perspectivas

Domingo, 10 Agosto 2008

The thesis that there is no pedophile ring

Filed under: Maddie — O. Braga @ 5:41 pm
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The thesis that argues that there is no pedophile ring: Kate and Gerry ― the Madeleine’s parents ― are the pedophiles. Pedophiles are blameless; Maddie’s parents (the really pedophiles in the movie) are to be blamed.


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Quinta-feira, 7 Agosto 2008

A Scotland Yard é incompetente

Filed under: Maddie — O. Braga @ 10:44 pm
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A polícia inglesa só pode ser incompetente. A nossa PJ é que é boa. Não é que a Scotland Yard anda a inventar agora relatórios secretos que contrariam o Gorila Amaral?!!!!

“An email claims the gang “ordered” a young girl just three days before Maddie vanished. A pervert saw her in Portugal, took her photo and sent it to the ring, who then approved her kidnap, an informant claimed.”

Ah! Que saudades daquelas séries de televisão que passavam na RTP 1, em que os agentes da PJ se confundiam com os chulos do Bairro Alto…!

Quarta-feira, 6 Agosto 2008

O estatuto de “arguido”

Filed under: Justiça — O. Braga @ 6:21 pm
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Ouvimos amiúde dizer nos me®dia que o estatuto de “arguido” serve os interesses do cidadão em relação à Justiça. Não sou jurista, e salvo melhor opinião, aqui vai a minha.
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Wishful thinking judgeship

Filed under: Maddie — O. Braga @ 12:28 am
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«The McCanns and their friends to greater or lesser degrees are somehow complicit in Madeleine’s disappearance. The meal and drinks at the Tapas bar was designed as an alibi.»

Now, let us see: there were ― as far as I know ― nine persons dining that night at Tapa’s Bar, namely: Kate McCann, Gerry McCann, Russell O’Brien, Mathew Oldfield, Rachael Oldfield, David Payne, Fiona Payne, Jane Tanner and Dianne Webster. I hope nobody is missing from the list.

So, according to this post, seven people were persuaded by the McCanns to comply with their story version of Madeleine’s disappearance.

First things, first: everybody knows that the McCann’s children were abandoned and this act (abandonment of children who cannot protect themselves) constitutes a crime punishable with 2 to 5 years of imprisonment, and in case of death of the abandoned child, the parents would be subject to 3 to 10 years of imprisonment (Art. 138 of Portuguese Penal Code).
So, it is not in discussion here whether Maddie and her brothers were left alone; even the McCanns recognized this was a fact. Therefore, and according to the Portuguese penal law, the McCann would eventually be subject to (at least) 2 years in prison although probably with a suspended sentence, due to the disappearance of their daughter Madeleine.
Naturally the Mccanns argued that they allegedly surveyed the children with shifted escapades of the dinning members (and therefore trying this way to avoid a punishable status), although there seem to be some doubts about that the surveillance ever occurred. But this is a separate matter, and not the main point in stake here. The allegations are so absurd, that even the Portuguese state television accuses Gerry McCann of possessing a “Corpse Disposal Guide” which he eventually bought in USA prior to Madeleine disappearance, IE, it appears to the public that a Madeleine slaughter was scientifically programmed by her father. These are really good news for pedophiles on the web.

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Terça-feira, 5 Agosto 2008

Nojo (2)

Filed under: Maddie — O. Braga @ 8:03 pm
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Esta imagem foi captada e gravada por um circuito interno de televisão de uma bomba de gasolina em Lagos, 13 horas depois de Maddie ter desaparecido.


Uma trabalhadora de um supermercado holandês de 41 anos de nome Ana Stam, dirigiu-se a uma menina e perguntou-lhe o nome, ao que esta respondeu: “Maddie“; e sobre uma pergunta acerca da sua mãe, a menina respondeu: “Tiraram-me das minhas férias“.

Dutch shop worker Ana Stam, 41, said she spoke to a little girl aged three or four who said her name was “Maddy” and replied to a question about her mother: “They took me from my holiday.”

Naturalmente que o gorila Amaral ignorou esta e outras pistas da investigação. Não dava muito jeito ao lobby pedófilo.

Ms Stam was at the back of the shop when the young girl approached her and asked in English without an accent: “Do you know where my mummy is?”
The shop assistant answered that her mother was a little further back in the store but the child replied, “She is not my mummy,” and added: “She is a stranger, she took me from my mummy.”
When Ms Stam asked the girl where she last saw her mother, she said: “They took me from my holiday.”

Quinta-feira, 24 Julho 2008

Estamos como o Amaral: nem bem, nem mal

Filed under: Maddie,Portugal — O. Braga @ 8:56 pm
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O livro do ex-inspector da Polícia Judiciária, Gonçalo Amaral, diz bem do estilo de polícia que temos; depois de ter desancado forte e feio na mãe da malograda Joana de que nunca se encontrou uma fímbria do seu corpo, e que não teve outro remédio senão confessar o que fez e o que não fez, e foi condenada sem provas, agora mais uma vez apoiado pelos me®dia, o Amaral faz da sua incompetência a sua força.

No livro, Amaral acusa preto no branco os pais de Maddie de a terem congelado ― depois de morte acidental ― e de terem ocultado o cadáver. O argumento do “congelamento” do cadáver é deveras imaginativo; “chapeau!”, pela capacidade de dramatização. O livro vai vender e encher os bolsos a quem, desde o início, foi o principal responsável por uma investigação sofrível. Em Portugal, a incompetência parece compensar.

Em relação às investigações, o Amaral reconhece que não conseguiram encontrar o corpo de Maddie porque este teria sido ocultado e transportado um mês mais tarde na mala do carro dos McCann. Repare-se: um casal escocês chegado há poucos dias ao Algarve pela primeira vez nas suas vidas, que não fala português, não conhece o território, não têm relacionamentos pessoais com a comunidade portuguesa, congela o cadáver, consegue ocultá-lo durante um mês, e depois, nas barbas da polícia que infestava a Praia da Luz, consegue transportar o cadáver sem que o Amaral desse conta disso. O Amaral, com este livro, passa um atestado de “BURRO” a si próprio.

Este País está como o Amaral; nem está bem, nem está mal.

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