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Segunda-feira, 28 Novembro 2016

Afinal, o maltês é maçon

Filed under: Política — O. Braga @ 6:45 pm
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Há alguns anos, quando escrevia em um blogue, o cabrão do maltês jurava, a pés juntos, que não pertencia à maçonaria.

“Na Valenciana, em Campolide, juntaram-se os partidários do politólogo José Adelino Maltez, possível candidato à liderança do GOL (Grande Oriente Lusitano) e grande opositor do actual Grão-Mestre, Fernando Lima.”

Jantares na sexta-feira negra

Ficamos a saber como o maltês conseguiu a cátedra e a atenção dos me®dia. Dêem-lhe tudo, porque ele não merece. Há-de morrer como os grilos: de cu virado para o ar e com os cornos enfiados no chão.

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Sábado, 26 Novembro 2016

A vitória de Pirro de Fidel Castro que o Maltês enaltece

 

Anda por aí um maltês que se diz “politólogo” (Deus sabe como ele chegou à cátedra).

“Fidel Castro, hoje falecido aos 90 anos, foi um «vencedor da História», «lançou a transição» e «subscreveu esta paz dos bravos» comentou hoje José Adelino Maltez, professor universitário”.

O politólogo que diz de si mesmo que é “liberal”; e que lambe o cu a um ditador; “vencedor da História” é a pata-que-o-pôs! Pirro teve uma vitória mais decente.

Desde que seja de Esquerda, o liberal português refastela-se, lambujeiro, no esfíncter do ditador.

Domingo, 17 Abril 2016

O liberalismo do Maltez

 

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Se o Maltez é favorável à livre circulação de bens, capitais e pessoas (ou por qualquer ordem diferente desta), embora regulados pelo Estado de Direito, então segue-se que ele é um conservador e não um liberal — a não ser que ele transforme o Estado de Direito em um mero meio, e não um fim em si mesmo, o que caracteriza o liberal.

Quando o Estado de Direito é um simples meio para atingir determinados fins, as normas (leis) podem ser (no limite) formatadas para servir quaisquer fins, incluindo a limitação da liberdade de circulação de bens, capitais e pessoas. O liberalismo enquanto ideologia política (não me refiro aqui à economia política liberal!) é auto-contraditório.

O liberalismo (enquanto ideologia) retira ao Estado de Direito o seu fundamento metajurídico, que é aquilo que está para além e antes da Constituição e que é fundamento desta. Quando a Constituição e as leis são inventadas discricionariamente pela elite liberal (sem qualquer fundamento metajurídico que se baseia na História e na tradição das diferentes sociedades), então o Estado de Direito é um simples meio para se atingirem fins muitas vezes inconfessáveis e imprevisíveis pela sociedade em geral.

Portanto, ou o Maltez é conservador, ou então  faz da ambiguidade sistémica um instrumento de afirmação política. E a ambiguidade é a arma dos fracos.

Segundo o conservantismo, a livre circulação de bens, capitais e pessoas deve-se sujeitar ao Estado de Direito, e não o contrário disto. Primeiro, o Estado de Direito; depois, a livre circulação de bens, capitais e pessoas.

E por isso não é possível qualquer tipo de regulação do Estado de Direito sem a nação (em primeiro lugar) e (depois) sem o Estado (ver definições). A ideia de que é possível regular seja o que for dentro da anomia de um leviatão europeu culturalmente descaracterizado, politicamente elitista e até não-democrático, é a antítese da liberdade política.

¿Como é que aquela criatura de Deus defende a liberdade política ao mesmo tempo que defende a construção de um leviatão europeu?! A liberdade política só é possível tendo como base o Estado-Nação; e Portugal é um Estado-Nação desde a sua fundação (dos mais antigos da Europa e do mundo).

O Maltez irrita-me, porque defende uma coisa e o seu contrário com tiques de uma genialidade auto-outorgada.

E depois utiliza simbolicamente a “paz perpétua” de Kant para justificar a sua (dele) visão ambígua da liberdade. A ideia de que um governo mundial garantiria a “paz perpétua” seria aceitável depois da guerra dos 30 anos (que dizimou a Alemanha) e até finais do século XVIII. Hoje sabemos que um governo mundial não imporá uma paz perpétua, mas antes uma paz podre, onde os relapsos políticos terão que se refugiar em Marte. O Maltez defende um totalitarismo global em nome da liberdade. É isto que me chateia, mas que toda a gente cala porque o homem vai à televisão.

