perspectivas

Domingo, 6 Maio 2012

Como a Esquerda destrói a sociedade sem deixar impressões digitais

Filed under: aborto,ética,cultura — O. Braga @ 1:41 pm
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«Quando em campanha pela Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) livre até às 10 semanas, o argumento mais ouvido era invariavelmente o mesmo: «ninguém faz um aborto porque quer», subentendendo-se que era uma opção limite. Seguia-se-lhe a afirmação de que a criminalização vitimava sobretudo mulheres desfavorecidas, que punham a vida em risco em redes clandestinas, enquanto “as ricas” iam abortar a Badajoz.

Isabel Stilwell

Ontem foi divulgado o relatório da DGS que refere que no ano de 2011 se fizeram 20 290 mil abortos. Ao longo do dia os resultados foram sendo comentados nos media, e a minha indignação foi crescendo à medida que percebi que se justificava o número de IVG, como uma consequência do desemprego e da crise económica. Houve mesmo quem alegasse que a culpa era do preço dos contraceptivos.

Há 20 290 mil mulheres que, num ano, engravidaram sem o desejar, e o número cresce. Cinquenta e quatro por cento tem o ensino secundário ou o ensino superior, 44% está entre os 20 e os 29 anos, 50% coabita, ou seja, tem uma vida sexual activa regular, 40% não tem filhos e 51,8% tem um ou dois. Se para a grande maioria é o primeiro aborto, para 20,4% é o segundo, para 4% o terceiro e 2,3% realizaram outra IVG no mesmo ano.

Não me parece admissível desresponsabilizar as pessoas dos seus actos, muito menos quando implicam gerar vida, mas muito menos quando não podem alegar que não sabem que a contracepção existe, e como lhe aceder. Alegar a crise para o justificar é demagogia, porque em condições difíceis é maior a exigência de redobrar os cuidados para não engravidar.

Queria muito acreditar que nunca se aborta de ânimo leve, nem se usa a IVG como contraceptivo, mas temo que se continuarmos a falar dela com tanta ligeireza, acabe por ser tudo isso.

PS – Com 6460 abortos realizados na Clínica dos Arcos, o centro onde em Portugal mais IVG se praticam (a MAC, a segunda, tem 1555), é caso para dizer que já não se vai a Badajoz, porque Badajoz vem a Lisboa.»

via Isabel Stilwell: “A crise não pode justificar o aborto”.

Sábado, 26 Fevereiro 2011

Espantoso como eu concordo com a Isabel Stilwell !

Fiquei contente porque, pela primeira vez, concordo com a Isabel Stilwell. Afinal, o mundo ainda não está perdido.
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Sábado, 25 Setembro 2010

O enviesamento cultural anti-feminino da merda da civilização ocidental

Eu sou contra a pena de morte por uma questão de princípio. Mas mais abjecto do que considerar a pena de morte abjecta, é transformar a pena capital em uma forma de perseguição particular às mulheres que alegadamente cometem “crimes anti-família”, instrumentalizando politicamente a pena-de-morte.

A Isabel Stilwell cansa-me, na rádio (na sua crónica diária na RDP 1) e aqui. Na rádio, já mudo de canal logo que ela chega; no jornal, por vezes ainda caio na esparrela de a ler.

Quando uma mãe portuguesa mata um filho recém-nascido e o tribunal português manda-a para casa com pena suspensa, não se ouve a Isabel Stilwell nem o seu feminismo.

Quando uma mulher é executada nos Estados Unidos por ter sido responsável pelo crime de assassínio do seu marido e do seu enteado, a Isabel Stilwell vem denunciar o enviesamento cultural anti-feminino da merda da civilização ocidental.

Sexta-feira, 10 Julho 2009

Um exemplo da imbecilidade feminista

feminismo

Isabel Stilwell é o exemplo acabado da imbecilidade feminista que contamina os me®dia. Repare-se como ela começa a sua crónica no Destak, com o título “Espermatozóides feitos em laboratório”: “Os homens vão passar a ser desnecessários”.

Naturalmente que a notícia vinda de Inglaterra é propalada com muito sal, pimenta e vinha-de-alhos. Basta uma consulta na Internet a sites científicos credíveis para se saber que não existe a mínima ideia se o “esperma” obtido “à inglesa” será fértil e se terá uma capacidade cromossómica normal. Na verdade, os cientistas sérios dizem que aquele “esperma” não funcionará, como gâmetas, de forma eficaz.

Mas partamos do princípio de que a Isabel Stilwell acreditou na verdade ― como se acredita hoje na verdade do aquecimento global devido ao CO2 provocado pela defecação dos bebés.

A ideia do “esperma” de laboratório é garantir ao homem infértil que o filho é dele. Porém, poderia dar-se o caso de uma lésbica querer ter a garantia de que o filho é dela e de mais ninguém.

A ser verdade o milagre do cientificismo, e na medida em que num caso análogo seria necessário um tratamento de fertilidade com base na clonagem de embriões ― na medida em que usando embriões que não sejam da mulher em causa seria o equivalente genético de se usarem células de um doador de esperma estranho a um casal ―, no seguimento da aplicação prática desta verdade cientificista, os embriões serão um dia criados por clonagem para serem expressa e posteriormente destruídos, para que homens inférteis e lésbicas possam ter crianças com o esperma criado a partir de células de embriões clonados e destruídos.

E no meio disto tudo, não ocorre a Isabel Stilwell outra abertura para a sua crónica me®diática: “Os homens vão passar a ser desnecessários”. Este tipo de conclusão primária só revela, de facto, a inferioridade recalcada e não assumida das mulheres feministas; são seres inferiores que se sentem como tal e sabem que assim são.

Quinta-feira, 18 Outubro 2007

As torturas heréticas do Socas

isabel_stilwell_sml.jpg

Tenho andado por fora do domicílio, daí a ausência neste sítio. Mas vou escrevendo no portátil, e depois “debito” aqui à chegada a casa.
Ao entrar hoje num Café, vi o Destak à entrada, chamou-me à atenção um artigo, e saquei-o. Trata-se de um comentário de Isabel Stilwell sobre a dupla personalidade do Socas. Leiam o artigo e voltem depois aqui.
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