perspectivas

Quarta-feira, 6 Maio 2015

A “discriminação científica” do Instituto Português de Sangue e Transplantação

 

Uma das características da organização política dos fanchonos (ILGA) é a de que quem não concorda com ela é imediatamente apodado de “ignorante”.

Chamar os outros de “ignorantes” é um mecanismo de defesa fanchono semelhante ao da Inquisição medieval que chamava de “hereges” a quem não concordava com uma determinada orientação política; no caso da ILGA, em vez da Inquisição temos hoje a Ingaysição, e à orientação política acrescenta-se a “orientação sexual panisga”. 

Eu tinha razão quando escrevi que o João Miguel Tavares iria ser crucificado pelo politicamente correcto. Mas não é só o João Miguel Tavares que é apelidado de “ignorante” pela ONG dos miascos: o presidente do Instituto Português de Sangue e Transplantação (Instituto Português de Sangue e Transplantação (IPST)), o médico Hélder Trindade, também é considerado “ignorante” pela ONG dos picolhos. E o governo também é “ignorante”: todo o mundo é ignorante excepto os  apaniguados da organização política dos panucos.


A Idade Moderna reconheceu a autoridade da ciência que só se pronunciava sobre o que parecia ter sido cientificamente estabelecido. A técnica científica era então um fenómeno social, e não individual. Ao contrário da religião, a ciência é neutral do ponto de vista ético — e por isso é que se pode dizer que a ciência e religião se complementam. A técnica científica é contrária à anarquia e até ao individualismo, e exige uma estrutura social disciplinada.

Essa autoridade da ciência morreu; o irracionalismo volta a estar na moda.

Hoje, o politicamente correcto exige da ciência que seja uma espécie de religião política — uma nova versão do positivismo de Comte. A ciência é hoje utilizada como uma arma de arremesso político e ideológico. É neste sentido que a “ciência politicamente correcta” é uma espécie de cientismo, em que a ciência enquanto técnica é relativamente desprezada, e à ciência teórica é dada o beneplácito de função no jogo político e ideológico.

No caso concreto da putativa “ignorância” do I.P.S.T., os argumentos da ONG panasca são equiparáveis aos argumentos da escolástica medieval que se questionava, por exemplo, se a substância era essência, ou se a essência era a quididade. O politicamente correcto introduz um discurso dogmático em nome da “ciência”.

Perante a pressão política e ideológica — como aconteceu por exemplo na ex-URSS — a própria comunidade científica tem medo de se expressar cientificamente. Hoje, a Ingaysição persegue os cientistas “relapsos” que não assumem um qualquer dogma politicamente correcto. Depois de condenado o cientista, a Ingaysição entrega-o ao seu braço secular, a Gaystapo que actua dentro das instituições científicas e políticas, e que trata de lhe aplicar a pena da censura e da invisibilidade social e política. Hoje já não há pena-de-morte para os heréticos, mas o cientista herege passa a ser um morto-vivo: é a verdade científica que é queimada em auto-de-fé, e o cientista prevaricador é condenado a um purgatório vitalício.

Hoje, o politicamente correcto recusa liminarmente qualquer facto científico julgado “inconveniente”.

São os factos que se têm que adequar à religião política; e se um facto não é “adequado”, é simplesmente condenado pela Ingaysição. Por exemplo, se a técnica científica verifica empírica- e estatisticamente e demonstra que, em média, os rabolhos vivem menos tempo do que o normal, a ONG dos larilas utiliza imediatamente os serviços da Ingaysição e o poder político repressivo da Gaystapo para condenar os factos ao olvido — porque se parte do princípio de que é a realidade que tem de se adequar aos desejos do sujeito. S. Tomás de Aquino dizia que “a verdade é a adequação do intelecto à realidade”; o politicamente correcto inverteu a noção de verdade: passou a ser a adequação da realidade ao sujeito.

Para combater os “factos teimosos e discriminatórios” verificados pela técnica científica, a Ingaysição — e o politicamente correcto, em geral — tenta impedir qualquer possibilidade de categorização da realidade; a noção de juízo universal é destruída pela Gaystapo e a ciência propriamente dita torna-se impossível; a excepção passa a ser uma regra, a curva de gauss é banida alegadamente por ser “discriminatória”, as estatísticas são diabolizadas em nome do dogma da “igualdade”.

Terça-feira, 25 Fevereiro 2014

“Os presos têm direito à sua orientação sexual”

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:45 pm
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Já estou a ver o Corte-Real, da ILGA Portugal, vir a terreiro dizer que os presos também têm direito à sua orientação sexual; e que o facto de ter havido violência sexual é culpa do Estado que não organiza saunas gay dentro das prisões.

