perspectivas

Sábado, 6 Fevereiro 2016

Os defensores da eutanásia deveriam imediatamente eutanasiados

 

A mesma elite política que legalizou o "casamento" gay e a adopção de crianças por pares de invertidos à revelia da vontade do povo português, irá certamente legalizar a eutanásia.

Estamos perante a adopção da filosofia da “República” de Platão, em que uma elite se arroga no direito de definir o destino de toda a sociedade sem a consultar.

Quaisquer argumentos racionais contra a legalização da eutanásia, não irão adiantar absolutamente nada, porque a decisão já foi tomada nas lojas maçónicas e nas sedes dos partidos políticos jacobinos. O parlamento português está sitiado e condicionado; a classe política está controlada. O debate está inquinado à partida, e qualquer discussão pública sobre o assunto é prolixa.

Das duas, uma: ou o povo baixa os braços; ou reage com violência física — por exemplo, dando à Paula Teixeira da Cruz, desde já, a eutanásia que ela defende. Todos os defensores da eutanásia deveriam imediatamente eutanasiados, para que a sociedade possa manter a sua salubridade ética e cultural.

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Sexta-feira, 5 Fevereiro 2016

Portugal vive hoje em uma autocracia

 

É inevitável relacionar este texto de João César das Neves com estoutro que fala do aumento massivo da abstenção na democracia representativa portuguesa — porque a democracia representativa portuguesa nada mais é do que uma sequência de golpes-de-estado, em que o povo não é tido nem achado.

Uma democracia representativa só é legítima quando se baseia em uma Constituição que, por sua vez, se fundamenta em princípios metajurídicos escorados no Direito Natural.

Ora, isto já não se passa hoje com a democracia representativa portuguesa: os fundamentos da Constituição sofreram uma reinterpretação através da qual o Direito Natural foi erradicado; ou seja, os únicos fundamentos metajurídicos que existem hoje realmente na interpretação que é feita da Constituição, são os que decorrem do conceito literal de "Vontade Geral" por parte da classe política controlada pelos globalistas anglo-saxónicos.

Desta forma, o povo alheia-se da democracia representativa; não se sente representado nela, porque ela não passa já de uma expressão arbitrária e discricionária da vontade de Poder da classe política. A classe política portuguesa actua em roda livre, e em vez de democracia temos uma autocracia.

Portugal vive hoje em uma autocracia.

João César das Neves queixa-se daquilo que nos é imposto coercivamente pela ONU que é controlada claramente por uma dúzia de plutocratas anglo-saxónicos (o grupo dos trezentos).

Paradoxalmente, vemos hoje uma Esquerda radical defender, na área da cultura antropólogica, as ideias de Bill Gates, dos Rockefeller, ou dos Rothschild. Estranho mundo em que vivemos hoje, em que alegadas oposições são convergentes. Nunca nos devemos esquecer de que Wall Street apoiou financeiramente os bolcheviques na década de 1920, e que o capitalista eugenista americano Henry Ford apoiou financeiramente o regime de Hitler.

A democracia representativa portuguesa está presa por arames. Ninguém pode ter a certeza do futuro, mas não podemos acreditar que ela dure por muito tempo.

Domingo, 31 Janeiro 2016

O jacobinismo é uma forma romântica de revolta

 

A Helena Matos tem razão neste artigo:

“O nosso problema é o iluminismo jacobino, esse período/modo de ser em que umas criaturas se achavam melhores que as outras e como tal se entendiam não só predestinadas para mandar como não aceitavam quaisquer limites à sua vontade”.

O que distingue realmente o Partido Comunista do Bloco de Esquerda é que o primeiro adopta uma forma racionalista de revolta, enquanto que o segundo adopta o jacobinismo que é uma forma romântica de revolta.


A forma romântica de revolta vê-se no calvinista Byron, por exemplo, mas também em Schopenhauer ou em Nietzsche — para além de Rousseau. A forma romântica de revolta tende a elevar a vontade (subjectiva) sacrificando o intelecto; impacienta-se com quaisquer cadeias de raciocínio e glorifica determinadas formas de violência.

Na política prática, a forma romântica de revolta tem importância como aliada de um nacionalismo emotivo e não fundamentado racionalmente. Por tendência, os revoltosos românticos tendem a ser hostis à Razão, e até anticientíficos; é por isso que não vale a pena perder tempo a argumentar com eles. Discutir com alguém do Bloco de Esquerda ou da ala radical do Partido Socialista, é pura perda de tempo.

Algumas das formas mais extremas do forma romântica de revolta encontram-se entre os anarquistas russos, mas foi a Alemanha que deu saída à filosofia anti-racional da Vontade Nua. Trata-se de uma filosofia aristocrática da rebelião (Byron) que, em crescendo, inspirou uma longa série de movimentos revolucionários — desde a Carbonária (depois da queda de Napoleão), até ao golpe de Estado de Hitler em 1933; e em cada fase inspirou o modo de pensar e sentir entre intelectuais e artistas.

