perspectivas

Sexta-feira, 9 Janeiro 2009

Censura obâmica

Filed under: Obamacrimes — O. Braga @ 5:19 pm
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Via: Watch Obama commercial they don’t want you to see — Fox, CNN, MSNBC refuse ads questioning Barack’s eligibility

Os merdia americanos, controlados pelo encontro de vontades entre os jornalistas maioritariamente da esquerda neomarxista e a judaico-maçonaria plutocrata que os controla, recusa-se a emitir publicidade paga com o conteúdo do vídeo aqui em baixo. Ser jornalista, hoje, é pertencer ao crime organizado.

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Sábado, 20 Dezembro 2008

Must read

Filed under: Política — O. Braga @ 5:15 pm
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Mais uma sondagem para a salivagem dos comentadores e da “média” dos media. Aliás, o texto que a apresenta é, desde logo, uma pérola de “isenção” e “objectividade”. Depois, e para quem tiver paciência, o Pedro Magalhães mostra os detalhes. E os detalhes revelam o que já se sabia. Para 60% dos inquiridos, o governo é “mau” ou “muito mau”. Vinte por cento não sabe se há melhor alternativa, mas 56% acha que não há e 64% dos eleitores entende que a relação entre o governo e o PR é “boa” ou mesmo “muito boa” ,e mais de metade (55%) que não piorou este ano. Para o ano, pensa-se que fica “na mesma” (51%). Importante é verificar como os eleitores ouvidos, ao contrário dos babosos dos “comentadores”, vê a relação de Cavaco com o governo: cerca de 56% deles olha para o PR nem como “aliado” nem como “opositor” de Sócrates.

CELEBRAR O QUÊ?

Quinta-feira, 4 Dezembro 2008

Vamos todos a London?

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 6:18 pm
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Durante os jogos olímpicos, Pequim virou Beijing. Há uma semana atrás, Bombaim virou Mumbai. Será que os nossos me®dia irão a London fazer a cobertura dos próximos jogos olímpicos? Eu preferiria ir à Bierfest em München, depois de ter passado por Москва́.

Adenda: puta que os pariu!

Segunda-feira, 1 Dezembro 2008

Os me®dia como crime organizado

jornalismoJoão César das Neves escreve sobre os me®dia e corroboro a opinião de que, no tempo actual, ser jornalista é pertencer ao crime organizado constituído pelos conglomerados empresariais que controlam os me®dia, e nessa medida, o jornalismo não relata factos mas vive propositadamente na periferia da realidade, impedindo que os factos passem para a opinião pública.

Se tivermos em consideração que muitos dos blogues são geridos por jornalistas, estamos em presença de um polvo mafioso que oculta propositadamente a informação relevante do grande público. Contudo, a informação vinda da blogosfera, em geral, é muito mais fiável do que a da maioria dos me®dia.

A nossa imprensa traz pouca informação. Muita análise, intriga, provocação, boato, emoção, combate, mas pouca informação. O público não quer jornalismo, quer entretenimento. Para ter sucesso o repórter precisa de ter graça, ser espirituoso, ver o aspecto insólito. Assume uma atitude de suposta cumplicidade com o leitor, ouvinte ou espectador desmontando para gáudio mútuo o ridículo que achou que devia reportar. Antecipa no relato o que assume ser o veredicto popular, condenando ou absolvendo aqueles que devia apenas retratar.

O crime organizado nos me®dia não informa: desinforma, foge à informação que incomode o Poder Correcto, transforma a ilusão em realidade e manobra para que os factos da vida real passem ao lado do grande público.

O actual Governo goza de clara benevolência jornalística. Apesar da contestação e inevitáveis “gafes”, o tratamento não se compara com o dos antecessores. Por outro lado a imprensa já decidiu que Manuela Ferreira Leite não tem hipóteses. Não interessa o que pensa ou propõe, apenas que não sabe lidar com os media, o pecado supremo.

Ler artigo do DN.

Domingo, 16 Novembro 2008

Novos artigos de Olavo de Carvalho

Neste artigo, Olavo explica como a pouca transparência que existia na política americana se desvaneceu com Obama na antecâmara do Poder, prevalecendo agora uma tendência para a opacidade total, o segredo totalitário que envolverá o consulado de Obama ― caso ele seja empossado, porque existem várias acções cíveis nos tribunais americanos contra a tomada de posse de Obama.


