perspectivas

Quinta-feira, 17 Julho 2014

O pânico está instalado na Europa em torno da islamização da cultura

 

Islamic-England-1-webO medo instalado nas elites políticas inglesas em relação às famílias numerosas, na sua maioria de imigrantes de países islâmicos, está a conduzir a Inglaterra a uma versão estatal não-oficial de uma política de filho único. Por um lado trata-se de uma política de sinificação que é já comum a alguns países da Europa, mas por outro lado trata-se claramente de uma política de desincentivação de nascimentos entre as famílias islâmicas.

O governo “conservador” de David Cameron prepara uma lei que retira qualquer apoio social às famílias a partir do quarto filho. Toda a gente sabe que, em Inglaterra, a esmagadora maioria das famílias com mais de quatro filhos são famílias islâmicas.

Muslims-in-the-UK-webA nova lei do “conservador” David Cameron é dialéctica (joga em dois carrinhos): por um lado, é uma lei neoliberal porque pretende separar a sociedade e o Estado, e também no sentido em que segue as premissas ideológicas neoliberais de exigência de diminuição da população a nível global (ver, por exemplo, as posições políticas de gente como Bill Gates ou George Soros) — e aqui, os neoliberais estão em consonância com a novas religiões políticas “ecologistas” que culpam o ser humano por um aquecimento global em relação ao qual não existem provas científicas propriamente ditas.

E, por outro lado, a nova lei do governo do “conservador” David Cameron pretende travar a taxa de natalidade da população islâmica imigrante em Inglaterra.

Mas os “conservadores” ingleses parecem não querer ficar por aqui: já pensam em cortar qualquer apoio às famílias a partir do segundo filho, e já se fala mesmo em cortar os apoios às famílias a partir do primeiro filho — o que tornaria real, embora por vias menos totalitárias, uma política de filho único em Inglaterra.

Sexta-feira, 6 Junho 2014

Os raptos de crianças pela SS (Segurança Social) de Inglaterra

 

Existe uma casta de funcionários da SS (Segurança Social), aqui como em Inglaterra, que tem que arranjar números e estatísticas para poder continuar a justificar o seu salário a expensas do Estado. Em Portugal tivemos o caso de Liliana Melo; em Inglaterra tivemos o caso da família Pedro. Agora temos um novo caso.

“Este ano, uma mãe portuguesa de 29 anos, a viver no país há cinco, ficou sem a filha de cinco meses, quando a levou ao hospital de Southend-on-Sea. A bebé tinha caído de uma cadeirinha de embalar em casa e apresentava um hematoma na cabeça.

No mesmo dia em que a criança foi observada no hospital, os serviços sociais e a polícia desta cidade (a 60 quilómetros a Leste de Londres) foram imediatamente alertados, como é habitual no Reino Unido quando existem dúvidas sobre as razões que levam a criança a ser observada. Um processo foi aberto contra a mãe, por suspeita de agressão. ”

O raciocínio é o seguinte: “¿A mãe é portuguesa? Então presume-se que dá maus tratos à filha, e por isso justifica-se que o Estado rapte a criança para a dar a adoptar a um par de gays ou de lésbicas.”

Por cada criança raptada às famílias biológicas para adopção gay, os serviços locais ingleses da SS (Segurança Social) recebem uma soma avultada do Estado. Ou seja, o sistema é incentivado a raptar crianças das famílias biológicas para as entregar aos invertidos.

Domingo, 23 Março 2014

A família Pedro e o novo fascismo suave britânico

 

O Reino Unido, do “conservador” David Cameron, é o exemplo do sincretismo entre a Escola Económica de Chicago, na economia, por um lado, e, por outro lado, o politicamente correcto (ou marxismo cultural) na cultura antropológica imposta a partir do Direito Positivo (engenharias sociais). Aliás, o Reino Unido é o paradigma do Partido Social Democrata de Passos Coelho: o Estado deve ser mínimo na economia e na área de apoio social, mas deve ser máximo no controlo e policiamento dos cidadãos, tanto na sua vida privada como pública.

gay-police-sml-webEste sincretismo é uma nova forma (mais suave, por enquanto) de fascismo, porque pretende conciliar o igualitarismo de esquerda na cultura antropológica (o politicamente correcto), com a imposição de uma desigualdade exacerbada na economia — não nos podemos esquecer que o fascismo de Mussolini foi também um sincretismo entre o socialismo/igualitarismo italiano não-marxista, por um lado, e, por outro lado, uma espécie de corporativismo nacionalista que servia quase exclusivamente os interesses dos grandes latifundiários italianos e de uma elite proprietária da grande indústria.

