perspectivas

Terça-feira, 23 Fevereiro 2010

O comissário político socialista na Ordem dos Advogados

Quando o advogado Marinho Pinto (doutores são os médicos, e contra mim falo) chegou a bastonário da Ordem dos Advogados (OA), confesso que não obstante as fortes críticas internas provenientes das distritais da OA, eu tive alguma simpatia pelo seu discurso porque ele me parecia ser bastamente independente do poder político e até do poder judicial instituído. Enganei-me.
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Sexta-feira, 19 Fevereiro 2010

Mário Crespo: “Arons de Carvalho é uma figura do passado”

Filed under: josé sócrates — O. Braga @ 5:54 am
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« Mário Crespo reagiu hoje às declarações de Arons de Carvalho na Assembleia da República onde o ex-deputado socialista o acusava de ter pedido que este intercedesse a seu favor quando foi alvo de um processo na RTP. Para Crespo, Arons de Carvalho é “uma figura do passado”. »

Mário Crespo: Arons de Carvalho é uma figura do passado

José Sócrates é capaz de tudo — até capaz de ressuscitar os mortos e desenterrar os zombies do seu partido para salvar a sua pele.

Sábado, 13 Fevereiro 2010

Face aos factos publicados no semanário “SOL”, o presidente da república, Prof. Cavaco Silva, deve demitir o primeiro-ministro, José Sócrates

Dos factos relatados nas duas últimas edições do semanário “SOL” acerca de escutas telefónicas realizadas no processo Face Oculta que ― segundo as interpretações do juiz de instrução e do procurador do Ministério Público do processo, ambos de Aveiro ― constituem fortes indícios de crime de atentado ao Estado de Direito envolvendo o nome do primeiro ministro de Portugal, José Sócrates, há que retirar imediatamente as seguintes ilações:

  1. O primeiro-ministro de Portugal não tem condições políticas objectivas para continuar no cargo; ou se demite, ou deve ser demitido pelo presidente da república.
  2. A cúpula da justiça portuguesa revelou-se em todo este processo ― no mínimo ― incompetente; porém, atendendo à interpretação racional dos factos e à forma como essa cúpula se comportou em todo o processo, o senso-comum aponta para a existência de fortes indícios de obstaculização da própria justiça que essa cúpula deveria coordenar e proteger. Essa obstaculização da justiça por parte de agentes de cúpula da própria justiça, só pode ter tido motivações políticas, o que significa que ou a justiça “arruma a sua casa” autónoma e rapidamente, ou deverá ser a política (em consenso alargado) a intervir na justiça de forma a repor a sua imparcialidade.


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Sábado, 6 Fevereiro 2010

O “esquema” nauseabundo de José Sócrates

Aquilo que soubemos hoje no semanário “SOL”, e em termos de justiça, não aquece nem arrefece. A justiça, através dos seus dignitários (alguns deles pertencentes à maçonaria) já encerrou o processo do “esquema” de José Sócrates e da sua escumalha para controlar os me®dia em Portugal. Nenhum dos protagonistas desse “esquema” sórdido poderá responder em tribunal pelos seus crimes. Mas o facto de a justiça já não poder actuar neste caso ― porque a maçonaria infiltrada na justiça lhe atalhou o passo mandando arquivar o processo ― não significa que os envolvidos saiam politicamente impunes.

A crise não justificaria a manutenção de uma quadrilha no Poder. Cavaco Silva deveria ter demitido José Sócrates, e não o fazendo, tornou-se parte do problema, e perdeu parte da sua credibilidade.

Os 100 anos da república estão manchados sem remédio. Esta é a república de que se comemora este ano o centenário: corrupta, amoral, desnacionalizada, despótico-populista, anti-popular, nepotista. A evolução do nosso sistema republicano, inserido no leviatão europeu, só pode agravar o que já acontece hoje; a tendência é para piorar.

Adenda: a ler: “Os deuses devem estar loucos”

Segunda-feira, 1 Fevereiro 2010

José Sócrates impõe o fim-da-linha a Mário Crespo

Respigado aqui.

Nota da direcção do Jornal de Notícias: “Mário Crespo cessa colaboração no JN”

Adenda:

« A estória que Mário Crespo nos conta – numa ‘opinião’ que era suposta ter sido publicada hoje no ‘jn’ – se não tivesse acontecido num país como o nosso seria muito difícil de engolir. Como foi por cá, não. »

in ANTONIO BORONHA

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Sexta-feira, 22 Janeiro 2010

“Outra vez não”, por Mário Crespo

« A compra da TVI e agora o caso de Marcelo Rebelo de Sousa mostram que afinal Manuela Ferreira tinha toda a razão. Quando a líder do PSD o denunciou, estávamos de facto a viver um processo de “asfixia democrática” com este socialismo que José Sócrates reinventa constantemente. (more…)

Quinta-feira, 31 Dezembro 2009

A inversão socialista dos valores e das prioridades

Depois da crise de 1755 que assolou Lisboa e grande parte do país, o Marquês de Pombal proferiu a célebre frase: “É preciso enterrar os mortos e cuidar dos vivos”.

No seguimento da crise sistémica que assola Portugal, José Sócrates e Almeida Santos dizem-nos, simbolicamente: “É preciso enterrar os vivos e cuidar dos mortos”.

Mário Crespo explica aqui a lógica niilista da esquerda portuguesa.


A ler: O que é a mente revolucionária?

Quarta-feira, 6 Agosto 2008

Imaginar não paga imposto

Filed under: economia — O. Braga @ 10:52 pm
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«Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados.»
Mário Crespo

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