perspectivas

Sexta-feira, 30 Julho 2010

É esta a “redefinição de casamento” que nos espera ?

Um estudo recente e fresquinho efectuado na Califórnia (Estados Unidos) mostrou que 47% das duplas de gays (masculinos) têm “acordos sexuais” que especificamente permitem actividade sexual com terceiros (fora da relação a dois).

Para além desses 47%, 8% das duplas dos inquiridos estão divididos: um deles defende o “acordo sexual” e o sexo com terceiros, e o outro não. E só 45% classifica o seu relacionamento como “monogâmico”.

O problema aqui é o da aceitação moral a priori. E mesmo que digam que “hoje as pessoas não se casam e vivem juntas”, o “viver junto” é sempre uma forma de casamento — uma forma primitiva de casamento, mas é casamento.

É esta a “revolução no casamento” que a política correcta nos pretende impôr ?

Sexta-feira, 19 Junho 2009

Lá vem a palhaçada carnavalesca gayzista outra vez…

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Quarta-feira, 2 Julho 2008

A política é, antes de tudo, cultura

Ferreira Leite admite discriminar “casais” gay

Admiro a coragem política de Manuela Ferreira Leite. Pedro Passos Coelho, cobardemente, fugiu a uma pergunta semelhante.

Os políticos europeus em geral já vão entendendo que não se pode tratar de forma igual situações que são diferentes. Não se pode equiparar um família composta por homem e mulher, que normalmente garantem o futuro da sociedade através das crianças que nascem, com outro tipo de associações heterodoxas por mais “amor” que se reclame para legitimar a igualdade estatutária do casamento.

“Admito que esteja a fazer uma discriminação porque é uma situação que não é igual. A sociedade está organizada e tem determinado tipo de privilégios, tem determinado tipo de regalias e de medidas fiscais no sentido de promover a família”. E a seguir especificou que essas medidas eram “no sentido de que a família tem por objectivo a procriação”. Visando os chamados casamentos gay, ainda fez um acrescento. “Chame-lhe o que quiser, não lhe chame é o mesmo nome. Uma coisa é o casamento, outra é outra coisa qualquer”, disse.

Quando tratamos de forma igual situações diferentes, o casamento passa a ser tudo; e sendo tudo, passa a ser nada. Quando a instituição do casamento entra em falência na esfera dos valores sociais, quem sofre são as crianças, em primeiro lugar, e o futuro da sociedade.
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Domingo, 29 Junho 2008

A intolerância gay

Filed under: Hydra gay — orlando braga @ 7:35 am
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Alguém tem uma opinião sobre a utilidade das paradas gay que vimos ontem na TV?

Os Simpsons podem ajudar a explicar o fenómeno. Uma parada gay decorria, com gritos “We’re here! We’re queer! Get used to it!” (Nós estamos aqui, somos rabetas, habituem-se!), ao que a Lisa Simpson respondeu: “You’re here every year. We are used to it.” (Vocês estão aqui todos os anos. Nós já nos habituamos.) Portanto, dá a ideia de que se trata de uma “acção pedagógica” recorrente e anual, destinada à sociedade, para que a sociedade se habitue. Dá essa ideia, mas não é.

O orgulho gay é um fenómeno de imposição de um comportamento que não apela ao reconhecimento social mas antes à supremacia do estilo de vida gay: é um sinal claro de intolerância de uma minoria comportamental que adoptou um determinado estilo de vida, em relação a uma maioria heterossexual que os gays desprezam. As paradas de orgulho gay são marchas que pretendem demonstrar — de uma forma ostensiva e provocatória — o desprezo gay pela sociedade que é maioritariamente diferente deles. Esta é a verdade sobre o gayzismo.

Por falar em Simpsons: vejam aqui a quantidade de referências de propaganda ao estilo de vida gay que a série para crianças tem feito; e no fundo da lista, vejam a quantidade de gays que fazem a série.


A maior causa de violência, morticínio, opressão e tirania é a crença de que é possível inventar um futuro melhor para toda a humanidade ou para uma parte significativa dela e realizá-lo através do poder político.
Sem somar-se a essa crença, nenhuma das causas antes mencionadas teria um milésimo do seu potencial mortífero. Sem a promessa utópica, não atrairia multidões de militantes. Sem a concentração do poder político, não teria meios de acção. Poder concentrado em torno de uma promessa de futuro: eis a fórmula infalível do genocídio. (OC, Mídia sem Máscara)

Terça-feira, 17 Junho 2008

Anomalias genéticas

Filed under: Gayzismo — orlando braga @ 1:54 pm
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Scans see ‘gay brain differences’:

The brains of gay men and women look like those found in heterosexual people of the opposite sex, research suggests. The Swedish study, published in the Proceedings of the National Academy of Sciences journal, compared the size of the brain’s halves in 90 adults. Gay men and heterosexual women had halves of a similar size, while the right side was bigger in lesbian women and heterosexual men.

