perspectivas

Quinta-feira, 18 Setembro 2008

O PSD precisa de uma purga

Deputados do PSD, como é caso do Luís Carloto Marques, ou estão a mais no partido, ou o PSD prepara uma fusão com o PS. Esperemos que o voto na Assembleia da República, em Outubro, aquando da votação da lei do Bloco de Esquerda sobre o “casamento” gay, não seja secreto e que todos possamos ver quem está a mais no PPD/PSD.

A condição da não adopção de crianças por parte da proposta do Bloco é manobra política; a adopção virá a seguir, “logo que estejam reunidas as condições objectivas” para que isso aconteça. Porém, numa primeira fase, há que anestesiar e adormecer o povo, fazendo instalar a indiferença sobre assuntos éticos desta natureza.

Que ninguém se engane: uma eventual legalização do “casamento” gay vai conduzir inexoravelmente à adopção de crianças por duplas de avantesmas.

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Sexta-feira, 15 Agosto 2008

Um livro que nunca será publicado em Portugal

A matéria tratada é perigosa, e deve ser sujeita a censura. Devemos censurar aquilo que nos convém censurar, e fazer a propaganda daquilo que nos interessa. A hipótese de este livro alguma vez ser publicado em língua portuguesa é remota, e este como outros livros, deverão ser queimados nos autos-de-fé do futuro.



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Quinta-feira, 14 Agosto 2008

A vacina socretina


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Há alguns meses atrás, o governo socretino anunciou a vacina universal contra o HPV que incluía a vacinação de crianças de 9, 10 e 11 anos.

Entretanto, não sei como ficou o assunto, mas pelo que me parece, o socretinismo recuou na decisão.

Em vez de uma educação sexual para um comportamento seguro e correcto, o governo socretino cedeu às pressões gayzistas do lobby instalado nas imediações do Terreiro do Paço.

Este relatório (PDF) conta como 25 raparigas morreram nos Estados Unidos — em apenas 18 meses — devido à vacina contra o HPV (vírus papilloma humano), vírus que se transmite por via sexual em ambiente de promiscuidade, provoca o cancro cervical na mulher e a morte.

Quarta-feira, 13 Agosto 2008

A verdade incomoda

Um dos postais recentes mais lidos deste blogue é este: Activista gay: “sexo com animais é legítimo”. Relata o facto de um dos activistas gay mais conhecidos dos Estados Unidos defender a ideia de que o sexo com animais é legítimo desde que “os animais dêem o seu consentimento” (sic).

Note-se que eu não escrevi nenhuma mentira: um dos activistas gay mais conhecidos dos Estados Unidos defende a ideia de que o sexo com animais é legítimo desde que “os animais dêem o seu consentimento (sic).

Quando escrevi o postal não me passou pela cabeça tanta “popularidade”, e estranhei ― dada a quantidade de visitas ao post ― que não existissem comentários. Finalmente, chegou um comentário de alguém que se sentiu incomodado com a verdade:

«Você, de facto, é um destes “pseudo-intelectualóides” que existem nestes país, com um discurso muito bem escrito mas sem nenhuma consistência, e que fazem o país estar como está. Tenha vergonha na cara e pare de categorizar e generalizar uma “comunidade” de muitos milhões de pessoas espalhadas por todo o mundo de “pervertidos”.»

Assina: “estudante de psicologia” (estamos mal com a psicologia que temos; razão tem o Olavo de Carvalho — outro “pseudo-intelectual”)

O comentário é, assim, aqui parcialmente transcrito mas não será publicado na posta.

Quinta-feira, 7 Agosto 2008

O Sr. Pinto de Sousa e os seus amigos gays

Prometi afastar este blogue de notícias que digam respeito à besta socretina, mas abro aqui uma excepção.

«O debate tem de começar a ser feito na sociedade civil, para que em 2009 a legalização do casamento entre homossexuais possa ser uma realidade.»


Acham isto normal?

A coisa que mais me irrita no PS socretino é a pesporrência celebrada e vangloriada. Se a decisão está tomada pelo Partido Socialista, para quê o debate na “sociedade civil” (existirá uma “sociedade não-civil”?). O Sr. Pinto Sousa quer pôr uma matéria à discussão pública, mas como tem o Poder, a discussão é uma mera formalidade. Será que o PS pensa que vai ganhar eleições com os votos dos homossexuais que pretendem adoptar crianças de instituições como a Casa Pia?

A adopção é concebida para dar uma família a uma criança, e não para dar uma criança a uma família.

