perspectivas

Domingo, 19 Setembro 2010

O advento do fascismo brasileiro

A separação entre a Igreja e o Estado teve como intenção original proteger todas as religiões e credos de igual modo perante a lei, e não a de proteger o Estado da acção livre e legal das diversas religiões e dos respectivos crentes.

Podemos dizer, com pertinência, que Lula da Silva é fascista.

Quinta-feira, 2 Setembro 2010

O fim anunciado do marxismo cultural

O lavo de Carvalho escreve sobre o marxismo cultural decorrente da Escola de Francoforte ou Institut für Sozialforschung, a partir de uma frase citada de Lula da Silva : “Ainda não sabemos que tipo de socialismo queremos”. Todo o artigo é digno de ser lido, e eu queria aqui falar das minhas cogitações acerca do tema.
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Segunda-feira, 25 Janeiro 2010

A afirmação política do pensamento único

« Hugo Chavez , Presidente da Venezuela, mandou encerrar cinco canais da televisão por cabo por estes se recusarem a transmitir um discurso o seu. »

in “Correio da Manhã”

Temos a tendência a criticar Hugo Chavez, mas não nos perguntamos como foi possível que a Venezuela pudesse chegar ao ponto a que chegou, por um lado, e se o processo revolucionário neomarxista venezuelano não existe em formatação “soft but in progress” nos dois Estados da península ibérica, como na América do Sul em geral.

Desde logo, parece-me óbvio que existe uma tentativa de estender a lógica chavista a todos os países da América do Sul, incluindo o Brasil de Lula da Silva. O problema dos mentores do Foro de São Paulo é que o Brasil (como a Argentina e o Chile) não é exactamente a mesma coisa que a Venezuela, porque naquele país ainda subsiste uma massa crítica conservadora defensora da democracia tradicional. (more…)

Segunda-feira, 7 Dezembro 2009

Se Portugal tem um “inginheiro”, o Brasil tem uma “insolência”

Olavo de Carvalho acerca de Lula da Silva:

« Pelo noticiário dos últimos dias, os leitores devem ter tomado consciência de que são governados por um indivíduo que se gaba de um crime de estupro, real ou imaginário, e revela sentir uma nostalgia profunda dos dias em que os meninos do interior do Nordeste mantinham relações sexuais com cabritas e jumentas.

O que não sei é se percebem o grotesco, a infâmia, a abominação de continuar a chamar esse sujeito de Vossa Excelência, quando Vossa Insolência seria muito mais cabível, fazendo de conta que estão diante de um cidadão respeitável quando estão mesmo é de joelhos ante um sociopata desprezível. »

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Quarta-feira, 5 Agosto 2009

O projecto de lei “anti-homofobia” do Brasil

Nazismo Gay

Nazismo Gay

Se um empregado homossexual alegar que foi despedido de uma empresa “por ser homossexual”, o patrão brasileiro apanha 2 a 5 anos de prisão efectiva. O melhor que o patrão pode tentar fazer é provar que não foi essa a razão do despedimento, isto é, o ónus da prova cabe ao patrão. De qualquer modo, o projecto de lei brasileiro dá sempre e invariavelmente a possibilidade ao homossexual de invocar essa causa de despedimento, o que fará com que o patrão pense duas vezes antes de despedir um gay por incompetência.

Se um padre, durante uma missa, citar a passagem da Epístola de S. Paulo aos Romanos (1:26-27), na qual o apóstolo critica o comportamento homossexual, o padre apanha uma pena de prisão efectiva de 2 a 5 anos.

Se dois homossexuais se deslocarem a uma igreja católica, e em plena missa tiverem um comportamento menos próprio para aquele local (por exemplo, masturbarem-se), e se alguém os expulsar da igreja, quem os expulsar está sujeito a uma pena de prisão efectiva de 2 a 5 anos.

Ler o resto aqui.


“Homofobia é a opinião moral de que a conduta [comportamento] homossexual é errada. Homofobia não é como os preconceitos étnico, racial ou religioso, que negam — a priori e independentemente de comportamentos — o valor e direitos morais intrínsecos de outras pessoas”.

Sábado, 28 Março 2009

O “banqueiro negro” de Lula da Silva

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 3:38 pm
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O problema de Lula da Silva com a Banca internacional é que “não existe um banqueiro negro”, isto é, se os banqueiros fossem todos negros e acontecesse uma crise financeira internacional, não seria problema nenhum. Ou então, para Lula da Silva, se existissem banqueiros negros, esta crise nunca teria acontecido.

