perspectivas

Quinta-feira, 22 Dezembro 2016

O João Miguel Tavares é homófobo

 

"A revolução é como Saturno: devora os seus próprios filhos".

Georg Büchner, a propósito de Georges Danton e de João Miguel Tavares

Um guei conhecido, de seu nome Milo Yiannopoulos, é considerado pela Esquerda anglo-saxónica como um “paneleiro perigoso” porque é (entre outras coisas) contra o "casamento" gay e contra a adopção de crianças por pares de invertidos.

Vejam aqui em baixo um vídeo com o tal “paneleiro perigoso”:

 

Quinta-feira, 2 Junho 2016

O laicismo do João Miguel Tavares e do Daniel Oliveira

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:59 am
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do-it-yourself lobotomyImaginemos que existe uma religião que recomenda que o marido dê porrada todos os dias na mulher, e que as meninas recém-nascidas devem sofrer a excisão do clitóris.

Em nome do “laicismo”, o João Miguel Tavares e o Daniel Oliveira pensam que o Estado deve tratar essa religião de uma forma igual à que trata o Catolicismo ou o Budismo, por exemplo.

Quando o João Miguel Tavares critica o jacobinismo do Daniel Oliveira, não se dá conta de que incorre na mesma postura radical laicista dos jacobinos.

E quando o Daniel Oliveira defende a ideia segundo a qual “todas as religiões são iguais e merecem igual tratamento por parte do Estado”, não se dá conta de que é burro.

As religiões não são todas iguais, e o Estado não as tem que tratar de forma igualitária. Tão simples quanto isto.

Quarta-feira, 6 Maio 2015

A “discriminação científica” do Instituto Português de Sangue e Transplantação

 

Uma das características da organização política dos fanchonos (ILGA) é a de que quem não concorda com ela é imediatamente apodado de “ignorante”.

Chamar os outros de “ignorantes” é um mecanismo de defesa fanchono semelhante ao da Inquisição medieval que chamava de “hereges” a quem não concordava com uma determinada orientação política; no caso da ILGA, em vez da Inquisição temos hoje a Ingaysição, e à orientação política acrescenta-se a “orientação sexual panisga”. 

Eu tinha razão quando escrevi que o João Miguel Tavares iria ser crucificado pelo politicamente correcto. Mas não é só o João Miguel Tavares que é apelidado de “ignorante” pela ONG dos miascos: o presidente do Instituto Português de Sangue e Transplantação (Instituto Português de Sangue e Transplantação (IPST)), o médico Hélder Trindade, também é considerado “ignorante” pela ONG dos picolhos. E o governo também é “ignorante”: todo o mundo é ignorante excepto os  apaniguados da organização política dos panucos.


A Idade Moderna reconheceu a autoridade da ciência que só se pronunciava sobre o que parecia ter sido cientificamente estabelecido. A técnica científica era então um fenómeno social, e não individual. Ao contrário da religião, a ciência é neutral do ponto de vista ético — e por isso é que se pode dizer que a ciência e religião se complementam. A técnica científica é contrária à anarquia e até ao individualismo, e exige uma estrutura social disciplinada.

Essa autoridade da ciência morreu; o irracionalismo volta a estar na moda.

Hoje, o politicamente correcto exige da ciência que seja uma espécie de religião política — uma nova versão do positivismo de Comte. A ciência é hoje utilizada como uma arma de arremesso político e ideológico. É neste sentido que a “ciência politicamente correcta” é uma espécie de cientismo, em que a ciência enquanto técnica é relativamente desprezada, e à ciência teórica é dada o beneplácito de função no jogo político e ideológico.

No caso concreto da putativa “ignorância” do I.P.S.T., os argumentos da ONG panasca são equiparáveis aos argumentos da escolástica medieval que se questionava, por exemplo, se a substância era essência, ou se a essência era a quididade. O politicamente correcto introduz um discurso dogmático em nome da “ciência”.

Perante a pressão política e ideológica — como aconteceu por exemplo na ex-URSS — a própria comunidade científica tem medo de se expressar cientificamente. Hoje, a Ingaysição persegue os cientistas “relapsos” que não assumem um qualquer dogma politicamente correcto. Depois de condenado o cientista, a Ingaysição entrega-o ao seu braço secular, a Gaystapo que actua dentro das instituições científicas e políticas, e que trata de lhe aplicar a pena da censura e da invisibilidade social e política. Hoje já não há pena-de-morte para os heréticos, mas o cientista herege passa a ser um morto-vivo: é a verdade científica que é queimada em auto-de-fé, e o cientista prevaricador é condenado a um purgatório vitalício.

Hoje, o politicamente correcto recusa liminarmente qualquer facto científico julgado “inconveniente”.

São os factos que se têm que adequar à religião política; e se um facto não é “adequado”, é simplesmente condenado pela Ingaysição. Por exemplo, se a técnica científica verifica empírica- e estatisticamente e demonstra que, em média, os rabolhos vivem menos tempo do que o normal, a ONG dos larilas utiliza imediatamente os serviços da Ingaysição e o poder político repressivo da Gaystapo para condenar os factos ao olvido — porque se parte do princípio de que é a realidade que tem de se adequar aos desejos do sujeito. S. Tomás de Aquino dizia que “a verdade é a adequação do intelecto à realidade”; o politicamente correcto inverteu a noção de verdade: passou a ser a adequação da realidade ao sujeito.

Para combater os “factos teimosos e discriminatórios” verificados pela técnica científica, a Ingaysição — e o politicamente correcto, em geral — tenta impedir qualquer possibilidade de categorização da realidade; a noção de juízo universal é destruída pela Gaystapo e a ciência propriamente dita torna-se impossível; a excepção passa a ser uma regra, a curva de gauss é banida alegadamente por ser “discriminatória”, as estatísticas são diabolizadas em nome do dogma da “igualdade”.

Segunda-feira, 4 Maio 2015

Não conhecia a coragem do João Miguel Tavares

 

Numa altura em que a ciência vem demonstrar à fartazana que a percentagem de incidência da SIDA na comunidade homossexual é astronomicamente superior quando comparada com o resto da população (fala-se em percentagem de incidência, e não em números absolutos), o João Miguel Tavares corre o risco de ser crucificado pelo politicamente correcto.

A besta que é o Ricardo Araújo Pereira levantou o problema; e o burro Pedro Mexia acredita que “a ciência é discriminatória”.

 

Quarta-feira, 19 Novembro 2014

A mentalidade argentina do João Miguel Tavares

 

Um catalão disse-me, um dia, que não gostava dos argentinos porque estes eram muito convencidos da sua putativa superioridade em relação a tudo e a todos.

Em Portugal também temos “argentinos”, nomeadamente aqueles que descendem do Alentejo profundo, cuja ascendência comeu o pão que o diabo amassou — e que hoje fazem parte da alta roda lisboeta apaparicada pelos me®dia politicamente correctos, convencidos da sua superioridade argentina e terceiro-mundista. É o caso do João Miguel Tavares.

O argentino João Miguel Tavares não raciocina: não adianta dizer-lhe que os Vistos Gold existem nos Estados Unidos, Austrália, Reino Unido, França, Alemanha, Canadá, etc., porque o João Miguel Tavares pensa como um argentino de Évora. E pior do que um argentino propriamente dito é um argentino da pasmaceira, embora radicado em Lisboa.

Se as notas de 10 Euros fossem falsificáveis, o argentino João Miguel Tavares defenderia que se retirassem as notas de circulação e não se substituíssem por outras. E fala de cátedra argentina. O problema do argentino João Miguel Tavares não é a possibilidade de falsificação das notas de 10 Euros: é a própria existência das notas que o preocupa. E os “burros” são os outros.

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