perspectivas

Quinta-feira, 6 Fevereiro 2014

A União Europeia das engenharias sociais

 

“No sabemos lo que nos pasa, y eso es lo que pasa.” — Ortega y Gasset

Para as elites actuais, Ortega y Gasset foi uma espécie de burro; ao contrário do filósofo espanhol, as elites actuais não se consideram cegas, como estavam seguramente cegas as elites de 1937 a 1939. Não lhes passa pela cabeça que não sejam outra coisa que uma plêiade de iluminados prenhes de certezas. E é nisto que a História se repete: a memória dos povos é curta e as elites cometem sempre o mesmo tipo de erros, convencidos de que “sabem o que se passa”.

manif pour tousAs engenharias sociais que separam o homem, por um lado, da Natureza, por outro lado (e através da substituição da Ética pelo Direito Positivo), são produtos de convicções firmes das elites que destroem qualquer informação que as desminta — porque as elites têm a certeza de que “sabem o que se passa”. Como aconteceu na década de 1930, estamos hoje entregues a gente que tem a certeza absoluta da rectitude da sua acção política, e muitas vezes à revelia da vontade dos povos que nelas delegou o Poder através do voto.

Não adianta que os filósofos chamem à atenção para a necessidade de prudência na política: em vez disso, as elites tratam de erradicar a filosofia do ensino oficial, cortando o mal pela raiz — porque pensar é perigoso!; e porque as ideologias fazem explodir a razão e a informação, na medida em que a informação é endogenamente inimiga das ideologias. Tal como na década de 1930, hoje não há lugar para quaisquer dúvidas senão aquelas que incomodam as elites. Como dizia Lenine: “Os factos são teimosos”. E como os factos são teimosos, as elites que temos tratam de eliminar os “factos que teimam” em não se adequar à realidade delirante e psicótica por elas construída.

Voltamos ciclicamente à estaca zero. Todos os ensinamentos que retiramos do horror de uma época pretérita são esquecidos na época seguinte em nome de uma nova crença na possibilidade de um paraíso na Terra. O que muda é apenas a noção de “paraíso”, própria da moda coeva.

¿François Hollande tem legitimidade política para fazer o que está a fazer em França, acolitado pela elite maçónica e jacobina? É claro que não tem essa legitimidade. Mas faz o que faz, em nome do conceito abstracto de “Vontade Geral“. Ele não foi eleito para criar um clima de terror cultural no seu país, mas não hesitou um segundo em optar pelo terrorismo em relação à cultura antropológica do seu povo. Estamos todos a lidar com gente muito perigosa.


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Sexta-feira, 31 Janeiro 2014

Béatrice Bourges: a heroína pela liberdade e contra o despotismo socialista de François Hollande

 

Béatrice Bourges está em greve de fome há cinco dias na praça Édouard Hériot, em Paris. A greve de fome de Béatrice Bourges tem como objectivo protestar contra as políticas culturais (na área dos costumes) e económicas do socialista e jacobino François Hollande.

printemps_beatrice_bourges

Na passada Segunda-feira, Béatrice Bourges foi interrogada (na via pública!) onze vezes pela polícia a mando do ditador François Hollande — segundo nos informa o GalliaWatch. Não satisfeitos com os interrogatórios sucessivos, a polícia social-fascista do jacobino François Hollande tentou privar Béatrice Bourges do sono, impedindo-a de dormir, para além de tentar privá-la de liberdade de movimento na via pública.

Na passada quinta-feira, Béatrice Bourges foi interrogada novamente pela polícia fascista do jacobino François Hollande, apesar da sua fraca condição física devido à greve de fome. Para evitar que ela fosse detida pela polícia neonazi e gayzista do maçon François Hollande, a família de Béatrice Bourges acabou por retirá-la da rua a pretexto de um exame médico.

Beatrice Bourges

¿Você já viu qualquer referência a Béatrice Bourges nos me®dia portugueses? Não viu nem virá! Voltamos ao tempo da clandestinidade imposta por um novo fascismo gayzista e maçónico.

Sexta-feira, 24 Janeiro 2014

A paranóia maçónica em França

Filed under: Maçonaria,politicamente correcto — O. Braga @ 11:57 am
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Um homem foi condenado a quatro anos de prisão por “racismo contra brancos”, ao ter atacado e agredido um homem branco na estação da Gare du Nord, em Paris, França. Acontece que o agressor e agora condenado também é branco.

“A man was sentenced this week to four years behind bars for an “anti-white racist” attack on a Frenchman on the platform of a Paris train station. The convicted man was also white.”

Na medida em que o branco-agressor insultou o branco-vítima, chamando-o de “branco porco” e “francês”, os juízes da república maçónica de François Hollande condenaram-no por racismo. É a primeira vez, em todo o mundo e em toda a História, que um branco é condenado por ser racista em relação a outro branco; e isto só poderia acontecer em um país totalmente controlado pela maçonaria jacobina.

Quarta-feira, 15 Janeiro 2014

Em França, a direita e a esquerda são “cooperantes”

 

hollande cooperanteVeio a notícia no The Telegraph que François Hollande partilhou a sua amante, Valerie Trierweiler, com o ministro “conservador” de Sarkozy, Patrick Devedjian. O The Telegraph não confirma, contudo, se chegou a haver “ménage a trois”.

«Francois Hollande “shared” his mistress Valerie Trierweiler with a minister from Nicolas Sarkozy’s government in a Jules et Jim-style relationship, a new biography on France’s first lady claims.»

