perspectivas

Segunda-feira, 23 Julho 2018

O Bloco de Esquerda e o trabalho reprodutivo

 

Chamaram-me à atenção para esta espécie de texto, cujos factos relatados são irremediavelmente falsos. Porém, toda a ideologia tem direito a manipular os factos e a falsear a realidade. E o Bloco de Esquerda não foge à regra.

O que é chocante, no referido textículo, é o conceito de “trabalho reprodutivo”: o termo é de uma crueza inaudita. O Bloco de Esquerda considera como sendo “trabalho” (no sentido económico moderno) o acto de parir e de criar um ser humano. Se isto não fosse sério, seria histriónico. E depois vem o Bloco de Esquerda para a praça pública dizer que defende a natalidade…

O que é espantoso (e nauseabundo) é que o “amor de mãe” (através do conceito de “trabalho reprodutivo”) seja reduzido pelo Bloco de Esquerda a uma “actividade animal”, ao conceito de “trabalho” segundo Karl Marx.

A redução de toda a actividade humana a “trabalho”, é assustadora; é semelhante ao conceito neoliberal de “não há almoços grátis” do “católico” João César das Neves (tão católico que ele é, que até anda caladinho acerca da acção política do papa Chico).

Segundo os modernos (que incluem a Catarina Martins e o João César das Neves), o objectivo do trabalho (que vem do latim “tripalium”, um instrumento de coacção através do qual se prendia o gado) é a transformação da Natureza num sentido útil para o Homem, tendo em vista as suas necessidades. Ou seja, o que não é útil, não é trabalho (e por isso é que “não há almoços grátis”); e, assim sendo, o acto de parir e de criar uma criança passa a ser considerado “útil” pelo Bloco de Esquerda, e é neste contexto que este partido diz “defender a natalidade”.

Porém, assim como há actividades remuneradas às quais é difícil chamar “trabalho”, assim há actividades desinteressadas cuja motivação principal reside no prazer que nos proporcionam. Desta forma, é possível distinguir as actividades socialmente úteis, e chamar de “trabalho” apenas aquelas que estão associadas à produção de bens e serviços necessários à vida; e, que eu saiba, um ser humano não é um “bem e serviço”, nem a sua mãe é uma “parideira industrial”.

A mundividência oficial do Bloco de Esquerda é de tal forma repulsiva que me causa náuseas.

Essa mundividência oficial do Bloco de Esquerda reflecte-se no conceito de “totalitarismo”, segundo Hannah Arendt no seu livro “Entre o Passado e o Futuro” (editora Relógio D’ Água, 2006, páginas 110 a 118).

Segundo a experiência da Hannah Arendt, o sistema totalitário difere do clássico autoritarismo político (por exemplo, o Salazarismo) porque se constrói (analogamente) através do chamado “sistema da cebola”: a liderança e o seu núcleo político encontra-se no centro da “cebola” que tem várias camadas até à superfície táctil.

A acção política da liderança e do núcleo duro do sistema totalitário é iniciada a partir de centro da organização para o exterior, e não a partir de cima para baixo como acontece no autoritarismo que tem uma estrutura piramidal e cujo poder do líder autoritarista é justificado por uma realidade que transcende a própria sociedade (Deus).

As camadas intermédias da “cebola” totalitária consistem em uma extraordinária diversidade de partes legais e clandestinas do movimento totalitário que se entre-cruzam e se intercomunicam ― organizações do partido, membros de um ou de mais partidos com idêntica sensibilidade política, sindicatos e agremiações profissionais, as formações da elite política e a máquina do Estado que inclui organizações policiais e para-policiais, etc., ― que estão relacionadas de tal modo entre si, que cada um desses centros de poder ou dessas organizações formam uma “fachada numa direcção”, e o “centro noutra direcção”.

Isto significa que o papel “do mundo exterior normalíssimo e corriqueiro do dia-a-dia do partido” é desempenhado por uma das faces, o que dá ao Bloco de Esquerda uma aparência pública vulgar e normal, e até relativamente consentânea com a generalidade dos conceitos do senso-comum ― enquanto que noutra face e/ou nas camadas mais inferiores, o radicalismo extremo vai aumentando à medida que se aproxima do centro da “cebola”. Esse radicalismo bloquista pretende a mudança revolucionária da natureza do ser humano por intermédio de engenharias sociais.

