perspectivas

Quarta-feira, 1 Julho 2015

A intolerância dos gays

Filed under: Geral — O. Braga @ 6:28 pm
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« A street preacher was repeatedly punched in the head and kicked by two men at Seattle’s Pridefest this past Sunday – and the entire confrontation was caught on camera.

In disturbing video footage uploaded on Youtube and reported by Seattle’s KOMO news, two Christian street preachers can be seen standing on a grassy area. One of the preachers holds a sign that says “Jesus saves and heals,” and “Repent or else,” while the other holds a Bible. »

Seattle gay pride participants viciously beat Christian street preacher (vídeo)

Isto só agora começou. Em breve os gayzistas irão ter protecção do Estado, da mesma forma que os camisas castanhas foram protegidos pelo Estado nazi.

 

Quinta-feira, 22 Março 2012

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos decidiu que o “casamento” gay não é um Direito Humano

Filed under: Europa,Gayzismo,homocepticismo — O. Braga @ 6:16 pm
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“The European Court of Human Rights has reiterated its ruling that same-sex marriage is not a human right that can be found within the Convention.”

via Gay marriage isn’t a human right, says European Court | News | The Christian Institute.

Terça-feira, 11 Outubro 2011

O casamento deve sair do Código Civil

Filed under: Tempo de Café — O. Braga @ 10:39 am
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Com a legalização do “casamento” gay, o casamento deixou de ser a aliança entre os dois géneros com a sucessão de gerações, e passou a ser um simples contrato. E sendo um simples contrato, o Estado já não tem nada a ver com o assunto, e as leis devem doravante servir apenas para regular as disputas sobre eventuais violações de cada contrato em particular, e para a regulação do poder paternal no caso de existirem crianças.

As instituições da sociedade civil, como por exemplo a Igreja Católica, teriam a responsabilidade (cada uma à sua maneira) de instituir o tipo específico de contrato de casamento, afastando o Estado desta problemática. Voltaríamos ao tempo em que se dizia: “são casados segundo a tradição católica”, ou, “são casados segundo a lei muçulmana”, etc.

Quarta-feira, 3 Agosto 2011

Jean-Pierre Olieu e o “casamento” gay

O que se passa hoje é uma tentativa escandalosa da classe política, na sua maioria influenciada pelo movimento revolucionário, de se servir do pacto social que lhes garante o poder político para impôr coercivamente ao povo o conceito de “progresso da opinião pública”, “progresso” esse que coincide totalmente com uma visão elitista e desenraizada da realidade da sociedade.
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Terça-feira, 14 Junho 2011

A Esquerda e a cultura da irresponsabilidade (2)

No postal anterior falou-se de duas leis que comprometem seriamente o futuro de Portugal: a lei do aborto tal qual existe hoje, e a lei do “casamento homossexual” (vulgo “gaymónio”). Porém, a irresponsabilidade da Esquerda parece ter ainda em banho-maria outras aberrações em forma de lei: a lei da eutanásia (para evitar os custos do Estado nos cuidados paliativos), a lei da extensão dos direitos humanos aos animais (que na prática significará exactamente o inverso do que é proposto, ou seja, será a equiparação dos seres humanos aos animais), e a adopção de crianças por duplas de homossexuais.
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A Esquerda e a cultura da irresponsabilidade (1)

Nas últimas eleições, o Bloco de Esquerda desceu a sua votação para os 5%; o Partido Comunista manteve o apoio ao seu dogma, mas não cresceu. O Partido Socialista (de José Sócrates) levou a sua pior derrota eleitoral desde que me lembro.

Para trás, ficaram seis anos de devastação do país governado à esquerda, a muitos níveis: económico, financeiro, social e cultural. As consequências económicas, financeiras e sociais, resultantes da governação de Esquerda, são infelizmente bem conhecidas por parte dos portugueses. Porém, a dimensão cultural dos estragos causados pela esquerda são enormes e profundos, e colocam em causa a reconstrução do país nas outras áreas e, portanto, o seu futuro.

Contudo, é surpreendente que toda a gente fale de economia e finanças, mas pouca gente se refira à cultura (no sentido antropológico do termo) que é absolutamente decisiva para as outras áreas: é a cultura que delimita a economia e as relações em uma sociedade.
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Sábado, 4 Junho 2011

A Confusão dos Géneros

Para quem se interessa pelas questões relacionadas com a família e com a subversão dos valores dela por via do denominado “casamento” gay, e a consequente reivindicação da adopção de crianças por duplas de avantesmas, aconselho a leitura deste livro.

O seu autor, Xavier Lacroix, é filósofo e teólogo, professor de Ética no Instituto de Ciências da Família e na Faculdade de Teologia de Lyon (França). É leigo e pai de três filhos. O prefácio do livro esteve a cargo do conhecido médico português Daniel Serrão.

«O processo de dissociação [entre os elementos constitutivos da paternidade], próprio da inteligência contemporânea, que, ana-lisa — o que quer dizer des-liga —, entra em conjunção com uma deriva da democracia, segundo a qual a ideia de igualdade, convertida em ponto de referência unânime e transformada em “ideia fixa”, apaga e esmaga a ideia de diferença.

No horizonte da dissociação de tudo quanto pode ser dissociado e do nivelamento de tudo quanto pode ser indiferenciado, vemos surgir o desvio totalitário da democracia anunciado por Tocqueville, em que os indivíduos são intermutáveis.»

Este livrinho é de fácil leitura, tem o ISBN 978-972-751-986-6, foi publicado pelas Edições Paulinas, e custou-me 7 Euros na Feira do Livro do Porto.

Adenda: o livro pode ser comprado online aqui.

Segunda-feira, 25 Abril 2011

O direito positivo contra-natura

Se é inexoravelmente necessária, no futuro, uma revolução, esta será sempre e lógica e inevitavelmente uma revolução que reponha no devido lugar os valores da conservação da sociedade segundo o Direito Natural.

Não há ninguém que possa colocar em causa a racionalidade do conceito de Lei Natural segundo S. Tomás de Aquino. Desafio quem quer que seja a fazê-lo.

O Direito Natural, segundo S. Tomás de Aquino, foi decalcado do estoicismo, e assenta em três pilares fundamentais: 1) a conservação do indivíduo e da sociedade; 2) a inclinação humana para actos maioritariamente constatáveis e/ou verificáveis na natureza; 3) a inclinação humana para o Bem em função da racionalidade que é própria do Homem.
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