A Inglaterra actual pode ser reduzida ou sintetizada da seguinte maneira: a preponderância absoluta dos interesses económicos e financeiros da City de Londres, na economia, por um lado, e, por outro lado, pela imposição, na cultura antropológica e por via do Direito Positivo, de uma ética e de uma moral arbitrárias e discricionárias que segue o igualitarismo politicamente correcto e de esquerda, e que depende absolutamente da vontade exclusivista e discricionária de uma certa elite judiciária — os juízes e a polícia, apoiados pelo compromisso parlamentar (o tal “sincretismo”) entre a esquerda fabiana de Edward Milliband e a “direita conservadora” de David Cameron.

familia pedro web

É neste contexto que surge o caso da família Pedro, uma família portuguesa de Almeirim cujos cinco filhos foram retirados à mãe e ao pai, de uma forma absolutamente irracional e arbitrária, e foram entregues pelo Estado para adopção e/ou a cuidados de outras famílias de acolhimento, que, em maioria, são “famílias gay”. A Inglaterra é o único país do mundo onde uma família cristã não pode adoptar uma criança, por ser cristã e assumir-se como cristã, mas um qualquer par de gays já pode adoptar.

¿E o que fazem as autoridades portuguesas, no caso da família Pedro? Até agora, nada. E não fazem nada porque o governo de Passos Coelho e a Esquerda, em geral, chegaram também a um compromisso sincrético “neofascista” à moda inglesa: à laia de analogia, e não de comparação: o caso de Liliana Melo revela que o novo fascismo suave inglês foi também adoptado pelo regime da “direita” de Passos Coelho.

O drama da família Pedro pode ser seguido aqui.

Sexta-feira, 4 Outubro 2013

A diferença entre Rousseau e Locke na cultura europeia

 

A Europa carrega consigo ainda muitas diferenças culturais fundamentais, como podemos ver na imagem abaixo que representa duas mulheres-polícia islâmicas da cidade de Londres. Enquanto que em França e no Quebeque, herdeiras de Rousseau, os símbolos religiosos estão a ser agora proibidos pelo politicamente correcto, em Inglaterra os símbolos religiosos são integrados nas instituições públicas.

policia islamica em Londres

 

O problema da Inglaterra de Locke é que está a ser pressionada politicamente pela Europa de Rousseau através das instituições da União Europeia. Por isso — entre outras razões — é que a maioria dos ingleses quer que o Reino Unido saia da União Europeia.

Também aqui entram em confronto dois tipos diferentes de maçonaria: a que tradicionalmente existe em Inglaterra e nos Estados Unidos, e que tem uma base religiosa protestante (secularismo), por um lado, e por outro lado, a maçonaria continental europeia (laicismo) — a chamada "maçonaria irregular", como é o caso do Grande Oriente de França — que é essencialmente ateísta.

Sexta-feira, 21 Junho 2013

O governo “conservador” inglês diz que a fidelidade conjugal não pertence ao casamento

«In an astonishing statement in the Lords, the Government says fidelity is “not required” in marriage. Baroness Stowell, the Government’s Equalities spokeswoman in the Lords, was put on the spot during a debate about the controversial same-sex marriage Bill.

Lady Butler-Sloss, formerly the country’s top family law judge, asked the Government why there was no provision for adultery or consummation proposed for same-sex marriage.»

Faithfulness not necessary in a marriage, says Govt

Para justificar a lei do “casamento” gay, o governo “conservador” de David Cameron afirmou no parlamento que “a fidelidade conjugal não é necessária ao casamento”. (more…)

Terça-feira, 18 Junho 2013

O governo “conservador” britânico pretende realizar “casamentos” gay na capela do parlamento

“Labour MP Chris Bryant, who is gay and a former Anglican clergyman, wants the chapel to be converted into a ‘multi-denominational’ venue so that it can host gay weddings.

St Mary Undercroft is a Church of England chapel, meaning it is legally exempt from hosting same-sex ceremonies.”

