perspectivas

Domingo, 25 Agosto 2019

A Esquerda incorrupta

Filed under: Brasil,Esquerda,esquerdalho — O. Braga @ 9:29 pm
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Quarta-feira, 3 Abril 2019

O discurso político da Esquerda é uma fraude


A estratégia do Lula da Silva foi a mesma do Francisco Louçã (Bloco de Esquerda): afirmava que “morrem milhares de mulheres em Portugal por causa do aborto clandestino”, mas nunca explicaram qual era a fonte desse número indefinido .

Mas a verdade é que conseguiram enganar o povo português (com a ajuda da União Europeia), e agora essa mesma Esquerda pretende importar milhões de imigrantes africanos (carne para canhão) porque não nascem crianças portuguesas suficientes.

E o mesmo se passa em Espanha: será necessário importar 260 mil imigrantes por ano para compensar o aborto (utilizado como contraceptivo) e a baixa natalidade em Espanha.

Quinta-feira, 17 Março 2016

Olavo de Carvalho tinha razão acerca de Lula da Silva

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:48 am
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O que se está a passar no Brasil é um golpe-de-estado institucional. É uma vergonha!

“A procuradoria de São Paulo acusou Lula de Silva de alegado branqueamento de capitais mediante ocultação de património e falsificação de documentos em relação a um apartamento situado na praia de Guarujá, que estava em nome de uma empresa de construção de civil envolvida no escândalo de corrupção da empresa petrolífera estatal brasileira Petrobras”.

Estamos a assistir a uma venezuelização do Brasil; em vez do Maduro, temos a dupla Dilma/Lula. Quando eu lia algumas crónicas do Olavo de Carvalho acerca do Brasil de Lula da Silva e Dilma, não pensava que ele poderia ter tanta razão.

Quarta-feira, 16 Março 2016

Lula da Silva, 1988

Filed under: Geral — O. Braga @ 6:08 pm
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Quarta-feira, 16 Dezembro 2015

¿Português burro? A culpa é do rei D. Afonso Henriques!

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 9:00 pm
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culpa_do_cabralO Rui Tavares escreveu o seguinte no jornal Púbico:

“A destituição de um presidente (ou “impeachment”) faz sentido num sistema presidencialista quando o presidente comete crimes ou viola a constituição. Mas não é este o caso de Dilma. Nos actuais casos brasileiros há crimes onde não há Dilma, e vice-versa. A direita brasileira sabe disto, — daí a intensidade do ódio —, mas também sabe que se tiver os votos suficientes no Congresso conseguirá destituir Dilma primeiro, e julgá-la só depois. Se os crimes não forem provados, a destituição já não volta atrás”.

Mesmo que Dilma não tivesse cometido nenhum crime — o que ainda está por apurar, e a violação da Constituição é, em si mesma, um crime —, Dilma tem uma responsabilidade política pela situação de corrupção generalizada no Estado brasileiro que, por princípio, justifica o seu pedido de destituição. Sublinho: justifica o pedido, exactamente porque o sistema é presidencialista.

A ideia de Rui Tavares segundo a qual não é possível assacar à presidente do Brasil qualquer responsabilidade política pela corrupção que grassa no Estado brasileiro, é uma ideia enviesada.


O Rui Tavares deveria olhar para as declarações do seu camarada Lula:

brasileiro_burro

As bases do Ensino Superior brasileiro foram lançadas muito antes, no final de século XVII e XVIII. Em 1792, foi criada a Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho, instituição de ensino superior precursora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em 1808 foi criada a Faculdade de Medicina da Baía, na sequência da chegada ao Brasil da Coroa portuguesa.1

O Brasil tornou-se independente de Portugal em 1822. Se for verdade que a primeira universidade brasileira foi fundada em 1922, o Brasil era já independente há 100 anos! ¿E a culpa é do portuga?!

Nota
1. Fonte

Domingo, 10 Maio 2015

O Brasil vive fora da lei

Filed under: Política — O. Braga @ 4:33 pm
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Eu não fazia ideia de que a situação política no Brasil tinha chegado a uma degradação de alto coturno; e não sabia, em parte, devido aos me®dia portugueses (com excepção do semanário “O Diabo”) ocultarem tudo do Brasil que seja contra a Dilma Roussef.

Parece, a julgar pelo vídeo abaixo, que a classe política controlada pelo partido de Lula e Dilma cometeram actos ilegais, não só do ponto de vista penal, mas também do ponto de vista constitucional. Mas o acto de impugnação (impeachment) da presidente Dilma depende da classe política, nomeadamente do Congresso; e todos os pedidos de impugnação (requeridos por cidadãos) da presidente Dilma foram arquivados (nem sequer foram analisados ou/e discutidos).

Portanto, parece que há duas Constituições brasileiras: uma, real e legítima; e outra inventada pela classe política controlada pelo partido de Dilma, e levada à prática como tal e à revelia de qualquer legitimação popular.

Na prática, o Brasil vive já em uma ditadura suave, em que as instituições democráticas foram tomadas pelos interesses colectivos da classe política que se separou do povo. Criou-se um vácuo político, em que as instituições políticas deixaram de representar não só o povo, mas sobretudo a lei.

O Brasil vive fora da lei. A Constituição é, de facto, um pró-forma, um documento sem valor.

 

Quarta-feira, 29 Agosto 2012

Ricardo Gama e a ‘privatização’ da repressão política no Brasil

Fiquei hoje a saber da existência de um caso, no Brasil, de um bloguista (ou blogueiro?), de seu nome Ricardo Gama, que levou 11 tiros por ter desafiado publicamente o status quo lulista/dilmista brasileiro. Quem se mete com Dilma Roussef, leva! O problema é que Ricardo Gama sobreviveu…!