Ou ainda ― o que é mais grave ―, Lula da Silva parte do princípio de que um “banqueiro negro” não raciocina da mesma forma que o “banqueiro branco de olhos azuis”, isto é, para Lula da Silva, o banqueiro, por ser negro é limitado na sua capacidade de ganhar dinheiro ― é burro! ― e por isso, o banqueiro negro, a existir, só poderia crescer numa economia de favela.
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Terça-feira, 29 Julho 2008

Isto fez-me lembrar alguém

Filed under: Política — O. Braga @ 7:44 pm
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Mário Soares

Mário Soares

«Até aqui, em 40 meses de governo, o presidente Lula já cometeu 102 viagens ao mundo. Ou mais de duas por mês, tal como semana sim, semana não. Sem contar, ora pois, as até aqui, 283 viagens pelo Brasil. Hoje, dia 15, ele completa 382 dias fora do país desde a posse. E pelo Brasil, no mesmo período, 602 dias fora de Brasília. Total da itinerância presidencial, caso único no mundo e na História: Exactos 984 dias fora do Palácio, em exactos 1.201 dias de presidência. Equivale a 81,9% do seu mandato fora do seu gabinete. Esta é a defesa da tese de que ele não sabia e nem sabe de nada do que acontece no Palácio do Planalto.

Governar ou despachar, nem pensar. A ordem é circular. A qualquer pretexto.

E sendo aqui deselegante, digo que o presidente não é (nem nunca foi) chegado ao batente, ao despacho, ao expediente. Jamais poderá mourejar no gabinete, dez horas por dia, um simpático mandatário que tem na biografia o nunca ter se sentado à mesa nem para estudar, que dirá para trabalhar. E o povão ainda aplaude e vota.

Se beber não dirija. Nem governe.»

(texto atribuído a Joelmir Beting; recebido por email)

Quinta-feira, 24 Julho 2008

Vencendo pelo cansaço

Olavo de Carvalho escreve sobre a nova lei brasileira que condena a 5 anos de prisão quem ofender um gay.

«Não existe qualquer epidemia de violência contra os homossexuais neste país, mas, mesmo que houvesse, nenhuma lei contra opiniões religiosas poderia fazer nada para detê-la, pela simples razão de que, fora dos países islâmicos, casos de violência anti-homossexual por motivo de crença religiosa são a raridade das raridades, e no Brasil até agora não se comprovou nenhum. Rigorosamente nenhum.

Em compensação, a lei tornaria automaticamente criminosos e sujeitaria à pena de prisão milhões de brasileiros honestos, cujo único delito é acreditar na Bíblia. Eles poderiam ser presos não só por ler em voz alta versículos tidos como “homofóbicos”, mas por protestar contra qualquer casal gay que, por mera provocação ou genuína falta de autocontrole, se afagasse com a maior impudência dentro de uma igreja, quanto mais numa praça pública.

Os gays, indefesos como todo o restante da população num país que tem cinquenta mil homicídios por ano, continuariam tão sujeitos quanto agora à truculência de assassinos e estupradores – estes últimos necessariamente homossexuais eles próprios, no caso –, mas estariam protegidíssimos contra o apelo suave do Evangelho que os convoca a mudar de vida.

Alegar que essa lei se destina à protecção da comunidade gay é cinismo; ela se destina, isto sim, à destruição da comunidade cristã, sem nada oferecer aos homossexuais em troca, apenas dando à parcela politizada e anti-religiosa deles a satisfação sadística de alegrar-se com a desgraça alheia. Desgraça tanto mais satisfatória, a seus olhos, quanto mais injusta, arbitrária e sem motivo.

Se algum dia houve no Brasil uma proposta de lei desprovida de qualquer razão de ser além do puro ódio, é essa.

Mas não é somente sobre os cristãos que ela despeja esse ódio. É sobre toda a concepção do Estado democrático, do governo do povo pelo povo. Não há um entre os proponentes dessa lei que o ignore, nem um só que não se regozije com isso. No Estado democrático, o governo é a expressão da vontade popular e, portanto, da cultura reinante. Ele pode elevá-la e aperfeiçoá-la, mas o próprio fundamento da sua existência consiste em respeitá-la e protegê-la. Na nova concepção imposta pela elite globalista iluminada, o Estado é o “agente de transformação social”, a vanguarda da “revolução cultural” incumbida de fazer o povo gostar do que não gosta, aprovar o que não aprova, cultuar o que despreza e desprezar o que cultuava. É o órgão do estupro psicológico permanente, empenhado em chocar, escandalizar e contrariar a alma popular até que esta se renda, vencida pelo cansaço, e passe a aceitar como decreto da Providência, como fatalidade natural inevitável, o que quer que venha da burocracia dominante.»

Texto de Olavo de Carvalho (o sublinhado é meu, obviamente).

Quarta-feira, 23 Julho 2008

Brasil caminha para o totalitarismo

Um projecto de Lei do Senado brasileiro quer bloquear as práticas criativas e atacar a Internet, enrijecendo todas as convenções do direito autoral. O Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo quer bloquear o uso de redes P2P, quer liquidar com o avanço das redes de conexão abertas (Wi-Fi) e quer exigir que todos os provedores de acesso à Internet se tornem delatores de seus usuários, colocando cada um como provável criminoso. É o reino da suspeita, do medo e da quebra da neutralidade da rede. Caso o projecto Substitutivo do Senador Azeredo seja aprovado, milhares de internautas serão transformados, de um dia para outro, em criminosos. Dezenas de actividades criativas serão consideradas criminosas pelo artigo 285-B do projecto em questão. Esse projecto é uma séria ameaça à diversidade da rede, às possibilidades recombinantes, além de instaurar o medo e a vigilância.