Quinta-feira, 14 Abril 2016

O José Adelino Maltez ainda vive no tempo do “cogito”

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:49 am
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O José Adelino Maltez ainda vive no tempo do “cogito, ergo sum”; mantém a visão cartesiana que deixou de estar na moda: essa coisa de “ciência” é hoje para papalvos e ignorantes.

Hoje, impõe-se o “coito ergo sum”, o que significa que um homossexual sem parceiro ou parceiros, não é homossexual.

Afirmar que “um homossexual pode ser papa, mas sem parceiro”, é hoje tão incompreensível como afirmar que alguém pode ser professor sem alunos.

O estatuto ontológico de uma pessoa é hoje definido pela acção (a famigerada “práxis”), mas não já pela liberdade. No tempo em que o Maltez era menino e moço, um homem agia porque era livre; hoje é livre porque age (como acontece com os animais domésticos que substituíram as crianças).

Sexta-feira, 8 Abril 2016

A arte de comunicar sem dizer nada

 

O Maltez é especialista na arte de comunicar sem dizer nada, quando confrontado com a realidade pura e dura que lhe causa uma certa dissonância cognitiva.

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Este “poste” do Maltez refere-se ao pedido de demissão do chefe do Estado-Maior do Exército, General Carlos Jerónimo, na sequência polémica em torno do Colégio Militar, em que o subdirector do colégio, tenente-coronel António Grilo, admitiu que a instituição contacta as famílias dos alunos e aconselha-os a retirar os filhos da escola quando descobrem que eles são homossexuais, para os proteger dos outros alunos.

É claro que o General Carlos Jerónimo foi pressionado a demitir-se pelo governo de Esquerda radical.

Convém que se diga que o Colégio Militar não é uma instituição qualquer de ensino; e se esta saga fundamentalista de Esquerda continua, a única solução é fechar o Colégio Militar. Ou então, transformar o Colégio Militar em uma espécie de sauna gay. É isto que o Maltez deveria ter dito se quisesse comunicar dizendo qualquer coisa de concreto.

Quinta-feira, 7 Abril 2016

O Maltez é juiz em causa própria

 

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Quarta-feira, 6 Abril 2016

O José Adelino Maltez e a alienação da soberania portuguesa

 

« Também o investigador de Ciência Política José Adelino Maltez disse à Lusa que não há aqui um convite a uma entidade estranha ao exercício da função dos órgãos de soberania” nacionais já que há uma “nova realidade constitucional” desde que Portugal se vinculou “a uma série de princípios e a tratados internacionais”.

O Banco Central Europeu “deixou de ser estrangeiro” e o “Banco de Portugal deixou de ser uma entidade dependente do Estado português”, afirmou. »

Draghi no Conselho de Estado: inovação ou “marketing institucional”?

Vamos partir do princípio de que o argumento do Maltez [segundo o qual Portugal se vinculou “a uma série de princípios e a tratados internacionais”] é válido. A pergunta é a seguinte: ¿o povo português foi directamente consultado nesses tratados assinados em seu nome? A resposta é “não”: não houve referendo nenhum sobre tratados de cedência de soberania. Portanto, mesmo que seja válido o argumento do Maltez, é uma filha-da-putice, um argumento cínico e insultuoso para o povo português.

Agora imaginemos outro cenário: Jean-Claude Juncker é convidado pelo primeiro-ministro António Costa para assistir a uma reunião do conselho de ministros. Segundo o Maltez, o convite é constitucionalmente válido, por analogia com o caso do convite do Marcelo Rebelo de Sousa a Draghi para assistir a uma reunião do Conselho de Estado.

Mesmo que o argumento do Maltez seja válido, ambos os convites colocam em causa o princípio da subsidiariedade (o princípio do “cada macaco no seu galho”).

Porém, a verdade é que o argumento do Maltez não é válido, porque contraria o estipulado na Constituição Portuguesa, nomeadamente o Artº 1, 3, 5, 6, para citar alguns.

Note bem, caro leitor: um tratado internacional assinado pelo governo, e não referendado, não pode ir contra o espírito e letra da Constituição! O Maltez já labora na ilegalidade.

As “bocas” de ontem do Maltez

 

jm-soberanismo-dos-pequeninosO Maltez parece os comunistas da URSS: quando o comunismo estava em declínio, diziam que “é preciso mais socialismo”. Quando o globalismo evidencia a sua perversidade, o Maltez diz que é preciso mais globalismo — afirmando que “o soberanismo dos pequenos e médios dá só para palpites de futebol”.

