perspectivas

Quarta-feira, 21 Agosto 2013

A hipocrisia de Luís Filipe Meneses

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« A questão da limitação de mandatos promete continuar, assim, mais duas semanas a pairar sobre candidaturas como a de Menezes. “O país está farto de andar a reboque de um pequeno partido, que merece todo o respeito, mas vale 3%”, reagiu, assim, Menezes à recusa do Tribunal Cível em analisar a reclamação do BE. »

Menezes ataca BE por causa de queixas em tribunal


  • Quando um ministro socialista da república (Mário Lino), secundado pela esquerda radical e pela maçonaria, declarou publicamente que era um “iberista convicto”; quando José Sócrates dizia que a prioridade de Portugal era “Espanha, Espanha, Espanha!” – Luís Filipe Meneses calou-se, porque ele próprio já se confessou um “iberista convicto”.
  • Quando o Bloco de Esquerda e a esquerda em geral apoiaram a liberalização do aborto, Luís Filipe Meneses calou-se.
  • Quando o Bloco de Esquerda defendeu a legalização do “casamento” gay, Luís Filipe Meneses calou-se.
  • Quando o Bloco de Esquerda e o Partido Socialista pretendem legalizar a adopção gay, Luís Filipe Meneses calou-se, e o filho dele, deputado no parlamento pelo PSD do Pernalonga, votou a favor da lei da adopção de crianças por pares de invertidos.

Agora que lhe toca a ele directamente, Luís Filipe Meneses já não concorda com o Bloco de Esquerda e já se pronuncia em público. Para Luís Filipe Meneses, “pimenta no cu dos outros é chupa-chupa”. Luís Filipe Meneses é o paradigma dos políticos da “direita” liberal: são os coveiros da democracia.

Segunda-feira, 21 Janeiro 2013

O iberismo foi adiado pela maçonaria

Filed under: Esta gente vota,Maçonaria,Política,Portugal — O. Braga @ 9:52 am
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Já repararam que com a crise da dívida pública, e com a intervenção da Troika, o Partido Socialista, e também o Partido Social Democrata de Luís Filipe Meneses, ¿ deixaram de falar em iberismo e de união política de Portugal e Espanha ?
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Domingo, 15 Julho 2012

Luís Filipe Meneses e a lei da rolha

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Luís Filipe Menezes, avisou hoje o seu vice-presidente de que as críticas feitas por este ao ministro Miguel Relvas “não se podem repetir”.

Firmino Pereira, que é vice-presidente do PSD/Porto e da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, defendeu hoje a saída do Governo do ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, por considerar que Miguel Relvas “está a fragilizar a imagem do Governo”.

via Luís Filipe Menezes manda calar vice sobre caso Relvas – Expresso.pt.

Eu tenho por Luís Filipe Meneses o maior desprezo, tanto desprezo quanto alguém pode ter por outrem. Não é ódio, porque não odeio alguém. É o desprezo que se sente por um animal rastejante ou por um ser intrinsecamente desprezível.

Desde logo, é dos poucos políticos portugueses — senão o único, depois do ministro Mário Lino de má memória — que defendem abertamente a alienação de Portugal a Espanha; e neste sentido é detentor de um utilitarismo político desprezível, porque nem sequer defende um iberismo pessoano ou um iberismo telúrico de Miguel Torga: o iberismo de Luís Filipe Meneses é puramente utilitário; é um utilitarismo digno do de Miguel de Vasconcellos.

Depois, e por motivos pessoais, Luís Filipe Meneses é presidente de uma autarquia que mandou cortar uma árvore centenária a pedido de alguém influente no seu partido político, e o mais grave é que deixou o local da árvore abatida num estado deplorável.

Em terceiro lugar, Luís Filipe Meneses não tem o sentido da realidade do país, por exemplo, quando anunciou que pretende construir um túnel que ligue os dois lados do rio Douro. Estamos em presença de um demagogo e de um populista. Quem conhece o Meneses sabe que ele tem pouco mais de metro e meio de altura e o complexo de Napoleão — para não dizer que é lélé da cuca.

E agora surge a notícia da lei da rolha no Partido Social Democrata de Luís Filipe Meneses.

Domingo, 18 Dezembro 2011

O Luís Filipe “Às Vezes” e o provincianismo saloio

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 7:56 am
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“Luis Filipe Menezes, alcalde de Vila Nova de Gaia, ha sido el último en expresar en voz alta un pensamiento que lleva ya años instalado en el fútbol portugués: que sus grandes jueguen en nuestra Liga, la mejor del mundo.”

via En Portugal quieren que sus ‘grandes’ jueguen en la Liga española – Libertad Digital.

  • Quem é este idiota provinciano para afirmar, no estrangeiro, que “os portugueses querem alienar o campeonato nacional de futebol”?
  • Quem é esta besta ambulante para falar em nome dos portugueses?
  • Por que é que esta cavalgadura não se preocupa com as dívidas astronómicas da Câmara Municipal de Gaia em vez de dizer asneiras?

Sexta-feira, 22 Julho 2011

Parece que existem “pressões europeias” para a construção do TGV

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Esta notícia é estranha: pode ser genuína ou “encomendada” pelo actual governo liderado pelo Partido Social Democrata.
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Quinta-feira, 26 Maio 2011

A política iberista dos socialistas terá que ser contrariada e invertida

Leio aqui:

“Greece has a fiscal problem; Ireland has a bank problem; and Portugal has a problem with competitiveness.”

