perspectivas

Quarta-feira, 11 Janeiro 2017

O erro protestante do Anselmo Borges

 

O facto de o Anselmo Borges ser católico é um erro de casting: ele deveria assumir o seu protestantismo, e toda a gente ficaria a ganhar.

Os católicos assumem a figura do purgatório — que os protestantes não assumem. Para o Anselmo Borges e para os protestantes, o purgatório não faz parte das contas: as almas vão directamente ao encontro de Deus, ou vice-versa.

Para o Anselmo Borges, Mário Soares foi uma pessoa muito importante na política esquerdista e na democracia, e por isso foi directamente para o Céu (sem passar pela casa da Partida).

É assim que aquela mente desajeitada vê o destino das almas: se fores de esquerda e democrata, vais para o Céu; e fores como o Padre Pio de Pietrelcina, que de democrata tinha pouco e de esquerda nada, vais para o inferno.

Terça-feira, 10 Janeiro 2017

Que a terra lhe seja leve e que Deus lhe perdoe — porque eu não lhe perdoo

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 10:46 am
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Um tal Pedro Guerreiro faz o panegírico de Mário Soares no jornal púbico.

Um dia a História irá ser feita e contada, sem reconstruções politicamente correctas; um dia haverá historiadores isentos que nos irão dizer que morreu mais gente inocente — vítimas mortais, pretos e/ou brancos — durante o processo de “descolonização exemplar” de que se orgulhou Mário Soares, do que durante 500 anos de colonização portuguesa em África.

Entretanto, os filhos-de-puta vão tentando manipular e branquear a História.

Que fique claro: a descolonização teria que ser feita.

Mas não da forma defendida por Mário Soares e seus apaniguados, que matou milhões de pessoas, muito mais pretos do que brancos. Que a terra lhe seja leve e que Deus lhe perdoe — porque eu, que fui testemunha ocular, não lhe perdoo.

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Segunda-feira, 9 Janeiro 2017

A flor cheirosa

 

O João Távora confunde “grosseria”, por um lado, com “verdade”, por outro lado. Quando a verdade incomoda, é grosseria.

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Domingo, 8 Janeiro 2017

Mário Soares, o polícia e os tubarões

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:36 pm
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Segunda-feira, 9 Novembro 2015

Saudades de Salazar

Filed under: A vida custa,Política — O. Braga @ 8:03 am
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Quarta-feira, 26 Novembro 2014

Os socialistas portugueses deveriam aprender com os chineses

Filed under: josé sócrates,Política,Portugal — O. Braga @ 5:59 pm
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“Se estiveres a ser violada, não te mexas, para não dares mais prazer ao violador.” — ditado popular chinês

Domingo, 24 Novembro 2013

O silêncio popular é de anuência, mas a anuência não é em relação ao governo

 

O que mais me assusta neste governo é a arrogância e a demonstração de uma certa pesporrência em relação ao povo.

Quando membros do governo e dos partidos políticos da coligação vêm a terreiro dizer que os polícias — que se manifestavam em frente do parlamento — fizeram mal em avançar para além das barreiras de segurança, o que eles dizem é o óbvio; e por isso, é patético que venham dizer o óbvio. Mas a razão por que vêm dizer o óbvio é porque sabem que, por estes tempos, o óbvio não é tanto como parece ser, e são os próprios membros do governo que dão o exemplo transformando o que seria óbvio em absurdo.

policias arA verdade é que grande parte do povo, se não mesmo a maioria, não discorda (pelo menos de forma veemente) daquele avanço dos polícias à paisana sobre as barreiras da assembleia da república. Em vez de criticar aqueles polícias, grande parte do povo prefere o silêncio que anui. E portanto, de nada vale ao Paulo Portas vir criticar Mário Soares acusando-o de “legitimar a violência”, como se a opinião pública não fosse maioritariamente composta por um conjunto de indivíduos idóneos que não depende da opinião dos membros do governo. Cada vez mais, a opinião pública está divorciada da opinião do governo.

O governo está convencido de que pode transformar o silêncio do povo em uma forma de expressão de um síndroma de Estocolmo em que o povo é a vítima e o governo o agressor. Que o governo não se engane! O estado de coisas pode mudar tão repentinamente como muda um pequeno incêndio em um dia ventoso de Verão: basta, por exemplo, que o discurso da Esquerda se desloque do actual eixo ideológico marxista para se concentrar exclusivamente em um discurso pragmático que demonstre aos portugueses que “perdidos por um, perdidos por mil”.

De forma inconsciente, o povo sabe que, na política, as acções são passíveis de retroactividade — podem conduzir a situações que resultam em uma retroacção da realidade social e política. Mas se a retroactividade existe em política, a acção deste governo também incorre no mesmo risco de retroacção, e isso pode acontecer quando se chega a um ponto tal em que o povo aceita (como a colmeia “sente”, ou seja, de forma inconsciente) correr o risco de uma qualquer retroacção só para que o estado de coisas actual não se mantenha.

O que mais me assusta neste governo é a arrogância e a demonstração de uma certa pesporrência em relação ao povo; e por isso é que a acção de Mário Soares e de José Pacheco Pereira, entre outros, serve de válvula de escape: em vez de Paulo Portas criticar Mário Soares, deveria estar calado, porque o velho socialista está-lhe a prestar um serviço.

 

Quinta-feira, 21 Novembro 2013

Mário Soares tem alguma razão

 

Mário Soares tem alguma razão quando fala do recrudescimento da violência a partir de 2014 e com este Orçamento de Estado. Não se trata de uma violência generalizada, mas de uma “violência dirigida”. Se eu fizesse parte deste governo, isolava-me em uma torre de marfim.

