perspectivas

Segunda-feira, 27 Fevereiro 2012

Mais um ‘crime homófobo’

Filed under: A vida custa,ética,cultura,Esta gente vota,homocepticismo — O. Braga @ 11:01 am
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“Le matin, avant l’arrivée des forces de police sur le site bordé par l’océan, plusieurs personnes ont aussi vu le cadavre. Il était alors dit, selon nos informations, que la scène était pour le moins étonnante et inquiétante : l’homme était couché sur le ventre, les mains menottées dans le dos. Il était vêtu d’une combinaison de plongée de type shorty dont l’arrière, au niveau des fesses, était découpé.

Plus scabreux, le visage du mort était couvert d’un vieux modèle de masque à gaz. Tout autour du corps, différents objets établissaient qu’une scène à caractère sexuel s’était déroulée durant la nuit.

via La Rochelle : un homme menotté dans le dos découvert mort – SudOuest.fr.

Trata-se de um crime de “homofobia voluntária”, decorrente de dogging gay num parque público. É caso para dizer: “até na morte foi feliz…”

Sexta-feira, 27 Janeiro 2012

O “direito” dos gays a ter filhos e a homofobia dos Monty Python

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 12:49 pm
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http://www.youtube.com/watch?v=sFBOQzSk14c

FRANCIS: Why are you always on about women, Stan?
STAN: … I want to be one.
REG: … What?
STAN: I want to be a woman… I want to have babies.
REG: You want to have babies?!?!?!
STAN: It’s every man’s right to have babies if he wants them.
REG: But you can’t have babies.
STAN: Don’t you oppress me.
REG: I’m not oppressing you, Stan — you haven’t got a womb. Where’s the fetus going to gestate? You going to keep it in a box?
(STAN starts crying.)
JUDITH: Here! I’ve got an idea. Suppose you agree that he can’t actually have babies, not having a womb, which is nobody’s fault, not even the Romans’, but that he can have the *right* to have babies.
FRANCIS: Good idea, Judith. We shall fight the oppressors for your right to have babies, brother. Sister, sorry.
REG: What’s the point?
FRANCIS: What?
REG: What’s the point of fighting for his right to have babies, when he can’t have babies?
FRANCIS: It is symbolic of our struggle against oppression.
REG: It’s symbolic of his struggle against reality.

Terça-feira, 6 Setembro 2011

A homofobia, a merdofobia e a peidofobia

O que acontece quando, por grande azar, tropeçamos na rua com os excrementos caninos deixados pelo caniche da nossa vizinha? Normalmente, tentamos evitar, de um modo instintivo e muitas vezes inconsciente, um contacto de terceiro grau com a poia. Chama-se a isso “merdofobia”. A merdofobia é um pavor inconsciente e irracional do cidadão em relação aos restos escatológicos deixados em qualquer lado sem o cuidado necessário.

Por outro lado, por exemplo, quando nos deslocamos no metro, cheio como um ovo, à hora de ponta, por vezes chega-nos um cheiro desagradável ao nariz resultante de uma “brisa que desliza pela fralda da camisa” de alguém ao nosso lado. Rapidamente, encetamos uma manobra de diversão posicional, e demarcamo-nos do local tão rapidamente quanto possível. A esta reacção irracional e inconsciente de aversão pavorosa à flatulência alheia, chamamos de “peidofobia”.

A homofobia é um fenómeno muito parecido com as “fobias” supracitadas.


«Perché venga diagnosticata una crisi d’ansia in seguito a una fobia il Dsm IV (13) stabilisce che debbano essere presenti almeno quattro dei seguenti sintomi: palpitazioni, cardiopalmo o tachicardia; sudorazione; tremori fini o a grandi scosse; dispnea o sensazione di soffocamento; dolore o fastidio al petto; nausea o disturbi addominali; sensazioni di sbandamento, di instabilità, di testa leggera o di svenimento; derealizzazione (sensazione di irrealtà) o depersonalizzazione (essere distaccati da sé stessi); paura di perdere il controllo o di impazzire; paura di morire; parestesie (sensazioni di torpore o di formicolio); brividi o vampate di calore.»

via Logos: Omofobia: crimine, malattia o cos’altro?.

Segunda-feira, 13 Junho 2011

Guerra cultural: «I’m coming out as a ‘homosceptic’»



Last year’s election in the United Kingdom threw up some interesting results as a variety of issues took prominence in different constituencies. In particular we saw strong reactions to four conservative parliamentary candidates who had, either during the campaign or previously, held views which were judged as being “homophobic”.

