perspectivas

Quinta-feira, 12 Janeiro 2017

A merda intelectual em Portugal

 

O filho-de-puta que escreveu isto esqueceu-se de falar no #pizzagate; ou na descriminalização da prostituição infantil na Califórnia, em nome do progresso: preferiu atirar sobre sobre uma lei russa que coloca a violência doméstica em um determinado contexto cultural que não seja o motor da atomização da sociedade russa.

Quando os americanos legalizam os lupanares para os putos, os filhos-de-puta calam-se; quando os russos calibram a lei da violência doméstica, os filhos-de-puta desatam aos berros. E é este tipo de filho-de-puta, desprovido de espinha dorsal, que tem acesso aos me®dia em Portugal.

Enrabar os putos é o padrão por que se pauta a civilização dos filhos-de-puta — foder os putos é democrático e progressista.

Vem daí toda uma panóplia de teorias progressistas que transformam os russos em trogloditas, e inferem a ideia de que Donald Trump saiu agora da caverna.

E depois transforma o NYT, cujo dono é o multi-bilionário mexicano Carlos Slim, em uma espécie de Bíblia. É desta merda intelectual que temos em Portugal.

Quinta-feira, 5 Janeiro 2017

Coincidência: o Leopildo (¿ou Leopoldo?) assumiu a gerência, e o Alberto Gonçalves foi despedido do Diário de Notícias

 

“O Alberto Gonçalves, pessoa que não conheço socialmente a não ser das redes sociais, como aliás boa parte dos amigos mais chegados das redes sociais, e autor de colunas de opinião no Diário de Notícias e na revista Sábado com um sentido de crítica e de humor cáusticos quase sempre dirigidas ao governo e aos partidos de esquerda que o apoiam, com especial incidência sobre os socialistas e os bloquistas que lhe dedicam publicamente um odiozinho especial e se dão ao trabalho de o comentar, acabou de ser despedido do Diário de Notícias, jornal do grupo Global Media presidido pelo advogado Proença de Carvalho.”

A censura só conta quando é feita pela direita.

Com democracia desta, venha o Salazar.

Sábado, 24 Dezembro 2016

Se o PNR (Partido Nacional Renovador) incomoda os me®dia, talvez comece a votar nele

Filed under: Política — O. Braga @ 1:03 pm
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contrapnr
Parece que a opinião do PNR (Partido Nacional Renovador) é censurada pelos me®dia.

“É vergonhoso que pessoas com carteira de Jornalista não tenham o menor código de ética, deontológico, e pratiquem a mais descarada e consciente censura. Tal é a posição manifestada na referida conversa, por Sónia Cerdeira, Liliana Valente, Sílvia Caneco, Bárbara Baldaia, Adriano Nobre, Joana Haderer e Miguel Marujo, jornalistas de órgãos de comunicação social como o Público, Expresso, Diário de Notícias, Sol, Visão, TSF e Lusa.”

Vou ter que repensar as minhas opções políticas.

Sexta-feira, 23 Dezembro 2016

O molho tártaro do Leopildo do Diário de Notícias

 

Na fotografia abaixo vemos a actual primeira-ministra romena, Sevil Shhaideh, que é muçulmana. Mas ela não é só muçulmana: vemos, na foto e ao lado dela, uma placa com a bandeira turca e com os dizeres: União Democrática Turca da Roménia.

Sevil Shhaideh

Imagine o leitor, por exemplo, que António Costa concorria às eleições com a bandeira da Índia, e com uma placa a dizer: “União Democrática da República Indiana em Portugal”.

Naturalmente que o Leopildo do Diário de Notícias vê a eleição de uma romena que se diz muçulmana e turca, para primeira-ministra de um país da União Europeia que não é a Turquia, como uma coisa boa. E por quê? Porque o Leopoldo acredita que é possível integrar na Europa uma cultura que nunca se integrou ao longo de 1500 anos.

Quarta-feira, 23 Novembro 2016

O Leopildo volta a atacar; a solução é um tirinho no animal

 

De vez em quando, o Leopildo ataca. Desta vez, acerca dos chamados “refugiados”.

“Enrico Letta diz na entrevista que publicamos nesta edição que a crise dos refugiados está para durar décadas, acha inadmissível a recusa de alguns países do Leste em aceitar estrangeiros, elogia Portugal pelo modo como tem sido solidário, tem enormes esperanças em António Guterres à frente da ONU para lidar com o drama e relembra que a grande maioria dos migrantes dos últimos tempos vêm do Afeganistão, do Iraque e da Síria, três países em guerra e com culpas atribuíveis ao Ocidente”.

Sem ter medo dos refugiados


Com esta gente, não servem argumentos racionais: a corja já só vai à bala!

1/ criam-se guerras locais ou civis (por exemplo, a “Primavera Árabe”, a mando da plutocracia internacional, George Soros e comandita) fora da Europa, para depois se justificar o acolhimento dos chamados “refugiados”.

