perspectivas

Sexta-feira, 31 Maio 2013

O manifesto ‘Tó-Zero’, por José Pacheco Pereira

1/ José Pacheco Pereira dirige-se a Mário Soares com o qualificativo de “presidente”, o que é uma característica da monarquia cuja tradição os Estados Unidos seguiram. Na monarquia, um rei que tenha abdicado em favor de outro rei (seja filho, sobrinho, ou de outro ramo familiar, mesmo afastado ou mesmo sem ligação familiar) não deixa de ser “alteza real”. Esta gente criou, com a república, uma paródia da monarquia. Fernando Pessoa constata isso mesmo:

“É alguém capaz de indicar um benefício, por leve que seja, que nos tenha advindo da proclamação da república? Não melhoramos em administração financeira, não melhoramos em administração geral, não temos mais paz, não temos sequer mais liberdade. Na monarquia era possível insultar por escrito e impresso o rei; na república não era possível, porque era perigoso, insultar até verbalmente o Sr. Afonso Costa.”
(…)
“O regime [republicano] está, na verdade, expresso naquele ignóbil trapo que, imposto por uma reduzidíssima minoria de esfarrapados morais, nos serve de bandeira nacional — trapo contrário à heráldica e à estética, porque duas cores se justapõem sem intervenção de um metal e porque é a mais feia coisa que se pode inventar em cor. Está ali contudo a alma do republicano português — o encarnado do sangue que derramaram e fizeram derramar, o verde da erva de que, por direito mental, devem alimentar-se.”
(…)
“Este regime [republicano] é uma conspurcação espiritual. A monarquia, ainda que má, tem ao menos de seu ser decorativa. Será pouco socialmente, será nada nacionalmente. Mas é alguma coisa em comparação com o nada absoluto em que a república veio a ser.”

[citações de Fernando Pessoa: “Balanço Crítico”, textos em prosa].

2/ o manifesto Tó-Zero, de José Pacheco Pereira, critica com razão a linha ideológica de Passos Coelho. Mas em vez de solicitar uma mudança de rumo dentro do próprio governo, diaboliza-o associando-se a Mário Soares, e abre as portas a um novo governo dos “Khmers Rosa” coordenado pelo GOL (Grande Oriente Lusitano). Entre o neoliberalismo e o jacobinismo, José Pacheco Pereira escolhe o segundo. É o próprio José Pacheco Pereira que nos coloca em uma situação de double blind — ou neoliberalismo, ou jacobinismo, com terceiro excluído —, e, como dizia Fernando Pessoa (outra vez), as situações de double blind reflectem um estado de tirania: “a tirania consiste na escolha forçada entre um mal e outro mal”.

3/ a III república de Mário Soares et al, transformou-se em um estado de tirania. Com José Pacheco Pereira ou sem ele. Aliás, penso que José Pacheco Pereira faz parte do problema, e não da solução. Perante o double blind tirânico da III república, o povo tem que encontrar uma terceira alternativa que o faça respirar a liberdade.

Quinta-feira, 30 Maio 2013

Contra a defesa orwelliana da adopção de crianças por “casais” homossexuais

(leia este artigo em formato PDF, tranquilamente depois de o baixar aqui)

1/ quem ler este textículo do Bloco de Esquerda pode verificar, em primeiro lugar, a recorrência do insulto como argumento. O insulto é, ele próprio, um argumento. Eu não digo que, por vezes, o insulto não seja adequado, mas apenas na conclusão ou no fim de um raciocínio. Mas quando um insulto surge a priori e logo no início do texto e sem justificação lógica, estamos na presença da falácia lógica ad Hominem .

Antes de mais, vamos a duas definições:

  • O casamento é uma instituição que consiste na aliança entre os sexos com a sucessão das gerações.
  • Uma instituição é uma forma de organização de vida social que a sociedade dá a si mesma para assegurar a sua perenidade.