Se há uma coisa óbvia, é que a opinião pública não julga os males pela sua gravidade objectiva, mas pelo destaque que recebem na mídia.

Neste outro artigo, Olavo denuncia os me®dia responsáveis por uma lobotomia geral que conduz a um monolitismo ideológico e a recusa do pluralismo: «De uns vinte anos para cá, três factores – (1) a rápida concentração da propriedade dos meios de comunicação, (2) a uniformização ideológica dos estudantes de jornalismo, artes e letras por meio da doutrinação maciça nas universidades e (3) a influência crescente exercida sobre as redacções pela rede multibilionária de ONG’s militantes espalhadas pelo mundo – produziram um fenómeno que ainda não foi estudado como merece: a padronização mundial da opinião pública por meio da influência convergente da mídia, do “show business” e do sistema educacional.»


A propósito, leio este postal no Do Portugal Profundo, e penso que Manuela Ferreira Leite tem razão, porque ser jornalista, hoje, é nitidamente pertencer ao crime organizado. Os jornalistas honestos são perseguidos: ou alinham com o “sistema concentrado e coordenado”, ou são relegados para o limbo das funções menores dentro da redacção, ou mesmo despedidos. A comunicação social e o Poder politicamente correcto alimentam-se mutuamente.

Sexta-feira, 14 Novembro 2008

Hillary Clinton próxima Secretária-de-Estado?

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Hillary Clinton prepara-se para ser a próxima Secretária-de-Estado dos EUA. O que é que isso significa? Significa que o Partido Democrático americano tenta salvar o país de um desastre. Segundo a lei americana, depois do Vice-presidente Joe Biden, Hillary Clinton estará imediatamente na linha sucessória à Casa Branca, no caso de rebentar o “escândalo Obama” que arrastará consigo o Joe Biden e todo o “staff” de campanha de Barack Hussein Obama.

Tive que sair à pressa, entretanto, e completo agora o raciocínio :

  • Acham normal que existam vários processos cíveis a decorrer em tribunais dos Estados Unidos contra Obama por candidatura indevida ― incluindo a acção cível de Philip Berg, que é um conhecido e prestigiado advogado americano ―, e nenhum canal de TV da grande me®dia ― incluindo as agências noticiosas ― tenham abordado minimamente o assunto? Isto é normal?
  • Acham normal que enquanto os grandes me®dia ignoram ostensivamente o assunto, o site Obamacrimes de Philip Berg tenha tido para cima de 100 milhões de visitas, e mesmo assim os me®dia continuam a fazer “vista grossa” sobre o assunto?
  • Acham normal que Hillary Clinton seja nomeada Secretária-de-estado depois de ter sido preterida por Obama para ser a Vice-presidente? Porquê a repescagem de Hillary?

Terça-feira, 21 Outubro 2008

Jornal de Notícias: o pasquim oficial do Socretinismo

O Jornal de Notícias está a transformar-se, cada vez mais e sem qualquer mostra de vergonha, no pasquim oficial de apoio político ao governo de José Sócrates. No domingo passado chamaram-me à atenção duas parangonas na capa do pasquim:

A primeira pasquinagem do folheto socretino:

PORTUGAL É O QUARTO PAÍS DA UNIÃO EUROPEIA ONDE MENOS SE TRABALHA

Por algum raciocínio misterioso, o JN chega à conclusão de que o português trabalha, no sector privado, em média 38,8 horas por semana. Quem trabalha em Portugal, nas actuais condições laborais, sabe que isto é uma rotunda mentira sem pingo de vergonha. Penso que deveria existir uma associação de trabalhadores (ou um sindicato que seja), que processasse judicialmente o pasquim JN por atentado ao bom nome dos trabalhadores portugueses, que muitas vezes são obrigados a ficar a trabalhar fora de horas sem qualquer remuneração ― isto se não quiserem ir para fila do próximo despedimento.

O Jornal de Notícias é inqualificável; é o protótipo do que chamamos de “me®dia”. Os me®dia, a que pertence o JN, não têm nome possível, porque já não é a primeira vez que tentam justificar a política salarial de miséria promovida pelo governo ― e que se pratica em Portugal ―, com falsos “fait-divers” como este.