Fonte: BBC.


Parece que os cérebros dos “gays” são diferentes (mais pequenos) do que os cérebros dos homens normais. Naturalmente que isto só se aplica aos homossexuais congénitos, e não à aculturação “gay” por moda.

Domingo, 8 Junho 2008

Depois do “casamento” gay, a “revolução” continua

Tony (masc.) 48, Kaye (fem.) 48, Kevin (masc.) 40, e Sandi (fem.) 40, vivendo todos em San Jose (Califórnia), assinaram documentos legais que lhes atribuem um estatuto similar ao de cônjuges. Os quatro praticam a poliamoria — a crença de que se pode ter simultaneamente vários parceiros sexuais, a bênção geral e harmonia total.

Sandi acha que está grávida do Tony, e assim todos mudaram os seus nomes, adoptando o sobrenome de Tony, “Luck”.

Assim que Sandi deu à luz a sua filha, Ruth, Kaye e Sandi apaixonaram-se, e mais tarde, Kaye e Kevin (um ex-dançarino), tornaram-se também parceiros sexuais. Entretanto, Tony, que é bissexual, não prescinde dos “serviços” de Kevin. Compraram todos uma casa em conjunto e partilham o mesmo quarto de dormir, tendo todos eles relações sexuais com todos. Todos os quatro cônjuges estiveram presentes quando a pequena Ruth nasceu, e todos os quatro assinaram papeis em que declaram a guarda conjunta da criança.

Ler o resto (em inglês): Four better or four worse for marriage of four.


No seu livro “Origem da Família, Propriedade Privada e o Estado”, Engels descreve o casamento monogâmico como tendo sido desenhado para duas funções: a herança dos bens de pais para filhos, e a escravatura da mulher. Esta visão enviesada do casamento é a visão que os actuais marxistas culturais ainda defendem: os fenómenos do “casamento” guei, da poliamoria, da legalização da pedofilia (que Engels considerava como sendo “natural”), etc., tem tudo a ver com o marxismo cultural (Bloco de Esquerda, libertarismo de esquerda e direita, e sincretismo socrático) e com a erradicação do casamento monogâmico que é considerado reaccionário, anti-comunista, burguês, de herança capitalista, etc. Ninguém sabe onde cabem as crianças no meio disto.

Adenda: se um divórcio a dois, com crianças, já é complicado, agora imaginem um divórcio a 4, 6, 9, ou 11 pessoas.

Sexta-feira, 6 Junho 2008

Activista gay: “sexo com animais é legítimo”

No rol da “luta gay”, cabe tudo: um activista gay conhecido, Frank Kameny, defende a ideia de que o sexo com animais — a chamada “bestialidade” — é perfeitamente aceitável se os animais derem o seu consentimento.
bestiality

“Frank Kameny, a hero to the homosexual community who was integral in pressuring the American Psychiatric Association to reclassify same-sex activities as ‘normal,’ has written to a pro-family organization that he believes bestiality is fine, ‘as long as the animal doesn’t mind.’

«Kameny, now 83, said, “Bestiality is not my thing … But it seems to be a harmless foible or idiosyncrasy of some people. So, as long as the animal doesn’t mind (and the animal rarely does), I don’t mind, and I don’t see why anyone else should.”»

Via

A ler:


Email me (espectivas@nullgmail.com)

Quinta-feira, 29 Maio 2008

Citação blogosférica


Pink Nazism

Memoriais : «Leio no Público que Berlim já tem um bonito memorial em homenagem aos gueis vítimas do nazismo. Uma coisa pós-moderna dentro da qual um vídeo passa repetidamente a imagem de dois homens osculando-se. Parece que está também prevista a construção de um outro memorial em lembrança dos ciganos. Com aquele enorme que já existia referente aos judeus e mais algum que se venha a fazer, Berlim é já uma referência em termos de memoriais. Não conheço a cidade, mas no meio de tantas construções destinadas à “preservação da memória”, alguém me pode informar se existe por lá alguma que recorde os berlinenses mortos pelos bombardeamentos anglo-americanos ou pelas hordas do exército vermelho? E, em caso afirmativo, qual a ruazinha onde se situa?»


