perspectivas

Sexta-feira, 18 Março 2016

Francisco Assis e a “exaltação neo-soberanista”

 

Sobre a invasão dos ditos “refugiados”, na sua maioria islâmicos, o socialista Francisco Assis escreve o seguinte:

“Se há uma lição a retirar deste processo, ela é a de que a exaltação neo-soberanista, vinculada à recuperação de um imaginário nacionalista, ameaça reavivar o discurso político xenófobo, racista e demagogo”.

Ou seja, se você, caro leitor, se se preocupa com a quantidade de gente que entra em sua casa, então você é “xenófobo, racista e demagogo”.


DIE LINKE on Twitter
Não sei como classificar o discurso de Francisco Assis (e quejandos); parece-me um discurso saído do absurdo. Dá a sensação de que é preciso mudar os povos da Europa, substituindo-os por outros — porque ele não se dá conta de que a preocupação dos diversos povos da Europa em relação à autêntica invasão imigrante, é uma preocupação legítima.

Só posso classificar o discurso de Francisco Assis como psicótico. Trata-se de delírio interpretativo, uma alienação em relação à realidade, para além de demonstrar uma insensibilidade em relação ao povo que ele diz representar. Francisco Assis afasta-se da experiência do concreto, e constrói raciocínios lógicos e coerentes que permitem crer em uma realidade fictícia a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — o que é característica das ideologias políticas, segundo Hannah Arendt.

Políticos como o Francisco Assis deveriam ser interditados (no sentido jurídico do termo). São doentes mentais.

Terça-feira, 26 Janeiro 2016

A Europa das milícias e sem polícia

Filed under: Europa — O. Braga @ 5:17 pm
Tags: , , , ,

 

À medida que a polícia cumpre ordens do Poder politicamente correcto e se afasta dos cidadãos (como está a acontecer também na Alemanha: ler artigo), os cidadãos franceses organizam-se na defesa da sociedade contra a acção ilegal e anti-social dos imigrantes.

Podemos ver neste vídeo em baixo, cidadãos franceses organizados a reprimir, em Paris, um assalto a uma loja, por parte de imigrantes.

Quinta-feira, 14 Janeiro 2016

O Francisco Sena Santos “supunheta”

 

Em ciência, desconfiamos das coincidências. A indução é raciocínio por analogia; perante uma coincidência, procuramos encontrar um qualquer nexo causal que a justifique. Podemos estar errados no nosso raciocínio, mas não podemos desprezar a indução.

Toussenel, que foi discípulo de Fourier, dizia que “a analogia possui o privilégio de não poder ensinar uma ciência sem as ensinar a todas”.

Quando dois fenómenos coincidem no tempo e no espaço, o espírito científico fica em estado de alerta e raciocina por analogia (indução). Por exemplo, coincide no tempo e no espaço que a Alemanha recebeu cerca de 1 milhão de “refugiados” desde o verão de 2015, por um lado, e por outro lado aconteceram as agressões a mulheres em várias cidades alemãs, durante a noite de Ano Novo, por parte de homens de origem muçulmana.

Mas o Francisco Sena Santos (FSS) não aceita o raciocínio por analogia e despreza as coincidências:

“Mas este caso da noite de passagem de ano em Colónia – há relatos de outros em outras cidades alemãs, o que já levou as autoridades alemãs a falarem de ataque organizado – remete unanimemente para agressores da bacia sul do Mediterrâneo. Apareceu logo quem apontasse o dedo aos refugiados a quem Merkel abriu as portas no último Verão. Custa crer que os agressores possam ser os novos refugiados. Não parece provável que gente que acaba de arriscar a vida para chegar à terra ambicionada arrisque pôr a esperança em causa encurralando-se numa noite de loucura. Aliás, os indícios já disponíveis apontam para imigrantes de segunda ou terceira geração, jovens socialmente débeis que se consideram discriminados na Europa e que sentem que conquistam poder ao impor o medo.

Não sabemos ao certo o que estava na cabeça dos agressores. Nem sabemos exactamente quem são. Sabemos que a maioria deles tem origens no mundo árabe-muçulmano. Supõe-se que a maioria dos agressores vem do meio dos imigrantes, não do dos refugiados”.

Ou seja, para o FSS, o facto de terem entrado em 2015, e na Alemanha, cerca de 1 milhão de “refugiados” não significa que os ataques a mulheres alemãs tenham vindo da parte destes.

Segundo o FSS, a culpa do comportamento dos jovens muçulmanos é da sociedade alemã: “jovens socialmente débeis que se consideram discriminados na Europa”. Coitados! Se os jovens muçulmanos violam mulheres alemãs, é óbvio que a culpa é dos alemães.

Isto é típico do arquétipo mental do politicamente correcto: a inversão da moral.

E depois, o FSS entra no âmbito do “supunhetamos”: ele “supunheta” que “a maioria dos agressores vem do meio dos imigrantes, não do dos refugiados”. E ¿por quê? Porque sim! Perante determinadas coincidências factuais, somos livres de “supunhetar”. Podemos supunhetar, por exemplo, que o facto de a chuva cair não tem nada a ver com o fenómeno da evaporação e da condensação da água; podemos dizer, em vez disso, que a chuva cai porque o S. Pedro está zangado connosco.

Supunhetar não paga imposto. O problema é que o FSS é jornalista e escreve nos me®dia, e por isso o povo tem que aturar a sua (dele) masturbação politicamente correcta.

Entrevista com jovens imigrantes muçulmanas na Alemanha

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:10 pm
Tags: , , , ,

 

 

As diferenças culturais são de tal forma grandes que é praticamente impossível uma integração dos imigrantes muçulmanos na Alemanha ou em qualquer país europeu.

Segunda-feira, 18 Outubro 2010

Angela Merkel e a falência do multiculturalismo na Alemanha

« A chanceler alemã, Angela Merkel, lançou nova acha para a fogueira do debate em curso no país sobre a imigração e islamismo, avaliando que a tentativa de criar uma sociedade multicultural na Alemanha “falhou redondamente”. »

in Público

Eu sou insuspeito para falar de Angela Merkel; por várias vezes já escrevi aqui que ela é boçal e expliquei por quê. Não vale só dizer o que uma pessoa é; é necessário explicar porque é que ela é.
(more…)

Sexta-feira, 17 Setembro 2010

A questão dos ciganos e Sarkozy

(more…)

%d bloggers like this: