perspectivas

Segunda-feira, 10 Fevereiro 2014

Touradas: um recado para os me®dia portugueses: o povo não pode comer lagosta!

 

anti-tourada

Os me®dia portugueses alinham vergonhosa e despudoradamente à esquerda — principalmente aquele pasquim Púbico e gay de Belmiro de Azevedo. E é também por isso é que os portugueses cada vez menos lêem jornais. Por mim, jornais como o Público não fazem falta nenhuma: já deveriam ter fechado ontem.

A intoxicação me®diática politicamente correcta contra as touradas vem de uma pseudo-elite que diz que não come carne mas come certamente lagosta. Mas os estudos de opinião dizem que a esmagadora maioria do povo português come carne e não pode comer lagosta.

Segunda-feira, 19 Agosto 2013

Queres ser inteligente? Faz-te ateu!

Basta uma pessoa dizer que professa o ateísmo para se tornar automaticamente mais inteligente, como se se tratasse de um upgrade de um software da Microsoft. O upgrade tem resultados imediatos: uma pessoa afirma o seguinte: “a partir de agora não sou religioso!” E PUM! Perlimpimpim! Torna-se imediatamente mais inteligente…!

A coisa é simples e funciona assim: estabeleço a priori um critério de “inteligência”, e quem não satisfizer esse critério é burro.

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Republicanos inteligentes medindo a cabeça de um jesuíta burro

Dou um exemplo de um critério possível de “inteligência”: “uma pessoa inteligente é vegetariana, tolerante em relação à sodomia, defensora do aborto livre até aos 9 meses de gravidez, tem uma fé religiosa na ciência, e vota no Bloco de Esquerda”. Você enquadra-se neste critério de “inteligência”? Não?! Então você é burro!

Portanto, o critério é político e ideológico. Ou seja, estamos em presença de cientismo.

Por outro lado, como 99% das pessoas ou é religiosa ou segue uma cultura religiosa, e segundo a teoria da probabilidade, é óbvio que encontramos muito mais pessoas com défice de inteligência em uma maioria de 99% do que numa minoria de 1%. Não é preciso escolher muito.

Ou seja – “trocando por miúdos” para que os ateus e o Jornal I possam compreender o que eu quero dizer: mesmo seguindo um determinado critério a priori de “inteligência”, é mais provável encontrar um “burro” em uma maioria cultural de 99% da população, do que em uma minoria cultural de 1% da população. A probabilidade de encontrar um burro entre 1000 pessoas é maior do que encontrar um burro em 10 pessoas.

E se imaginarmos, por absurdo, que 99% das pessoas seriam ateias, então, e segundo esses “estudos”, 99% das pessoas deixaria de ser burra, e passariam todas elas a ser inteligentes! Brilhante! Só no Jornal I é que aprendemos coisas destas… !

A negação de uma crença religiosa é, em si mesma, uma crença. E só um burro ateu – e o Jornal I – não consegue ver isto.

Ora, o que os “estudos” fazem é o seguinte: 1/ estabelecer um critério de “inteligência” que convenha a uma determinada mundividência ideológica e política; 2/ negar a teoria da probabilidade, ou fazer de conta que ela não existe. Isto é ciência, estúpido!

[ficheiro pdf da burrice do Jornal I]

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