Como todas as instituições, no casamento há as pessoas que têm as condições para estar dentro dela e as que não têm essas condições. Todas as instituições são “discriminatórias”, no sentido em que nem todas as pessoas podem pertencer-lhes.

Postas estas definições, passemos adiante.

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Quarta-feira, 29 Maio 2013

O perigo da ideologia de Poder despótico do movimento político homossexualista

«But the LGBT movement is based on an ideology of power (NOT love), which will allow some adults to recruit, brainwash, and exploit young people into their network of behavior. The movement is based on a false ideology of biological determinism, predicated on the notion that people are “born” gay and “cannot change” and “do not have a choice.”

These notions, combined with the idea that certain gay “experts” have “gaydar” and can identify homosexuality in others before they are willing to admit it to themselves, amount to a police state of surveillance and intimidation.

In the name of forcing people to accept “who they are,” LGBT organizations have sought to gain institutional control over the education system, the media, the two-party system, churches, commerce, and finally, the forces of international violence embodied in the military, intelligence organizations, and state departments of countries that have bowed to the demands of this lobby.

The LGBT movement progressed from recruiting young people, to now demanding the “right” to children, a “right” expressed through the lens of property and privilege. It is natural that a movement so devoted to controlling other people would eventually seek to buy people and own them, in the name of “giving them a family.”

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Contra a violência do Estado maçónico

O problema da violência da guerra cultural das elites políticas contra o povo só pode ser revertido quando se começar a deitar fogo às lojas maçónicas.

Só depois vem o resto. A maçonaria, como máfia organizada, é a inimiga número um do povo português. Contra a violência da maçonaria — que, manipulando o Estado, utiliza a sua força bruta no sentido de impor ao povo uma nova forma de despotismo politicamente correcto — não há outro meio senão o uso da violência.

Adenda:

O Líder do Grande Oriente de França diz que quem é contra o “casamento” gay e contra a adopção de crianças por pares de invertidos, é da extrema-direita radical, e nazi. Ou seja, a maçonaria considera que mais de metade do povo francês é inimiga do povo francês.

A aberração ontológica que é Isabel Moreira

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Terça-feira, 28 Maio 2013

Os Prós e Contras de ontem, e a psicose LGBT

“O movimento LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] ocupa os mais elevados cargos e influência no Estado”. – Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados, citado de cor, no programa “Prós e Contras” de 27 de Maio de 2013 .

A politica transformou-se num manicómio elitista em que os malucos se protegem e se promovem uns aos outros.

São os líderes políticos do movimento LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] que denunciam a existência de uma “ditadura da maioria”, quando de facto são eles uma minoria que impõe uma ditadura à maioria.

Ao contrário do psicótico, o neurótico sabe e admite que tem um “problema”. A psicose é uma doença mental que afecta gravemente a personalidade e a relação do sujeito com o mundo exterior. Distingue-se da neurose, entre outros factores, porque o sujeito não sabe, ou não admite, que está doente.

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Segundo Freud, enquanto que, na neurose, o Eu tenta recalcar as reivindicações pulsionais, na psicose produz-se uma ruptura entre o Eu e a realidade, o que deixa o Eu sob domínio do “ID”. Num segundo momento, o Eu reconstrói a realidade segundo os desejos do “ID”.

Ou seja, a psicose própria dos militantes políticos homossexualistas consiste em romper com a realidade tal qual ela se apresenta a qualquer mente saudável, quando, por exemplo, se reconhece que uma criança tem necessidade de um pai e de uma mãe. Não reconhecer este facto tão evidente e singelo, é sintoma de uma doença mental grave ou psicose aguda.

Feita a ruptura entre o Eu, por um lado, e a realidade, por outro lado, o gay/lésbica psicótico constrói a sua realidade própria segundo os impulsos do “ID” – em alemão das Es (que significa, “a coisa”). Segundo Freud, o “ID” constitui o papel pulsional da personalidade – é uma espécie de reservatório caótico e impessoal de tendências ou impulsos contraditórios.