Depois, seguindo o tal raciocínio dos números publicados que ninguém sabe de onde vieram, os pasquineiros de serviço no Jornal de Notícias escrevem que o país onde se trabalha mais é a Bulgária, com 41,7 horas. Mesmo que notícia do pasquim me®diático fosse verdadeira ― que não é, porque quem trabalha em Portugal no privado sabe que não é ― a diferença entre Portugal e a Bulgária seria de 3 horas de trabalho semanais; mas quem olhasse para a parangona do pasquim, sem ler o artigo no interior do dito, ficaria concerteza com a ideia de que os portugueses eram uns calaceiros de primeira apanha.
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Sexta-feira, 22 Agosto 2008

Quem nos protege da polícia?


“A justiça realiza-se em silêncio” (Gonçalo Amaral).

Que silêncio? O silêncio da tortura inquisitória que não transparece?


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Quinta-feira, 24 Julho 2008

Estamos como o Amaral: nem bem, nem mal

Filed under: Maddie,Portugal — O. Braga @ 8:56 pm
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O livro do ex-inspector da Polícia Judiciária, Gonçalo Amaral, diz bem do estilo de polícia que temos; depois de ter desancado forte e feio na mãe da malograda Joana de que nunca se encontrou uma fímbria do seu corpo, e que não teve outro remédio senão confessar o que fez e o que não fez, e foi condenada sem provas, agora mais uma vez apoiado pelos me®dia, o Amaral faz da sua incompetência a sua força.

No livro, Amaral acusa preto no branco os pais de Maddie de a terem congelado ― depois de morte acidental ― e de terem ocultado o cadáver. O argumento do “congelamento” do cadáver é deveras imaginativo; “chapeau!”, pela capacidade de dramatização. O livro vai vender e encher os bolsos a quem, desde o início, foi o principal responsável por uma investigação sofrível. Em Portugal, a incompetência parece compensar.

Em relação às investigações, o Amaral reconhece que não conseguiram encontrar o corpo de Maddie porque este teria sido ocultado e transportado um mês mais tarde na mala do carro dos McCann. Repare-se: um casal escocês chegado há poucos dias ao Algarve pela primeira vez nas suas vidas, que não fala português, não conhece o território, não têm relacionamentos pessoais com a comunidade portuguesa, congela o cadáver, consegue ocultá-lo durante um mês, e depois, nas barbas da polícia que infestava a Praia da Luz, consegue transportar o cadáver sem que o Amaral desse conta disso. O Amaral, com este livro, passa um atestado de “BURRO” a si próprio.

Este País está como o Amaral; nem está bem, nem está mal.

Zangam-se as comadres

Filed under: Sociedade — O. Braga @ 6:49 pm
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A TVI pertence a um grupo espanhol conotado com o PSOE. Não vai muito tempo, a TVI era uma espécie de púlpito da oratória política socretina. A SIC do Balseminha é a responsável pela disseminação da agenda gay na sociedade portuguesa, para além de outros tipos de comportamentos sociopatas. Desde que Sócrates caiu no erro de anunciar um novo canal público em sinal aberto, zangaram-se as comadres.
Tudo isto tem a ver com Lisboa; muito longe dos reais interesses dos portugueses.

Segunda-feira, 21 Julho 2008

Tiques totalitários gayzistas

Não há programa recreativo de televisão que não meta pelo menos um panasca, alguns deles com tiques de exibicionismo ridículos; existe mesmo um programa para crianças na SIC Radical que mete uma lésbica que está constantemente a repetir-se:” Meninos e meninas: eu sou lésbica!”.

Os me®dia estão tomados de assalto por essa tropa, e vem agora um gayzista pretender censurar (à moda da PIDE) quem não concorda com a agenda política (é disso que se trata) gay.


Já agora, aconselho a leitura deste artigo de João César das Neves.

Via

Quarta-feira, 6 Fevereiro 2008

O aquecimento global e o inverno chinês

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 5:05 pm
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Não sei se repararam que a China atravessa o pior inverno dos últimos 100 anos. Ao mesmo tempo, os me®dia internacionais e nacionais não se cansam de falar no “aquecimento global”.

Naturalmente que nos dizem que o inverno rigoroso chinês se deve deve ao aquecimento global; a estupidez não tem limite.

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