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Quarta-feira, 27 Fevereiro 2013

Conferência de Michael Behe na universidade de Toronto: “Evidência de Desenho Inteligente a partir da Biologia”

Filed under: Ciência,cultura,Darwinismo — O. Braga @ 11:44 am
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michael behe toronto web

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=s6XAXjiyRfM

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Domingo, 24 Fevereiro 2013

Michael Behe e os limites do darwinismo (vídeo)

Eu penso que o mais importante deste vídeo (ligação em rodapé, com 1 hora e 25 minutos de duração) — de uma conferência do bioquímico Michael Behe, professor da universidade de Pensilvânia, nos Estados Unidos, e gravado recentemente — é a redução ao absurdo da narrativa darwinista. Um exemplo da narrativa darwinista é este texto do professor Galopim de Carvalho segundo o qual “as células são produto de evolução atómica”. A forma de reduzir ao absurdo este conceito do professor Galopim de Carvalho é a de descrever (e não, “explicar”, porque a ciência não “explica” o universo, no sentido literal do termo) o que se passa dentro de uma célula, por exemplo; ou descrever como uma pessoa se torna imune à infecção pelo vírus da malária.

Ou seja, a assunção genérica e “mágica” da narrativa do professor Galopim de Carvalho, segundo a qual “as células são produto de evolução atómica” — e que é aceite pela população em geral como um mito urbano que justifica o darwinismo, por um lado, e que por outro lado transforma o darwinismo em uma espécie de dogma moderno que pretende substituir os dogmas da religião tradicional — é “desmontada” ou desconstruída pela simples explicação genérica do que se passa efectivamente a nível celular.

dawkins and freud webEste tipo de intervenção pública de Michael Behe é importante porque desmascara, aos olhos dos povos, os actuais mentores do cientismo positivista — como parece ser o caso do professor Galopim de Carvalho, e entre muitos outros —; e desmistifica e demitifica o novo “clero” dogmático interpretado pelo cientista que transforma a ciência — conforme defendido por Augusto Comte, no século XVIII — em uma nova religião imanente e materialista.

Ao contrário de positivistas fundamentalistas, como por exemplo Richard Dawkins, Michael Behe presta um serviço inestimável à ciência ao sublinhar a dúvida metódica (e não a dúvida céptica, que é uma coisa diferente), em detrimento da certeza cientificista própria do darwinismo, certeza essa que se transforma numa espécie de fé própria de uma religião materialista, absurda, e intelectual e espiritualmente chã e básica.

Num mundo moderno, em que o ser humano perdeu o seu sentido, a denúncia do dogma darwinista através da ciência propriamente dita deve ser um dos principais deveres dos (verdadeiros) cientistas.

michael behe web

http://www.youtube.com/watch?v=V_XN8s-zXx4

Sábado, 11 Dezembro 2010

Michael Behe : o Desenho Inteligente é científico porque é falsificável


Sexta-feira, 10 Dezembro 2010

Entrevista ao bioquímico “herético” Michael Behe

Podem ouvir aqui (em inglês) uma entrevista dada a uma rádio inglesa por Michael Behe, o bioquímico herético, autor dos livros a “Caixa Negra de Darwin” e “Edge of Evolution” — este último, penso que ainda não traduzido em Portugal. A entrevista inclui um confronto com um outro bioquímico, Keith Fox, que segue a linha tradicional darwinista.

«Para as pessoas do século XIX, foi um choque quando descobriram, através das observações da ciência, que muitos aspectos do mundo biológico se deviam ao princípio elegante da selecção natural.

Para as pessoas do século XX, foi um choque quando descobriram, através das observações da ciência, que os mecanismos da vida não podem ser atribuídos à selecção natural e que, por isso, foram desenhados. Porém, devemos saber lidar com o nosso choque e prosseguir com as nossas vidas.»

— Michael Behe

Quarta-feira, 27 Outubro 2010

A religião evolucionista e darwiniana dos biólogos actuais

Os biólogos actuais, e portanto, darwinistas na sua maioria, como é o caso do zoólogo Richard Dawkins, confundem filosofia com ciência. O bioquímico Michael Behe refere-se assim aos biólogos neodarwinistas:

«Por princípio, a maioria dos biólogos trabalha a partir de uma estrutura darwiniana e simplesmente assume aquilo que não pode ser demonstrado. Infelizmente isto pode levar a um hábito intelectual corrosivo que consiste em esquecer a diferença entre aquilo que é assumido e aquilo que é demonstrado.»

( “Edge of Evolution”, 2007).