Philip Lardner lost his candidacy for saying that homosexuality was “not normal behaviour” – sacked by party leader David Cameron. The uproar surrounding Philippa Stroud’s Christian beliefs about the issue was a major factor in her failing to take Sutton and Cheam for the Tories. Chris Grayling’s comments about Christians offering “bed and breakfast” being justified in denying double beds to gay couples staying in their homes almost certainly cost him a cabinet post.

Theresa May managed to hold on as Equality Minister after the election, despite over 70,000 people joining a Facebook group asking for her to be sacked on the basis of her past “homophobic” voting record, when she said her views on homosexuality had now changed.

Being judged “homophobic” can cost you dearly.

(ler o resto)

Quinta-feira, 12 Maio 2011

Qualquer dia, é obrigatório…

Segundo a nova “lei da homofobia” do Brasil, todos os que, ainda que pacificamente, se manifestarem contra o acto homossexual, poderão ser presos de 2 a 5 anos! Ou seja, basta que alguém diga publicamente que “tomar no cu é comportamento criticável e anormal”, para ir bater com o costado na prisão em pelo menos dois anos.

Quarta-feira, 27 Abril 2011

Vamos todos redefinir a linguagem politicamente correcta

O médico inglês P. J. Saunders, recorrendo ao Urban Dictionary, faz a distinção entre “homofobia” e “homocepticismo”. Segundo o Urban Dictionary, “um homocéptico é alguém que não odeia homossexuais, mas que não concorda com o princípio da homossexualidade em termos morais e/ou éticos”.

Esta é a definição de “homocéptico”, ou seja, é a sua noção.

Saunders elabora o conceito de “homocepticismo” a partir da noção extraída do Urban Dictionary, acrescentando-lhe algumas características secundárias, a ver:

  • A homossexualidade não é determinada geneticamente;
  • A tendência homossexual não é imutável;
  • A tendência sexual não é uma característica biológica — como são características biológicas a raça, o sexo, e a cor da pele ou a cor dos olhos, etc.;
  • A atracção homossexual não deve ser incentivada pelo sistema de ensino; pelo contrário, deve ser contrariada com apoio médico especializado.

Quando alguém te chamar “homófobo”, responde-lhe que és “homocéptico”. Para além de eventualmente poderes baralhar o teu interlocutor, ele vai ser obrigado a dizer que “homofobia” é a mesma coisa que “homocepticismo” — e aí poderás invocar, como toda a legitimidade, o argumento segundo o qual o gayzismo é uma ideologia política totalitária.

Quinta-feira, 17 Fevereiro 2011

O gay Paulo Portas e o seu combate à homofobia no CDS/PP

Cinco militantes do CDS/PP que se preparavam para apresentar uma lista de delegados ao próximo Congresso acusaram, esta terça-feira, a direcção de Paulo Portas de os expulsar com o pretexto de serem «nacionalistas de direita e homofóbicos».

CDS/PP expulsa militantes por nacionalismo e homofobia

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Quinta-feira, 13 Janeiro 2011

O agravamento da guerra cultural gayzista

O politicamente correcto português em geral, e o gayzismo em particular, têm tentado remediar o efeito devastador do caso Carlos Castro. Ou seja: um homem que tem relações sexuais com outro homem, transforma-se num assassino, e os me®dia e as elites políticas/culturais vêm agora dizer que é necessário reforçar o controlo do pensamento dos cidadãos, em nome do combate à homofobia.

Ninguém, entre as “elites”, coloca a hipótese de assédio sexual gayzista, no caso de Carlos Castro versus Renato Seabra. A hipótese de assédio sexual, a ser verdadeira, seria atenuante em relação ao acto tresloucado de um miúdo de 21 anos.

Porém, para os gayzistas, o assédio sexual só existe e é ilícito entre os “heterossexistas”; quando praticado por um gay, o assédio sexual é considerado perfeitamente legítimo e validado eticamente.

E em consequência desta lógica gayzista e politicamente correcta, vemos idiotas elitistas, como por exemplo o Arrobas da Silva, defender publicamente o policiamento das consciências e a restrição da liberdade de expressão. Parece que as “elites” pretendem servir-se de um problema identitário tipicamente gay, para advogar o recrudescimento da guerra cultural decorrente de uma agenda para-totalitária politicamente correcta e marxista cultural.

Sexta-feira, 16 Abril 2010

Um pouco de pedagogia: resposta a um comentário sobre homofobia

Definição gayzista de homofobia

@ Sérgio Vitorino

O que é homofobia? Para falarmos das coisas temos que as definir primeiro. O gayzismo ou o movimento político homossexual tem a grande preocupação em não definir conceitos para que os epítetos, rótulos e slogans possam ser utilizados de uma forma flexível e em todas as situações. “Homofobia” é “pau para toda a colher”.