Propaganda homo-erótica

Este texto recorda-me o “pink nazism” que foi erradicado da nossa memória histórica; e lembra-me um artigo que escrevi para a Wikipedia sobre este tema que foi censurado pelos agentes do politicamente correcto que controlam a “enciclopédia livre”.

Adenda: em relação ao live and let live (não agradeço o link) da escória marxista cultural, acontece como a ministra espanhola da “igualdade”, María Teresa Fernández de la Vega, que defende acerrimamente o live and let live, e depois fica horrorizada depois de ter sido fotografada ao lado de um empresário nigeriano polígamo. A merda do argumento do live and let live, pelos vistos, só serve para o que interessa e quando interessa, e depois fazem posts a tentarem fazer dos outros estúpidos. Querem enganar quem?

Adenda 2: pergunta um comentador: “por que diz que o cartaz é homoerótico?” Em primeiro lugar, notei que ele escreveu “homoerótico“, enquanto que eu escrevi “homo-erótico“, o que denota que o comentador não é ingénuo de todo — pelo contrário. Um “naïv” teria copiado o meu adjectivo hifenizado. Contudo, resolvi colocar aqui outra foto de propaganda homo-erótica nazi, a ver se o nosso comentador se esclarece.

Será que o comentador vê alguma analogia entre as duas fotos — ou preciso de lhe fazer um desenho?

Quarta-feira, 28 Maio 2008

Quid pro Quod

Filed under: Hydra gay — orlando braga @ 3:34 am
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No meio da crise do pitrol e com a pobreza do país a aumentar, o Estado Sentido acha que a condição dos coitadinhos dos gays anda esquecida pelo poder político, e “pensa” que o estatuto e condição de um negro — que tem família, mulher e filhos, e que está muitas vezes sujeito ao racismo — é equiparável ao de um gay. Se eu fosse negro (e mesmo não o sendo), sentia-me insultado, como aliás se sente insultada a esmagadora maioria dos negros americanos que são confrontados com tal aberrante analogia.

Ademais, e seguindo raciocínio do escriba — e no mesmo tom e compasso que ele propôs, em que recomenda que os “homofóbicos” deveriam ser sodomizados –, eu acho que os gays deveriam ser empalados sem apelo nem agravo:

    – deixavam de nos chatear com reivindicações sem fim à vista;
    – até na morte eram felizes.

Quinta-feira, 22 Maio 2008

Isto é o “Gayzismo”


nazismo rosa

O Triangle Foundation é uma organização que pertence à Hidra Gay, e segundo este artigo no Philadelphia Inquirer, um senador gay que pertence à organização declarou que quem não concorde com o “casamento” gay deve ser multado, despedido do seu emprego, e mesmo preso se persistir no erro de não reconhecer como sendo legítimo o “casamento” gay.

«A representative of the largest Michigan gay-rights group, known as the Triangle Foundation, and openly gay Washington State Sen. Ed Murray both told me that any person who continues to conduct himself as if what he thinks is God’s definition of marriage is correct, instead of the gay community’s definition, should be fined, fired and even jailed until he relents.»

A melhor definição para “gayzimo” é assim dada pelo activista político gay Ed Murray, senador americano e membro do Triangle Foundation.

Quinta-feira, 15 Maio 2008

Trapézio gay

Filed under: Humor,Hydra gay — orlando braga @ 5:44 pm
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A gravação anexa é verídica e foi divulgada pela Antena 3 espanhola. Trata-se de um “casal” gay que foi parar às urgências, um com queimaduras nos intestinos e o outro com a cara queimada e o nariz partido.


Sábado, 10 Maio 2008

As crianças não são politicamente correctas

Um professor universitário na área da psicologia, que lecciona em Harvard, de seu nome Daniel Gilbert, declarou que as crianças arruínam as nossas hipóteses de felicidade no casamento. Numa conferência em Sidney, Gilbert diz que a felicidade do ser humano passa pela recusa das crianças no casamento.



Married life is the key to happiness but having children can ruin it all, a psychologist claims. Couples only recover their blissful existence once their offspring have left the nest, says Daniel Gilbert, a professor of psychology at Harvard University.

Daniel Gilbert é um membro proeminente da APA (Associação de Psicologia Psiquiatria Americana), que é organização responsável pela retirada da homossexualidade do rol das desordens psicológicas.

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