perspectivas

Quarta-feira, 3 Setembro 2008

Olavo de Carvalho, o esquerdismo e o lobby político gay

Filed under: Hydra gay — O. Braga @ 6:39 pm
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Domingo, 31 Agosto 2008

Jesus não aprovaria o gayzismo


«(…) o homem deixará o seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher; e os dois formarão uma só carne. Assim, já não são dois, mas uma só carne.»

Evangelho segundo S. Mateus (19 – 5)

O partido socialista de José Sócrates é uma organização extremamente perigosa porque vive à custa da mentira, da decepção, do populismo e da demagogia; estas qualidades são as que alimentam o PS de José Sócrates. Leio aqui a seguinte notícia:

“O líder da Juventude Socialista (JS), Duarte Cordeiro, vai participar no I Encontro Ibérico de Grupos Homossexuais Cristãos, a 27 e 28 de Setembro, em Évora, com o objectivo de “quebrar preconceitos”.
Duarte Cordeiro foi convidado a participar no encontro por um grupo denominado Rumos Novos, formado por homossexuais católicos portugueses, e que se move em função das máximas ‘Jesus discriminaria?’”

Vou me cingir às palavras de Jesus e vou ignorar agora o Antigo Testamento e as epístolas dos apóstolos. Podemos dizer que, no mínimo, Jesus não aprovaria um comportamento sexual desviante. Para além da citação supracitada, vejamos o relato do encontro de Jesus com a samaritana:

A mulher suplicou:
“Senhor, dá-me desta água, para eu já não ter sede nem vir aqui tirá-la!” Disse-lhe Jesus:
“Vai, chama teu marido e volta cá”. A mulher respondeu:
“Não tenho marido”. Disse Jesus:
“Tens razão em dizer que não tens marido. Tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu. Nisto disseste a verdade.”

S. João, 4 ― 15

Nesta passagem, Jesus critica veladamente a samaritana pelo seu comportamento, embora lhe dê o benefício por ter dito a verdade. Podemos concluir que Jesus, se vivesse hoje, não aprovaria nem os relacionamentos homossexuais nem tão pouco o “casamento” gay. É esta a mensagem, baseada nas próprias palavras de Jesus, que os cristãos têm obrigação de disseminar.

Perante esta ofensiva radical (e outras) demagógica do PS, a razão porque não adiro ao PNR é só uma: sou profundamente contra o racismo. Não fosse o PNR um partido com características racistas, ter-me ia nas suas fileiras. Já me cansa este sistema que nos conduz à decadência civilizacional e cultural.


Adenda:

Em relação a este comentário, queria dizer o seguinte:

  1. Não podemos escamotear o facto de o partido socialista estar a tentar manipular a própria filosofia cristã no sentido de impor uma moral anti-cristã. Fazer de conta que isso não acontece, como está implícito no comentário, faz também parte de uma agenda radical que pretende a ruptura com a cultura e civilização, isto é, com a História que nos trouxe até aqui. Quem disser que Jesus aprovaria o gayzismo como comportamento sexual e cultural, mente; isto é totalmente irrefutável, como o demonstrei acima pelas Suas próprias palavras. É o que está em causa, em primeiro lugar, neste postal.
  2. Todos os países que adoptaram o “casamento” gay e a consequente adopção de crianças por duplas de gays ― mas todos sem excepção ― tem uma taxa de natalidade incipiente que não repõe a população, um definhamento populacional preocupante que coloca em causa o futuro da sociedade, uma taxa de aborto que demonstra a vulgarização do aborto como método contraceptivo, e são sociedades de bastardos em que os filhos não conhecem os pais biológicos. Se isto não é uma decadência civilizacional, sinceramente não sei o que seja.
    Um exemplo é a vizinha Espanha com uma taxa de natalidade que se aproxima de 1 filho por mulher, o que significa que não existe reposição populacional e a Espanha é obrigada a importar “carne para canhão” do terceiro mundo para poder aspirar a um futuro como sociedade.
  3. Do ponto 2 podemos inferir, com toda a lógica possível, que os valores que presidem ao “casamento” gay são anti-sociais, decadentes sob o ponto de vista civilizacional, e portanto, anti-culturais.
  4. Todo o ser humano tem direito à escolha (livre arbítrio), o que não significa que todas as escolhas tenham igual valor ético. Contudo, o casamento não é um direito, mas antes um privilégio que a sociedade concede aos cidadãos que reúnem as condições para o casamento. Se alteram o Código Civil por causa dos gays, retirem também a proibição de casamento entre irmãos e primos direitos, pais com filhas e filhos com mães — para além da permissão do casamento polígamo e poliândrico: ou há moralidade, ou comem todos.
  5. O problema não é pessoal, mas de valores que queremos para a nossa sociedade.
  6. O “amor” entre pessoas não interessa ao Estado e à sociedade como entidade colectiva (link).