Former Speaker queries gay weddings in Commons chapel

O que se pretende é transformar uma capela da Igreja Anglicana, adstrita ao parlamento britânico, em um local profano para celebrar “casamentos” gay. É extraordinário que um órgão de soberania, como é o parlamento inglês, transforme uma capela do século XIII em um local para “casar” gays, o que revela a enorme quantidade de invertidos que controla a política britânica. Uma pequeníssima minoria de fanchonos controla a esmagadora maioria da população e em nome da democracia…!

O culto oficial inglês já não será o da religião anglicana: passará a ser o culto da religião sodomita.

capela-do-parlamento-ingles-500-web.jpg

Capela do Parlamento britânico

Segunda-feira, 27 Maio 2013

David Cameron quer incluir líderes islâmicos na Câmara dos Lordes

Filed under: Europa — O. Braga @ 8:37 am
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A monarquia inglesa assenta sobre a liderança da rainha em relação à igreja anglicana. A rainha de Inglaterra é a governadora suprema da igreja anglicana .

Os dois partidos da “direita” inglesa estão divididos quanto à presença de 26 bispos anglicanos na Câmara dos Lordes : os liberais de Nick Clegg querem acabar com a presença dos bispos anglicanos nessa Câmara, e os “conservadores” de David Cameron querem incluir na Câmara a presença de imãs islâmicos. Tanto num caso como noutro, a autoridade religiosa da rainha de Inglaterra sai minada. E é isto a que chamamos hoje de “direita”. Imaginem a presença de chefes religiosos muçulmanos na Câmara dos Lordes da tradicional Inglaterra… ao lado dos bispos anglicanos.

Ninguém deve ser contra a mudança, mas deve saber por que se muda. O que acontece é que hoje é-se a favor da mudança porque está na moda mudar por mudar.

“Os conservadores são aqueles desejam e pretendem que o progresso político ou financeiro da nação se faça por alteração social produzida dentro de moldes políticos e sociais dessa nação”. (…) “Para o conservador, os moldes ficam em forma e em tamanho. Apenas muda o conteúdo.”
(…)
“Os liberais são aqueles que cuja teoria do progresso inculca a ideia de que ele se faz por uma lenta alteração da sociedade, não tanto nem somente dentro de moldes em que essa vida social se encontra vasada”. (…) “Para o liberal, os moldes alargam-se mas a sua forma fica.”
– Fernando Pessoa

A julgar pela definição de Fernando Pessoa de conservadores e liberais, hoje não existem, na Europa, nem os primeiros nem os segundos: a “direita” está controlada pelo marxismo cultural, porque tanto uns como os outros tendem a eliminar a forma das instituições.

Sexta-feira, 3 Maio 2013

David Cameron levou uma banhada nas eleições autárquicas inglesas

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:37 pm
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cameron com cara de cu 150 webO partido UKIP (United Kingdom Independent Party) de Nigel Farage desfez o Partido “Conservador” britânico, causando-lhe um rombo de que não há memória. O eleitorado conservador britânico puniu assim o “conservador” David Cameron (na foto ao lado, com cara de “quem levou e não gostou”) porque chegou à conclusão de que o Partido “Conservador” britânico já não conserva nada.

O UKIP (United Kingdom Independent Party) conseguiu mais de ¼ dos votos, arrebentado o Partido “Conservador”.Existem essencialmente duas razões para a derrota de David Cameron (porque se trata de uma derrota pessoal):

1/ David Cameron prometeu um referendo sobre a permanência na União Europeia, e não cumpriu;

2/ David Cameron insiste em legalizar o “casamento” gay contra a vontade da esmagadora maioria do eleitorado conservador.

 

nigel farage 500 web

Nigel Farage, festejando a vitória

Segunda-feira, 29 Abril 2013

Professor inglês banido do ensino por não concordar com o comportamento invertido

professor ingles banido do ensino robert hayes png 200 webUm professor inglês (Robert Haye, na imagem) foi banido do Ensino do seu país, porque, perante uma pergunta dos alunos em relação ao comportamento dos invertidos, afirmou que esse comportamento é “pecaminoso”.

Recorrendo aos tribunais, os juízes ingleses decidiram contra ele e afirmaram que um professor digno desse nome terá sempre que fazer a apologia do comportamento homossexual, ou seja, segundo os juízes ingleses, um bom professor deverá sempre dizer aos alunos que o comportamento fanchono é uma coisa muito boa.

