perspectivas

Quinta-feira, 20 Junho 2013

Os Khmers Rosa de François Hollande fazem prisioneiros políticos

Dar um direito especial a uma pessoa ou grupos de pessoas, implica sempre uma limitação de direitos e liberdades de outras pessoas ou da maioria.

«Le tribunal correctionnel de Paris a condamné à quatre mois de prison, dont deux fermes, et 1.000 euros d’amende, un manifestant contre la destruction du mariage.

Interpellé dans une pizzeria où il s’était réfugié, passé à tabac, mis en garde à vue pendant trois jours, il est condamné alors qu’il n’a pas commis d’infraction initiale, comme l’a prouvé son avocat (après il a refusé de se soumettre à des tests ADN).

Le plus ahurissant, ce qui montre le caractère politique répressif de la sentence, est qu’il est placé sous mandat de dépôt, autrement dit envoyé en prison.»

( ler o resto ) — ( ler aqui a notícia em inglês )

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Nicolas, 23 anos, preso político em França

Sexta-feira, 31 Maio 2013

Dois jornalistas católicos detidos arbitrariamente pela polícia maçónica dos Khmers Rosa de François Hollande

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 6:34 pm
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“Cela commence à bien faire et Manuel Gaz commence à nous les briser menu menu ! J’attendais, hier au soir, dans la seconde partie de mon émission sur Radio Courtoisie, deux journalistes de l’excellent blogue catholique Le Rouge et le Noir, dont le rédacteur en chef Carl Moy-Ruifey.

Ayant appris que l’un de deux avait déjà été mis en garde à vue (GAV) – c’est la légion d’honneur de nos jeunes héros français désormais -, j’avais cru malin, la veille de l’émission, alors que je leur signalais les détails de l’émission, de leur préciser dans un post scriptum : « Tâchez d’éviter une GAV d’ici à demain soir… ».

Ces deux jeunes gens ne se sont pas présentés au studio où se trouvaient Vivien Hoch, Philippe Cappello, président de l’Association pour la Liberté de conscience en France, et Me Jérôme Triomphe. Carl Moy-Ruifey vient par courriel de m’expliquer la raison de leur absence…”

Deux journalistes du blogue Le Rouge et le Noir arbitrairement interpellés

A repressão política da polícia maçónica da França controlada pelos Khmers Rosa

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O manifesto ‘Tó-Zero’, por José Pacheco Pereira

1/ José Pacheco Pereira dirige-se a Mário Soares com o qualificativo de “presidente”, o que é uma característica da monarquia cuja tradição os Estados Unidos seguiram. Na monarquia, um rei que tenha abdicado em favor de outro rei (seja filho, sobrinho, ou de outro ramo familiar, mesmo afastado ou mesmo sem ligação familiar) não deixa de ser “alteza real”. Esta gente criou, com a república, uma paródia da monarquia. Fernando Pessoa constata isso mesmo:

“É alguém capaz de indicar um benefício, por leve que seja, que nos tenha advindo da proclamação da república? Não melhoramos em administração financeira, não melhoramos em administração geral, não temos mais paz, não temos sequer mais liberdade. Na monarquia era possível insultar por escrito e impresso o rei; na república não era possível, porque era perigoso, insultar até verbalmente o Sr. Afonso Costa.”
(…)
“O regime [republicano] está, na verdade, expresso naquele ignóbil trapo que, imposto por uma reduzidíssima minoria de esfarrapados morais, nos serve de bandeira nacional — trapo contrário à heráldica e à estética, porque duas cores se justapõem sem intervenção de um metal e porque é a mais feia coisa que se pode inventar em cor. Está ali contudo a alma do republicano português — o encarnado do sangue que derramaram e fizeram derramar, o verde da erva de que, por direito mental, devem alimentar-se.”
(…)
“Este regime [republicano] é uma conspurcação espiritual. A monarquia, ainda que má, tem ao menos de seu ser decorativa. Será pouco socialmente, será nada nacionalmente. Mas é alguma coisa em comparação com o nada absoluto em que a república veio a ser.”

