perspectivas

Segunda-feira, 11 Agosto 2014

Líder do Hamas em visita a Marrocos: “morreram 486 crianças em Gaza, mas entretanto nasceram 4.500”

Filed under: Europa,Política — O. Braga @ 3:31 am
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No vídeo abaixo vemos o Arcebispo de Mossul, da Igreja Cristã Ortodoxa Grega, Nikodimos Daoud, a relatar o que os cristão do Iraque estão a sofrer nas mãos dos muçulmanos.

A lógica dos islamitas em geral, que é reflectida na posição do Hamas, é a de transformar uma população inteira em mártires, por um lado, e por outro lado realizar o genocídio dos “cafres infiéis”. O Islão lançou contra o mundo inteiro uma guerra de negação ontológica: o “ser do outro” é negado em nome de uma ideologia totalitária.

A expansão do Islão deve começar a ser contrariada na Europa. Não se trata aqui de tolerância ou de intolerância: o Islão não é uma religião propriamente dita: antes, é um princípio totalitário de ordem política. Não é possível reformar o Islão porque sempre foi um princípio totalitário de ordem política desde a sua fundação. O Islão não tem reforma possível.

E não há “muçulmanos moderados” e “muçulmanos radicais”: isso é uma invenção do politicamente correcto — porque um muçulmano é alguém que aderiu a um princípio totalitário de ordem política, tal como os militantes e simpatizantes do partido Nazi o tinham feito. O que pode haver é muçulmanos mais passivos e outros mais activos, assim como em qualquer partido político radical existem militantes mais activos do que outros.

O Islão é incompatível com o Estado de Direito. Até a Turquia secularista descamba periodicamente para a lei islâmica (Sharia). Portanto, não existe espaço na Europa democrática para acolhimento de imigrantes muçulmanos.

Sexta-feira, 1 Agosto 2014

Uma dica sobre o conflito israelo-árabe em Gaza

Filed under: Islamismo — O. Braga @ 8:14 pm
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Para ajudar a compreender o conflito entre o Hamas e Israel, aconselho a leitura do livro “A Doença do Islão”, do autor Abdelwahab Meddeb, Editora “Relógio d’Água”, Lisboa 2005.

Terça-feira, 1 Junho 2010

A “frota humanitária” que declarou guerra a Israel

Filed under: Política — O. Braga @ 8:02 am
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Uma forma de eu mostrar em toda a vizinhança que o meu vizinho do lado é um bruto, pode ser a de colocar em causa os interesses particulares e mesmo vitais dele, esperar a reacção violenta dele, e depois gritar desalmadamente que fui agredido e que “o vizinho é um bruto”. Funciona sempre. E a liderança palestiniana, ao longo do tempo e desde 1967 (guerra dos seis dias), não tem feito outra coisa senão colocar o seu próprio povo em risco sistemático para satisfazer o mórbido voyeurism europeu e o seu complexo de culpa esquerdista.

Israel está em guerra com o Hamas. Podemos tentar racionalizar a guerra, tentar saber quem tem razão, embora “o tempo das armas não seja o tempo das leis” (Plutarco). O que não podemos é tentar justificar a acção de quem alimenta a própria guerra com um comportamento aparentemente pacifista. “Quem não quer ser lobo, não lhe veste a pele”. Israel ofereceu os seus portos para descarga da ajuda alimentar da “frota humanista”, com a garantia de que a ajuda alimentar chegaria à faixa de Gaza; os “humanistas” — que tinham armas de fogo a bordo — insistiram num acto de guerra que consiste em furar o bloqueio imposto por Israel.

Se os israelitas permitissem que esta frota “humanista” passasse e entrasse em Gaza, mesmo que desta vez não tivessem armas a bordo para alimentar a guerra do Hamas, nada garantiria que uma onda de “frotas humanistas” não chegassem em catadupa com armas pesadas a bordo para uso dos fundamentalistas islâmicos e destinadas a acções de guerra sobre a população civil de Israel.

Quanto ao papel da Turquia neste imbróglio, basta saber quem é o actual primeiro-ministro turco e qual é o cariz ideológico do actual partido no poder nesse país, para depois ficarmos a saber as razões da complacência política turca em relação à “frota humanista” que declarou guerra a Israel.

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