Ou seja, segundo a lei britânica, ter um comportamento fanchono já não é apenas um direito negativo: passou já ao estatuto de direito positivo. A tolerância que até há pouco tempo existia em relação ao comportamento invertido é agora substituída, por força de lei, por uma intolerância em relação a quem não concorda com esse comportamento.

Terça-feira, 2 Abril 2013

A privatização da ferrovia inglesa alimenta tarifas baixas no estrangeiro

Filed under: bovinotecnia,economia — O. Braga @ 11:33 am
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“High fares paid by British commuters are subsidising rail travel across Europe – and even China – by millions of pounds.

The profits go to international companies often owned by other governments, which use the money to cut fares on their own networks.”

via Soaring rail profits are used to cut fares abroad | Metro News.

Existe hoje uma tendência bovinotécnica e neoliberal que considera que a empresa que gere os transportes ferroviários (a C.P.) dá prejuízo porque pertence ao Estado; e por isso — defende a bovinotecnia — a C.P deveria ser privatizada. E muitas vezes apontam o fabuloso exemplo de Inglaterra, onde as empresas ferroviárias foram privatizadas.

cp webAcontece que se descobriu que os lucros obtidos pela exploração privada dos transportes ferroviários em Inglaterra têm servido para subsidiar os transportes ferroviários em outros países do mundo (que não a Inglaterra, obviamente). A exploração privada do transporte ferroviário em Inglaterra pratica preços altíssimos que servem para financiar outras empresas europeias e manter assim os preços baixos nos transportes ferroviários em outros países.

A ministra dos transportes inglesa, Angela Eagle, afirmou que muitas dessas empresas estrangeiras, que detém a propriedade privada das empresas inglesas de ferro-carril, são empresas estatais alemãs, holandesas, francesas, e até chinesas, ligadas ao negócio ferroviário nos seus respectivos países. Repito: empresas estatais.

O corolário desta história é o seguinte: a ideia segundo a qual uma empresa socialmente estruturante, como é o caso dos transportes ferroviários, deve ser necessariamente privada, cai assim por terra. Só um estúpido bovinotécnico não consegue seguir uma linha de argumentação que se baseia em factos concretos.

O que é importante é que a empresa em causa seja bem gerida — e não que seja privada ou pública. E para que uma empresa de transportes ferroviária com impacto nacional possa ser bem gerida (privada ou pública), essa gestão deve ser enquadrada por leis específicas que delimitem a “liberdade de gestão”. Ou seja, em última análise, o Estado deve dizer aos gestores aquilo que deve ser, em todo o caso, o limite da própria liberdade de gestão.

(*) A bovinotecnia é a arte de tratar do “gado” de uma forma tal que se consiga fazer crer aos “bovinos” que serão livres se abandonarem o seu estatuto de bovinidade.

Segunda-feira, 25 Março 2013

A autarquia de Birmingham quer saber quantos cidadãos são invertidos

Um inquérito porta-a-porta levado a cabo pela autarquia da cidade de Birmingham, Inglaterra, acerca dos recipientes do lixo da cidade (vulto “contentores do lixo”), pergunta também aos cidadãos sobre a sua orientação sexual.

Imagine o caro leitor que a Câmara Municipal de Lisboa, por exemplo, decidia levar a cabo um questionário porta-a-porta na cidade, em que se perguntava aos cidadãos a sua opinião acerca da eficiência dos serviços de recolha de lixo. E juntamente com o questionário principal, figurava uma pergunta sobre se o cidadão gosta de “levar no pacote”, de “abafar palhinhas”, ou, no caso feminino, de “bater pratos”.

Quando, numa sociedade, o lóbi político gay toma conta do Poder, toda a realidade se reduz ao sexo.

Terça-feira, 19 Março 2013

O governo “conservador” inglês pretende “regular” a liberdade de expressão dos blogues

Filed under: cultura — O. Braga @ 12:47 pm
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O governo (anti) conservador de David Cameron, através da sua maioria no parlamento britânico, criou uma Entidade Reguladora da liberdade de expressão na Internet. Segundo o jornal inglês The Guardian, os blogues britânicos que não se inscreverem na Entidade Reguladora britânica serão fortemente penalizados com coimas.

Longe vão os tempos da Inglaterra como modelo político do mundo livre e iluminista. A Inglaterra entra hoje, cada vez mais, no obscurantismo do nepotismo político.

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