perspectivas

Sexta-feira, 8 Novembro 2019

Da “ditadura da maioria” à ditaduras das minorias

Depois que o cabrão Rui Tavares passou, há pouco tempo, uma longa temporada “estagiando” nos Estados Unidos, retornou a Portugal com a lição bem estudada. G. K. Chesterton tinha razão quando escreveu:

« The madness of tomorrow is not in Moscow, but much more in Manhattan.»

→ ‘The Next Heresy,’ — ensaio publicado em 19 de Junho de 1926.

O problema político e ideológico do nosso tempo já não reside em Moscovo, mas é hoje ditado pelas elites (a ruling class plutocrata e liberal) dos Estados Unidos. Esta imagem abaixo, respigada de um artigo da Cristina Miranda, vale mais do mil palavras.

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Hoje, são os plutocratas liberais americanos que coordenam e controlam a agenda ideológica marxista cultural de construção de um fascismo globalizado (sinificação); cabrões, como o Rui Tavares, são apenas exemplos de aspirantes a caciques locais.

Um dos principais argumentos marxistas culturais (e da "Direitinha", ou dos liberais avalizados pela Esquerda) para justificar a guerra à maioria, é o do “direito à diferença”.

A reivindicação do “direito à diferença” é contraditória e perigosa.

É contraditória porque a Declaração Universal dos Direitos Humanos tem como fundamento o princípio da igualdade natural dos seres humanos — sublinho: natural. Igualdade natural não significa que todos os seres humanos sejam iguais.

E é perigosa porque reivindica direitos especiais (isto é, reivindica privilégios) — por exemplo, para as mulheres (feminismo), para as minorias étnicas, para os invertidos (homofobismo), etc. —, o que conduz a um retrocesso do princípio de igualdade natural, não só entre os seres humanos em geral mas também entre os dois sexos.

Segunda-feira, 15 Abril 2019

Fogo posto pelos Maome(r)das na catedral de Notre Dame em Paris (2)

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo — O. Braga @ 8:59 pm
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Fogo posto pelos Maome(r)das na catedral de Notre Dame em Paris

Filed under: Islamismo,islamização,Islamofascismo — O. Braga @ 6:53 pm
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Depois do recente fogo posto na igreja de Saint Sulpice, em Paris: agora, os Maome(r)das imigrantes pegaram fogo à catedral de Notre Dame em Paris.

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Segunda-feira, 1 Abril 2019

Como tornear a censura da União Europeia no YouTube (a União Europeia é um fascismo)

 

A União Europeia começou já a censurar opiniões colocadas nas redes sociais — por exemplo, no YouTube.

Se o leitor vive no espaço geográfico conhecido por “União Europeia”, verá (por exemplo) este vídeo de Faith Goldy censurado: trata-se de censura política à moda da PIDE ou da GESTAPO, patrocinada simultaneamente pela Esquerda internacionalista e pela Direita globalista.

No caso do YouTube existe uma solução: utilize um VPN.

Eu utilizo um VPN  grátis incorporado no Chrome (extensão HOXX, mas existem outras aplicações de VPN). Se instalarem a aplicação do VPN no Chrome e declararem que vivem nos Estados Unidos, poderão ver o referido vídeo (o que prova o regime fascista que impera na União Europeia).

Segunda-feira, 10 Dezembro 2018

O monhé defende em Marraquexe o enriquecimento cultural que nos traz a imigração

Filed under: Europa — O. Braga @ 4:25 pm
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Hoje é o dia em que o monhé assina um pacto de imigração da ONU para o qual não foi mandatado pelo voto do povo português.

Esse monhé é da mesma opinião da Angela Merkel e outras luminárias da União Europeia (como, por exemplo, o psicopata Macron), segundo a qual “os imigrantes enriquecem a cultura dos povos da Europa”.

Vemos neste vídeo (abaixo) um exemplo de enriquecimento cultural da imigração na Alemanha: um amigo da Angela Merkel — um dos suspeitos do costume daquela seita religiosa anti-europeia protegida pela Esquerda — masturba-se atrás de uma jovem mulher que faz compras num mini-mercado.

Domingo, 9 Dezembro 2018

O psicopata Macron já perdeu a autoridade moral e política — ele não se demite, e por isso só lhe resta ser assassinado (2)

Filed under: Europa — O. Braga @ 5:00 pm
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A polícia de choque do psicopata Macron arrasta uma mulher pelas ruas de Lyon.

O psicopata Macron já perdeu a autoridade moral e política — ele não se demite, e por isso só lhe resta ser assassinado

Filed under: Europa — O. Braga @ 4:42 pm
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A polícia de choque do psicopata Macron arrasta um manifestante pacífico pelas ruas de Paris.

A bandeira da União Europeia nos blindados da polícia do psicopata Macron

Filed under: Europa — O. Braga @ 4:31 pm
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É para isto que vai servir o chamado “exército europeu”: para reprimir brutalmente a liberdade dos povos da Europa.