É neste contexto que devemos entender o conceito bloquista de “trabalho reprodutivo”.


Segundo a mesma Hannah Arendt, poderíamos também assumir a distinção de Aristóteles entre “teoria” (especulação), “práxis” (acção), e “poiesis” (fabricação, trabalho): nesta perspectiva, o trabalho seria a actividade humana mais próxima da animalidade, da necessidade biológica em virtude da sua finalidade consistir em satisfazer as nossas necessidades; nesta perspectiva, a lei do trabalho é a reprodução indefinida de objectos e dos actos consumados para os reproduzir, a repetição monótona do ciclo produção-consumo. Esta visão do trabalho está bastante próxima da visão de Karl Marx, segundo a qual “o trabalho é o resultado de um projecto consciente e voluntário, dado que a actividade animal é instintiva”.

O que é espantoso (e nauseabundo) é que o “amor de mãe” (através do conceito de “trabalho reprodutivo”) seja reduzido pelo Bloco de Esquerda a uma “actividade animal”, ao conceito de “trabalho” segundo Karl Marx.

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Domingo, 15 Maio 2016

O “direito a ser mãe”

 

A nossa sociedade chegou a um estado de putrefacção tal, que se escrevem, nos me®dia, artigos deste calibre sobre o putativo “direito a ser mãe” através das "barriga de aluguer".

Direito a ser mãe

Repare, caro leitor (extenditur ad speciem humanam, etiam feminis): em matéria de costumes, tudo é defensável desde que seja racionalmente fundamentado; por exemplo, eu até compreendo o raciocínio dos que pretendem proibir as touradas: existe uma determinada lógica no abolicionismo tauromáquico — mas o meu problema está na proibição, por via legislativa, de uma tradição. Ou seja, o abolicionismo tauromáquico afronta irracionalmente o Direito Consuetudinário (o Direito da Tradição, e o direito à tradição).

Mas o conceito de “direito a ser mãe” é aberrante e irracional, porque transfere directamente o Direito Natural para o Direito Positivo, ou seja, pretende-se abolir totalmente qualquer resquício do Direito Natural. Eu não sei se aquela senhora que escreveu aquele artigo nos me®dia tem a noção disto; provavelmente é apenas ignorante.

No Direito Natural, o “direito a ser mãe” é condicionado pela Natureza.

Não se trata de um direito que possa ser imposto pela política, mas de um direito que a Natureza concede apenas à mulher em geral (as excepções confirmam a regra, porque a Natureza tem leis e excepções que as confirmam; e é da constatação deste facto que se faz a ciência).

Quando o “direito a ser mãe” se separa totalmente do Direito Natural, o conceito de “maternidade” fractura-se em três partes: a biológica, a gestacional e a social.

Se levado até às últimas consequências — e se a Esquerda (incluindo o Partido Social Democrata) for coerente — o “direito a ser mãe”, como consequência exclusiva do Direito Positivo, deve ser concedido também aos transgéneros que se assumem como mulheres, uma vez que a Lei Natural é abolida no Direito. Os transgéneros também passam a ter o “direito a serem mães”.

Quando se pretende que o Direito Positivo substitua totalmente o Direito Natural (eliminado este último), abre-se uma caixa de Pandora de consequências imprevisíveis e que faz prevalecer a normalização da insanidade mental na sociedade.

Vivemos já em uma sociedade controlada por psicopatas e doentes mentais.

Quinta-feira, 2 Julho 2015

As verdadeiras cores do arco-íris

Filed under: aborto — O. Braga @ 7:53 pm
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verdadeiras core do arco iris

Sábado, 9 Maio 2015

“A mãe é igual ao pai!”

Filed under: cultura — O. Braga @ 11:42 am
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Women-in-Soviet-PropagandaVivemos em uma sociedade a defende a ideia segundo a qual “a diversidade é essencial à felicidade”, mas impede de facto a diversidade.

Não se trata de um apanágio da direita ou da esquerda, mas de ambas: a esquerda, por uma questão de utopia, e a direita, por uma questão pragmática. Se juntarmos o pragmatismo económico da direita à utopia da esquerda obtemos um contra-senso.

