perspectivas

Sábado, 23 Novembro 2013

Dizer “Não” para ser feliz

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:15 am
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Chesterton FELICIDADE web

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Domingo, 9 Dezembro 2012

“O Novo Rebelde”, segundo Chesterton

“O novo rebelde é um céptico que não confia integralmente em nada. Não tem nenhuma lealdade; por isso, não pode ser nunca realmente um revolucionário. E o facto de ele duvidar de tudo constitui um obstáculo quando pretende denunciar qualquer coisa — porque toda a denúncia implica uma doutrina moral de qualquer tipo; e o revolucionário moderno duvida não só de uma qualquer instituição que ele denuncia, mas também duvida da doutrina através da qual ele a denuncia. Por isso, ele escreve um livro queixando-se que o império insulta a pureza das mulheres, e depois escreve outro livro (acerca do problema sexual) em que ele insulta o sexo. Ele insulta o Sultão porque as raparigas cristãs perdem a sua virgindade, e depois insulta a senhora D. Grundy porque ela guarda a sua virgindade.

chesterton-daguerre-webComo político, ele gritará que a guerra é uma perda de vidas, e depois, como filósofo, dirá que a vida é uma perda de tempo. Um pessimista russo denuncia um polícia por ter morto um camponês, e depois demonstra através de mais altos princípios filosóficos que o camponês se deveria ter suicidado. Um homem denuncia o casamento como sendo uma mentira, e depois denuncia os devassos aristocráticos por tratarem o casamento como uma mentira. Diz que a bandeira é uma bugiganga, e depois culpa os opressores da Polónia e da Irlanda porque lhes retirarem e proibirem as respectivas bugigangas.

O homem desta tendência moderna vai primeiro a uma reunião política onde se queixa que os selvagens são tratados como se fossem bestas; e depois pega no chapéu e no guarda-chuva e vai para uma reunião científica onde ele faz prova de que os selvagens são praticamente bestas. Em resumo, o revolucionário moderno, sendo um céptico infinito, está sempre comprometido em minar as suas próprias minas. No seu livro acerca da política, ele ataca os homens por transgredirem na moral; e no seu livro acerca da ética, ataca a moral por transgredir em relação aos homens. Por isso, o homem moderno em revolta tornou-se praticamente inútil para todos os propósitos de revolta. Revoltando-se contra tudo, ele perdeu o direito de se revoltar contra o que quer que seja.”

— G. K. Chesterton

Chesterton e a família natural

Filed under: ética,cultura,Ut Edita — O. Braga @ 9:06 am
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«A criança é o corolário significativo do pai e da mãe, e o facto de se tratar de uma criança humana traduz o significado ancestral dos laços humanos que ligam o pai e a mãe.

Quanto mais humana, e por isso menos bestial, for a criança, mais esses laços ancestrais são duradouros e adequados à ordem da natureza. Por isso, não é um progresso na cultura e na ciência a tendência para enfraquecer esse vínculo primordial, mas antes o progresso deve ir logicamente no sentido de fortalecê-lo…

Este triângulo de truísmos constituído pelo pai, pela mãe e pela criança, não pode ser destruído; só podem ser destruídas aquelas civilizações que não o respeitam.»

— G. K. Chesterton

Segunda-feira, 26 Novembro 2012

A arte é assinatura do Homem

Filed under: cultura — O. Braga @ 6:49 am
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Sexta-feira, 16 Novembro 2012

Innominatum tempus

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 4:03 pm
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Terça-feira, 11 Setembro 2012

Internacionalismo

Filed under: Globalismo — O. Braga @ 10:22 am
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Sábado, 11 Agosto 2012

G. K. Chesterton e o culto contemporâneo do Eu

Filed under: A vida custa,cultura,educação,Sociedade,Ut Edita — O. Braga @ 9:42 am
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“Os seres humanos são felizes enquanto mantêm o poder receptivo e de reacção, em atitude de surpresa e de gratidão, em relação a algo fora do Eu. Enquanto assim forem — como sempre foi afirmado pelas maiores mentes ao longo da História —, dispõem de algo que está presente na infância e que pode ainda preservar e solidificar na adultez.

A partir do momento em que o Eu é conscientemente sentido como algo superior a qualquer uma das qualidades exteriores que vêm ao seu encontro, ou superior a qualquer uma das aventuras que pode desfrutar, surge então nele uma espécie de previamente determinado enfado e desencanto auto-destrutivos que preenchem totalmente os símbolos tartáreos [infernais] de sede e de desespero.

— G. K. Chesterton, “The Common Man”

Domingo, 22 Janeiro 2012

A crítica neoliberal ao Distributismo

Nesta crítica neoliberal ao Distributismo, vemos duas citações, uma de Hayek e outra de Von Mises, que raiam o cinismo: em suma, a lógica das citações é a seguinte: “se a minha avó não tivesse existido, eu não existiria”.
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Domingo, 15 Janeiro 2012

O homem que era Quinta-feira

“We believe that a purely intellectual conspiracy will soon threaten the very existence of civilization, that the scientific and artistic worlds are silently bound in a crusade against the Family and the State. We have formed a special corps of policemen, policemen who are also philosophers. It is our business to watch the beginnings of this conspiracy.”

— G. K. Chesterton : ‘The Man Who Was Thursday.’

Sexta-feira, 9 Setembro 2011

G. K. Chesterton acerca da maçonaria

Filed under: Maçonaria — O. Braga @ 7:51 pm
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«It is not hidden in order to be revealed: it is hidden in order to be hidden. It is not kept secret because it is a common secret of mankind, but because mankind must not get hold of it. And it is not kept secret because it is too unimportant to be told, but because it is much too important to bear telling.

In short, the thing we have is the real and perhaps rare political phenomenon of an occult government.»

A maçonaria não é oculta para que seja revelada: é oculta para ser oculta. Não é mantida em segredo porque é um segredo comum à humanidade, mas porque a humanidade não a pode conhecer. E não é mantida em segredo porque não é demasiado importante para ser divulgada, mas porque é demasiado importante para que se possa permitir a sua divulgação.

Quinta-feira, 25 Agosto 2011

Pascal, os moralistas franceses, e o amor-próprio de “comodidade”, e de “vaidade” (2)

Uma feminista, se for coerente, e na medida em que é a favor do aborto livre, não pode revoltar-se ou ir contra a selecção do sexo masculino por via do aborto, que é um fenómeno comum a vários países asiáticos, incluindo a Índia e principalmente a China. Vemos aqui uma das muitas contradições intrínsecas ao feminismo: sendo radicalmente a favor daquilo a que chamam “direitos das mulheres”, seria incoerente que fossem contra o aborto em série de fetos do sexo feminino.
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Domingo, 17 Julho 2011

Votos de um bom Domingo!

Filed under: ética — O. Braga @ 9:52 am
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« “As acções individuais só são erradas se são más para a sociedade”. Sigam esta máxima e, mais cedo que tarde, terão a inumanidade de uma colmeia.»

— G. K. Chesterton

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