perspectivas

Quinta-feira, 31 Outubro 2013

A Teologia da Libertação é uma mistura do Marxismo e do Cristianismo

Filed under: cultura,Política — O. Braga @ 8:58 am
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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, assegurou à imprensa que o rosto do decesso Hugo Chavez apareceu às duas horas da madrugada nos túneis do Metro de Caracas:

“El presidente de la República de Venezuela, Nicolás Maduro, ha asegurado este miércoles que la mirada del fallecido presidente Hugo Chávez habría aparecido durante la excavación de los túneles de la línea 5 del Metro de Caracas, según informa Europa Press.”

Através da imanência da Teologia da Libertação, os líderes políticos e/ou religiosos marxistas são "automaticamente" santificados.

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Quarta-feira, 6 Março 2013

A morte de uma celebridade

Filed under: A vida custa,Ut Edita — O. Braga @ 7:03 am
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“Às vezes quando penso nos homens célebres, sinto por eles toda a tristeza da celebridade. A celebridade é um plebeísmo.

hugo-chavez-96x96O homem que se torna célebre fica sem vida íntima; tornam-se de vidro as paredes da sua vida doméstica; é sempre como se fosse excessivo o seu traje; e aquelas suas mínimas acções — ridiculamente humanas às vezes — que ele quereria invisíveis, co-as a lente da celebridade para espectaculosas pequenezes, com cuja evidência a sua alma se estraga ou se enfastia. É preciso ser muito grosseiro para se poder ser célebre à vontade.

Depois, além de um plebeísmo, a celebridade é uma contradição. Parecendo que dá valor e força às criaturas, apenas as desvaloriza e as enfraquece.“

— Fernando Pessoa, “Escritos Íntimos”, edição Europa América, página 47.

Sábado, 21 Abril 2012

Les bons esprits se rencontrent…!

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:08 pm
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Quarta-feira, 23 Março 2011

Hugo Chávez : “O capitalismo acabou com a vida em Marte”

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 3:15 pm
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Sexta-feira, 28 Janeiro 2011

O patrão da Venezuela

Filed under: Política — O. Braga @ 7:18 am
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Vi ontem que Hugo Chavez quase “despediu” um Banco espanhol por telefone e em directo na televisão. Hugo Chavez é o protótipo do patrão burgesso e básico que tínhamos e ainda temos em Portugal; aquele patrão que berra e ameaça os empregados pelo telefone, que mora perto da empresa e vai visitá-la ao Domingo com a família; “porque a empresa é minha!”

A imagem que todos vimos ontem teria um paralelo em Portugal se a esquerda marxista e radical tivesse uma maioria confortável no parlamento. A “venezuelização” é a transformação progressiva e progressista de um país numa coutada por parte de um qualquer “patrão” burgesso e radical que considere um país inteiro como a “minha empresa!”. O patrão labrego e revolucionário despede por SMS se pensa no assunto, ou por telefone e aos berros se apenas reage emocionalmente a quem alegadamente coloque em causa o princípio sagrado de que “a empresa é minha!”.

“Se alguém se engana, com o seu ar sisudo, e lhes franqueia as portas à chegada, eles comem tudo e não deixam nada…”

Sábado, 25 Setembro 2010

A essência da estratégia política da esquerda contemporânea

« (…) a lógica do liberalismo político leva-o a tolerar ideias ou movimentos que têm como finalidade destruí-lo. A partir daí, perante a ameaça, o liberalismo está condenado, quer a tornar-se autoritário, isto é, a negar-se ― provisória ou duradouramente ― a si mesmo, quer a ceder o lugar à força totalitária colocada no poder por meio de eleições legais (por exemplo, Alemanha, 1933) »

— Edgar Morin, ex-comunista e crítico do marxismo

A gente vota em determinados políticos pensando que são gente normal, e quando eles se apanham no poder fazem notar a sua demência voltando o poder político contra a cultura da maioria do povo que os elegeu. Dou como exemplo o caso de Obama e Hillary Clinton, que segundo o congressista americano Christopher Smith, pretendem incluir no documento final das Nações Unidas sobre as Metas de Desenvolvimento do Milénio uma alínea política de promoção do aborto em todo o mundo.

A contradição é gritante: segundo Obama e Hillary Clinton, o aborto salva vidas de crianças. Esta contradição é passada para a opinião pública através de um processo de infantilização dos povos, como é exemplo a recente comunicação da ministra da educação ao povo português.

Esta estratégia política de esquerda tem dois compassos: o primeiro é o da estimulação contraditória — quando o político diz ao povo que uma coisa é exactamente o seu contrário.