[citações de Fernando Pessoa: “Balanço Crítico”, textos em prosa].

2/ o manifesto Tó-Zero, de José Pacheco Pereira, critica com razão a linha ideológica de Passos Coelho. Mas em vez de solicitar uma mudança de rumo dentro do próprio governo, diaboliza-o associando-se a Mário Soares, e abre as portas a um novo governo dos “Khmers Rosa” coordenado pelo GOL (Grande Oriente Lusitano). Entre o neoliberalismo e o jacobinismo, José Pacheco Pereira escolhe o segundo. É o próprio José Pacheco Pereira que nos coloca em uma situação de double blind — ou neoliberalismo, ou jacobinismo, com terceiro excluído —, e, como dizia Fernando Pessoa (outra vez), as situações de double blind reflectem um estado de tirania: “a tirania consiste na escolha forçada entre um mal e outro mal”.

3/ a III república de Mário Soares et al, transformou-se em um estado de tirania. Com José Pacheco Pereira ou sem ele. Aliás, penso que José Pacheco Pereira faz parte do problema, e não da solução. Perante o double blind tirânico da III república, o povo tem que encontrar uma terceira alternativa que o faça respirar a liberdade.

Sexta-feira, 17 Maio 2013

O Partido Social Democrata aprovou a lei de adopção de crianças por pares de homossexuais

A lei da adopção de crianças por pares de fanchonos passou no parlamento graças ao Partido Social Democrata. Este partido deve ser responsabilizado pelas consequências sociais e culturais que advenham desta aprovação.

“Teresa Leal Coelho, Luís Menezes, Francisca Almeida, Nuno Encarnação, Mónica Ferro, Cristóvão Norte, Ana Oliveira, Conceição Caldeira, Ângela Guerra, Paula Cardoso, Maria José Castelo Branco, Joana Barata Lopes, Pedro Pinto, Sérgio Azevedo, Odete Silva e Gabriel Goucha foram os sociais-democratas que votaram a favor do diploma do PS.”

Três deputados do CDS/PP abstiveram-se na votação — e quem cala consente. Foram eles: João Rebelo, Teresa Caeiro e Michael Seufert. Não conheço o último, mas os dois primeiros nunca me enganaram, e agora confirmaram aquilo que eu já pensava deles. E enquanto eles se apresentarem nas listas do CDS/PP para qualquer eleição, o CDS/PP não terá o meu voto. O CDS/PP causou um dano a si próprio maior do que esse partido possa pensar agora.

O termo “co-adopção” é um eufemismo próprio da linguagem orwelliana adoptada pela classe política

Co-adopção significa adopção; ponto final. E significa também basicamente três coisas:

1/ à criança adoptada por um par de gays é-lhe retirada a possibilidade de ter uma linhagem genealógica de pai e mãe; o parlamento criou uma nova injustiça de raiz que só pode ser remediada com a repressão política e cultural sobre os casais naturais que tenham filhos; e se ter filhos e educá-los já é difícil, as consequências políticas da nova lei vão desincentivar (ainda mais) os futuros casais a ter filhos. A classe política criou uma nova injustiça de base, para assim justificar, no futuro próximo, a tirania sobre as pessoas comuns e normais em nome de uma putativa igualdade.

Devemos todos temer o pior. Ao legitimar uma nova injustiça, a classe política procura uma nova forma de despotismo em nome do igualitarismo.

2/ a lei dá sinal verde às lésbicas e às mulheres em geral que queiram engravidar de pai incógnito, dizendo-lhes que a ausência de pai biológico declarado nos Tribunais de Menores não tem problema nenhum. Algumas disposições do Código Civil que procuram definir a identidade da criança e a legitimação do pai biológico, deixam de ter um valor real. Esta lei transforma o estatuto de “filho de pai biológico incógnito” em um valor cultural a seguir. Os efeitos na cultura antropológica desta valorização serão devastadores, como é óbvio e como qualquer pessoa com dois dedos de testa pode prever.

