perspectivas

Quarta-feira, 18 Maio 2016

Um recado para a Esquerda e para o lóbi LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros]

 

“Um direito digno desse nome não caduca quando a força bruta do Estado acaba.” — Rousseau


Com a intenção de celebrar “o primeiro dia nacional contra a homofobia e a transfobia”, esta terça-feira de manhã “a bandeira arco-íris” foi hasteada nos Paços do Concelho da Câmara de Lisboa. Poucas horas depois, por razões que o presidente do município diz desconhecer, a bandeira foi, no entanto, retirada.

O estranho caso da “bandeira arco-íris” desaparecida da Câmara de Lisboa

Quarta-feira, 27 Abril 2016

O lóbi político gayzista pretende expulsar a Lituânia da União Europeia

 

A Lituânia tem uma lei de protecção de menores de idade, que impede a propaganda sodomita e gayzista nas escolas primárias e nos jardins infantis. Porém, o lóbi político sodomita pretende que a comissão europeia abra um procedimento de suspensão da Lituânia na União Europeia, apenas porque este país proíbe a propaganda gayzista em crianças até aos nove anos de idade.

Sexta-feira, 5 Dezembro 2014

O Ocidente e a perversão do Direito

 

Eu sorrio quando vejo gente de bem defendendo a actual cultura intelectual ocidental, manipulada e imposta pela classe política. Estamos em presença de uma nova edição da “traição dos intelectuais” de Julien Benda.

A Bélgica acabou de adoptar a figura jurídica da “presunção de maternidade” para pares de lésbicas putativamente “casadas”. Basta que uma lésbica dê à luz uma criança, e viva em união-de-facto com outra lésbica, para que se aplique a “presunção de maternidade” da lésbica que não é mãe natural e biológica da criança. Ou seja, basta preencher um simples papel para que a lésbica que não pariu seja “presumida” mãe da criança — que também pode apodar o seu nome à criança que não é sua.

Nos casais naturais — ou seja, os “fora-de-moda” homem e mulher —, a figura jurídica da “presunção de paternidade” existe no sentido positivo, na medida em que é um instrumento utilizado pelo Direito para exigir do homem a prova de que não é pai da criança — porque, caso contrário, será sempre obrigado por lei a assumir a paternidade da criança.

Nesta nova perversão do Direito em um país da União Europeia — que brevemente será estendida a Portugal, na medida em que a União Europeia é um manicómio político —, a figura jurídica da “presunção de maternidade” passa a existir também no sentido negativo, na medida em que passa a não existir necessidade de se provar a maternidade ou a paternidade.

Este é um exemplo da perversão do Direito na União Europeia e no Ocidente em geral, porque as duas normas são contraditórias entre si; e a contradição das normas é assumida em nome da defesa dos interesses particulares (de privilégios) de uma casta social suposta e considerada “superior”, composta por fanchonos e fufas.

Quinta-feira, 4 Dezembro 2014

Uma análise gayzista ao "papa Francisco"

 

O chamado “papa Francisco”, através das suas intervenções públicas narcisistas, deu azo a interpretações desta índole. A ver vamos algumas ideias expressas no texto:

1/ a complementaridade entre o homem e a mulher baseia-se na estória da Bíblia de Adão e Eva; portanto, a ideia católica segundo a qual “o casamento é realizado entre um homem e uma mulher” é baseada em um mito bíblico. Este mito foi colocado em causa pelo “papa Francisco”. Antes da existência da Igreja Católica, não existia o casamento natural (entre pessoas dos dois sexos): “o casamento heterossexual foi inventado pelo cristianismo”; é uma construção bíblica.

2/ “Na Igreja Católica, os relacionamentos são baseados na biologia” (sic).

3/ a noção católica de “complementaridade” (segundo alguns “teólogos”!) é reducionista. “No pensamento oficial da Igreja Católica, os relacionamentos são baseados na biologia e na genitália” (sic) — o que supõe que os defensores do “casamento” gay não baseiam o casamento na genitália: o “casamento” gay é uma espécie de “sexo dos anjos”.