A lei 7/2001 que regula as uniões de facto, poderia ser revista — caso seja necessária a sua revisão para acomodar algumas das reivindicações invertidas — mas sempre de modo a que não fosse possível a adopção de crianças por duplas de homossexuais e por casais heterossexuais em união-de-facto, à semelhança do que acontece na lei francesa (1) (PACS).

A estratégia do PS é a da domesticação da sociedade através da produção de falsas necessidades. O Poder socretino age substituindo a opressão totalitária tradicional nas ditaduras por uma opressão que nos dá a ilusão de liberdade, e a “discussão pública” com a decisão já tomada é sinónimo desse totalitarismo sedutor.

É extremamente importante que esta escumalha saia do Poder.


(1) France Overruled on Gay Adoption

PACSPacte civil de solidarité

Ler também: Recortes sobre José Sócrates

Terça-feira, 5 Agosto 2008

O cientificismo: a nova religião

O deus Baal (Cartago)

O deus Baal (Cartago)

O filósofo David Hume escreveu há mais de 200 anos um ensaio que pode ser lido em qualquer boa biblioteca: “Da Superstição e Entusiasmo”, no qual descreve como nas sociedades civilizadas a mente do Homem está sujeita a um número incontável de terrores e preocupações fabricadas, que surgem quando as verdadeiras preocupações com a subsistência cessam de existir. É o que está a acontecer na nossa sociedade.

Os novos terrores são perfeitamente invisíveis e desconhecidos, como os gases de efeito de estufa, e o povo tenta dar a esses novos terrores alguns sacrifícios como o “Dia da Terra”, mortificações de diversa índole como o banir dos sacos de plástico, e cerimónias das mais diversas.

O novo clero é composto pelos sumos-sacerdotes do Naturalismo, com Al Gore à cabeça, que para além da ortodoxia do Aquecimento Global, sintetiza no Naturalismo outras crenças como a do Projecto dos Grandes Macacos que nivela o ser humano pelos símios, a ameaça da superpopulação no planeta que incita ao aborto “para salvar a Terra”, à homossexualidade como uma forma de sexo ecológico, ao infanticídio e à eutanásia ― tudo em nome da nova religião cientificista: o Naturalismo. De facto, a nova religião é um novo Baal.

Assim como a Inquisição da Idade das Trevas denunciava os transgressores, a nova religião Naturalista denuncia e persegue os incumpridores dos rituais sagrados, transformando a ciência em superstição, criando um novo clero que se auto-declara como sendo o expoente máximo da Razão. Criam-se novas Igrejas ― institutos, fundações, cátedras universitárias ― com massivas injecções de dinheiro que os povos pagam, e assim como aconteceu com o eugenismo do princípio do século 20, existe hoje também um consenso científico de que o ser humano caminha para a extinção.

Em relação a esta nova religião, desde já me declaro ATEU!

Segunda-feira, 4 Agosto 2008

O que está por detrás do “casamento” gay?

O que vem depois do “casamento” gay? Tudo o que possamos imaginar.

Neste artigo assinado pela activista política “gay” Nancy Polikoff, antevemos o que vai acontecer se o “casamento” gay se estabelecer legalmente nos Estados Unidos. Polikoff defende que os direitos do casamento devem ser estendidos não só aos casados ― hetero ou homo ― mas a um leque mais alargado de pessoas. Por exemplo: gente que “vive junto” e que não assumiu uma união-de-facto por desconhecimento da lei; para estas pessoas, Polikoff defende que a união-de-facto deve ser assumida pela lei de uma forma automática, sem necessidade de os interessados solicitarem o estatuto de união-de-facto. Pergunto: Como é que isto é possível senão numa ditadura sob a capa de “democracia”? E se o casal não quiser a união-de-facto?

Outro exemplo: nos Estados Unidos (como cá) uma mulher que não tem o direito a exigir uma indemnização pela morte do seu noivo num acidente ― porque não são casados, obviamente. Segundo Polikoff, alguém nessas condições deveria ter esse direito. Bom, abre-se a caixa-de-pandora. E porque não o direito de uma mulher ser indemnizada pela morte do namorado que conheceu ontem na discoteca?
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Sexta-feira, 1 Agosto 2008

Um exemplo de manipulação dos me®dia

Repare-se nisto:

Agora vejam a notícia de um jornal local da região do Brasil onde aconteceram os factos:

Quarta-feira, 30 Julho 2008

Casamento não é para gays

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 9:17 pm
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«Of the more than 10,500 same-sex couples married here [Massachusetts] since May 17, 2004, 6,121 wed in the first six months. There were 2,060 weddings in 2005; 1,442 in 2006; and 867 in the first eight months of 2007, the most recent data show.»NY Times

Depois destes números que revelam a especificidade dos relacionamentos na subcultura gay, a próxima reivindicação dos gays será o de passarem a ser ordenados padres.