As condições políticas da actualidade — com a esquerda e a direita que temos — favorecem o individualismo exacerbado; mas são instáveis. Instabilidade e individualismo ligam-se hoje, como aconteceu também na Grécia antiga e no Renascimento. Como sempre aconteceu na História, não é possível ter “sol na eira e chuva no nabal”. É necessário um sistema social estável, mas até hoje todos eles foram, até certo ponto, obstáculo à expressão do mérito individual.

¿Até que ponto podemos suportar o assassínio e a anarquia como os do Renascimento?

¿Como podemos suportar o actual holocausto do aborto em nome de uma alegada “autonomia da mulher”, e como podemos suportar a instabilidade anárquica que mina o futuro da nossa sociedade?

Não se encontrou a solução para este problema, e penso que nunca se encontrará. Temos que optar por uma coisa ou por outra.

mulher-dinheiro

Neste contexto, acho que este texto do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada é auto-contraditório, ou no mínimo ambíguo. Ou pelo menos não pretende enfrentar “de caras” o politicamente correcto. O Padre parece optimista, enquanto sou céptico em relação à “evolução da natureza humana”.

Concordo com a ideia de que uma verdadeira dona-de-casa — vulgarmente conhecida por “mulher doméstica” — só o pode ser hoje plenamente se for instruída e culta e, por isso, estar consciente da sua importância. Quando uma pessoa se cultiva, deixa de obedecer facilmente aos mimetismos culturais, e a mulher não é excepção. Mas o que temos hoje não é instrução nem educação: é lobotomia cultural patrocinada tanto pela esquerda marxista como pela direita neoliberal, cada uma à sua maneira.

Domingo, 4 Maio 2014

A maternidade é um símbolo, antes de ser gestação física

 

Retirado da vida religiosa, o sagrado permanece activo através do simbolismo. Um símbolo religioso transmite a sua mensagem mesmo se já não é integral- e conscientemente compreendido — porque um símbolo dirige-se ao ser humano na sua totalidade, e não apenas à sua inteligência.


“Para os católicos, o mês de Maio é o mês de Maria. Para os cardíacos, Maio é o mês do coração. Para os deputados, este Maio não vai ser de Maria, nem do coração, mas das “barrigas de aluguer” ou, melhor dizendo, da “maternidade de substituição”.

maria-e-o-menino-jesusA maternidade não se esgota na sua acepção biológica e, por isso, a Igreja reconhece que a Mãe de Jesus também o é, em sentido espiritual, de todos os fiéis. As religiosas que se entregam aos doentes, aos órfãos e aos pobres, bem como as mulheres que adoptam crianças enjeitadas, exercem uma análoga maternidade. Não geram, não são “barrigas”; mas amam, porque são “corações”. Não são “de aluguer”, mas dão-se, porque são verdadeiras mães.

É verdade que ser mãe não é ser “barriga” mas, sobretudo, “coração”. Mas onde há barriga, há coração. Ninguém nasce de uma “barriga”, mas de uma pessoa que se envolve física, psíquica, afectiva e espiritualmente na gestação do novo ser. A dona do útero em que se aninha a nova criatura é muito mais do que um mero receptáculo, porque o filho recebe da progenitora uma parte importantíssima do seu património genético e com ela guarda, desde a concepção, uma relação filial insubstituível.

Não reconhecer a condição de mãe à mulher que gerou um filho é uma falsidade. Não se pode negar a ninguém o direito a ter por pais os verdadeiros progenitores.

Uma mãe não se aluga, nem aluga o seu corpo. Uma mulher que o faça ofende a sua dignidade feminina e a do ser que concebe nas suas entranhas.

Pode-se ter por filho quem não se gerou, mas só é mãe, em sentido pleno, quem concebe no seu corpo o ser que ama com o seu coração.”

(Padre Gonçalo Portocarrero de Almada)

Terça-feira, 25 Março 2014

O Neoliberalismo também é isto

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 3:06 pm
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“A maioria das empresas não é amiga da natalidade; prejudica as mulheres, sobretudo em idade fértil, com mecanismos que chegam a raiar o inimaginável”, alerta Joaquim Azevedo.

natalidade e empresas

¿Quando é a os políticos percebem que a maternidade tem que ser protegida? Quando é que percebem que a maternidade é diferente, por natureza, da paternidade?