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Segunda-feira, 24 Agosto 2009

A política, os me®dia, o cientismo e o mito social

Ontem [Domingo] ao fazer zapping deparei-me com um programa [em língua francesa] na RTP2, dedicado à história de um satélite japonês que estudou a lua em detalhe. A determinada altura, foi dito no programa que um megalito de alguns quilómetros de diâmetro se terá solto do anel de pedregulhos gigantes que existe entre Marte e Júpiter, e que esse super-megalito teria embatido na Terra há 4 mil milhões de anos. Concluiu o documentário que desse choque megalítico na superfície da Terra surgiram os primeiros aminoácidos que depois vieram formar as proteínas e que depois formaram o ADN. Tão simples quanto isto: evolução. Coisa fácil. Tentou-se, assim, dizer que a vida na Terra é endógena e indígena.
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Sábado, 22 Agosto 2009

A confusão entre naturalismo, evolucionismo e ciência

Neste postal, parece-me existir uma confusão entre “naturalismo”, “evolucionismo” e “ciência” (não confundir “ciência” com “cientificismo“).
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Terça-feira, 18 Novembro 2008

Encruzilhada da História

utilitarismo11A ideia de que o Homem é “Deus na Terra” é antiquíssima, tão antiga quanto a idade de 150.000 anos atribuída ao Homo Sapiens. As diferenças que sobre-existiram ao longo do tempo não são substanciais, mas antes formais; muda-se a forma com o tempo mas mantém-se a substância. Contudo, a deificação de uma casta de seres humanos nunca foi tão perigosa para a espécie humana como é hoje.

A civilização europeia culminou com a burguesia; é produto de uma súmula utilitarista que se acumulou ao longo de dois milénios ― a utilidade prática do conhecimento para o domínio da matéria. O burguês europeu, ao contrário dos antigos gregos, não se sentia atraído pela contemplação, mas antes pela utilidade prática; quis instalar-se comodamente no mundo, modificando-o a seu bel-prazer.

Enquanto Platão e Aristóteles pensavam os rudimentos que tornaram possíveis a Física moderna, eles tinham ― como a maioria dos gregos ― uma vida difícil, rude e sem conforto. Nesse momento histórico, os chineses que nunca tinham tido um único pensamento científico, que nunca se preocuparam com a contemplação e que nunca desenvolveram uma teoria, todavia já desenvolviam a Técnica, teciam telas esplendorosas, fabricavam objectos de grande utilidade, a tinta, o papel e a pólvora, e construíam muitos artefactos de excepcional conforto. Enquanto que em Atenas se inventava a matemática pura, em Pequim inventava-se o forro da casaca.
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Sábado, 15 Novembro 2008

“A Caixa Negra de Darwin” de Michael Behe

Passei pela FNAC e tive uma agradável surpresa: “A Caixa Negra de Darwin” de Michael Behe, nos escaparates. O livro que arrasa alicerces do darwinismo, em que Behe expõe, com consistência científica e numa linguagem ao alcance de todos, que só a teoria do “Desenho Inteligente” explica a complexidade da Natureza. Vinte Euros.

Sexta-feira, 1 Fevereiro 2008

A morte da filosofia

Filed under: ética,cultura,Religare — O. Braga @ 5:50 pm
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Wilhelm Windelband

Wilhelm Windelband

Qualquer pessoa medianamente informada pode constatar que a filosofia estagnou depois do apogeu do pós-modernismo, isto é, a partir de meados dos anos setenta do século passado. Explico-me: não significa isto que não se tenham desenvolvido correntes filosóficas diversificadas a partir de ideias já conhecidas; significa que existe uma censura prévia por parte de um establishment político que define o que deve ser publicitado e ensinado em nome da filosofia, e por sua vez, esse establishment político é controlado por uma ideia de ciência que convém a uma super-estrutura económico-financeira global.

Melhor dizendo: a plutocracia internacional controla a ciência, que por sua vez, determina a política correcta em termos filosóficos; só as teorias filosóficas consentâneas com uma certa ideia de racionalismo científico podem ser propagandeadas e são aceites à Esquerda e à Direita do espectro político internacional. Hoje, as diferenças entre a Esquerda e a Direita são formais, e não essenciais; hoje, as diferenças entre a Esquerda e a Direita não se prendem com a ideia do mundo e da vida – como aconteceu antes e durante o Modernismo – mas pela simples lógica de assalto ao poder pelo poder. Durante o Modernismo, lutava-se pelo poder tendo como base ideias de fundo divergentes e características de filosofias diferentes; hoje, são os pequenos detalhes ou diferenças de forma que fazem a diferença entre a Direita e a Esquerda.

Naturalmente que essa ideia de ciência que determina a filosofia correcta censura também a própria ciência; por exemplo, Michael Behe é um conhecido professor universitário e bioquímico americano que questiona criticamente a teoria da evolução, mas não só as suas teses não são tidas em consideração pelo mundo académico, como quem o faz é perseguido e ridicularizado por quem detém o alvará de inteligente académico. Vivemos na Idade das Trevas da ciência, voltamos a uma Idade Média: em vez dos clérigos da Igreja Católica a ditar-nos o que é correcto, são os novos “padres” da ciência que nos pregam os sermões sobre a lei da vida. Em vez de ser a filosofia a orientar a ciência, é a ciência que tende a orientar a filosofia, e por isso, a filosofia deixou de existir como tal e está travestida de política. Hoje, a filosofia é a política mascarada e como tal ensinada. Porque é que isto aconteceu?

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