3/ a nova fase da luta gayzista já surgiu hoje mesmo:

“A aprovação do projecto de lei do PS, que consagra a possibilidade de co-adopção pelo cônjuge ou unido de facto do mesmo sexo, “é bem-vinda, mas não deixa de ser um passo pequenino numa escadaria enorme”, reagiu nesta sexta-feira João Paulo, editor do site Portugal Gay.”

A nova fase da luta política gayzista é a adopção não-biológica, o negócio das “barriga de aluguer” e a procriação medicamente assistida para todas as mulheres — ou seja, a valorização e celebração do estatuto da criança filha-de-puta. Naturalmente que quando a própria lei protege e acarinha a existência de filhos-de-puta, estes têm que ser protegidos através da repressão da maioria da população. É neste sentido que se declara o seguinte:

“A Associação Novos Rumos – Homossexuais Católicos também já se congratulou com a aprovação do projecto de lei socialista. “É um passo importante no sentido de vir a alargar as famílias com capacidade de adopção aos casais do mesmo sexo”, escreve a associação num comunicado em que reclama do Estado acções de sensibilização, a fazer verter nos programas escolares, por exemplo, para que “essas crianças não sejam vítimas de preconceito, isolamento e bullying nas escolas”.

A repressão sobre as crianças com pai e mãe vai começar a acentuar-se, podendo atingir mesmo níveis de desumanidade e em nome do bullying. A partir de agora, qualquer frase de uma criança pode ser arbitrariamente considerada bullying e sujeita a repressão. A escola deixou de ser pré-politica (como deveria ser e foi defendido por Hannah Arendt) e já está totalmente politizada.

Note-se que segundo o catecismo católico, o comportamento homossexual é considerado erro moral grave. E no entanto vemos os me®dia referirem-se acriticamente a “homossexuais católicos”, como se a sodomia fosse perfeitamente aceite pelo direito canónico.

A seguir, prevê-se que o parlamento vá adoptar a “lei de ódio”, por iniciativa do Bloco de Esquerda. Mesmo que a proposta de “lei de ódio” do Bloco de Esquerda não passe imediatamente, o Partido Socialista irá filtrar a lei e adaptá-la ao “progresso da opinião pública”.
Por exemplo, se eu escrever aqui “fanchono” em vez de “homossexual”, poderei ser preso preventivamente aguardando julgamento. E mesmo que escreva homossexual, se a minha opinião for crítica, poderei ser no mínimo censurado pelo ministério público através de uma intimação nesse sentido ao servidor onde este blogue está alojado.

A censura à liberdade de expressão está na calha. Esta classe política já não merece credibilidade e deve ser combatida por todos os meios possíveis e disponíveis.

Segunda-feira, 6 Maio 2013

O novo tipo de totalitarismo e o movimento político homossexualista

Num dos verbetes atrás, um leitor (Skedsen) perguntava num comentário sobre a razão da promoção e celebração do “casamento” gay por parte das elites. Este verbete no LOGOS levanta um pouco a ponta ao véu:

O’Neill wrote that while the movement normally gets cast as a continuation of the American civil rights movement of the 1950s and ‘60s, “it’s better understood as a continuation, and intensification, of the modern state’s desire to get a foot in the door of our private lives and to assume sovereignty over our relationships“.

Caldwell writes, “Never since the Progressive Era has there been a social movement as elite-driven as the one for gay marriage. No issue divides the country more squarely by class. Opponents of California’s anti-marriage Proposition 8 have come to include virtually all of Hollywood, Apple, Google, Amazon, and the White House.”