Homofobia é definida como “o medo irracional em relação aos homossexuais”.
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Domingo, 7 Fevereiro 2010

Homofobia

Filed under: ética,cultura,Gayzismo,politicamente correcto — O. Braga @ 11:26 am
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« (…) é preciso lembrar que existe um crime muito grave chamado homofobia, que consiste em agredir e prejudicar alguém por ser homossexual. Mas isso é muito diferente da liberdade de opinião acerca da prática. Também há quem seja abertamente contra a Igreja, o que é legítimo na sociedade livre, sem que tal se confunda com a perseguição religiosa concreta, proibida pela lei. »

João César das Neves

Parada de 'orgulho gay'

Eu discordo de João César das Neves num ponto: a homofobia não é, nem pode ser um crime. Hoje, mais do nunca ― e tenho repetido isto até à exaustão ―, há que apelar ao senso-comum. Aquilo a que se convencionou chamar de “homofobia” ― e por evolução semântica e por evolução dos próprios símbolos impostos pelos activistas políticos gay ― consiste na manifestação de repúdio consciente em relação a um determinado comportamento, e não (como muito bem diz JCN) em relação a uma determinada pessoa em si, com as suas características idiossincráticas.

“Agredir e prejudicar alguém” (no sentido de “preconceito negativo”) é crime não só em relação aos homossexuais, como também em relação às mulheres, às crianças, aos deficientes mentais, aos idosos, aos carecas, aos feios, aos pernetas, aos benfiquistas, etc. “Agredir e prejudicar alguém” não é acção de um exclusivismo homofóbico. “Agredir e prejudicar alguém” sem nenhuma justificação plausível de auto-defesa, é um crime per si previsto no Código Penal, independentemente da conotação ideológica que tenha ou da situação em que ocorra.

Não vamos agora criar tipologias legais especiais para as agressões a gays, outras tipologias para as agressões aos carecas, outras para os pernetas, outras para as agressões aos portistas, etc. “Agredir e prejudicar alguém” é, perante a lei, igual para todos.

A “homofobia” distingue-se do “ódio contra homossexuais” por aquela ser racional e consciente, e este ser irracional e inconsciente. O homófobo discrimina e repudia o comportamento e o acto homossexual, e não o ser humano homossexual, assim como a pessoa pró-vida discrimina, critica e condena o aborto (o acto, o comportamento) e não a mulher que aborta (o ser humano).

Uma pessoa pró-vida que sinta ódio por uma mulher que aborta, corre o risco de passar a ter um comportamento irracional; contudo, o seu comportamento torna-se racional e consciente quando essa pessoa pró-vida condena o acto e não a pessoa ― no processo do devir, um homem que, na sua juventude, tenha assassinado alguém, hoje com 75 anos e depois de ter cumprido a sua pena de prisão, já não é um assassino. Não podemos estigmatizar uma pessoa por causa de um acto que ela tenha cometido, porque o ser humano faz parte do processo do devir.

Coisa diferente é categorizar comportamentos e a acção, que é o que a ética faz. E não há outra palavra para definir o repúdio em relação ao acto homossexual senão “homofobia”, assim como não há outra palavra para definir o repúdio em relação ao acto de abortar senão “anti-abortismo”.

Se o termo “homofobia” não serve, inventem outro, mas não se fuja ao senso-comum.

Sábado, 28 Novembro 2009

O feminismo, os padrões da beleza e o paradigma do pederasta

O feminismo ― como toda a manifestação da mente revolucionária ― é uma doença mental no sentido clínico estrito. Trata-se daquilo a que o psiquiatra francês Paul Sérieux chamou de “delírio de interpretação”. Senão reparem neste texto:
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Quinta-feira, 10 Setembro 2009

Mentes doentes

Pink Nazism

Pink Nazism

É difícil impugnar estes argumentos porque os argumentos não existem. Reparem no primeiro argumento [que não existe porque é um pseudo-argumento] ― senão o principal: todo o indivíduo a quem repugna tomar no cu, gostaria de tomar no cu, mas não toma no cu por uma questão de repressão dos seus impulsos.

É um argumento que não deixa alternativa e nega totalmente a sua contradição: não é possível contradizê-lo porque o argumento se transforma em diktat.
De igual modo, um zoófilo poderia dizer que o homem que critica moralmente o sexo com animais, gostaria de ser penetrado por um cavalo, e só critica a zoofilia porque reprime os seus impulsos zoófilos. Ou um necrófilo diria que a repulsa pela necrofilia denota um necrófilo que não saiu do armário, e que os velórios fúnebres são uma expressão de um impulso reprimido dos homens que gostariam de se pôr em cima dos cadáveres. O mesmo se aplica ao pedófilo e por aí afora. A partir do argumento-diktat, não existe dialéctica possível porque a síntese é assumida antes mesmo da tese e da antítese: a síntese é apriorística e indiscutível.
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