perspectivas

Sexta-feira, 31 Janeiro 2014

Béatrice Bourges: a heroína pela liberdade e contra o despotismo socialista de François Hollande

 

Béatrice Bourges está em greve de fome há cinco dias na praça Édouard Hériot, em Paris. A greve de fome de Béatrice Bourges tem como objectivo protestar contra as políticas culturais (na área dos costumes) e económicas do socialista e jacobino François Hollande.

printemps_beatrice_bourges

Na passada Segunda-feira, Béatrice Bourges foi interrogada (na via pública!) onze vezes pela polícia a mando do ditador François Hollande — segundo nos informa o GalliaWatch. Não satisfeitos com os interrogatórios sucessivos, a polícia social-fascista do jacobino François Hollande tentou privar Béatrice Bourges do sono, impedindo-a de dormir, para além de tentar privá-la de liberdade de movimento na via pública.

Na passada quinta-feira, Béatrice Bourges foi interrogada novamente pela polícia fascista do jacobino François Hollande, apesar da sua fraca condição física devido à greve de fome. Para evitar que ela fosse detida pela polícia neonazi e gayzista do maçon François Hollande, a família de Béatrice Bourges acabou por retirá-la da rua a pretexto de um exame médico.

Beatrice Bourges

¿Você já viu qualquer referência a Béatrice Bourges nos me®dia portugueses? Não viu nem virá! Voltamos ao tempo da clandestinidade imposta por um novo fascismo gayzista e maçónico.

Sexta-feira, 10 Janeiro 2014

A liberdade religiosa está a ser ameaçada pela aliança da direita com a esquerda

 

Este texto dá-nos uma visão breve do processo histórico recente que levou a colocar em causa a liberdade religiosa nos Estados Unidos. Um facto que é de extrema importância, e que eu chamo à vossa atenção, é o da aliança entre a direita neoliberal Goldman Sachs e a esquerda marxista cultural, no sentido da limitação e restrição da liberdade religiosa nos Estados Unidos. Ou seja: por razões diferentes, a direita Goldman Sachs e a esquerda marxista cultural estão de acordo no que respeita à limitação da liberdade religiosa.

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Quinta-feira, 31 Outubro 2013

O parlamento europeu pretende instituir privilégios para os invertidos

 

Defender os direitos humanos não é instituir privilégios de classe.

A deputada lésbica austríaca ao parlamento europeu, “butch” Ulrike Lunacek (Gouine comme un camion!), elaborou um Relatório de Iniciativa 1 — semelhante ao relatório da execrável Edite Estrela — que, a ser aprovado, instituirá uma forma de censura política pior do que a salazarista: a censura do pensamento. No tempo do Salazarismo, eram censurados os textos publicados contra o regime do Estado Novo; mas segundo o relatório da “butch”  Ulrike Lunacek, qualquer pensamento homofóbico deve ser censurado, o que significa a criação de uma polícia política do pensamento.

«Since January 2011, it has made this request ten times in various resolutions, asking the European Commission to produce a roadmap against homophobia and discrimination on grounds of sexual orientation and gender identity. This report sets out a draft canvas for such a comprehensive policy.»

Ulrike Lunacek web 300A partir do momento em que a “butch” lésbica Ulrike Lunacek confunde “homofobia”, por um lado, com “discriminação em função de orientação sexual”, por outro lado, entrou-se já no campo da subjectivização da lei que torna legais autos-de-fé mediante a falácia da interrogação e censura do pensamento. O movimento gayzista é mais perigoso do que a PIDE; e só é comparável à GESTAPO e/ou ao KGB.

Por outro lado, quando se fala em “discriminação” (por exemplo, no acesso ao trabalho) há que ter o cuidado de não deduzir daí a exigência de atribuição de privilégios. Não faz sentido que um fanchono tenha qualquer prioridade no acesso ao trabalho quando comparado com uma pessoa normal. O combate à discriminação não significa a atribuição de privilégios aos fanchonos. Defender os direitos humanos não é instituir privilégios de classe.

Nota

1.  Os Relatórios de Iniciativa do parlamento europeu não são vinculativos, ou seja, não obrigam os governos e Estados nacionais. Mas como a classe política europeia, em geral, tende para o extremismo político — por exemplo, o Partido Socialista e o Partido Social Democrata —, esses Relatórios de Iniciativa são, regra geral, imediatamente adoptados a nível nacional por uma classe política subserviente ao politicamente correcto.