Segunda-feira, 28 Julho 2008

O destaque dos me(r)dia

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 11:51 pm
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A notícia diz: Preso por balear vizinho homossexual

O que se passou na realidade foi que quem foi baleada foi uma vizinha do agressor que até nem é lésbica. Vejam como os me(r)dia transformam um acto tresloucado de um homem que se encontrava num avançado estado de embriaguês e que não tinha licença de porte de arma (um assassino em potência e psicopata), num facto político nacional de vitimização dos gays que abriu os telejornais.

E ainda dizem que não existe um “lobby gay”…

A virtude revolucionária

«A mentalidade revolucionária é essencialmente a inversão do sentido do tempo, a arrogância psicótica de interpretar o presente e o passado à luz das virtudes imaginárias de um futuro hipotético.»Olavo de Carvalho

Temos que saber se aquilo que é considerado como sendo “virtude” pela mentalidade revolucionária é, realmente, virtude. Vejam esta notícia: um padre pôs um gay fora da missa durante uma manifestação gay à porta da Igreja e passa a ser notícia de primeira página nos me(r)dia. Aqui, a virtude é o direito de uma minoria chatear quem estava a assistir à missa, exercendo os seus direitos de prática religiosa.

Depois, a “virtude” revolucionária assume um carácter absolutista: “o padre deverá responder à Justiça“. O padre não tem o direito de zelar pelos interesses da sua Igreja, rechaçando a entrada na dita de activistas que participavam numa manifestação política contra a sua religião. Segundo a “virtude” revolucionária, o padre deveria ouvir, ver e calar.

Quinta-feira, 24 Julho 2008

Vencendo pelo cansaço

Olavo de Carvalho escreve sobre a nova lei brasileira que condena a 5 anos de prisão quem ofender um gay.

«Não existe qualquer epidemia de violência contra os homossexuais neste país, mas, mesmo que houvesse, nenhuma lei contra opiniões religiosas poderia fazer nada para detê-la, pela simples razão de que, fora dos países islâmicos, casos de violência anti-homossexual por motivo de crença religiosa são a raridade das raridades, e no Brasil até agora não se comprovou nenhum. Rigorosamente nenhum.

Em compensação, a lei tornaria automaticamente criminosos e sujeitaria à pena de prisão milhões de brasileiros honestos, cujo único delito é acreditar na Bíblia. Eles poderiam ser presos não só por ler em voz alta versículos tidos como “homofóbicos”, mas por protestar contra qualquer casal gay que, por mera provocação ou genuína falta de autocontrole, se afagasse com a maior impudência dentro de uma igreja, quanto mais numa praça pública.

Os gays, indefesos como todo o restante da população num país que tem cinquenta mil homicídios por ano, continuariam tão sujeitos quanto agora à truculência de assassinos e estupradores – estes últimos necessariamente homossexuais eles próprios, no caso –, mas estariam protegidíssimos contra o apelo suave do Evangelho que os convoca a mudar de vida.

Alegar que essa lei se destina à protecção da comunidade gay é cinismo; ela se destina, isto sim, à destruição da comunidade cristã, sem nada oferecer aos homossexuais em troca, apenas dando à parcela politizada e anti-religiosa deles a satisfação sadística de alegrar-se com a desgraça alheia. Desgraça tanto mais satisfatória, a seus olhos, quanto mais injusta, arbitrária e sem motivo.

Se algum dia houve no Brasil uma proposta de lei desprovida de qualquer razão de ser além do puro ódio, é essa.

Mas não é somente sobre os cristãos que ela despeja esse ódio. É sobre toda a concepção do Estado democrático, do governo do povo pelo povo. Não há um entre os proponentes dessa lei que o ignore, nem um só que não se regozije com isso. No Estado democrático, o governo é a expressão da vontade popular e, portanto, da cultura reinante. Ele pode elevá-la e aperfeiçoá-la, mas o próprio fundamento da sua existência consiste em respeitá-la e protegê-la. Na nova concepção imposta pela elite globalista iluminada, o Estado é o “agente de transformação social”, a vanguarda da “revolução cultural” incumbida de fazer o povo gostar do que não gosta, aprovar o que não aprova, cultuar o que despreza e desprezar o que cultuava. É o órgão do estupro psicológico permanente, empenhado em chocar, escandalizar e contrariar a alma popular até que esta se renda, vencida pelo cansaço, e passe a aceitar como decreto da Providência, como fatalidade natural inevitável, o que quer que venha da burocracia dominante.»

Texto de Olavo de Carvalho (o sublinhado é meu, obviamente).

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