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O Maltez não é contra o globalismo: é contra este globalismo que utiliza o papel moeda (ver este vídeo). O reforço do globalismo do Maltez passa pela eliminação do papel moeda e a sua substituição pelo dinheiro digital (não pode ser de outra maneira!) que pode ser facilmente controlado pelas elites globalistas. O Maltez sugere uma emenda que é pior do que o actual soneto.

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O Maltez pressente que as fugas de informação do Panamá foram direccionadas contra o globalismo eurasiano e contra o globalismo islâmico — porque há poucos nomes anglo-saxónicos. E por isso, o Maltez ataca também Wall Street e a City de Londres. Este ataque não é contra as offshores: é contra o capitalismo entendido em si mesmo. O mundo globalizado, visto pelo Maltez, não tem poder financeiro que se sobreponha ao poder político (o que eu também defendo, através da soberania dos Estados); e a contradição do Maltez consiste em erradicar as soberanias ao mesmo tempo que pretende combater a supremacia globalista do poder financeiro sobre o poder político.

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A proposição “a lógica é uma batata” surgiu na Academia por intermédio de “intelectuais” que tinham dificuldade em raciocinar, e que, mesmo assim, conseguiram o seu alvará de inteligente — como é o caso do Maltez.


Adenda: tendo eu sido bloqueado pelo Maltez no FaceBook, estas imagens foram-me enviadas por alguém que tem acesso ao FaceBook dele, o que agradeço.

Terça-feira, 5 Abril 2016

José Adelino Maltez e a tradição

Filed under: filosofia — O. Braga @ 7:49 pm
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Podemos ver neste texto do José Adelino Maltez — a propósito: ele acabou de me bloquear no Facebook, o que, para mim, é uma honra — uma contradição:

“Logo, teoricamente, o Ocidente aceitou o cristianismo, mas, na prática, o Ocidente permaneceu pagão (id. 377). E o resultado foi um hibridismo: o que no catolicismo tem um carácter realmente tradicional é bem pouco cristão e o que nele é cristão é bem pouco tradicional (id. 379)”. [José Adelino Maltez parafraseando Julius Evola].

Adiante, o Maltez escreve:

A tradição nada tem a ver com esse sucedâneo do mito pagão do eterno retorno, entendido como um simples círculo fechado, totalmente contrário ao conceito de tempo linear, assumido pelo libertacionismo judaico-cristão. Porque contra os sucessivos milenarismos do fim da história, há que proclamar, como Santo Agostinho, que não é o mundo que acaba, é um novo mundo que começa”.

Desde logo, é falso que o “libertacionismo judaico-cristão” fosse contrário ao conceito de tempo linear. Temos aqui que distinguir entre o Judaísmo de antes do Êxodo, e o posterior. Exactamente o que marca o Judaísmo do pós Êxodo é marcação do tempo linear. E Jesus Cristo — também através do autêntico S. Paulo — interrompeu os ciclos míticos do paganismo anterior ao Cristianismo [egípcio, mesopotâmico, órfico, dionisíaco, etc.], ao fazer com que o Messias nascesse de uma virgem, morresse e ressuscitasse, de uma vez por todas (tempo linear).

Aliás, o Milenarismo cristão é definitivo (marcado pelo tempo linear; não admite retorno), e não cíclico: a escatologia milenarista cristã acaba com a presente realidade que se transmuta em uma outra, transcendente (“o novo mundo que começa” é transcendente e não imanente, segundo Santo Agostinho).

Se “o que é tradicional é pouco cristão” [como escreve o José Adelino Maltez parafraseando Evola, e, portanto, assume-se que concorda com este], e se o que “é cristão é bem pouco tradicional — então segue-se, por exclusão, que o que é tradicional é marcadamente pagão (aliás, na linha de pensamento de Evola]. Mas se a tradição “nada tem a ver com esse sucedâneo do mito pagão do eterno retorno”, ficamos sem saber em que se escora a tradição.

Não vou discutir agora a forma quase poética como o tema é apresentado pelo José Adelino Maltez.

(ficheiro PDF do texto do JAM)

O Maltez e o capital

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 1:06 pm
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Ora vamos tentar analisar este “poste” do Maltez:

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Antes de mais temos que saber o que é o “capitalismo” — porque já sabemos o que é o “capital”: é o “vil metal”.