Mário Soares tem muitos defeitos mas tem uma qualidade: sempre viu um pouco mais ao longe do que o normal. Quem não vê ao longe é o burro João César das Neves, que ainda há pouco tempo afirmou que amaioria dos reformados finge que é pobre” — o grande burro poderia falar em “alguns”, mas a grande besta preferiu falar na “maioria”.

A ameaça de aumento da violência, de que Mário Soares fala, é real. Posso estar enganado, mas este governo vai ter mau fim: o consulado de Passos Coelho pode resultar numa tragédia.

Sem postos de trabalho e com um desemprego que vai aumentar em 2014; sem apoios do Estado para quem já não tem subsídio de desemprego; com os preços a subir devido a uma inflação induzida das economias mais fortes da União Europeia e do quantitative easing do BCE [Banco Central Europeu]; com os cortes nas pensões dos reformados e nos salários dos trabalhadores que eram, até agora, o único amparo de muita gente desempregada — com tudo isto, Passos Coelho que se cuide, porque arrisca-se a muita coisa.

Domingo, 13 Outubro 2013

O ‘double blind’ português: ou o capitalismo selvagem, ou o socialismo

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 2:07 pm
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double blind

Quinta-feira, 11 Julho 2013

François Hollande, Mário Soares, o Partido Socialista e o neocontismo

« Para a esquerda a Igreja Católica pode existir desde que lhe adopte a cartilha. Caso contrário voltam ao espírito mata-frades de Afonso Costa. Mário Soares deu o tiro de partida no ataque ao novo cardeal. Agora é a vez do sector alegrista marcar terreno No mínimo o novo cardeal devia ter excomungado logo ali as alminhas que bateram palmas a Passos e a Cavaco. Palmas só se podem bater a Soares ou a Alegra. Ou já agora aos dois. Da leitura enviesada que fizeram dessas palmas deu conta Balbino Caldeira mas isso não interessa nada. Ou D. Manuel Clemente lhes presta vassalagem e vai a correr a uma lojinha saber o que deve dizer ou voltamos à cruz da igreja reaccionária, atávica etc etc »

Jacobinamente

É importante que os católicos e cristãos em geral compreendam que, com o exemplo paradigmático do regime de François Hollande em França, o chamado “socialismo de rosto humano” desapareceu da Europa e de Portugal. Estamos hoje em presença do retorno, sob outras vestes, do Positivismo de Augusto Comte que é uma religião política imanente. Chamemos a este novo fenómeno político de neocontismo , para não se confundir com o positivismo científico.

A François Hollande só lhe falta mudar o calendário gregoriano: por exemplo, hoje não seria Quinta-feira, 11 de Julho de 2013 d.C. ou Annum Domini, mas antes seria Tridi, 23 de Messidor de 221. E o 25 de Abril de 1974 não seria uma Quinta-feira, mas antes seria renomeado e passaria a ser o dia Quintidi, 5 de Floreal de 182. Estamos em presença de uma espécie de “novo islamismo”, de uma nova teocracia que confunde o Estado com a sociedade civil.

A influência do Partido Socialista francês no Partido Socialista português é total: basta que François Hollande dê um flato para que Mário Soares e o sibarita Tó-Zero lhe assumam o alívio fisiológico. E essa influência total está relacionada com a total subordinação maçónica do GOL (Grande Oriente Lusitano) ao Grande Oriente de França. Ambos os Partidos Socialistas são apenas o epifenómeno do enorme poder maçónico mafioso que controla grande parte dos países da União Europeia.

Terça-feira, 2 Julho 2013

Mário Soares e o “mon ami Mitterrand”

François Mitterrand acusado de matar amigo a tiro em pleno Eliseu

“O alegado crime remonta ao ano de 1994, quando o então Presidente francês, François Mitterrand, estava em vias de concluir o seu segundo mandato naquelas funções.

Segundo a antiga espia americana, Aline Griffith, que viria a conquistar mais tarde o título de condessa por via de matrimónio, François de Groussouvre, cuja morte foi descrita como tendo sido um suicídio, foi afinal morto por Mitterrand.

Esta informação ter-lhe-á sido confirmada por um amigo dos serviços secretos alemães e só agora revelada neste artigo publicado ontem no El Mundo.

François de Groussouvre era conselheiro presidencial e padrinho de uma filha do à data Presidente gaulês, fruto de uma relação extraconjugal.

Saliente-se que o próprio comentava que “no Eliseu todos receiam o mau génio de Mitterrand”, que, não raras vezes, fazia ameaças aos seus colaboradores com uma arma em punho.”

Terça-feira, 15 Janeiro 2013

A política dos caguinchas

Filed under: aborto,Passos Coelho,Pernalonga — O. Braga @ 1:39 pm
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Mário Soares teve em 1984 a gravíssima e funestíssima responsabilidade de introduzir a legalização do aborto provocado, em Portugal, e de acentuar a sua pesadíssima culpa com o apoio à liberalização do mesmo em 2007. Passos Coelho militou igualmente em favor da liberalização e, agora, como primeiro-ministro, com um acovardamento singular, mantem, consolidando-as, todas as políticas que provocam a matança generalizada dos nossos preciosos e queridíssimos irmãos mínimos.

Realmente não sei se será fácil encontrar alguém mais caguinchas, para usar uma expressão que ouvia na minha meninice, do que estes personagens nem atitudes mais odientas. 

via Logos: A odiosa suprema cobardia – por Nuno Serras Pereira.

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