E um segundo compasso — quando imediatamente a seguir o político age de forma a infantilizar a opinião pública, por forma a que o cidadão se convença que a contradição é apenas aparente e que a sua não compreensão se deve à sua pura ignorância. Em função disto, o cidadão fica paralisado na sua acção e reacção, ou seja, entra em dissonância cognitiva.


Temos, portanto, a essência da estratégia política da esquerda contemporânea:

estimulação contraditória → infantilização da opinião pública → dissonância cognitiva do cidadão → totalitarismo suave politicamente correcto ou marxista cultural.

A esquerda contemporânea, tal como aconteceu no passado recente com o estalinismo e com o maoísmo, transformou os fins políticos que se fundamentam em princípios éticos, em meios de acesso e controlo político e perpetuidade no poder. O que está a acontecer na prática é que o povo elege uma esquerda que não só paulatinamente vai desvalorizando as eleições como as vai eliminando — como é o caso de Chavez na Venezuela, e Lula da Silva quando apoia abertamente uma terrorista marxista à presidência da república do Brasil.

Domingo, 9 Maio 2010

Hugo Chavez contratou 200 funcionários para gerir a sua conta no Twitter

Filed under: Política — O. Braga @ 9:57 pm
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Não é anedota. E quem paga os 200 funcionários é o contribuinte venezuelano.

Segunda-feira, 25 Janeiro 2010

A afirmação política do pensamento único

« Hugo Chavez , Presidente da Venezuela, mandou encerrar cinco canais da televisão por cabo por estes se recusarem a transmitir um discurso o seu. »

in “Correio da Manhã”

Temos a tendência a criticar Hugo Chavez, mas não nos perguntamos como foi possível que a Venezuela pudesse chegar ao ponto a que chegou, por um lado, e se o processo revolucionário neomarxista venezuelano não existe em formatação “soft but in progress” nos dois Estados da península ibérica, como na América do Sul em geral.

Desde logo, parece-me óbvio que existe uma tentativa de estender a lógica chavista a todos os países da América do Sul, incluindo o Brasil de Lula da Silva. O problema dos mentores do Foro de São Paulo é que o Brasil (como a Argentina e o Chile) não é exactamente a mesma coisa que a Venezuela, porque naquele país ainda subsiste uma massa crítica conservadora defensora da democracia tradicional. (more…)

Quinta-feira, 4 Dezembro 2008

O amigo de José Sócrates no seu melhor

Filed under: Política — O. Braga @ 7:28 pm
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chavez-fidel

Não é o povo venezuelano o mais censurado: são os próprios colaboradores directos de Hugo Chavez que são impedidos de pensar e de exprimir as suas ideias. Assustador.

Via

Sexta-feira, 8 Agosto 2008

Só vou estar atento aos atletas portugueses

Filed under: diarreias — O. Braga @ 11:36 pm
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Não concordo com os Jogos Olímpicos na China. O regime chinês é incomensuravelmente mais feroz e desumano do que o regime de Hugo Chavez (ou Fidel Castro), mas assistimos a esta hipocrisia internacional de isolar o pequeno “bandido” e pactuar com o “bandido” graúdo.

Terça-feira, 20 Novembro 2007

As incongruências da Europa: do País Basco ao Kosovo

Filed under: Europa — O. Braga @ 6:23 pm
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Não simpatizo com Hugo Chavez, mas acho espantoso que os políticos espanhóis se arroguem no direito de dar lições de democracia a quem quer que seja. Se existe País na União Europeia com algum défice democrático, é a Espanha.
Acho uma vergonha que nenhum político português se atreva a balbuciar o princípio da verdade sobre Espanha. Hugo Chavez fê-lo com o maior despudor, e por isso está a ser alvo de uma campanha Ad Hominem inqualificável por parte dos me®dia espanhóis comandados pela plutocracia hegemonista espanhola. (1)
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Terça-feira, 13 Novembro 2007

“Fascista”, isto é, “vai mamar na quinta pata”

Na cimeira Ibero-americana de Santiago (Chile), assistimos a um episódio revelador do absurdo do mundo em que vivemos: um católico de Esquerda (Hugo Chavez) chama “fascista” a um católico de Direita ausente e reformado (Aznar), tendo como alvo óbvio um timorato e consensual ateu islamófilo defensor do Estado anticristão, libertário e republicano (Zapatero), e um rei católico que ordena que o outro católico presente se cale (Juan Carlos). Só lá faltava o diabo em pessoa, porque, aparentemente, todos falaram em nome do seu verdadeiro deus: o vil metal.
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