O ID define-se de forma negativa pela ausência do sujeito coerente; os seus conteúdos, inconscientes, são, por um lado, herdados e inatos, e por outro lado, recalcados e adquiridos. Ou seja, no psicótico gay, a incoerência própria do “ID” assume e controla não só a sua personalidade mas também a sua mundividência desprovida de aderência elementar à realidade.

Em suma, gente com uma doença mental grave “ocupa os mais elevados cargos e influência no Estado”. A politica transformou-se num manicómio elitista em que os malucos se protegem e se promovem uns aos outros.

Domingo, 26 Maio 2013

A espiral do silêncio e a censura nos me®dia portugueses

De facto, em Portugal não existe liberdade de imprensa: em vez disso, existe pseudo-informação e sub-informação. Alguns blogues fazem a contra-corrente e o contraditório, mas não atingem a maioria da população que, face à censura na comunicação social, entra em espiral do silêncio.

Por exemplo, a censura dos me®dia portugueses em relação ao fenómeno social francês da luta popular contra o casamento invertido e contra a adopção de crianças por pares de fanchonos faz com que a maioria das pessoas em Portugal entrem em espiral do silêncio, porque cada um pensa que a sua opinião é minoritária – quando, afinal, se trata de uma opinião maioritária!

Face a uma falsa sensação de isolamento de opinião, induzida pela censura da informação nos me®dia, as pessoas calam-se. O que faz falta é dizer à maioria que, afinal, não estão sós e que a sua opinião é maioritária!.

Sexta-feira, 24 Maio 2013

Sobre os conceitos de ‘tirania da maioria’ e de ‘tirania revolucionária’, ou a nova ‘maioria silenciosa’

Eu não concordo com muita coisa em Fernando Pessoa mas ele “provoca-nos” o raciocínio — o que é raríssimo nos intelectuais actuais. Fernando Pessoa provoca e estimula os neurónios.

censura gayzista web pngDiz Fernando Pessoa (*) que “a tirania consiste na escolha forçada entre um mal e outro mal” ( sublinho, forçada ), ou seja, a tirania é uma situação de double blind em que parece não existir alternativa a duas situações negativas, cada uma à sua maneira. Segundo este raciocínio, a guerra é uma tirania se formos obrigados a alinhar por um dos lados do conflito; e deixa de ser uma tirania se tivermos a opção de nos abster em relação ao belicosos e procurar o nosso próprio caminho e mundividência em relação a essa guerra.

Temos que retirar das cogitações de Fernando Pessoa aquilo que é logicamente aproveitável, porque Fernando Pessoa foi um poeta e não propriamente um lógico. A poesia é filosofia sem a lógica — o que não significa que seja desprovida de lógica: uma coisa sem lógica não é necessariamente desprovida de toda a lógica, porque pode ter a sua paralogia intrínseca; o que essa coisa não obedece é ao formalismo da lógica.

Portanto, vamos partir do princípio de que a definição de “tirania”, segundo Fernando Pessoa, está correcta embora não seja perfeita — porque diz Fernando Pessoa que a perfeição das definições é uma tirania (a tirania da perfeição: “o erro capital de todas as definições perfeitas é a perfeição. Uma coisa perfeita deixa sempre suspeitas de não-existência”).


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Quinta-feira, 23 Maio 2013

A Holanda já legalizou a poligamia por ‘uso e costume’

poligamia 300 web“Eine Ehe zwischen drei Personen ist in den Niederlanden nicht möglich, eine eingetragene Partnerschaft aber schon“, so Victor. Schließlich ist eine moderne Gesellschaft flexibel und erfindungsreich, auch zwischen Groningen und Zeeland.

Wir sind zum Notar gegangen, alle in Hochzeitskleidung und haben uns gegenseitig die Ringe angesteckt“, so Victor, dem es natürlich nicht schwerfällt zu beteuern, daß es sich für ihn „nur um eine normale Hochzeit“ handelte.”