Pelo que sei, a lei em questão diz que pretende combater a pedofilia na Internet brasileira, e a talhe de foice, passa a ser um instrumento privilegiado de controlo político.
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Sexta-feira, 18 Julho 2008

Brasil: cinco anos de cadeia para quem ofender um homossexual

Professores e pastores enfrentando a ‘criminalização da homofobia’. Cinco anos de cadeia para quem ofender um homossexual.


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Domingo, 25 Maio 2008

Ad Aeternum (de Olavo de Carvalho)

Ao longo dos tempos, a militância socialista usou de dois meios preferenciais de luta, juntos ou alternados: o assassinato e o roubo, ou, mais genericamente, a crueldade e o embuste. A primeira fez as glórias da esquerda cubana, o segundo as da brasileira.
Nenhum governo da América Latina pôde jamais competir com o de Fidel Castro em brutalidade, nem com o de Lula em safadeza. O primeiro ficou no poder por quarenta anos enviando cem mil cubanos ao outro mundo e mais cem mil para a cadeia. O segundo mantém-se no alto das pesquisas conservando fora da cadeia todos os que deveriam estar nela — uma longa lista que começa nos ministros que falsificam documentos para legitimar a fragmentação do território nacional, passa pelos familiares do presidente transfigurados em milionários da noite para o dia e culmina nos terroristas estrangeiros aos quais o partido do sr. presidente prometeu e jamais negou solidariedade.

…o direito
de uma agremiação partidária para
roubar quanto
queira…

Em qualquer democracia normal, um só dos crimes desse governo – o laudo falso em prol da doação de Roraima, por exemplo – bastaria para levar o presidente ao “impeachment” e seus assessores ao cárcere. Aqui, centenas desses episódios acumulados provocam, no máximo, uns resmungos preguiçosos, umas gesticulações de vago descontentamento, umas simulações pusilânimes de protesto cívico e, coroando tudo, a firme decisão de não fazer nada.

Nada? Estou sendo injusto. As elites falantes “dêfte paíf” fazem alguma coisa, e até uma coisa revolucionária, inédita: chamam de “normalidade institucional” o direito concedido a uma agremiação partidária de roubar o quanto queira, de distribuir a seus cúmplices estrangeiros o património nacional, de tratar como parceiros e amigos os terroristas que armam e adestram os quadrilheiros locais para que espalhem o terror nas ruas, de destruir a cultura nacional no altar da propaganda comunista e do mais vulgar “show business” politicamente conveniente, de abafar investigações e censurar notícias, de usar a burocracia estatal como secretaria do partido, de ofender toda semana os sentimentos morais e religiosos da população, de gastar dinheiro público numa orgia carnavalesca onde a esposa de um ministro se esfrega despudoradamente num governador e respectiva digníssima, etc. etc. etc.

Texto de Olavo de Carvalho (continuar a ler)

Quinta-feira, 1 Maio 2008

Ditadura PC do Lula da Silva

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 12:28 am
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Os tribunais brasileiros estão cada vez mais ao serviço da censura ideológica ditada pelo Poder politicamente correcto do Lula da Silva. Desta feita, um juíz brasileiro decretou a suspensão da publicação no Brasil (o absurdo não tem limites) de um blogue alojado no WordPress.com. Porém, o juíz teve azar: os gestores do WordPress recusaram a censura ideológica, nomearam um advogado e o blogue em questão continua a publicar.

E ainda dizem que a liberdade só existe fora dos Estados Unidos…

Actualização: ( 1/6/2008 )

«O WordPress desativou no último fim de semana o blog com conteúdo supostamente criminoso que coloca em risco o acesso ao serviço no Brasil. O portal mudou seus termos de uso e deletou essa e outras páginas enquadradas em casos semelhantes.
Para fazer o embargo a um blog hospedado no site, em cumprimento a uma determinação de um juiz da 31ª Vara Civil de São Paulo, os provedores afirmavam que teriam de proibir todo o acesso ao portal.
Como o caso corre em segredo de Justiça, não há informação oficial sobre o crime que causou o pedido de bloqueio do blog. Marcel Leonardi, advogado do WordPress nesse caso, afirma que o bloqueio foi decretado em razão de ofensas feitas a uma mulher na página. Um usuário teria criado um blog com o nome da vítima e utilizado o site para postar ofensas a ela.
Leonardi afirma que foi procurado por outros dois advogados brasileiros que são responsáveis por ações na Justiça contra essa mesma prática –criar blogs com nomes de outras pessoas. Por isso, na semana passada, o WordPress decidiu mudar seus termos de uso e não aceitar mais esse tipo de procedimento.»

Fonte

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