Domingo, 13 Outubro 2013

A irracionalidade do racionalismo

 

«Nós temos cinco sentidos:
são dois pares e meio d’asas.
Como quereis o equilíbrio?»

(David Mourão-Ferreira)

O que é a “liberdade de opção sexual”? Temos aqui um pleonasmo, porque a liberdade é sempre de opção: mesmo que não optemos, já estamos a optar. Portanto, seria melhor dizer simplesmente “liberdade sexual”. Mas o que significa “liberdade sexual”? Significa que todos os comportamentos sexuais são permitidos?; mas será isto possível?

“No domínio do Direito, nenhuma dedução científica é possível.” — dizia o nosso São Boaventura — porque o Direito pertence ao domínio da contingência onde a lei se realiza “o mais das vezes”.


Com o Renascimento, a felicidade humana deixou de depender de um fim natural (racionalidade), e passou a ser resultado de uma ordem artificial segundo a utopia da razão (racionalismo).

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Quarta-feira, 9 Outubro 2013

A liberdade nos Estados Unidos de Obama é cada vez mais restritiva

Filed under: Obamacrimes — orlando braga @ 6:09 am
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Se eu tivesse hoje 20 anos e tivesse que planear o meu futuro, emigrando, preferiria emigrar para a Rússia do que para os Estados Unidos.

obama proibe missas

Sexta-feira, 13 Setembro 2013

Utilidade, Virtude Moral e Felicidade

A ideia de que o Contrato Social nasceu no século XVI – com os filósofos da Razão de Estado – ou no século XVIII – com os filósofos do Contrato – é falsa. Sempre que existiu Poder delegado numa elite, ou seja, sempre existiu um Contrato.

Por exemplo, na Roma antiga, seja no tempo da república, seja no do império, também existiu um contrato social baseado nos conceitos de utilitas publica (utilidade pública) e publice interest (interesse público ou bem comum). Uma situação semelhante passou-se na Grécia Antiga das cidades-estado, em que o bem comum da cidade era de tal forma valorizado que Sócrates preferiu morrer a abandonar a cidade de Atenas.

O que aconteceu de novidade, com os filósofos do Contrato dos séculos XVII e XVIII, foi a alteração radical da relação entre três conceitos que condicionam a tipologia do Poder político: a utilidade, a virtude moral, e a felicidade. E essa alteração radical condicionou e abastardou o Direito Natural, moldando, ao longo do tempo, aquilo que viria a ser o Direito Positivo. Ou seja, antes de ser um problema político e económico (que o é!), o Contrato Social da Idade Moderna é um problema ético.

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Quinta-feira, 22 Agosto 2013

Os me®dia já fazem a propaganda da poligamia

Segundo a BBC (Bolshevik Broadcasting Corporation), dentro de 10 anos será legalizado o “casamento” poligâmico – que pode ser poliândrico (uma mulher + vários homens) ou poligénico (um homem + várias mulheres), ou as duas coisas em simultâneo. A justificação que se dá para a legalização do “casamento” polígamo é a seguinte:

não existe espaço para a fidelidade sexual em uma sociedade onde a escolha (no sentido de “opção”) é tudo”.

Notem bem a palavra “escolha”.

Hoje, a liberdade é identificada com o instinto; e qualquer repressão do instinto é hoje sinónimo de repressão da liberdade. A confusão que se faz é entre “livre-arbítrio” (ou liberdade propriamente dita), por um lado, e “liberdade de indiferença”, por outro lado.

A “liberdade de indiferença” é a possibilidade de escolher entre dois ou mais comportamentos sem se inclinar a priori (à partida) para um lado ou para outro; ou seja, a escolha não passa, à partida, pelo crivo da razão. A pessoa escolhe sem pensar, obedecendo apenas ao instinto ou ao desejo instintivo. Essa pessoa pouco difere de um cão ou de um gato.

Quem vive como um animal, morre como um animal. O ser humano morre a sua morte de acordo com a ideia que tem dela. Perante o carácter absurdo da vida, o homem contemporâneo pretende superar esse absurdo por intermédio do cinismo. Com o império do instinto, o estatuto ético do ser humano passa a ser o da lógica de um peido.