“Um recluso da cadeia da Carregueira foi violado por três colegas de cela, três dias consecutivos, numa espécie de “praxe de boas-vindas”, tendo sido obrigado a tratamento médico. O Ministério Público está a investigar.” – escreve o Jornal de Notícias de ontem.

Mas a coisa não fica por aqui: ainda não há “casamento” gay em Inglaterra, mas o lóbi político gay já meteu a Igreja Anglicana em tribunal, exigindo que o “casamento” gay seja celebrado pela religião cristã. Já estou a ver o Corte-Real exigir que as igrejas portuguesas disponibilizem saunas gay nas sacristias.

Millionaire Gay Couple Sues to Force Church Wedding

Domingo, 1 Setembro 2013

Foi você que pediu o “casamento” gay ?

Estatísticas publicadas no Canadá revelam que 4 em 5 assassinatos de gueis são perpetrados pelos respectivos “maridos”; ou seja, um “marido” guei mata o outro “marido”. E depois aparecem, nos jornais, parangonas contra a “homofobia dos heterossexuais”.

Homicides chez les hommes gais lors de situations de violence conjugale : des statistiques alarmantes

No ano de 2010, aconteceram na cidade de Montreal 11 assassinados devido a violência doméstica; e dessas 11 mortes, 4 mortos eram “maridos” guei. Se tivermos em consideração o facto de os “maridos” guei serem uma minoria ínfima da totalidade dos maridos de Montreal, podemos ver a dimensão do problema da maridagem guei.

Não existem estatísticas em Portugal, porque a maridagem da ILGA Portugal não deixa. Mas no Canadá e em 2004, 15% dos gueis e das fufas declararam ter sido vítimas de violência dos respectivos e respectivas “maridos” e “maridas”, ao passo que no mesmo ano, apenas 7% dos cônjuges heterossexuados sofreram de violência doméstica.

Foi você que pediu a maridagem guei? Então limpe-se a esse guardanapo.

Segunda-feira, 22 Julho 2013

A protecção do regime democrático em relação aos homofascistas

« A lei de co-adopção que vai ser votada na especialidade, se tudo correr conforme os planos, na próxima semana, discrimina contra casais heterossexuais. O aviso parte de Isilda Pegado, presidente da Federação Portuguesa Pela Vida, que esta tarde foi ouvida no Parlamento, pela comissão que está a analisar esta proposta de lei.
“A adopção conjugal prevista no código civil aplica-se só no âmbito do casamento. Os unidos de facto heterossexuais não podem co-adoptar, porém os unidos de facto homossexuais, caso esta lei seja aprovada, poderão co-adoptar. Estamos a criar discriminação positiva dos casais homossexuais contra os heterossexuais”, considera.

Por outro lado, explica a activista pró-vida, esta lei não passa de uma forma de tentar contornar a legislação existente, que não permite a adopção por pares de homossexuais: “Com a adopção agora proposta, adopção feita no singular e depois extensível, no fundo o que se pretende é permitir a adopção por pares homossexuais. Não se pode permitir estas fraudes ou burlas à própria legislação por parte dos deputados”. »

Isilda Pegado considera que lei de co-adopção discrimina heterossexuais

Segunda-feira, 10 Junho 2013

A consequência da adopção de crianças por pares de homossexuais (por Isilda Pegado)

«1 – A Teresinha tinha 6 anos quando a mãe, vítima de cancro da mama, faleceu. Desde o ano de idade que vivia com a mãe, perto dos avós e dos tios maternos. Foram estes a passar mais tempo com ela, durante a doença da mãe. Acima de tudo os primos… de quem tanto gostava, e com quem brincava longas horas…

2 – Durante estes 5 anos teve sempre um relacionamento saudável com o pai. O facto de o pai viver com um companheiro, o Jorge, nunca foi motivo de comentário. Contudo, desde os tempos do divórcio, o pai e os avós maternos ficaram de relações cortadas.

Após o óbito da mãe, a Teresinha foi viver com o pai, e com o Jorge.

3 – Os avós maternos receberam então uma notificação para comparecer em Tribunal onde lhes foi comunicado que a sua “neta” tinha sido co-adoptada pelo companheiro do pai, pelo que deixava de ser sua neta.

Foi-lhes explicado que por efeito da co-adopção os vínculos de filiação biológica cessam. É o regime legal aplicável (art. 1986.º do C.C. – “Pela adopção plena, extinguem-se as relações familiares entre o adoptado e os seus ascendentes e colaterais naturais”).