De facto, os problemas dos três países europeus intervencionados pelo FMI, são diferentes: a Grécia tem um problema fiscal, a Irlanda um problema com a Banca, e Portugal um problema de competitividade. A fraca competitividade de Portugal está directamente relacionada com o fraco crescimento da economia real desde que Portugal entrou no Euro.
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Segunda-feira, 7 Março 2011

O enlatado iberista

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:15 pm
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Quarta-feira, 7 Julho 2010

Sobre o comportamento vergonhoso de Passos Coelho em Espanha

« Quando estou no estrangeiro, tenho por regra nunca criticar ou atacar o governo do meu país. Quando volto casa, faço por compensar o tempo perdido. »

— Winston Churchill

Passos Coelho é indigno de ser um dia primeiro-ministro deste país. Vergonhoso, o seu comportamento em Espanha! Vergonhoso!

Domingo, 4 Julho 2010

A Marsans e o trambiqueiro espanhol

A forma como a agência de viagens espanhola Marsans “faliu” de um dia para o outro, deixando sem férias (que já tinham sido pagas) milhares portugueses e sem direito a reembolso do dinheiro, é a prova de que os investimentos espanhóis em Portugal não têm, de forma geral, interesse para a nossa economia.

O espanhol é, por sua natureza, um vigarista — ou como dizem os brasileiros: o espanhol é naturalmente trambiqueiro.

É tempo dos portugueses compreenderem (de uma vez por todas) que são muito mais seguros investimentos de países europeus como a Alemanha, ou dos países nórdicos em geral — e mesmo investimentos de Angola ou do Brasil, e da América do sul em geral — do que tentar proteger e incentivar o investimento trambiqueiro espanhol.

Por outro lado, os empresários portugueses sabem muito bem das dificuldades burocráticas que o Estado espanhol impõe aos investimentos de empresas portuguesas em Espanha, porque os governantes espanhóis pretendem sempre proteger as suas empresas nacionais da concorrência do exterior. E para além das dificuldades burocráticas, o Estado espanhol incentiva e fomenta fortemente, através do código invisível da inculturação, as barreiras culturais a nível do consumidor espanhol — coisa que os governos portugueses não fazem — , de modo a blindar de uma forma “natural” as importações e a incentivar a produção nacional espanhola.

A Espanha serve para que os camiões portugueses e as suas mercadorias cheguem à Europa, e pouco mais do que isso. Que os portugueses não tenham ilusões. Hoje, Espanha é uma “casa a arder”, dividida politicamente com as reivindicações das independências nacionais espanholas, e com uma crise de competitividade na economia muitíssimo mais grave do que a portuguesa.

Mais uma vez, e como aconteceu no passado remoto e mais recente, a Espanha vai tentar servir-se de Portugal para resolver os seus problemas internos, e seria lamentável que, mais uma vez, os políticos portugueses se colocassem a jeito nessa estratégia espanhola de exportar sistematicamente os seus problemas.

Portugal deveria olhar para sua História e aprender com as lições do passado, em vez de obstinadamente contrariar a experiência de mais de 800 anos.

Sexta-feira, 25 Junho 2010

Um homem de grande visão:

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 1:25 pm
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O grande filho da puta — segundo Alberto Pimenta

Terça-feira, 22 Junho 2010

Prós e Contras de ontem: um monólogo a quatro vozes

Mário Soares e a esquerda em geral, insistem numa posição iberista, que resulta na prática na subordinação política, económica e cultural de Portugal a Espanha. Os interesses supremacistas de Espanha têm hoje, em Portugal, dois grandes empecilhos: a direita conservadora e o Duque de Bragança.

Já não vale a pena fazer comentários sobre o que diz gente como Boaventura Sousa Santos ou Mário Soares. A realidade não muda só porque nos convencemos que ela não existe da forma que existe, e ambos (gnósticos) foram ontem (no programa da Fatinha na RTP1) o exemplo de quem acha que se pode alterar a realidade simplesmente convencendo a comunidade de que a realidade que se quer mudar, não existe.

De Sousa Santos ficou-me uma ideia-chave: o problema demográfico não existe em Portugal; pelo contrário, o professor universitário conseguiu até encontrar vantagens na fraca taxa de natalidade da mulher portuguesa — o que é extraordinário! A mundividência dessa criatura é miraculosa. Nem sequer os factos e os números o conseguem demover, e se alguém tem que fazer a típica autocrítica marxista, são os outros.

Boaventura acha que o crescimento na América Latina nos anos 90 era baixo e que os latino-americanos alteraram a situação a partir do fim da década — ou seja, para o Boaventura, os actuais líderes políticos marxistas da América do Sul são heróis. Mas “esqueceu-se” de referir que o crescimento médio dos países da zona Euro foi de 3,4% nos anos 70, 2,4% nos anos 80, e só 1,1% nos anos 90. A estes números e à realidade concreta, o Boaventura fugiu como o diabo da cruz.
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Terça-feira, 9 Março 2010

O cair na realidade

Hoje ouvi Ana Gomes na Antena 1, cerca das 8:50 horas. Depois de ter lido este artigo de Mário Soares em que ele escreve “que Portugal não deve obedecer cegamente às ordens ‘economicistas’ do Banco Central Europeu” e em que diz “cobras e lagartos” da actual União Europeia, eu, como todo o cidadão português com o mínimo de dois dedos de testa, pergunto-me onde estão os europeístas e federalistas europeus deste país. Afinal, em que ficamos ? Não era Bruxelas o “Sol da Europa” ? Quem ouvisse hoje Ana Gomes a falar sobre a União Europeia e não lhe reconhecesse a voz inconfundível, pensaria que estaria a ouvir uma militante do PNR. Quem lê o que Mário Soares escreve no artigo citado, fica com a ideia da reacção de um militante comunista ortodoxo depois da queda do muro de Berlim.
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