O livre-arbítrio, ou liberdade propriamente dita, parte do pressuposto de que “o homem age porque é livre” e, por isso, a acção humana decorre da vontade filtrada pelo juízo (pela razão).

Pelo contrário, a “liberdade de indiferença” parte do pressuposto que “o homem é livre porque age”, a razão não é chamada ao processo de escolha, e por isso o ser humano torna-se equivalente a um cão ou a um burro. Os animais irracionais, ou mesmo os animais unicelulares, também são livres porque agem. O homem moderno já não se consegue distinguir de uma bactéria.

Sexta-feira, 2 Agosto 2013

A corrupção ideológica e fundamental da Justiça

« O Tribunal da Relação do Porto obrigou uma empresa de Oliveira de Azeméis a reintegrar um empregado da recolha do lixo que tinha sido despedido por se ter descoberto que estava a trabalhar alcoolizado.

(…)

segundo o Tribunal da Relação do Porto, que confirmou recentemente uma sentença de primeira instância, os resultados das análises ao sangue nunca poderiam ter sido usados pela entidade patronal sem autorização do trabalhador.

Por outro lado, alegam ainda os juízes, não existe na Greendays nenhuma norma que proíba o consumo de álcool em serviço. Por isso, no seu acórdão, os magistrados deixam um conselho à firma: que emita uma norma interna fixando o limite de álcool em 0,50 gramas por litro, “para evitar que os trabalhadores se despeçam todos em caso de tolerância zero”.

“Vamos convir que o trabalho não é agradável”, observam ainda os desembargadores Eduardo Petersen Silva, Frias Rodrigues e Paula Ferreira Roberto. “Note-se que, com álcool, o trabalhador pode esquecer as agruras da vida e empenhar-se muito mais a lançar frigoríficos sobre camiões, e por isso, na alegria da imensa diversidade da vida, o público servido até pode achar que aquele trabalhador alegre é muito produtivo e um excelente e rápido removedor de electrodomésticos”. »


Ler aqui a notícia. Recorde-se que o trabalhador despedido pela empresa Greendays tinha uma taxa de alcoolemia de 2,5 no sangue. A pergunta que se deve fazer é a seguinte: ¿como é possível que um Tribunal da Relação tenha proferido um acórdão desta índole? Como é que se pode explicar “isto”?


1/ O aumento progressivo da discricionariedade das decisões dos juízes

O aumento progressivo da discricionariedade das decisões dos juízes é um facto que se pode verificar pela experiência. E a razão desse aumento da discricionariedade das decisões dos juízes deve-se a um afastamento, cada vez maior, do Direito Positivo em relação à Lei Natural. Este afastamento tem como efeito o facto de a Lei se ir tornando cada vez menos abstracta, em função da indução de um fenómeno de adequação sistemática da norma ao facto. Quanto mais a esquerda e o politicamente correcto exigem que as leis sejam feitas em função e à medida dos factos, menos abstracta é a lei, e por isso maior se torna a discricionariedade do julgamento dos juízes.

Ora, há muito tempo que sabemos que os factos não criam normas, embora as normas possam criar, em alguns casos, factos.

2/ A imposição, na cultura intelectual, de um determinismo ontológico que nega o livre-arbítrio

O politicamente correcto e a esquerda têm uma visão determinística e pseudo-científica do ser humano, ou seja, o livre-arbítrio do ser humano é, em grande parte, negado. Para eles, o ser humano “já nasceu assim” – por exemplo, para esse determinismo ontológico, os gays “já nasceram assim” – e não se pode mudar a si mesmo. E esta é mais uma razão por que os juízes pensam que devem assumir o papel dos sábios da “República” de Platão, julgando subjectivamente em causa alheia. O ser humano, ou seja, o cidadão, passa a ser infantilizado pelo Direito Positivo; o cidadão passa a ter um estatuto de menoridade face à Justiça.

Se juntarmos estes dois factores, temos a negação, pura e dura, da Justiça. E a esquerda, incluindo o Partido Socialista e em conivência com a maçonaria irregular do GOL (Grande Oriente Lusitano) , são os propulsores ideológicos deste novo tipo de corrupção fundamental da Justiça.

Domingo, 14 Julho 2013

A nova síntese liberal

Quando se fala hoje em “igualdade” confundem-se dois conceitos diferentes de igualdade, a ver: o liberal clássico, e o marxista. Eu não estou de acordo nem com um nem com o outro, o que não significa que não sejam de facto diferentes.

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Segunda-feira, 8 Julho 2013

A moda fascista do “orgulho gay”

Da mesma forma que os antifascistas se comportam como fascistas – à força de lutar contra uma quimera ou contra inimigos imaginários -, os militantes gayzistas vêem a homofobia em qualquer desacordo em relação à sua agenda política. A esta intolerância política chamamos de homofascismo.

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Terça-feira, 2 Julho 2013

Ministro socialista francês defende uma “religião republicana” oficial do Estado

Quando o muro de Berlim caiu, pensámos que o inferno tinha acabado; mas o que aconteceu depois foi que o jacobinismo radical maçónico e o Positivismo do século XVIII de Augusto Comte ressurgiram e estão a tomar conta da Europa.

O ministro da educação da França socialista de François Hollande, Vincent Peillon, lançou um livro com o sugestivo título: “A Revolução Francesa Não Está Ainda Terminada”. Se a moda pega, vamos ver os republicanos socialistas portugueses, como por exemplo, Manuel Alegre e companhia limitada, a medir as cabeças dos jesuítas para tentar apurar a sua inferioridade ontológica.

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Republicanos portugueses medindo a cabeça de um jesuíta, para tentar perceber o atraso mental

O alvo do ministro francês e dos Khmers Rosa de François Hollande é a Igreja Católica. E a forma que o ministro encontrou para combater a Igreja Católica é a politização da escola, tal qual os estalinistas e maoístas fizeram no passado infernal que julgávamos ter tido um fim com a queda do muro de Berlim. Eis que se ergue um novo muro da vergonha na Europa, desta vez um muro da irracionalidade maçónica e jacobina.

O grande problema da democracia na Europa é que este tipo de gente chega ao Poder sem revelar ao povo, a priori, o tipo de ideologia que defendem; e só depois de eleitos revelam o verdadeiro cariz do seu pensamento político. Neste sentido, podemos dizer que a democracia foi subvertida na Europa.

O ministro francês defende a ideia segundo a qual a religião cristã – neste caso, a católica – deve ser substituída por uma “religião republicana” de Estado cujo fundamento é o laicismo. Segundo o ministro dos Khmers Rosa ,

“a revolução implica o esquecimento de tudo o que precede a revolução. E aqui a escola tem um papel fundamental, porque a escola deve erradicar , do aluno, todo o seu legado pré-republicano e ensiná-lo a ser um cidadão. É como um novo nascimento, há uma transubstanciação que opera, na escola e pela escola, a nova igreja com os seus novos sacerdotes, a nova liturgia e a nova tábua dos mandamentos da lei”.

Este tipo de discurso é messiânico e clama por uma metanóia (de tipo hitleriano ou estalinista), por um lado, e por outro lado parte do princípio de que é possível a qualquer um construir uma religião como a cristã meramente através da acção política. Esta gente não compreende o fenómeno do Cristianismo e transforma-o em uma mera ideologia política substituível por qualquer outra. Hitler, ou Lenine e Estaline não poderiam estar mais de acordo com os Khmers Rosa de François Hollande.

Ou seja, estamos em presença de germes de um novo projecto político totalitário na Europa equivalente ao comunismo ou ao nazismo. Como é evidente, uma religião implica a existência de fé, de rituais, de dogmas, do sagrado e do profano. E os totalitarismos do século XX foram caracterizados por uma qualquer fé dogmática imanente (que ultrapassa a simples crença) e de rituais políticos; a elite política revolucionária foi transformada no sagrado da religião política imanente, e o profano era tudo o que se passava nos “passos perdidos” da política, ou seja, no recato recôndito do lar.

Nunca foi tão urgente ler Eric Voegelin como agora.

Quarta-feira, 26 Junho 2013

Nicolas Bernard-Buss confinado a prisão solitária pelos Khmers Rosa de François Hollande

O preso político dos Khmers Rosa de François Hollande, o jovem Nicolas Bernard-Buss, foi confinado a prisão solitária, o que significa que os seus familiares estão proibidos de o visitar na prisão.
Este confinamento de um cidadão a prisão solitária por delito de opinião e de manifestação, diz tudo acerca do regime autoritarista e homofascista do socialismo de François Hollande.

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