Nada podiam fazer. Choraram amargamente a perca desta neta (depois da filha) que definitivamente deixariam de ver e acompanhar.

A Teresinha que tinha perdido a mãe, perdia também os avós, os tios e os primos de quem tanto gostava. Nunca mais pôde brincar com aqueles primos ou fazer viagens com o tio Zé e a tia Sandra que eram tão divertidos. A Teresinha tinha muitas saudades daquelas pessoas que nunca mais vira.

Não percebia porque desapareceu do seu nome o apelido “Passos” (art. 1988º, nº 1 – “O adoptado perde os seus apelidos de origem”).

4 – Um dia perguntou ao pai porque mudara de nome. Foi-lhe dito que agora tinha outra família. Não percebeu e, calou… Na escola, via que os outros meninos tinham uma mãe e um pai, mas ela não.

5 – Quando chegou aos 16 anos de idade foi ao ginecologista, sozinha. Ficou muito embaraçada com as perguntas que lhe foram feitas sobre os seus antecedentes hereditários maternos. Nada sabia. Percebeu que o médico não a podia ajudar na prevenção de varias doenças… Estava confusa. Nada sabia da mãe. Teria morrido? Teria abandonado a filha?

6 – Até que um dia descobriu em casa, na gaveta de uma cómoda, um conjunto de papéis em cuja primeira pagina tinha escrito SENTENÇA. E leu… que «o superior interesse da criança impunha a adopção da menor pelo companheiro do pai, cessando de imediato os vínculos familiares biológicos maternos, nos termos do disposto no art. 1986º do C.C., tal como o apelido materno “Passos” (art. 1988º, nº 1 do C.C.), que será agora substituído por…». Tudo por remissão dos arts. X.º a Y.º da Lei Z/2013.

7 – O que mais a impressionara naquele escrito foi o facto de que quem a escrevia parecia estar contrariado com a decisão que estava a tomar. E, a dado passo escrevia “Na verdade, quando da discussão da lei Z/2013 na Assembleia da Republica o Conselho Superior da Magistratura e a Ordem dos Advogados emitiram parecer desfavorável à solução legislativa que agora se aplica. Porém, “Dura lex sede lex”. A Teresinha não percebeu…

8 – Durante anos procurou a Família materna, em vão… Mas rapidamente consultou os Diários da Assembleia da Republica onde constavam os nomes dos deputados que tinham aprovado aquela lei que lhe tinha roubado os mimos da avó Rosa, as brincadeiras do avô Joaquim… e os primos.

A Teresinha queria voltar ao tempo destes, que são sangue do seu sangue, mas não pode porque esses anos foram-lhe usurpados. Vive numa busca incessante pela sua identidade. Se as outras raparigas da sua idade sabem das doenças que a mãe e o pai tiveram, porque é que ela não pode saber? Porque lhe negam esse direito?

9 – Leu então num livro que “a adopção é uma generosa forma de ajudar crianças a quem faltam os pais e a família natural para lhes dar um projecto de vida. A adopção é sempre subsidiária”. E perguntou:

“Onde está a minha família que nunca me faltou mas, de mim foi afastada por estatuição (*) legal e decisão judicial?”

A Teresa está muito triste.

10 – O pai e o Jorge entretanto divorciaram-se… e a Teresa é obrigada a ir passar os fins-de-semana a casa do Jorge… porque a Regulação das Responsabilidades Parentais assim o ditou.

11 – Teresinha, nós estamos aqui!»

— por Isilda Pegado

(*) Estatuição: do verbo “estatuir”, que significa decretar, impor.

Quarta-feira, 29 Maio 2013

O perigo da ideologia de Poder despótico do movimento político homossexualista

«But the LGBT movement is based on an ideology of power (NOT love), which will allow some adults to recruit, brainwash, and exploit young people into their network of behavior. The movement is based on a false ideology of biological determinism, predicated on the notion that people are “born” gay and “cannot change” and “do not have a choice.”

These notions, combined with the idea that certain gay “experts” have “gaydar” and can identify homosexuality in others before they are willing to admit it to themselves, amount to a police state of surveillance and intimidation.

In the name of forcing people to accept “who they are,” LGBT organizations have sought to gain institutional control over the education system, the media, the two-party system, churches, commerce, and finally, the forces of international violence embodied in the military, intelligence organizations, and state departments of countries that have bowed to the demands of this lobby.

The LGBT movement progressed from recruiting young people, to now demanding the “right” to children, a “right” expressed through the lens of property and privilege. It is natural that a movement so devoted to controlling other people would eventually seek to buy people and own them, in the name of “giving them a family.”

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