perspectivas

Quinta-feira, 24 Setembro 2009

O nacionalismo português incomoda Espanha?

Em vários postais ― que estão discriminados em rodapé ― referi-me a Espanha nos seguintes termos (resumidamente):

  • Argumento cultural: A Espanha de Zapatero é uma anedota em muitos países civilizados ― por exemplo, em França, Itália, Estados Unidos e Alemanha. E por isso, e dada a proximidade geográfica com Portugal , a Espanha de Zapatero é um termo de comparação que a esquerda portuguesa utiliza para importar uma agenda política de tipo gramsciana para Portugal, validando-a junto do povo português como sendo “moderna”.
  • Argumento político : os recentes acontecimentos da reacção espanhola ― incluindo a reacção do presidente da região espanhola da Extremadura, e outras ameaças ― em relação à intenção de Manuela Ferreira Leite em adiar a construção do TGV, e a interferência clara da PRISA SA (ligada ao PSOE) espanhola na TVI em tempo de eleições em Portugal, provam que para além do argumento cultural, existem já hoje claras e ilegítimas interferências do poder político espanhol na política portuguesa.

Isto são factos conhecidos por toda a gente.

Se considerarmos o facto de o Tratado de Lisboa permitir que as forças de segurança espanholas — que podem incluir polícias fardados ou forças militares — possam penetrar no território nacional, com um simples aviso ao governo português, desde que aleguem eventuais motivos de segurança interna, a actual atitude espanhola (não-oficial, mas oficiosa) preocupa-me, como deve preocupar qualquer português com bom-senso. O futuro encarregar-se-á de demonstrar que eu tenho razão.

Por outro lado, e para além do ministro socialista Mário Lino que se afirmou “iberista confesso”, o ministro socialista dos negócios estrangeiros Luís Amado defendeu publicamente uma “união política” com Espanha. Já não é só um ministro: já temos dois ministros da república a defender aberta e publicamente a alienação da soberania portuguesa a favor de uma federação com capital em Madrid.

Em função de todos estes factos, como português, indignei-me contra aquilo que eu considero ser uma vergonhosa interferência espanhola na vida política interna portuguesa, com a colaboração da maçonaria de ambos os países. E nesse sentido, escrevi os postais em rodapé.


Acontece que a minha defesa da independência de Portugal não agradou a dois blogues espanhóis, a ver:

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Domingo, 20 Setembro 2009

Os interesses de Espanha são incompatíveis com os interesses de Portugal, senão com o sacrifício do país mais pequeno (4)

luis-amado

«Portugal só pode ser um país plenamente inserido na Europa quando a Espanha o for, a Ibéria for, a Península Ibérica for um espaço de integração económica e política.»

(Luís Amado, Ministro dos Negócios Estrangeiros português, socialista e membro da maçonaria — frase proferida em um comício do Partido Socialista em Leiria, 15-9-2009, via Público on line)

É necessário que os portugueses tenham a consciência plena daquilo que significa o partido socialista na política portuguesa, e depois de saberem exactamente o que é o PS, então que os portugueses assumam a responsabilidade pelos seus actos e opções.

Esta frase de Luís Amado é sibilina; pretende propalar um pensamento anti-português sem causar alarde. Analogamente, reparemos em uma outra proposição que eu inventei agora:

«A Irlanda só pode ser um país plenamente inserido na Europa quando a Inglaterra o for, a Grande Bretanha o for, o conjunto das ilhas britânicas forem um espaço de integração económica e política.»


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Domingo, 6 Setembro 2009

Contra a subordinação portuguesa ao iberismo, é essencial derrotar José Sócrates

O traidor português

O traidor português

Quando lemos este texto compreendemos as políticas de José Sócrates. Para ele, é essencial destruir a economia portuguesa, colocar Portugal de rastos, criando um desânimo tal na população que esta se apronte a tudo. Quando os portugueses estiverem em situação de tal indigência moral e anímica que aceitem ser marroquinos ou um protectorado de Tumbuktu, estarão prontos para serem cidadãos de segunda classe de uma Espanha que não dá futuro nem sequer aos espanhóis.

Espanha é um país sem futuro, com uma taxa de natalidade que já é inferior a 1 criança por mulher e mesmo com os incentivos de natalidade que por lá têm, enquanto que Portugal cresceu de 1,3 em 2006 para 1,4 em 2008 mesmo com uns míseros tostões de incentivo às mães, e provavelmente esse crescimento acentuar-se-á com um governo não socialista e não maçónico que apoie verdadeiramente a família.

A maternidade não pode ser comprada nem vendida, e nesse sentido podemos dizer que a tentativa espanhola de comprar as mães é uma aberração de todo o tamanho. Só através dos valores uma sociedade não se degrada; não há dinheiro que compre ou pague a dignidade humana.