E como — infelizmente para o status quo dilmista — Ricardo Gama sobreviveu a 11 tiros “encomendados” pela política correcta brasileira, foi condenado a três meses de prisão por delito de opinião. Naturalmente que, logo que o bloguista esteja dentro da prisão, acabam definitivamente com ele e de forma silenciosa.

Não me interessa saber se Ricardo Gama é libertário ou conservador. O que me interessa saber é que, provavelmente, não existe hoje mais liberdade de expressão no Brasil do que a que existia durante a ditadura militar. O que mudou foi o método de repressão.

Hoje, a repressão política dilmista não é assumida pelo Estado brasileiro [como o era na ditadura militar], mas antes é utilizada uma rede “privada” — ou seja, oficialmente, essa rede não pertence ao Estado brasileiro nem é directamente controlada por este — de operacionais actuando em roda livre. Ou seja, a situação actual tende a ser ainda pior do que era no tempo da ditadura militar, porque durante esta última existia, pelo menos, um certo controlo na acção política repressiva por parte do Estado brasileiro.

Ricardo Gama


Sábado, 31 Março 2012

Brasil: 1964, o Ano Que Nunca Terminou

Filed under: Blogosfera — O. Braga @ 9:11 pm
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« A “anistia ampla, geral e irrestrita” instituída em 1979, que propiciou a prescrição de todos os crimes cometidos durante a luta armada e repressão (1963-1976) no Brasil, parece ter os dias contados.

Se fosse um “passsar a limpo” todos os crimes cometidos por ambos os lados, de modo claro e sem “filtros”, até que não seria má ideia.

O país, desde o fim da ditadura em 1985, não tem feito outra coisa do que reverenciar falsos heróis (os “Roques Santeiros” da “luta pela liberdade”) e satanizar aos que enfrentaram a radicalização e mantiveram o país funcionando.»

via Nadando contra a Maré… Vermelha: 1964: O Ano Que Nunca Terminou.

Terça-feira, 15 Março 2011

A mentalidade coimbrinha dá “honoris causa” a Lula da Silva

Clique na foto para ler a notícia

Sexta-feira, 31 Dezembro 2010

Lula da Silva gosta de ver os outros na merda

Filed under: Política — O. Braga @ 9:21 am
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«A pocas horas de entregar la presidencia a Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva -que deja su cargo con una popularidad superior al 80%- no ha dejado su buen humor y ha señalado que “fue un gusto” terminar su mandato viendo a EEUU, Europa y Japón “en crisis” mientras que su país logró superarla.»

(more…)

Sábado, 25 Setembro 2010

A essência da estratégia política da esquerda contemporânea

« (…) a lógica do liberalismo político leva-o a tolerar ideias ou movimentos que têm como finalidade destruí-lo. A partir daí, perante a ameaça, o liberalismo está condenado, quer a tornar-se autoritário, isto é, a negar-se ― provisória ou duradouramente ― a si mesmo, quer a ceder o lugar à força totalitária colocada no poder por meio de eleições legais (por exemplo, Alemanha, 1933) »

— Edgar Morin, ex-comunista e crítico do marxismo

A gente vota em determinados políticos pensando que são gente normal, e quando eles se apanham no poder fazem notar a sua demência voltando o poder político contra a cultura da maioria do povo que os elegeu. Dou como exemplo o caso de Obama e Hillary Clinton, que segundo o congressista americano Christopher Smith, pretendem incluir no documento final das Nações Unidas sobre as Metas de Desenvolvimento do Milénio uma alínea política de promoção do aborto em todo o mundo.

A contradição é gritante: segundo Obama e Hillary Clinton, o aborto salva vidas de crianças. Esta contradição é passada para a opinião pública através de um processo de infantilização dos povos, como é exemplo a recente comunicação da ministra da educação ao povo português.

Esta estratégia política de esquerda tem dois compassos: o primeiro é o da estimulação contraditória — quando o político diz ao povo que uma coisa é exactamente o seu contrário.

E um segundo compasso — quando imediatamente a seguir o político age de forma a infantilizar a opinião pública, por forma a que o cidadão se convença que a contradição é apenas aparente e que a sua não compreensão se deve à sua pura ignorância. Em função disto, o cidadão fica paralisado na sua acção e reacção, ou seja, entra em dissonância cognitiva.


Temos, portanto, a essência da estratégia política da esquerda contemporânea:

estimulação contraditória → infantilização da opinião pública → dissonância cognitiva do cidadão → totalitarismo suave politicamente correcto ou marxista cultural.

A esquerda contemporânea, tal como aconteceu no passado recente com o estalinismo e com o maoísmo, transformou os fins políticos que se fundamentam em princípios éticos, em meios de acesso e controlo político e perpetuidade no poder. O que está a acontecer na prática é que o povo elege uma esquerda que não só paulatinamente vai desvalorizando as eleições como as vai eliminando — como é o caso de Chavez na Venezuela, e Lula da Silva quando apoia abertamente uma terrorista marxista à presidência da república do Brasil.

Domingo, 19 Setembro 2010

O advento do fascismo brasileiro

A separação entre a Igreja e o Estado teve como intenção original proteger todas as religiões e credos de igual modo perante a lei, e não a de proteger o Estado da acção livre e legal das diversas religiões e dos respectivos crentes.

Podemos dizer, com pertinência, que Lula da Silva é fascista.

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