O fenómeno de estigmatização social — que sempre existiu em relação a quem se desviava da lei natural (enquanto “lei racional” dos estóicos), por um lado, e por outro lado em relação a quem desafiava os valores de uma ética fundamentada racionalmente — inverteu-se: hoje, são os que criticam o “casamento” gay, a sodomia e o estilo de vida dos fanchonos que são considerados anormais, malucos, uma espécie de psicopatas, radicais políticos.

Esta inversão do estigma social é dirigida e controlada pelas elites — no sentido de “ruling class” — que por sua vez controlam os me®dia.

Ao patrocinar um determinado tipo de relacionamento sexual (a sodomia e o “casamento” gay), promovendo-a e impondo-a coercivamente a toda a sociedade através da força bruta do Estado, as elites entraram já também pela nossa vida privada adentro, e abriram um precedente histórico ao redefinirem a noção de casamento, que é anterior ao Estado que essas elites controlam.

A partir da redefinição arbitrária de casamento, as elites assumiram para si próprias um “direito”, que consiste em deter o poder de redefinir as relações pessoais e íntimas de qualquer indivíduo, ou de grupo de indivíduos, ou de um grupo social. E esse “direito” reivindicado e assumido unilateralmente pelas elites é imposto à sociedade através de uma estigmatização invertida — utilizando a comunicação social, também conhecida como me®dia — em relação a qualquer pessoa ou uma qualquer comunidade que se oponha à tomada coerciva desse “direito”.

Estamos perante a construção de uma nova forma de totalitarismo, e o movimento político homossexualista é parte activa e integrante dele.

Sexta-feira, 26 Abril 2013

O orgulho de ser moderno (2)

“Se a liberdade se cumpre em cada acto concreto, porque é uma possibilidade em cada acto e só nele, solicita uma ideia, decorre de uma inteligência. E isto tem que ser percebido por nós, (re)aprendido e exercitado e equilibrado por nós, para a podermos proporcionar às novas gerações.” — Via Rerum Natura

O ser humano age porque é livre, mas não é livre porque age. A liberdade humana é anterior ao agir. Em contraponto, um animal irracional é livre porque age: por exemplo, um cão é livre — mas não tem livre-arbítrio — na medida em que tem a sua liberdade de acção; mas um cão não pensa propriamente (embora se possa dizer de um cão que tem uma espécie de inteligência), e por isso não age porque é livre.

Só existe totalitarismo ou tirania quando a maioria — o povo — é animalizado (irracionalizado). E está em curso um processo de animalização e de irracionalização dos povos dos países da União Europeia.

A principal diferença entre os dois tipos de liberdade (ou autonomia) é a de que o ser humano é capaz de representar o objecto do seu desejo na ausência desse objecto e, portanto, o arbítrio do ser humano é livre — enquanto que um animal irracional (por exemplo, um cão) não é capaz de o fazer. O ser humano tem livre-arbítrio porque, nele, a vontade é o desejo [ou a paixão] informada pelo intelecto (ou seja, informada pela razão). [S. Tomás de Aquino].

Portanto, concluímos que a liberdade de um cão não é do mesmo tipo do da liberdade do Homem. Mas para o homem contemporâneo, a liberdade no ser humano é semelhante à liberdade de um cão, na medida em que, para ele, o homem é livre porque age. O próprio marxismo (e toda a filosofia de acção) é o corolário desta concepção irracional e contraditória de liberdade que tem origem em Kant: o marxista típico é livre porque age na sociedade (e por isso é que o conceito de liberdade de Sartre, por exemplo e entre outros, é paradoxal e auto-contraditório).

A partir desta primeira conclusão, podemos passar ao problema da liberdade humana propriamente dita (ou da autonomia).

(more…)

Quinta-feira, 25 Abril 2013

Frade católico agredido pela polícia de François Hollande

“We are in the midst of huge battle between the supernatural order of the universe with Christ as its king, and the naturalistic souless order imposed by these politicians who believe in man-made utopias. These luciferian agents cannot possibly understand that man’s destiny is to be with God, who will call us everyone of us to account. They cannot buy us off.”