Quinta-feira, 7 Novembro 2013

O absurdo tomou conta da nossa cultura

 

«SYDNEY, November 6, 2013 (LifeSiteNews.com)Women should be forced to abort their children for the next 30 years as a part of global population control, homosexual activist Dan Savage told Australian television on Monday.»

bebeNos tempos que correm, torna-se muito penoso abordar qualquer tema relacionado com a ética ou com a moral, porque o absurdo e o auto-contraditório tomou conta da cultura.

Por exemplo a partir do momento em que membros do activismo guei assumem importância desmedida na cultura e nas decisões acerca do nosso futuro como sociedade, entramos no absurdo. Neste caso, um conhecido activista político gayzista defende a ideia segundo a qual, num horizonte temporal de trinta anos, as mulheres deverão ser obrigadas a abortar.

Ora, um indivíduo que, por sua própria opção, se abstém de procriar, e que por natureza não pode ter filhos pelo cu, não tem o direito de tentar impor a sua visão da maternidade à sociedade. Mas a verdade é que, hoje, quem manda na nossa sociedade são os fanchonos organizados politicamente.

Terça-feira, 5 Novembro 2013

Este vídeo é para os homens verem

Filed under: Geral — O. Braga @ 8:04 pm
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Domingo, 1 Setembro 2013

Um artigo científico para Isabel Moreira ler

A deputada lésbica do Partido Socialista, Isabel Moreira, afirmou, numa entrevista, que é preciso “separar a maternidade dos afectos”, fazendo alusão à necessidade de vulgarização do negócio das “barriga de aluguer”. O sítio scientificamerican.com publica um artigo interessante acerca da relação entre a mãe e o nascituro.

Isabel Moreira não sabe o que diz – quando a vemos na televisão, com aquele ar postiço de doutorice asnal, com uma pose de quem sabe muitas coisas mas não consegue explicar-se, com aquela ignorância bem escondida por detrás de um alvará de inteligência.

Cientistas descobriram que células do nascituro coexistem no cérebro da mãe .

mom-web.jpg«The link between a mother and child is profound, and new research suggests a physical connection even deeper than anyone thought. The profound psychological and physical bonds shared by the mother and her child begin during gestation when the mother is everything for the developing fetus, supplying warmth and sustenance, while her heartbeat provides a soothing constant rhythm.

The physical connection between mother and fetus is provided by the placenta, an organ, built of cells from both the mother and fetus, which serves as a conduit for the exchange of nutrients, gasses, and wastes. Cells may migrate through the placenta between the mother and the fetus, taking up residence in many organs of the body including the lung, thyroid muscle, liver, heart, kidney and skin. These may have a broad range of impacts, from tissue repair and cancer prevention to sparking immune disorders.»

Sexta-feira, 26 Julho 2013

Gattaca e a encruzilhada ética da Humanidade

Este texto de José Ribeiro e Castro parece de fácil compreensão, mas é bom que a classe política comece a tomar consciência do enorme problema ético que se avizinha: a utilização de células estaminais extraídas de adultos para “criar” óvulos e esperma artificiais, e também para “criar” embriões artificiais.

gattaca-220-web.jpg

Ou seja, através das minhas células estaminais, e só as minhas, poderei eventualmente “criar” um bebé. Mas não só: um bebé pode ser “criado” em laboratório, a partir de células estaminais de adultos, independentemente da combinação de um homem e uma mulher, uma mulher e uma mulher, um homem e um homem, um homem e três mulheres, ou, por exemplo, uma mulher e vinte cinco homens, etc. Em teoria, uma criança poderá ser “criada” a partir da combinação de células estaminais de um número indefinido de adultos independentemente do seu (deles) sexo.

Para além do quebra-cabeças jurídico que consistirá em atribuir a paternidade e maternidade a uma criança “criada” desta forma, isto levanta um problema ético de uma dimensão colossal. E é, também, em função desta perspectiva desumanizante da parentalidade, que se torna premente não derraparmos em “soluções reprodutivas” que vão, na sua essência, contra a natureza humana – por exemplo, as “soluções reprodutivas” do tipo da adopção de crianças por pares de invertidos e que apontam para “Gattaca aqui e agora”.