Isto não é feito por acaso — e por isso é que o Leonardo, só à bala. Há uma intenção: a de acabar com as nações (sinificação), por um lado, e a de impôr a lei, a tradição e os costumes na base de Constituições forjadas discricionariamente por gente como a George Soros, Bilderbergers e a Trilateral. Há gente que pensa que é Deus em nome do “humanismo”, e o Leopoldo é um deles. Só à bala.

2/ o segundo argumento dessa cambada de mentecaptos (da laia do Leopildo), que pensa que a flexibilidade humana é infinita, é o da “baixa taxa de natalidade dos países europeus”.

Primeiro, os filhos-de-putas legalizaram o aborto discricionário e a pedido da mulher e pago pelo Estado; criaram cargas fiscais pesadas para casais com filhos; aliviaram a carga fiscal para as mães solteiras, cujas crianças muitas vezes têm pai incógnito; destruíram a família natural na cultura antropológica indígena. E depois, quando a taxa de natalidade da mulher europeia baixa em consequência da política suicida desses filhos-de-putas, dizem que é preciso importar imigrantes muçulmanos.

3/ o que se está a passar na Europa, com a autêntica invasão muçulmana (institucionaliza-se a violência muçulmana), passa ao lado do Leopardo. Esta gente serve-se da comunicação social para mentir descaradamente aos povos da Europa, são os lacaios de uma elite plutocrata com uma agenda política anti-humana e desumana. Só à bala.

Terça-feira, 22 Novembro 2016

Diagrama político dos me®dia portugueses

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 7:58 pm
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diagrama dos merdia-web

Sexta-feira, 11 Novembro 2016

A França está pronta para eleger uma mulher para presidente da república

 

Parece que os Estados Unidos não estavam prontos para eleger uma mulher; mas a França parece estar mais avançada e ser mais progressista: é provável que surja brevemente a primeira presidente da república francesa.

Marine d'arc web

Domingo, 28 Agosto 2016

¿Hillary Clinton não é populista?

 

Um tal Leonídio (podia ser Ovídio, Perfídio, Leôncio, Leopoldo… ) escreve um editorial no pasquim Diário de Notícias, segundo o qual Donald Trump é populista; mas a Hillary Clinton já não é populista.

¿E por que razão a Hillary Clinton não é populista? O Leopoldo não diz. Diz apenas que o Donald Trump é populista porque é apoiado por brancos pobres; segundo o raciocínio do Leopildo, se o Donald Trump fosse apoiado por pretos pobres já não seria populista.

KKK Grand Dragon Endorses Hillary Clinton

“Populismo” é o termo usado pelos democratas quando a democracia os assusta (Nicolás Gómez Dávila). Não vejo em que a Hillary Clinton seja menos populista do que o Donald Trump. Nem sei qual dos dois populismos é o mais perigoso — porque o populismo do Donald Trump tem vindo a ser muito escrutinado pelos me®dia, ao passo que o populismo de Hillary Clinton nem sequer é considerado populismo pelos me®dia.

Quinta-feira, 28 Julho 2016

O Ocidente ainda não percebeu o arquétipo mental do muçulmano comum

 

Os me®dia franceses (com excepção do Le Figaro) pretende tornar anónimos os terroristas islâmicos, não publicando os nomes e as fotos dos terroristas.

Em termos objectivos, o que resulta desta decisão dos me®dia (patrocinada pelo governo de François Hollande e pela maçonaria) é que o público, em geral, deixará de saber se um ataque terrorista é islâmico ou de outra índole qualquer; e aumentará a informação paralela (nos blogues), e proliferarão as teorias de conspiração.

Por outro lado, a Justiça não funciona da mesma maneira que os me®dia. Logo que uma investigação judicial é lançada, a Justiça não pode esconder os nomes dos arguidos no processo.

Parte-se de um princípio errado — o de que a não divulgação dos nomes e das fotos dos terroristas terá um efeito preventivo nas futuras acções de terror. O princípio está errado porque o que interessa aos mentores do terrorismo islâmico é o terror real (concreto, físico) causado nas comunidades de que são alvo; a divulgação, nos me®dia, desses actos (o terror virtual) tem uma importância secundária para os mentores do terror, até porque os islamitas têm canais próprios de difusão de informação.


Os me®dia ocidentais dizem amiúde o seguinte: “O terrorismo mata mais muçulmanos do que não-muçulmanos, e, por isso, o terrorismo islâmico não tem como alvo apenas os não-muçulmanos”.

jacques-hamelEsquecem-se do seguinte: segundo o Alcorão, todos os muçulmanos sunitas que são vítimas inocentes da Jihad têm entrada directa do paraíso com as suas 72 virgens. Se o atentado terrorista de Nice matou muçulmanos sunitas, estes (segundo o Alcorão) já estão no paraíso na companhia das 72 virgens; e portanto, a morte de muçulmanos sunitas inocentes, durante a Jihad, é justificada pelo Alcorão. A morte de muçulmanos sunitas inocentes, durante a Jihad, até é vista pelo Alcorão como um facto positivo.