Sexta-feira, 22 Agosto 2008

O suícidio gay

Filed under: cultura,Gayzismo — O. Braga @ 6:28 pm
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«It’s normal that the majority of ‘gays’ is depressed and wants to commit suicide. I would feel exactly the same if I have to suck other guys off or get banged in my ass a few times a week !»

Pois é 🙂 . A culpa da depressão suicida dos gays é sempre atribuída à sociedade, independentemente do nível de aceitação da sociedade em relação ao comportamento gay. E à medida que a sociedade vai protegendo e promovendo culturalmente o estilo de vida gay, vai institucionalizando e generalizando progressivamente a depressão suicida gay.

Terça-feira, 10 Junho 2008

Pastor canadiano condenado por delito de opinião

Stephen Boissoin, um pastor luterano que se manifestou publicamente contra a lavagem cerebral das crianças a favor da promoção da homossexualidade nas escolas públicas do Canadá, foi condenado a pagar 7 mil euros de multa que reverte a favor de organizações políticas de activistas homossexuais, a pedir desculpa em público pelo facto de ter tido opinião nesta matéria, e a comprometer-se a manter-se calado em relação a este tipo de assunto.

Alberta Pastor Fined $7000 and Ordered to Publicly Apologize and Remain Silent on Homosexuality

Domingo, 8 Junho 2008

Depois do “casamento” gay, a “revolução” continua

Tony (masc.) 48, Kaye (fem.) 48, Kevin (masc.) 40, e Sandi (fem.) 40, vivendo todos em San Jose (Califórnia), assinaram documentos legais que lhes atribuem um estatuto similar ao de cônjuges. Os quatro praticam a poliamoria — a crença de que se pode ter simultaneamente vários parceiros sexuais, a bênção geral e harmonia total.

Sandi acha que está grávida do Tony, e assim todos mudaram os seus nomes, adoptando o sobrenome de Tony, “Luck”.

Assim que Sandi deu à luz a sua filha, Ruth, Kaye e Sandi apaixonaram-se, e mais tarde, Kaye e Kevin (um ex-dançarino), tornaram-se também parceiros sexuais. Entretanto, Tony, que é bissexual, não prescinde dos “serviços” de Kevin. Compraram todos uma casa em conjunto e partilham o mesmo quarto de dormir, tendo todos eles relações sexuais com todos. Todos os quatro cônjuges estiveram presentes quando a pequena Ruth nasceu, e todos os quatro assinaram papeis em que declaram a guarda conjunta da criança.

Ler o resto (em inglês): Four better or four worse for marriage of four.


No seu livro “Origem da Família, Propriedade Privada e o Estado”, Engels descreve o casamento monogâmico como tendo sido desenhado para duas funções: a herança dos bens de pais para filhos, e a escravatura da mulher. Esta visão enviesada do casamento é a visão que os actuais marxistas culturais ainda defendem: os fenómenos do “casamento” guei, da poliamoria, da legalização da pedofilia (que Engels considerava como sendo “natural”), etc., tem tudo a ver com o marxismo cultural (Bloco de Esquerda, libertarismo de esquerda e direita, e sincretismo socrático) e com a erradicação do casamento monogâmico que é considerado reaccionário, anti-comunista, burguês, de herança capitalista, etc. Ninguém sabe onde cabem as crianças no meio disto.