Nach der „Homo-Ehe“ folgt die Polygamie in den Niederlanden

A notícia conta um caso de um cidadão holandês que se deslocou a um notário e registou o seu segundo casamento — leia-se, o homem casou com uma segunda mulher sem estar divorciado da primeira mulher e vive com as duas. E o notário reconheceu oficialmente o casamento polígamo.

A Holanda foi dos primeiros países do mundo a legalizar o “casamento” gay, rumo ao progresso da sociedade. E agora, na sequência desse progresso louvado por toda a esquerda anti-machista, a Holanda já reconheceu o casamento polígamo por “uso e costume”.

Nós, portugueses, que somos um povo atrasado quando comparado com holandeses ou belgas, só nos resta sair desta União Europeia “já e em força”.

A coragem e o desassombro de Marinho Pinto

Podemos dizer o que quisermos do Bastonário da Ordem dos Advogados excepto que lhe falte coragem. E fundamenta a sua opinião em factos, criando um nexo causal na sua argumentação.

Foi isso que vi ontem na RTPn em uma troca de ideias com o atoleimado juiz Rui Rangel acerca da adopção de crianças por pares de invertidos. O problema é que com um atoleimado daquele calibre não vale a pena afirmar que 1+1=2, talvez porque com aquela idade ainda está à espera de um tacho qualquer ou de uma sinecura de nepote obediente e politicamente correcto.

Ele há coisas que são de tal forma evidentes que só um psicótico envergando uma toga de juiz pode negar.

Domingo, 19 Maio 2013

Basta uma qualquer Isabel Moreira a chorar na televisão para que qualquer crime seja despenalizado

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Deputada socialista Isabel Moreira

Quem assistiu, nas pantalhas, à monstruosidade ontológica e lacrimejante que é a deputada socialista Isabel Moreira, dá-se conta do poder da emoção que influencia cada vez mais a nossa incivilização. Qualquer monstro humano — como é o caso de Isabel Moreira — justifica um crime social ou contra o ser humano com um apelo à galeria acompanhado de lágrimas, baba e ranho.

Nem de propósito a seguinte notícia:


Mal tinha acabado de dar à luz, uma mulher de Portimão, com idade entre os 20 e os 30 anos, deitou o filho na sanita provocando a sua morte. A situação, que terá ocorrido esta quarta-feira, já está a ser tratada pelo Ministério Público daquela cidade.
(…)
O hospital alertou as autoridades, mas a PSP nega o registo da ocorrência. Ouvido pelo Diário de Notícias, um advogado acredita que é improvável que a mãe, no caso de ser detida entretanto, fique em prisão preventiva, sublinhando que este crime tem uma moldura penal de até cinco anos de prisão.

“O crime de infanticídio é muito especial e a senhora poderá alegar uma situação de stress pós-parto, explica o advogado, acrescentando, aliás, ser “previsível” que, mesmo sendo considerada culpada, a mãe fique com “a sua pena suspensa”.


Em Portugal, uma mãe que mate o seu filho recém-nascido não leva cadeia. Ou seja, o infanticídio já está de facto despenalizado. A lógica é a das lágrimas — a mesma lógica que levou à despenalização do aborto e à adopção de crianças por pares de invertidos. Basta uma qualquer Isabel Moreira a chorar na televisão para que qualquer crime hediondo seja despenalizado.

Sábado, 18 Maio 2013

Esta ‘direita’ está controlada pela esquerda.

Sobre este verbete no Insurgente:

1/ Já se começa a perceber que o argumento ad Novitatem aplicado à cultura antropológica, constantemente utilizado pela esquerda, coincide com a construção do Homem Novo que mais não é do que uma tentativa de metanóia colectiva e revolucionária, que não é só defendida pelo marxismo cultural, mas também pela maçonaria jacobina.