 

A força desproporcionada da polícia do psicopata Macron

Filed under: Europa — O. Braga @ 4:23 pm
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A polícia de choque do psicopata Macron dispara um cartucho de gás contra o estômago de um manifestante pacífico.

Sexta-feira, 20 Janeiro 2017

Os chinocas podem ser proteccionistas; mas os outros, não!

 

Há no Ocidente uma espécie de tendência para o suicídio, seja na cultura antropológica ou na economia; e a tal ponto que se a China, por exemplo, protege (de várias maneiras) a sua economia, as cabeças bem pensantes do Ocidente acham normal; mas se os Estados Unidos fazem o mesmo, então já é “proteccionismo”.

E são essas luminárias suicidárias que transformam a economia política em uma ciência exacta; desenham um gráfico qualquer e atribuem-lhe a exactidão de um axioma. E pensam exactamente (sem tirar nem pôr) como pensa o George Soros (o tal que levou o Banco de Inglaterra à falência). É desta estirpe de animais suicidários de que se constitui o capitalismo actual.


"Those who will not even admit the Capitalist problem deserve to get the Bolshevist solution."

→ G. K. Chesterton

Por isso é que temos uma geringonça a governar Portugal: é produto dos “liberais” que temos.

Quinta-feira, 8 Dezembro 2016

As mentiras do João César das Neves

 

À medida em que envelhece, o João César das Neves vai perdendo qualidade — exactamente o contrário do que seria natural: com a idade, a qualidade apura-se. Podemos ver a decadência ideológica do João César das Neves neste artigo.

O João César das Neves chama aos fenómenos “Donald Trump” e ao “Brexit”, de fenómenos do “tempo da pós-verdade” e “populismo”.

“Populismo” é o termo usado pelos democratas quando a democracia os assusta; e a democracia parece assustar o João César das Neves.

Por isso ele tem necessidade de dizer que Donald Trump e Nigel Farage são produto da “Era da pós-verdade”, ou seja, da Era da Mentira — como se fosse possível, em qualquer tempo, mas muito menos na modernidade, uma adequação da política à verdade (ler Hannah Arendt, sff); e como se fosse possível falar de “verdade” quando falamos de Angela Merkel ou de Hillary Clinton, comadres aconchegadas de George Soros.

O mais perverso (e idiota) no texto do João César das Neves é a utilização da mentira para criticar a pseudo-mentira de Donald Trump ou Nigel Farage: o João César das Neves nega factos objectivos, acusando quem verifica esses factos de “mentirosos”.

Verificamos no João César das Neves um vislumbre da mente revolucionária: a inversão dos factos (a inversão do sujeito-objecto); e isto por uma razão: o João César das Neves está vendido a um determinado sistema político globalista plutocrata, que submete a política à finança.

E depois o João César das Neves diz dele próprio que é um “democrata contra os populismos”! — como se fosse possível a existência de um Estado de Direito e da democracia sem a subordinação da finança à política, e sem a soberania dos Estados-Nação!

¿Vêem a contradição do João César das Neves? Por um lado, é um “democrata contra os populismos”; mas, por outro lado, ele é a favor da negação dos Estados-Nação e da soberania dos Estados (globalismo plutocrata).

Essa contradição é produto da sua (dele) “pós-verdade” que ele acusa nos outros. Repare, caro leitor: não é possível democracia sem o Estado-Nação! E o verme (que ele acusa os outros de serem) é ele próprio, quando ele se rebela contra os alegados “populistas” que defendem o Estado-Nação, ao mesmo tempo que ele se diz “democrata”.

Sábado, 12 Novembro 2016

Os liberais são contra a democracia, mas também a favor da democracia

 

Por um lado, Trump ganhou e é “mais um episódio da luta contra os valores do mercado (liberalismo)”; mas, por outro lado, “um liberal não distingue pessoas: crê que estas devem escolher, sendo as suas escolhas, certas ou erradas, aquilo a que se chama mercado”. Mas quando o sistema político americano escolheu Trump, o liberal já distingue pessoas. O liberal distingue pessoas apenas quando lhe dá jeito.

Lembre-se o leitor que quem escreveu isto é um professor universitário. Por aqui vemos o estado a que chegou a Academia. Já não se distingue entre a imigração legal, por um lado, e a imigração ilegal, por outro lado: para o professor universitário, toda a imigração é legal. Ou seja, o liberalismo passou a ser completa irracionalidade.

A “globalização” passou a ser uma espécie de entidade metafísica (dotada de vida própria) que está acima da populaça.

Essa entidade metafísica hipostasiada está acima da democracia que os ditos liberais defendem. Hoje, um liberal é alguém que depende da democracia para existir enquanto liberal, mas que condena a democracia em nome da deusa “Globalização”. Ou seja, um liberal é simultaneamente contra e a favor da democracia.

E quando a democracia assusta os liberais, dizem eles que é “populismo”.

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