O capitalismo é um sistema económico que se baseia na propriedade dos meios de produção, e que pressupõe uma tendência para a concentração de capitais.

Segundo esta definição, podemos falar em capitalismo ateniense (da Atenas da Grécia antiga), de capitalismo romano do fim do império romano, de um capitalismo bancário na Idade Média (por exemplo, com os templários), de um capitalismo do Renascimento (Florença, Nuremberga), e, finalmente, também podemos falar de um capitalismo de Estado (URSS, Cuba, etc.). Porém, quando até há pouco tempo se falava em “capitalismo”, referia-se normalmente ao liberalismo económico da escola escocesa de economia que teve o seu principal intérprete em Adam Smith.

Portanto, se o capital é um roubo, temos que voltar à Idade da Pedra, ou ao tempo em que os animais falavam.

O tiro do Maltez

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:39 am
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O Henrique Raposo, no seu ensaio “Alentejo Prometido” (pág. 57), descreve assim o “maltês”:

“Herdeiros dos velhos guerrilheiros, os famosos malteses andavam em bando, roubavam ricos e pobres e, quando não roubavam, ameaçavam deitar fogo a casas e colheitas”.

O maltês não era como o Zé do Telhado, aqui do norte, que roubava aos ricos para dar aos pobres; o maltês roubava indiscriminadamente ricos e pobres, e quando não roubava, ameaçava com a escatologia apocalíptica. O maltês — ou “maltez”, conforme o português anterior à reforma ortográfica de 1945 — era um sociopata libertário que impunha a sua própria lei.

os malteses

O Maltez publicou um “post” dirigido expressamente à minha pessoa. Diz ele que eu publiquei, na “casa dele”, um comentário “equivocamente anti-semita” (repare-se no “equivocamente”). Ora, basta ao leitor fazer uma pesquisa neste blogue sobre as palavras “judeu” e/ou “Israel”, para chegar à conclusão de que eu sou (equivocamente) “sionista”. Ora, há aqui um problema lógico: é o de que eu não posso ser simultaneamente anti-semita e sionista.

jm-antisemita

Poderá argumentar-se que o Maltez não conhecia a minha opinião acerca dos judeus; e, vai daí, equivocamente jogou pelo seguro — não vá o comentário ser equivocamente anti-semita. Ou seja, como bom maltês, disparou primeiro, em caso de dúvida; não vá o equívoco fazer lei que não a dele. E depois vem a ameaça escatológica e apocalíptica do bloqueamento: quando não impõe a sua lei, o Maltez ameaça deitar fogo a tudo.

O José Adelino Maltez é um professorzeco de ciência política, ou seja, é um especialista em uma determinada área. E quando a cumbersa descamba para fora do seu estrito âmbito de conhecimento, a terra treme-lhe debaixo dos pés — o que, convenhamos, não é agradável para ninguém: o ser humano moderno é homem do neolítico actualizado: quando treme a terra, comporta-se exactamente como um caçador recolector da Idade da Pedra.

O que não é normal, no Maltez, é a ideia de que o “liberalismo” (que ele diz perfilhar) seja uma espécie de pensamento único: quem não concorda com ele é “fascista”, “salazarista”, “anti-semita”, e outras coisas terminadas em “ista”. No Maltez não há in dubio pro reo: ele fuzila logo, quando os argumentos não coincidem com os seus (dele); e quando não fuzila, marca o alvo na mira, à espera de uma oportunidade para atirar sobre o mensageiro quando a mensagem não lhe agrada.

Segunda-feira, 4 Abril 2016

O Maltez do dia

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:03 pm
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Tenho seguido o FaceBook do José Adelino Maltez; e vou continuar a seguir, apesar de ter sido censurado por um comentário manifestamente inócuo. E vou continuar a seguir porque a censura não me impede de comentar aqui no blogue — apesar do liberalismo do Maltez: “bem prega frei Tomás…”. Para o efeito, abri aqui uma rubrica do “Maltez do Dia”.

 

jm-papa

Quem afronta a opinião do Maltez com qualquer argumento, é “atrasadinho com tecla”; há que dizer ámen.

E depois vem a apologia do Maltez em relação ao cardeal Bergoglio porque este criticou a corrupção capitalista; mas eu nunca vi nem ouvi o papa-açorda Francisco criticar a Cuba de Fidel Castro que é um político comunista que, alegadamente, não terá acumulado qualquer riqueza à custa do povo cubano. Ou seja, o papa-açorda Francisco é vesgo; e o José Adelino Maltez também.

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