Por exemplo, o argumento da “geração grisalha” esgrimido por Passos Coelho e pelo seu Partido Social Democrata vai totalmente ao encontro da validação do argumento ad Novitatem defendido pela esquerda — e por isso (e por outras razões) é que eu considero Passos Coelho o líder do Partido Social Democrata mais limitado intelectualmente (mais burro!) da história desse partido.

Muita gente ainda não ganhou consciência do prejuízo que Passos Coelho provocou ao Partido Social Democrata, por simples estupidez. Quando olhamos para a estrutura intelectual de Carlos Moedas, de Vítor Gaspar ou de Álvaro Santos Pereira, entre muitos outros, percebemos o enorme problema do Partido Social Democrata de Passos Coelho.

Um partido liberal (no sentido de “liberalismo económico”) e simultaneamente revolucionário, como é o Partido Social Democrata de Passos Coelho, é uma contradição em termos. Um partido precisa de técnicos, mas precisa sobretudo de capacidade crítica que orienta a política. Os técnicos aplicam a política, mas não são eles que a definem. E este Partido Social Democrata de Passos Coelho não tem capacidade crítica.

2/ O caso do CDS/PP é diferente. O problema está em Paulo Portas, não porque ele seja burro, que não é, e pelo contrário tem aquilo que Fernando Pessoa chamava da “degeneração moral dos génios políticos”, mas antes pela truculência que utiliza em função da sua própria condição ontológica. Em questões culturais e de costumes, é impossível a um homossexual não ser homossexual. E por muito que Paulo Portas diga que é contra a adopção de crianças por pares de invertidos, a sua acção prática dentro do CDS/PP revela que Paulo Portas não se lhe opõe. “Em política, o que parece, é!” — dizia o velho António. E parece que Paulo Portas não é contra a adopção de crianças por pares de fanchonos; e, portanto, como parece, ele não é de facto contra a adopção de crianças por pares de fanchonos. Ponto final.

3/ Esta “direita” está controlada pela esquerda. Através do “progresso da opinião pública”, esta direita dissolve-se (desaparece) na cultura antropológica, e com o passar do tempo. Só não vê quem não quer ver.

4/ a política económica é indissociável da cultura antropológica. Isto é dos livros. Por exemplo, quando eu vejo “liberais” defender a ideia segundo a qual o Estado deve pagar abortos em hospitais públicos, concluo que a esquerda radical já ganhou a batalha política. Mas existe outra armadilha em que os liberais caem: a insensibilidade social. A burrice de Passos Coelho é de tal calibre que a ideologia hayekiana assume nele as mesmas proporções que o marxismo assume nos neurónios de Jerónimo de Sousa.

Não é possível transformar a sociedade portuguesa e liberalizar a economia em dois ou três anos. Passos Coelho pensa que sim; é um revolucionário hayekiano. É um político que não tem a virtude da Fronèsis (a prudência) que Sólon alardeou. Na Alemanha comunista de leste (ex-RDA) a liberalização da economia durou mais de dez anos e com muito investimento do Estado alemão.

5/ as pessoas devem começar a circunscrever Hayek a uma determinada realidade ideológica. A obra e das ideias de Hayek não são uma espécie de Bíblia ou Livro Vermelho de Mao Tsé Tung. Mas para a maioria dos liberais, Hayek é autor de uma cartilha ideológica.

 

Adenda: um exemplo do que a direita deve fazer:

“A reforma da Educação aprovada pelo Governo espanhol do Partido Popular (direita) prevê que a nota na disciplina de Religião no ensino secundário volte a contar para a média.”

Naturalmente que, em Portugal, viríamos o Fernando Rosas a chorar baba e ranho nas pantalhas, a berrar que “Deus é injusto”, a clamar pela matança de inocentes em uma nova revolução francesa — mas a direita é isto mesmo: agir e não ter medo da acção.

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