É esta inversão da cultura europeia que confunde o Ocidente: o verdadeiro catolicismo não pretende o martírio (ao contrário do que acontece no Islamismo): para o católico, o martírio é um mal que a comunidade católica terá que aceitar a contra-gosto. Os católicos vêem o assassínio do Padre Jacques Hamel como um mal, não obstante o martírio; mas se o cidadão Jacques Hamel fosse muçulmano, o seu martírio seria visto pela comunidade muçulmana como um bem.

Sábado, 23 Julho 2016

Era um alemão persa — disse a RTP

 

precisa-se-terrorista-webA RTP3 entretinha-se a defender a tese segundo a qual o terrorista de Munique era um branco-racista-nacionalista-xenófobo-heterossexual-fassista-sexista-rico, ou seja, de “extrema-direita”: um tal professor Luís burrinho discursava sobre as maleitas do “terrorismo de extrema-direita”, para deleite da apresentadora escolhida a dedo pela televisão que deveria ser de todos nós — e eis que a polícia alemã vem dizer (em bom alemão) de que se tratava de “um iraniano de Munique”.

Aquilo foi um choque nos paineleiros da RTP3! Afinal não era um branco-racista-nacionalista-xenófobo-heterossexual-fassista-sexista-rico… Ganda nóia!

Mas a apresentadora não se deixou ficar: como dizia o filósofo, “os tolos perdem as esperanças mas não perdem as ilusões”; e vai daí fez uma correcção ao comunicado da polícia alemã: o terrorista é um “germano-iraniano”! — disse ela. Ou seja, é uma alemão persa, o que é diferente de um persa alemão. No futuro, poderá haver, por exemplo, um alemão-persa-italiano-português-espanhol-chinês; o que não poderá haver é um branco-racista-nacionalista-xenófobo-heterossexual-fassista-sexista-rico.

Finalmente, a RTP3 conclui que o atentado terrorista não teve nada a ver com o Islão, porque o homem é um alemão persa — excepto de que se tratava de um muçulmano.

Segunda-feira, 18 Julho 2016

A Elisabete Rodrigues e a estória da Ana que já era lésbica quando nasceu

 

Todos sabemos que uma grande percentagem de adultos homossexuais tiveram algum tipo de trauma em contexto sexual, na infância ou na adolescência. Até o Júlio Machado Vaz pode corroborar isso.

Mulheres que se dizem “lésbicas” decidiram, a nível inconsciente e por razões diversas em cada caso, que ser fêmea é indesejável (porque viram no modelo feminino o “sexo fraco”) ou inseguro (porque sofreram qualquer agressão sexual ou física, e não souberam resolver psicologicamente esse problema).

No lesbianismo, 1/ ou a rapariga não suplantou a fase marcadamente narcísica da adolescência; ou então 2/ a rapariga “aprendeu” a odiar os rapazes devido a qualquer trauma sexual marcante na infância ou na adolescência, ou foi alvo de rejeição sistemática por parte dos rapazes — que tem como consequência a rejeição da identidade feminina.

Não existe um “gene gay”; ninguém “nasce homossexual”. O que podem existir são anomalias cromossómicas, mas a esmagadora maioria dos homossexuais não tem essas anomalias.

Podem existir, na definição da homossexualidade em uma pessoa, influências da epigenética. Mas a epigenética não determina comportamentos necessitantes, nem transforma eventuais tendências comportamentais em uma força insuperável pela vontade do ser humano.


Esta estória da Elisabete Rodrigues conta que “a Ana sempre se sentiu atraída por mulheres” — o que não é possível.

Sabemos por experiência própria (não é preciso consultar o Júlio Machado Vaz) que até as meninas “Marias-Rapaz”, por exemplo, fazem do predomínio relacional sobre os meninos, uma forma de aproximação ao sexo oposto: a mulher “dominadora” em relação ao sexo oposto não é necessariamente nem maioritariamente lésbica.

A conhecida psicoterapeuta Diane Eller-Boyko, que foi lésbica e hoje é casada (com um homem, naturalmente), escreveu o seguinte:

Our culture especially honors the masculine – strength, dominance, achievement, striving. That creates in many women a neurotic split from their authentic natures. The woman represses the inner hurt and pain, and starts to identify with the masculine. It is out of the unhealed places of the wounded feminine psyche that she becomes aggressive and loud. Many women today are depressed, shut down, and over-functioning.

Lesbianism quite naturally allies itself with feminism. In the lesbian community you hear, ‘You don’t need a man, you can do it on your own.’ Or, ‘What good are men? They only want one thing. Who needs them?’ This, combined with a rebellious attitude toward the idea of receptivity, is part of Lesbianism.

Yet receptivity is the very core of the feminine. Rather than championing a war against men, we must bring back the life-giving spirit of the feminine.”

O que pedimos à Elisabete Rodrigues é que tenha um pouco de juízo; um poucochinho só.

feminismo

Sábado, 16 Julho 2016

O que os me®dia portugueses não dizem sobre #Nice

 

Um outro camião, armadilhado com explosivos, foi ontem neutralizado pela polícia francesa em Nice.

Os me®dia, condicionados pelo Bloco de Esquerda, preferem ouvir a opinião da Ana Gomes e do José Manuel Pureza.

French-investigators

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