Adenda: se um divórcio a dois, com crianças, já é complicado, agora imaginem um divórcio a 4, 6, 9, ou 11 pessoas.

Segunda-feira, 10 Março 2008

A esquerda e Habermas

A esquerda reclama Habermas a todo o transe. A ideia de que todas as normas sociais (moral), assim como toda a verdade, devem ser postas sistematicamente em causa e analisadas de modo crítico, só se aplica se as normas morais tiverem origem religiosa. Seguindo Habermas, a esquerda defende a ideia de que nenhuma verdade é definitivamente adquirida senão a verdade que insulte as convicções religiosas da maioria. A ética da tolerância e de livre comunicação entre cidadãos, made by Habermas, é aquela que manipula a ciência em nome da Utopia Negativa.


“The results of more than a century of anthropological research on households, kinship relationships, and families, across cultures and through time, provide no support whatsoever for the view that either civilization or viable social orders depend upon marriage as an exclusively heterosexual institution. Rather, anthropological research supports the conclusion that a vast array of family types, including families built upon same-sex partnerships, can contribute to stable and humane societies.”

Gostava de saber onde os antropologistas americanos alguma vez se depararam com uma “sociedade viável” onde o casamento entre pessoas do mesmo sexo parisse gente que tornasse viável o futuro dessa mesma sociedade. No entanto, é esta a verdade científica inquestionável, que a esquerda que idolatra Habermas dá graças à verdade “científica” definitivamente adquirida.

Terça-feira, 20 Novembro 2007

Não se estiquem, porque a corda pode partir

Este artigo no Baixa Autoridade chama a atenção para o substantivo “tolerância” que vem do verbo “tolerar”, derivado do latim “tolerare”, que segundo o dicionário Michaelis de Língua Portuguesa, significa “suportar, sem no entanto consentir expressamente”. Quando toleramos algo ou alguém, não concordamos com esse algo ou alguém, mas suportamos sem consentir expressamente. Quando concordamos com algo ou com alguém, não toleramos, mas permitimos e consentimos. Agradeço que alguém passe esta dica ao José Sócrates, porque sendo ele “engenheiro” pela UNI, não terá tido a formação adequada em Língua Portuguesa (1).

O substantivo “tolerância” está a ser utilizado como parte de uma campanha para a promoção de uma agenda política de que o “casamento” gay é apenas uma pequena parte, e que engloba a legalização da pedofilia. O que nos estão a pedir não é tolerância, mas consentimento, concordância, permissividade e cumplicidade com uma aberração natural, ética e moral.
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Quarta-feira, 7 Novembro 2007

A prioridade de Sócrates na Saúde: a “vacina lésbica”

O recente anúncio do governo de Sócrates da gratuidade da “vacina lésbica” contra o cancro no colo do útero, paga por todos os contribuintes, deveria ser explicada aos portugueses de uma forma correcta e precisa.
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Sexta-feira, 2 Novembro 2007

Barcelona e o turismo sexual

Temos a ideia de que o turismo sexual pedófilo é um fenómeno exclusivo de alguns países do Extremo-oriente, e não nos damos conta que o fenómeno alastra na Europa.
O governo autónomo da Catalunha anunciou há dias a sua adesão, como membro de pleno direito, à organização internacional ILGA (International Lesbian and Gay Association), tornando-se a Generalitat (o governo catalão) o primeiro governo do mundo a juntar-se a uma organização que promove a pedofilia. Zapatero e o governo socialista não se opuseram a esta adesão – e segundo a constituição espanhola, podiam tê-lo feito.
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