O conceito de família em Espanha tornou-se um pesadelo criado pelo “sonho da Razão” de Goya. Para colmatar a irracionalidade espanhola, os socialistas maçónicos começam a importar muçulmanos e berberes do norte de África para compensar o Thumos que já não existe na sociedade: reorganiza-se o reino de Granada e a confusão étnica e cultural espanhola agrava-se perigosamente.
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Terça-feira, 1 Setembro 2009

José Sócrates, os negreiros e os iberistas

O fim do iberismo

O fim do iberismo

Existem essencialmente dois tipos de traidores à Pátria: os negreiros, na direita, e os iberistas, na esquerda e na maçonaria.

O novo anúncio publicitário do Banco Espírito Santo (BES), que passa neste momento na rádio, e em que se põe um jovem português com orgulho em falar “portunhol”, é típico de um um tipo de empresariado negreiro que existe entre nós ― nem que me pagassem eu abriria uma conta no BES. O lóbi negreiro abarca uma série de personalidades do mundo empresarial, entre eles o ex-presidente do Sporting Clube de Portugal, Soares Franco. Esse lóbi negreiro― que inclui gente do PSD afastada por Manuela Ferreira Leite ― apoia explícita ou tacitamente José Sócrates.

José Saramago é o protótipo do traidor iberista de esquerda, que inclui alguns ex-comunistas como o ministro dos transportes, Mário Lino, que “saiu do armário” e assumiu de viva voz e publicamente em Espanha que era um “iberista confesso”. Depois de Mário Lino ter dito publicamente que desejava ardentemente a extinção de Portugal como país e como uma identidade colectiva, alienando um património de 900 anos, José Sócrates não demitiu o ministro porque concorda com ele ― embora o PM seja mais do clube dos negreiros do que dos iberistas de esquerda. Pina Moura é outro ex-comunista iberista.

A sociedade portuguesa está infestada de iberistas e negreiros. Um dia destes temos que começar a fazer o que faziam os portugueses antes de 1820: forca com eles! Dependurados é que eles parecem bem.

A ler : Iberismo, Iberistas e Negreiros

Adenda

Qualquer pessoa com um mínimo de neurónios activos percebeu que “o pendurar” referido aqui em cima tem um significado simbólico. Pelo que se vê, há gente que sente necessidade de erradicar o simbolismo: a semiótica passa a ser a própria ausência do símbolo. Em nome da liberdade proíbe-se a liberdade de raciocinar e de se estabelecerem relações simbólicas e históricas (Presentismo). Inacreditável!

Segunda-feira, 15 Junho 2009

O iberista Mário Lino defende o arranque das obras do TGV

Filed under: Política — O. Braga @ 8:26 pm
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É hora de Cavaco Silva marcar as eleições legislativas , e para antes das eleições autárquicas.

[Rede de alta velocidade é prioridade para o iberista Mário Lino]


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Segunda-feira, 3 Novembro 2008

Uma vez não faz o hábito

Filed under: Política — O. Braga @ 11:55 am
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Desta vez estou de acordo com Miguel Sousa Tavares. “Uma vez não são vezes”.

Quinta-feira, 2 Outubro 2008

A Espanha e o Iberismo

Filed under: Portugal — O. Braga @ 10:04 pm
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Ao contrário do que está implícito aqui, Fernando Pessoa não era propriamente um iberista. Escreveu Pessoa:

“Para uma união ibérica de qualquer espécie, seja essa espécie qual for, três coisas são essenciais, e sem elas nada se poderá fazer, e antes de elas se fazerem é inútil pensar sem receio nosso em qualquer aproximação. Essas três coisas são: primeira, a abolição da monarquia em Espanha. Segunda, a separação final da península nas três nacionalidades essenciais – a Catalunha, Castela e as províncias que conseguiu submergir na sua personalidade, e (terceira) a criação do estado galaico-português.”

Paradoxalmente, o iberismo é visto hoje em Espanha como uma tábua de salvação para os eternos conflitos das nacionalidades. Contudo, eu continuo a dizer que Mário Lino é um traidor.

Sexta-feira, 11 Janeiro 2008

Camelos? Jamé!

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 10:40 am
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Depois do “jamé”, o ministro iberista não se demite. Faz-me lembrar uma bola de borracha, que se adapta a qualquer situação, ou a um vírus resistente a antibióticos. José Sócrates não o demite, porque o ministro é um pau bem mandado, e porque zangando-se as comadres, as verdades começam a vir à tona… Quanto a Cavaco, bem estive eu que não voto para as presidenciais.

Sábado, 22 Setembro 2007

Continuamos à espera de Justiça

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 3:24 pm
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CÓDIGO PENAL
Artigo 308º
Traição à pátria
Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:
a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele; ou
b) Ofender ou puser em perigo a independência do País.

É punido com pena de prisão de 10 a 20 anos.

Quando é que o Sr. Procurador-geral da República, mação por excelência, decide actuar no sentido de se fazer cumprir a Lei? Quando é que José Sócrates se decide a demitir o ministro iberista Mário Lino? Quando é que José Sócrates passa a ter vergonha?
Que autoridade moral tem este governo para condenar os separatistas ilhéus? Para quando a Justiça para todos, em Portugal? Quando é que poderemos voltar a acreditar na Justiça do nosso País?

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