O que está em causa é a natureza humana inserida na Natureza em geral, por um lado, e por outro lado, o facto de a ciência não poder fundamentar a ética. É preciso gritar até à exaustão: a ciência não pode fundamentar a ética! O conceito de “bio-ética” é um sofisma, porque confunde ciência (nomeadamente no sentido da sociobiologia), por um lado, e ética, por outro lado.

E é por esta razão que eu considero a Isabel Moreira um monstro ontológico, quando ela defende a ideia segundo a qual “é necessário dissociar a maternidade, por um lado, dos afectos, por outro lado” (sic). Isabel Moreira defende a monstruosidade sociológica de “Gattaca aqui e agora”. Pessoas como Isabel Moreira deveriam estar internadas em hospitais psiquiátricos, em vez de deterem o Poder político – no parlamento – de decidir sobre o futuro da nossa sociedade.

Domingo, 23 Junho 2013

Os direitos dos gays dão mais liberdade a toda a sociedade?

Le permis de conduire n’est pas critiqué. Son utilité est reconnue. Or, aucune formation obligatoire à la parentalité n’est dispensée à tous les parents. Pourtant, quelle que soit l’orientation sexuelle, être parent requiert un apprentissage, des compétences, un savoir.

Le bien-être de l’enfant et donc de la société en dépend. Permis de conduire, permis d’être parent ? À vous de jouer Monsieur le président Hollande !

L’éducation demeure en partie responsable de l’état de la société actuelle. Elle constitue l’une des activités, voire l’un des métiers à haut domaine de compétences qui influe fortement sur les parcours individuels et collectifs. Pourtant, elle n’est pas enseignée à tous les parents.

On passe bien le permis de conduire : M. Hollande, il faut le permis d’être parent

Depois do “casamento” gay e da adopção de crianças por pares de invertidos, os ideólogos dos Khmers Rosa de François Hollande defendem agora uma Licença de Parentalidade equivalente à uma licença de condução. Quem não tiver uma Licença de Parentalidade concedida pelo Estado, não pode ter filhos.

Como se vê, os “direitos” especiais dos gays garantem, para todos, mais direitos e independência em relação ao Estado.

Domingo, 16 Junho 2013

O “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de invertidos não interferem com a nossa vida?

Um dos argumentos notórios do Bloco de Esquerda e da ILGA Portugal é este: o “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de invertidos não interferem com vida das pessoas. O “casamento” gay e a adopção de crianças são-nos apresentados como uma liberdade negativa .

Nada mais falso! Acontece apenas que essa interferência nas nossas vidas, que tem em si uma forte componente totalitária, é progressiva e, por isso, as pessoas não se vão dando conta dela. Por exemplo, uma escola francesa cancelou a festa tradicional dos pais e mães, com medo dos insultos do lóbi gay:

Après concertation de l’équipe enseignante, un mot a été remis aux enfants de petite et moyenne sections de maternelle à destination de leurs parents. Il dit ceci : « En raison de l’évolution sociale de la structure familiale et afin d’éviter toutes polémiques, [nous avons] décidé de fêter désormais la fête des Parents à l’occasion de laquelle votre enfant vous offrira une surprise. Nous instaurons cette fête entre les dates de fête des Pères et fête des Mères. Ces autres fêtes ne seront plus préparées en classe. »

La directrice d’école supprime la fête des pères et des mères !

Com o passar do tempo e com a continuação dos insultos do lóbi político gay, todas as escolas francesas sofrerão essa pressão política e terão a tendência para cancelar esta festa tradicional do fim do ano escolar dos pais e das mães, com medo dos insultos dos invertidos organizados politicamente.

Entretanto, ficamos a saber que na Holanda, o primeiro país do mundo a legalizar o “casamento” gay, no decorrer de 10 anos apenas 1 em 10 gays se “casaram”. Em Espanha, os números são idênticos, como podemos ler no mesmo artigo.

Os invertidos politicamente organizados não querem “casar”! O que eles querem é acabar com as instituições do casamento e da família!

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