4/ a Igreja Católica deveria conceber o casamento em função de “two people in love”, “e não simplesmente em função da sua genitália” (sic). Isto pretende, alegada- e subliminarmente, significar que, nos relacionamentos gay, não há qualquer influência da biologia e da genitália. Por outro lado, o casamento deveria também abranger quaisquer duas pessoas “in love”, por exemplo, dois irmãos ou duas irmãs, uma vez que a genitália não é importante (salvo quando é importante: não é importante, mas é importante, dependendo se se defende o “casamento” gay ou não).

francisco-ambiguo5/ “a complementaridade segundo a Igreja Católica tem sido utilizada para justificar papéis sociais restritivos da mulher” — aqui começa-se a tentar minar o conceito de “complementaridade biológica e natural” entendida em si mesma. Ou seja, a complementaridade é transposta da biologia e da natureza para ser utilizada em uma fundamentação de “uma cultura que limita a mulher”; “a biologia e a natureza são as culpadas pela restrição dos papéis sociais da mulher”, e a cultura cristã é apenas uma consequência da Natureza que é uma coisa má. Por isso, é necessária a negação da Natureza e da biologia em nome da “libertação da mulher” — porque, alegadamente, o problema não é cultural mas antes é, em primeiro lugar, biológico.

6/ quando o “papa Francisco” diz que “a criança tem o direito em crescer em uma família com um pai e uma mãe capazes de criar um ambiente adequado para o crescimento da criança e a realização da sua maturidade emocional” — em verdade (segundo o texto), “ele, o “papa Francisco” não quis dizer o que disse; as pessoas é que interpretam mal o que ele disse, porque o que o “papa Francisco” disse é que a criança merece crescer em ambientes apoiados”. Ou seja, “o “papa Francisco” não disse que teria necessariamente que ser uma mãe (mulher) e um pai (homem): parece que ele disse isso, mas ele não disse”.

7/ segundo o texto, “o “papa Francisco” não entende a ‘complementaridade’ como uma ideia simplista segundo a qual todos os papéis e relações dos dois sexos são fixos em um padrão estático e fixo”. E citaram o “papa Francisco”:

“When we speak of complementarity between man and woman in this context, let us not confuse that term with the simplistic idea that all the roles and relations of the two sexes are fixed in a single, static pattern. Complementarity will take many forms as each man and woman brings his or her distinctive contributions to their marriage and to the formation of their children — his or her personal richness, personal charisma.”

Obviamente que, em primeiro lugar, a culpa é da habitual ambiguidade do “papa Francisco”. O “papa Francisco” está-se a referir à complementaridade em um contexto da cultura antropológica, e não à biologia e/ou à natureza. Mas esta citação do “papa Francisco” é utilizada pelo lóbi político gayzista para colocar em causa — por parte da Igreja Católica do “papa Francisco” — a importância da natureza e da biologia na complementaridade das relações sexuais, no casamento e na educação das crianças.

8/ segundo o texto, “o “papa Francisco” entende a sexualidade humana é complexa e que resiste a uma fácil categorização”.

He understands that human sexuality is complex and that it resists easy categorization, which is why his lecture warns against simplistic, static, reductionistic ways of looking at it.”

Parte-se, em primeiro lugar, do conceito de “resistência a uma fácil categorização”, para se deduzir depois a assunção de uma negação de uma qualquer categorização.

Ou seja, não é possível classificar a sexualidade humana e enquadrar os seres humanos em função do sexo — excepto se o ser humano é gay: neste caso, já existe a categoria de “gay”. A partir do momento em que (no texto) a “categoria”, em função do sexo, é negada, não existe qualquer possibilidade de formação a priori do conhecimento sobre a sexualidade humana: o conceito de “sexo” passa a ser uma abstracção, e por isso deixa de ser um conceito científico propriamente dito.

E esta abstracção do conceito de “sexo” é entendida (no texto e atribuível ao “papa Francisco”) como um sinal de “progresso”, por um lado, e por outro lado, “a noção de ‘complementaridade’ evolui”. De modo semelhante, também se poderia defender a ideia segundo a qual “a lógica evolui” para defender a sua antítese.