— Via The Thinking Housewife › A Report from Paris

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Terça-feira, 19 Março 2013

O governo “conservador” inglês pretende “regular” a liberdade de expressão dos blogues

Filed under: cultura — O. Braga @ 12:47 pm
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O governo (anti) conservador de David Cameron, através da sua maioria no parlamento britânico, criou uma Entidade Reguladora da liberdade de expressão na Internet. Segundo o jornal inglês The Guardian, os blogues britânicos que não se inscreverem na Entidade Reguladora britânica serão fortemente penalizados com coimas.

Longe vão os tempos da Inglaterra como modelo político do mundo livre e iluminista. A Inglaterra entra hoje, cada vez mais, no obscurantismo do nepotismo político.

Quinta-feira, 21 Fevereiro 2013

A União Europeia pretende controlar a imprensa de todos os países

A União Europeia emitiu um relatório (solicitado por Neelie Kroes, comissária para as “Novas Tecnologias”) com o título “Os média livres e pluralistas para sustentar a democracia na Europa”.

broken_flag_of_europeO relatório defende “a criação de um conselho independente em relação aos média” em cada país da União Europeia. Este “conselho independente” deverá “dispor de poderes reais de sanção, como por exemplo a capacidade de impor emendas, de ordenar a difusão de desculpas públicas, ou a retirada da carteira profissional de jornalista. Segundo a União Europeia, a criação deste “conselho independente” servirá para “proteger a liberdade de imprensa e o pluralismo”.

A construção do leviatão da União Europeia revela um paroxismo maquiavélico: utiliza-se o conceito de “democracia” para eliminar, lenta mas paulatinamente, a própria democracia (Nigel Farage tem razão).

Sexta-feira, 15 Fevereiro 2013

O Ocidente “desenvolvido” e a polícia do pensamento

OTTAWA, February 14, 2013, (LifeSiteNews.com) – The leader of Canada’s Opposition party is digging in despite calls for an apology after he said the Christian belief that homosexuality is a sin goes “completely against” Canadian law and values.

via Opposition leader stands by claim that Christian sexual beliefs violate Canadian law | LifeSiteNews.com.

policia pensamentoA ideia segundo a qual o pensamento individual, ou o de um qualquer grupo social, “vai contra as leis emanadas do Estado”, para além de ser surpreendentemente abstrusa, começa a ser hoje normalmente propalada pela classe política com o maior descaramento. Reparem bem: um político qualquer arroga-se no direito de dizer, por exemplo, que “a minha mundividência, ou a forma como eu penso determinado fenómeno social, político, cultural ou ético — vai contra a lei!”

O que está subjacente a essa concepção da sociedade é a ideia de que o Estado pode legitimamente policiar e controlar aquilo que o cidadão pensa — o que é extraordinário e pede meças à Inquisição espanhola da Idade Média. E o mais chocante é que a classe política, em geral, e cada vez mais em crescendo, defende o policiamento do pensamento como se fosse a coisa mais natural e normal do mundo.

¿ Como é que aquilo que “eu penso” pode ser “contra a lei”? ¿ Como é que pode existir uma lei que me imponha o pensamento?


“Não há machado que corte / a raiz ao pensamento / não há morte para o vento / não há morte”Manuel Freire

Terça-feira, 22 Janeiro 2013

Novo endereço do blogue Gates of Viena

Filed under: Blogosfera — O. Braga @ 6:41 pm
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O blogue Gates of Viena, que foi sujeito a censura pelo Blogger (Google), voltou à rede, desta vez em plataforma WordPress. O endereço é o seguinte: http://gatesofvienna.net/ .

Embora eu não concorde com grande parte do que se escreve naquele blogue, perfilho a opinião de Voltaire: “Não concordo com uma única palavra do que dizes, mas defenderei até à morte o vosso direito de dizê-la”. A censura da opinião só se justifica em caso de alarme social que coloque em causa a segurança pública.

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Site no WordPress.com.

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