perspectivas

Terça-feira, 7 Fevereiro 2012

Hungria : Cuidado com os que se dizem “campeões da democracia”

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 7:01 am
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“Em 2010 o povo magiar foi às urnas, e mais de 2,5 milhões de votantes (52,3% dos votos) escolheram o Fidesz, partido conservador da ala direita do plenário.

(…)

O partido [Fidesz] decidiu também proclamar o Cristianismo conservador como religião oficial do país, quando apenas pouco mais de 20% da população é praticante de qualquer corrente religiosa.”

via Hungria não rima com Democracia | Clique.

Vejam a contradição deste detractor da Hungria: por um lado, o idiota escreve que partido Fidesz ganhou as eleições com 52,3% dos votos — em Portugal, não é necessária esta percentagem para um partido ganhar com a maioria absoluta; mas por outro lado, o idiota diz que os eleitores que votaram no partido ganhador são estúpidos, porque sabiam que a corrente filosófica prevalecente no partido Fidesz era a cristã e mesmo assim votaram nele. Como é possível haver pachorra para aturar este tipo de idiota?

E desde quando a inscrição, na nova Constituição húngara, da frase “Deus abençoa os húngaros” [que é aquilo a que aquele idiota se refere] é exclusivista do Cristianismo ?! Deus não é comum a cristãos, judeus e muçulmanos ?! Grande idiota! E mentiroso: vejamos o que diz o Factory Book acerca das religiões na Hungria:

“Roman Catholic 51.9%, Calvinist 15.9%, Lutheran 3%, Greek Catholic 2.6%, other Christian 1%, other or unspecified 11.1%, unaffiliated 14.5% (2001 census)”

Cuidado com os idiotas que dizem que a democracia é só deles!

Quinta-feira, 26 Janeiro 2012

Deus abençoe os húngaros, e livre-os do maoísta Durão Barroso

O que a Comissão Europeia — e, portanto, a União Europeia — está a fazer à Hungria não é só uma vergonha descarada: é um verdadeiro escândalo!
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Terça-feira, 24 Janeiro 2012

O diferendo que opõe os burocratas da União Europeia à Hungria

Filed under: A vida custa,aborto,Europa — O. Braga @ 11:22 am
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Alguém acredita que o BCE [Banco Central Europeu] é “totalmente independente”? E se é independente, é independente em relação a quem? Será que o BCE [Banco Central Europeu] não tem nenhuma dependência em relação a alguém?

E alguém, com dois dedos de testa, acredita que o Banco Central Alemão é “totalmente independente”? Será que Angela Merkel não “mete a mão” no Banco Central Alemão ? E os franceses, a mesma coisa em relação ao Banco Central francês?

Se ninguém, em boa-fé, acredita nessa “independência total” dos Bancos europeus, por que é que os eurocratas de Bruxelas exigem uma “total independência” do governo húngaro em relação ao seu Banco Emissor?

O que, de facto, irrita os eurocratas não é a putativa falta da independência do Banco Emissor húngaro; o problema da nomenklatura da EURSS é a Constituição húngara que defende a vida humana condenando o aborto, valoriza a família natural definindo o casamento entre um homem e uma mulher, refere que “Deus abençoa os húngaros”, e faz questão de honrar a pátria húngara.

Quarta-feira, 26 Outubro 2011

A União Europeia cede ao lóbi gayzista e abortista, condenando a Hungria

Tradução: '(Eu compreendo que não estás pronta para mim)... mas dá-me para adopção: DEIXA-ME VIVER!'

Resposta dada por Viviane Reding em nome da Comissão

A Comissão confirma estar a par da campanha de comunicação referida pelos Senhores Deputados. A pedido da Comissão, as autoridades húngaras confirmaram que a subvenção que foi concedida, no âmbito do programa Progress — secção igualdade de género — foi utilizado em parte para financiar uma campanha que apresentava a adopção como uma alternativa ao aborto.

O projecto húngaro, cujo pedido foi apresentado em Maio de 2010 no âmbito de um convite à apresentação de propostas, não fazia menção a uma campanha específica sobre a questão do aborto nem da adopção.

A Comissão contactou as autoridades húngaras solicitando-lhes para suprimirem a parte da campanha relativa ao aborto e a retirada de todos os cartazes existentes. A Comissão salientou também que se reservava o direito de iniciar um procedimento para pôr termo à convenção de subvenção e de retirar as respectivas consequências, designadamente financeiras, do que considera ser uma utilização indevida dos fundos comunitários.

via Resposta a uma pergunta escrita – Campanha anti-aborto na Hungria parcialmente financiada pelo programa PROGRESS da UE – E-005029/2011.

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