As pessoas cultas de França, no século XVIII, admiravam muito a chamada “sensibilité” (sensibilidade), a tendência para a emoção, em especial a da simpatia: para ser verdadeira e genuína, a “sensibilidade” tinha que ser directa, violenta, inteiramente liberta do pensamento e da razão. Um homem de “sensibilidade”, no século XVIII, choraria copiosamente ao ver a miséria de uma só família campesina, mas ficaria indiferente diante um programa político de melhoria das condições de vida do campesinato. Um homem de “sensibilidade” supõe os pobres mais virtuosos do que os ricos (na linha de Rousseau).

Esta atitude romântica da “sensibilidade” encontra-se plasmada no Bloco de Esquerda e no Partido Socialista de António Costa.

Os românticos não ambicionam paz e descanso, mas antes uma vigorosa e apaixonada vida individual. Não simpatizam com o industrialismo, por ser feio: a minhoca é útil mas não é bela; o tigre é belo mas não é útil. A moral dos românticos tinha motivos estéticos; mas o problema do romantismo actual é o de que inverteu os valores estéticos do século XVIII.

Nos românticos — verifica-se isto, por exemplo, no Daniel Oliveira — o erro do ser humano não tem origem na psicologia do indivíduo, mas antes tem origem no padrão de valores. Admiram as paixões fortes, sejam quais forem, na qualidade e nas consequências sociais; e têm uma enorme dificuldade em renunciar a satisfações presentes para obter vantagens futuras (Carpe Diem). O movimento romântico visa libertar a personalidade humana de quaisquer convenções e moralidade sociais, criando um espírito de revolta inconsequente e irracional.

Sexta-feira, 31 Janeiro 2014

Béatrice Bourges: a heroína pela liberdade e contra o despotismo socialista de François Hollande

 

Béatrice Bourges está em greve de fome há cinco dias na praça Édouard Hériot, em Paris. A greve de fome de Béatrice Bourges tem como objectivo protestar contra as políticas culturais (na área dos costumes) e económicas do socialista e jacobino François Hollande.

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Na passada Segunda-feira, Béatrice Bourges foi interrogada (na via pública!) onze vezes pela polícia a mando do ditador François Hollande — segundo nos informa o GalliaWatch. Não satisfeitos com os interrogatórios sucessivos, a polícia social-fascista do jacobino François Hollande tentou privar Béatrice Bourges do sono, impedindo-a de dormir, para além de tentar privá-la de liberdade de movimento na via pública.

Na passada quinta-feira, Béatrice Bourges foi interrogada novamente pela polícia fascista do jacobino François Hollande, apesar da sua fraca condição física devido à greve de fome. Para evitar que ela fosse detida pela polícia neonazi e gayzista do maçon François Hollande, a família de Béatrice Bourges acabou por retirá-la da rua a pretexto de um exame médico.

Beatrice Bourges

¿Você já viu qualquer referência a Béatrice Bourges nos me®dia portugueses? Não viu nem virá! Voltamos ao tempo da clandestinidade imposta por um novo fascismo gayzista e maçónico.

Sábado, 13 Julho 2013

O discurso rasteiro de José Pacheco Pereira

Se o José Pacheco Pereira tinha basta razão para criticar a política do governo de Passos Coelho, com este tipo de discurso rasteiro ele vai perdendo a razão – porque perdemos a razão quando atacamos as pessoas e não as ideias.

O ataque ad Hominem é sempre o pressuposto do discurso e da linguagem, e não o corolário de um raciocínio.

Eu posso, com toda a pertinência e seguindo a evidência, por exemplo, concluir que José Pacheco Pereira é burro, demonstrando por que razão ele é burro: a burrice de José Pacheco Pereira é o corolário do meu raciocínio, e não o seu pressuposto ou o ponto de partida do raciocínio.

Portanto, atacar alguém pessoalmente não é necessariamente um ataque ad Hominem, dependendo se ataque pessoal é o a priori da intenção ou o pressuposto do discurso, por um lado, ou, por outro lado, se o ataque pessoal resulta da conclusão lógica de um raciocínio.

A entrada numa qualquer igreja é livre – ao contrário do que acontece com as lojas maçónicas (irregulares) que protegem e incentivam o jacobinismo de José Pacheco Pereira. Entra numa igreja quem quer, desde que mantenha o respeito por si, pelos outros, e pela instituição da Igreja Católica.

José Pacheco Pereira não esteve presente na missa a que ele faz referência porque não quis. E dizer implicitamente que a presença de alguns políticos numa missa é uma espécie de “acto fascista” – invocando o José Pacheco Pereira o cardeal Cerejeira! – só reflecte o estado miserável a que a politica nacional chegou. Porventura, é o próprio José Pacheco Pereira e o seu discurso rasteiro e ad Hominem que justificam, de facto, a eventual necessidade de se acabar com esta brincadeira dita “democrática”.