Quarta-feira, 15 Outubro 2014

Teresa Leal Coelho e o Direito casuístico

 

“Teresa Leal Coelho, que esteve esta terça-feira numa conferência sobre direito da família e dos menores na Universidade Lusíada de Lisboa, explicou que, quando tiverem de decidir sobre casos concretos, mesmo com a lei actual, os juízes podem sempre alegar que a proibição de co-adopção pelos casais do mesmo sexo viola a Constituição.”

Teresa Leal Coelho desafia juízes a permitirem co-adopção

Uma coisa é a opinião pessoal que Teresa Leal Coelho tenha da Constituição; outra coisa é a defesa da aplicação casuística do Direito.

A casuística actual é um retorno ao pior da Idade Média. Por exemplo, S. Bernardo de Claraval defendeu a ideia segundo a qual seria legítimo que um homem se deitasse com a mulher de outro, “se assim fosse o desígnio de Deus”. Ou seja, cornear o parceiro não seria eticamente reprovável se correspondesse aos “desígnios de Deus”. O problema é o de saber se, neste caso, os desígnios de Deus são verdadeiros e, por isso, se são legítimos.

A casuística é isto: cada um pode invocar um qualquer “deus” para justificar subjectivamente uma excepção à regra normativa. No caso da casuística de Teresa Leal Coelho, os deuses são os juízes.

Eu não sei se a Teresa Leal Coelho é burra ou se é uma espécie de peça de decoração de um lupanar de banlieue.

Terça-feira, 19 Julho 2011

Para os políticos actuais, a medida do verdadeiro bem é a vida animal

O Homem moderno não consegue distinguir o “utilitário” do “útil”; para ele, o útil não faz sentido se não for utilitarista. O útil passou a ser um fim em si mesmo, e por isso, passou a ser utilitário.
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Sexta-feira, 9 Abril 2010

Um “gayzista cristão” é truque político

Em termos gerais, estou de acordo com este texto de Pedro Arroja. Contudo, e em relação a Kant, há que distinguir a homossexualidade como distúrbio psicossomático (uma anormalidade), do movimento gay organizado politicamente (gayzismo). Por exemplo, é hoje claríssimo que Nietzsche tinha um distúrbio mental de tipo paranóide que se agravou com a sífilis (Nietzsche era sifilítico); porém, nem por isso esse distúrbio mental de Nietzsche afectou outras áreas da sua actividade, como a de literato. De forma idêntica, a alegada homossexualidade de Kant era um distúrbio psicossomático que não o impediu de ter uma actividade produtiva, assim como os esquizofrénicos, se forem tratados, podem ter uma vida muito próxima da normal.
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Domingo, 26 Outubro 2008

Os panascas nazis

Filed under: cultura,Política — O. Braga @ 10:40 pm
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Esta notícia do Público, mas nada mais faz do que corroborar a realidade histórica : o Partido Nazi foi fundado por panascas ― desde Alfred Rosenberg a Ernst Röhm. A perseguição dos nazis aos homossexuais — os mesmos nazis que defendiam a eutanásia — foi direccionada para o que eles chamaram de “femmes”, que eram os frozôs, os panascas efeminados. Portanto, Haider nada mais fez do que seguir a tradição apanascada do nazismo. É de recordar que os nazis são socialistas.

Existe um livro que foi publicado com a co-autoria de Scott Lively, cuja súmula pode ser lida aqui: Homosexuality and the Nazi Party. Um dia destes, se Deus quiser, faço aqui um resumo em português.

Quinta-feira, 22 Maio 2008

Isto é o “Gayzismo”


nazismo rosa

O Triangle Foundation é uma organização que pertence à Hidra Gay, e segundo este artigo no Philadelphia Inquirer, um senador gay que pertence à organização declarou que quem não concorde com o “casamento” gay deve ser multado, despedido do seu emprego, e mesmo preso se persistir no erro de não reconhecer como sendo legítimo o “casamento” gay.

«A representative of the largest Michigan gay-rights group, known as the Triangle Foundation, and openly gay Washington State Sen. Ed Murray both told me that any person who continues to conduct himself as if what he thinks is God’s definition of marriage is correct, instead of the gay community’s definition, should be fined, fired and even jailed until he relents.»

A melhor definição para “gayzimo” é assim dada pelo activista político gay Ed Murray, senador americano e membro do Triangle Foundation.

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