perspectivas

Sábado, 2 Novembro 2013

Um justo juiz olha às causas, e não às pessoas

 

“Que nenhum de vós tenha de sofrer por ser homicida, ladrão, malfeitor, ou por se intrometer na vida alheia. Mas, se sofre por ser cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus por ter este nome.” — I Pedro, 16

Lembrei-me desta passagem da 1ª Carta de Pedro quando lia este texto do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada. O texto é bom, na forma e no conteúdo.

politicamente-correcto-grc3a1fico-webMuitos "católicos fervorosos" ficam ofendidos com a linguagem que, por vezes, eu utilizo aqui no blogue; mas isso é feito de propósito: não se trata de uns ataques esporádicos de copralalia.

S. Tomás de Aquino escreveu que não devemos respeitar quem despreza a virtude1; e com todo o respeito pelo desconhecido que escreveu a Carta de Tiago, concordo com S. Tomás de Aquino. Muitas vezes, aquilo que parece irracional tem uma razão por detrás.

"Sofrer por ser cristão" não tem necessariamente que ser o sofrimento do mártir. Nos tempos que correm, em que a Razão é negada a cada passo pelos doutores do laicismo e do materialismo (passo a redundância), a estupidez deve ser denunciada com a nossa máxima indignação.

Quando escrevo neste blogue, sou amiúde invectivado e insultado nos comentários (que na maioria das vezes não são publicados, e por isso ninguém se apercebe dos insultos) só porque defendo, por exemplo, o princípio da inviolabilidade da vida humana ou a instituição natural do casamento.

E, muitas vezes, respondo com igual ou maior virulência, porque apesar do que se diz na Carta de Tiago 3, não é possível refrear a língua no mundo em que vivemos: os selvagens modernos não compreendem outro tipo de linguagem: como alguém escreveu2, "para os materialistas, as palavras nada mais são do que uma forma evoluída de fezes que macacos sem pêlo arremessam a quem lhes desagrada”. Se, para os modernos, as palavras são “cagalhões de arremesso”, é nosso dever enchê-los de merda até ao pescoço.

1. «Um justo juiz olha às causas, e não às pessoas. (…) Honrar uma pessoa é reconhecer-lhe virtude, e por isso a virtude é a causa devida pela qual a pessoa é respeitável.» — Summa Theologica, Tomo III, II-II Q. 63, Art. 3

2. William J. Murray

Quinta-feira, 28 Julho 2011

Olavo de Carvalho escreve sobre o caso Anders Behring Breivik

«A mídia iluminada está em festa: no meio de milhares de atentados mortíferos praticados por gente de esquerda, conseguiu descobrir o total de um (1, hum) terrorista ao qual pode dar, sem muita inexatidão aparente, o qualificativo de “extremista de direita”.

O entusiasmo com que alardeia a presumida identidade ideológica do norueguês Anders Behring Breivik contrasta da maneira mais flagrante com a discrição cuidadosa com que o qualificativo de “extremista de esquerda” é evitado em praticamente todos os demais casos.»

via Quem aí lê norueguês?

Terça-feira, 21 Dezembro 2010

Quando a esquerda radical se junta ao clube de Bilderberg

Clique p/ ler a notícia nos merdia



(more…)

Segunda-feira, 14 Junho 2010

A Escola de Frankfurt e o Politicamente Correcto

Por dica do blogue Reflexões Masculinas, descobri este texto (ficheiro PDF, em inglês) com o título “A Escola de Frankfurt e o Politicamente Correcto”. Aconselho a leitura (podem gravar no vosso computador e ler mais tarde). Farei referência a esse texto mais tarde, quando o incluir na série de postais sobre “A evolução do gnosticismo até à sua expressão moderna”.

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