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Quinta-feira, 11 Julho 2013

François Hollande, Mário Soares, o Partido Socialista e o neocontismo

« Para a esquerda a Igreja Católica pode existir desde que lhe adopte a cartilha. Caso contrário voltam ao espírito mata-frades de Afonso Costa. Mário Soares deu o tiro de partida no ataque ao novo cardeal. Agora é a vez do sector alegrista marcar terreno No mínimo o novo cardeal devia ter excomungado logo ali as alminhas que bateram palmas a Passos e a Cavaco. Palmas só se podem bater a Soares ou a Alegra. Ou já agora aos dois. Da leitura enviesada que fizeram dessas palmas deu conta Balbino Caldeira mas isso não interessa nada. Ou D. Manuel Clemente lhes presta vassalagem e vai a correr a uma lojinha saber o que deve dizer ou voltamos à cruz da igreja reaccionária, atávica etc etc »

Jacobinamente

É importante que os católicos e cristãos em geral compreendam que, com o exemplo paradigmático do regime de François Hollande em França, o chamado “socialismo de rosto humano” desapareceu da Europa e de Portugal. Estamos hoje em presença do retorno, sob outras vestes, do Positivismo de Augusto Comte que é uma religião política imanente. Chamemos a este novo fenómeno político de neocontismo , para não se confundir com o positivismo científico.

A François Hollande só lhe falta mudar o calendário gregoriano: por exemplo, hoje não seria Quinta-feira, 11 de Julho de 2013 d.C. ou Annum Domini, mas antes seria Tridi, 23 de Messidor de 221. E o 25 de Abril de 1974 não seria uma Quinta-feira, mas antes seria renomeado e passaria a ser o dia Quintidi, 5 de Floreal de 182. Estamos em presença de uma espécie de “novo islamismo”, de uma nova teocracia que confunde o Estado com a sociedade civil.

A influência do Partido Socialista francês no Partido Socialista português é total: basta que François Hollande dê um flato para que Mário Soares e o sibarita Tó-Zero lhe assumam o alívio fisiológico. E essa influência total está relacionada com a total subordinação maçónica do GOL (Grande Oriente Lusitano) ao Grande Oriente de França. Ambos os Partidos Socialistas são apenas o epifenómeno do enorme poder maçónico mafioso que controla grande parte dos países da União Europeia.

Sexta-feira, 28 Agosto 2009

Portugal: resumo de 200 anos de vergonha (II)

Filed under: Maçonaria,Portugal — O. Braga @ 1:15 pm
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Portugal esteve em estado de guerra contínua entre 1806 e 1851; foi quase meio século de conflitos externos e internos. Depois de expulsas as tropas de Napoleão, surgiu o conflito entre liberais e absolutistas, e quando os absolutistas foram açaimados continuou o conflito entre liberais e liberais (Vintismo, Cartistas, Setembristas, Cabralistas, etc).

Quando, em 1851, finalmente uma paz interna ― de alguns anos ― foi instaurada, o povo português tinha um nível médio de vida inferior em 50% em relação ao que tinha imediatamente antes das invasões francesas. Seria como se o salário médio português fosse hoje 1.000 euros e passasse a ser de 500 euros daqui a 50 anos, em termos reais. (more…)

Quinta-feira, 27 Agosto 2009

Portugal: resumo de 200 anos de vergonha (I)

Filed under: Maçonaria,Portugal — O. Braga @ 9:46 pm
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Sinto-me desafiado a escrever sobre o chamado “movimento integralista lusitano”, tentando ser sucinto. Simultaneamente direi também alguma coisa sobre este postal que me chegou por esta via.

O que se passou nos últimos 200 anos em Portugal foi, em termos gerais, uma vergonha, e tanta que eu sinto vergonha de falar disso. A vergonha abrange praticamente toda a gente, desde liberais a miguelistas e ao próprio rei D. João VI e comitiva. Pouca gente teve a lucidez suficiente para se aperceber daquilo que o país necessitava; o próprio D. Pedro IV integrou a expedição que desembarcou em Arnosa do Pampelido em busca dos direitos de sua filha ― os interesses da nação ficaram sempre em segundo plano. Em carta enviada por D. Pedro ― que se encontrava no Brasil ― ao seu pai, aquele defendeu a alienação da nacionalidade portuguesa ao Brasil independente, reduzindo assim a nada uma História de 700 anos.

D. Miguel não fez coisa diferente enquanto fedelho que se pavoneava na corte de Metternich à espera de reclamar os seus direitos. A vergonha é tanta quanto o facto de o próprio rei D. João VI ter morrido envenenado pela sua entourage “apostólica”, e junto com ele foram envenenados também o seu cozinheiro e dois médicos pessoais do rei; Portugal parecia viver no tempo dos Médicis.
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