: filosofia — O. Braga @ 6:27 am
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A ideia segundo a qual alguns cientistas ― ou cientificistas ― afirmam o primado absoluto da ciência sobre a filosofia e a ética, religião e a moral, porque (segundo eles) a ciência se baseia no facto verificável — é uma absurdidade auto-referenciada, uma espécie de circulo vicioso dogmático.

Quando alguém diz que “somente as proposições ou afirmações resultantes de factos observáveis (ou da observação de factos) têm um significado legítimo e/ou válido”, profere uma reivindicação de um “facto” que não foi ― também ele ― previamente sujeito a observação. Portanto, o princípio de que parte o cientificista é dogmático.

O próprio evolucionismo neodarwinista é um mito ― tal qual é um mito a metáfora criacionista bíblica ― porque é “impossível explicar a sucessão das formas” (Eric Voegelin).

Contudo, não vale a pena fazer ver esta incongruência à esmagadora maioria das pessoas, porque os termos do discurso estão totalmente controlados. As pessoas, em geral, não raciocinam: seguem o discurso válido e validado em primeiro lugar pela utopia, e depois, numa fase avançada de degenerescência, pelo “mito social” (Sorel).

O mito social ― ao contrário da utopia ― não é um produto do intelecto mas uma experiência da vontade manipulada e irracional, conduzida por uma elite mais ou menos oculta, para determinados fins obscuros.

Esta é uma das razões por que qualquer opinião (ou blogue) de ruptura com o discurso controlado já não faz qualquer sentido: por mais que se diga que a ciência, por definição, não pode partir de um princípio dogmático para o seu fundamento, e por via do mito social instalado através do controlo do discurso, o sentimento contrário ― ou no mínimo, indiferente ― à religião, à ética, à filosofia e à moral cresce na população que sai das universidades. Já não me refiro a analfabetos: o fenómeno já se espalhou uma classe de indivíduos que se dizem “letrados” e que constituirão a “elite” do país, em poucos anos.

Em Portugal, já não vejo “lura por onde saia coelho”.

Sábado, 9 Fevereiro 2008

Zeitgeist 3 (e último)

As teorias da conspiração são legítimas desde que existam indícios minimamente credíveis que coloquem a teoria da conspiração num patamar racional.
Dou um exemplo: quando dizemos que a maçonaria esteve por detrás dos grandes conflitos mundiais desde há 200 anos a esta parte, trata-se de uma teoria da conspiração, porque não podemos fazer prova desta alegação; mas a verdade é que podemos provar que a esmagadora maioria dos presidentes americanos pertenceram à maçonaria, inluindo o Harry Truman que mandou lançar as bombas nucleares sobre o Japão. Portanto, não existindo provas de que a maçonaria esteve por detrás das grandes guerras mundiais, podemos contudo afirmar que os grandes vultos da política mundial desde há 200 anos eram maçons, e concluir daqui que seria legítima a ilacção de que a maçonaria pudesse estar por detrás desses conflitos. Compreendido?

O que não podemos dizer é que o próprio governo americano mandou as torres gémeas abaixo e que os aviões que embateram nas torres gémeas não existiram; ou se existiram, não podemos dizer que os islamitas que pilotaram os aviões não existiram. Quando a teoria da conspiração ignora factos básicos, passa a ser uma idiotice. Compreendido?

Em segundo lugar, e sobre a referência do Zeitgeist ao cristianismo, já estou cansado de dizer que o cristianismo adoptou muitos rituais do paganismo pré-cristão, e seria prolixo enumerar aqui os rituais adoptados. Porém, o facto de o cristianismo ter adoptado muitos rituais pagãos não retira nada ao valor da mensagem de Jesus Cristo, e quem não vê isto não está a usar a sua inteligência. Quando matamos o mensageiro porque não gostamos da mensagem, não significa que a mensagem não tenha existido. Compreendido?

Quanto à economia mundial e à visão marxista do Zeitgeist, estamos conversados; ainda estou à espera que apareça um país marxista que tenha mais respeito pela cidadania do que os países capitalistas. Quando isso acontecer, darei mais atenção ao Zeitgeist.

Ler também:

Sábado, 17 Novembro 2007

A ciência e o mito

“A fé no nexo causal é uma superstição” – Ludwig Wittgenstein (1889-1951)

È interessante a opinião da populaça de que 1) a ciência não é dogmatizável, e 2) de que os mitos modernos não existem, porque partindo do princípio de que a ciência não é dogmatizável, as pessoas erradamente concluem que cabe exclusivamente à ciência denunciar e catalogar os mitos – o que dá muito jeito à política e ao dinheiro que manipulam e controlam a ciência.
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Sábado, 10 Novembro 2007

Zeitgeist (2)

Filed under: Religare — O. Braga @ 7:57 pm
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“P’rá mentira ser segura, e atingir profundidade
tem que trazer à mistura qualquer coisa de verdade…”
– Poeta Aleixo

No seguimento aos comentários deste post, cheguei à conclusão de que, não tendo eu visto o filme documentário “Zeitgeist” até ao fim, não deixei de ter razão na apreciação que fiz dele após dez minutos de visionamento.

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