À medida que Patrick Devedjian ia “perdendo a pedalada” em relação a Valerie Trierweiler, François Hollande ia-lhe “acertando o passo”. Mas, enquanto Patrick Devedjian ia “perdendo o fôlego” e François Hollande “se colocava por cima”, os três (incluindo Valerie Trierweiler) tinham outros parceiros e parceiras:

“All three had other partners at the time.”

Tudo isto ocorria enquanto Valerie Trierweiler ainda era casada com o seu marido (passo a redundância que se impõe): para além de ter o seu marido em casa, Valerie Trierweiler “dançava o tango” com Patrick Devedjian, “discutia política” com François Hollande, e ainda “she had other partners at the time”.

É esta elite que manda na União Europeia e que defende o “casamento” gay, a adopção de crianças por pares de invertidos, ou seja, passiones ignominiae, usum contra naturam et turpitudinem operantes (Romanos 1, 26-27).


“Os arroubos libertários acalmam-se finalmente com um pouco de fornicação promíscua” — Nicolás Gómez Dávila

Segunda-feira, 13 Janeiro 2014

François Hollande ou Men in Black

Filed under: Decadência do Ocidente — O. Braga @ 10:28 am
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“L’image du « Chef de l’Etat’ sur un scooter, casqué allant à ses rendez-vous galants, a fait s’esclaffer la terre entière. Ce n’est pas tolérable.

On dira que c’est la vie privée d’un homme normal. Précisément, non. Même un Président « normal », qui évite les excès de l’hyperprésidence, n’a pas le droit de se contenter d’être un homme normal. Il doit à tout moment affirmer une dignité exemplaire. Les « c’est du sérieux » ou « casse-toi » du prédécesseur ont été des entorses à cette règle.

La légitimité n’est pas seulement une situation juridique, c’est un sentiment qui repose sur le respect qu’inspire son détenteur.”

Christian Vanneste

 

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A diferença entre Hollande e Sarkozy é a de que este casa-se

Filed under: Decadência do Ocidente — O. Braga @ 5:23 am
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Eu não sou de modo nenhum um puritano nem hipócrita: se há mulheres que se prestam para homens que não prestam, é problema deles: que se entendam!

Mas há limites. Um chefe-de-estado não deve ter um puteiro como ambiente doméstico: ou opta pelo vida de puteirada, ou opta pela função de chefe-de-estado — a não ser que a república francesa se tenha transformado em uma espécie de bordel.

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Sábado, 30 Novembro 2013

A prostituição é um problema social insolúvel

 

Não existem provas, mas é provável que no paleolítico já existissem prostitutas; estou a imaginar um homem do Neandertal a oferecer uma bugiganga qualquer à mulher do vizinho em troca de sexo. Em algumas actuais tribos índias da Amazónia, é normal um homem “partilhar” a sua mulher com outro homem em troca de trabalho na caça e na pesca; e, que eu saiba, elas não se queixam.

prostituta
Kant estabeleceu o seguinte imperativo prático: “Procede de modo a tratar a humanidade, na tua pessoa como na dos outros, sempre como fim e nunca como simples meio”. Porém, um princípio ético não pode ser imposto através do Direito Positivo, como tentam fazer os socialistas franceses e certos puritanos de direita (os tais “católicos fervorosos”): o princípio ético tem que existir antes da lei, ou seja, o princípio ético tem que ser interiorizado através da educação. A lei e o Direito Positivo não substituem a sensibilidade ética que só é adquirível por intermédio da educação desde tenra idade: é necessário que as nossas crianças voltem a ter aulas de Religião e Moral na escola pública.

Os políticos franceses caem em uma contradição: por um lado, pretendem criminalizar o cliente da prostituta, mas, por outro lado, pretendem despenalizar ou descriminalizar o acto de aliciamento público por parte da prostituta. Ou seja: passaria a ser crime que um homem ceda ao aliciamento por parte de uma prostituta, mas deixaria de ser delito que a prostituta alicie o homem. Dá-me ideia de que a política francesa se rege pelos princípios éticos do Marquês de Sade.

O que é surpreendente na classe política democrática é a ideia segundo a qual “a lei impõe a ética”. Esta ideia abstrusa e absurda é de origem protestante e sobretudo luterana. Os políticos partem do princípio irracional segundo o qual se uma determinada lei é aprovada em um qualquer parlamento circunstancial, passa a ter força de princípio ético legítimo e validado. Isto é absolutamente surpreendente, e faz recordar a seguinte máxima de Nicolás Gómez Dávila:

“O sufrágio popular é hoje menos absurdo do que ontem: não porque as maiorias sejam mais cultas, mas porque as minorias são menos.”

A solução possível para o problema da prostituição passa, por um lado, pela educação das nossas crianças em uma ética cristã e não-utilitarista; e por outro lado, fazer o que Salazar fez: circunscrever as prostitutas que ainda existam a áreas bem definidas, com lupanares autorizados pelo Estado, e com as prostitutas sujeitas a constante vigilância médica obrigatória.

Terça-feira, 29 Outubro 2013

O presidente da república de França

Filed under: Tirem-me deste filme — O. Braga @ 2:23 pm
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Segunda-feira, 28 Outubro 2013

A maçonaria proíbe o uso do incenso e das velas pela Igreja Católica

Filed under: Tirem-me deste filme — O. Braga @ 3:26 pm
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O governo maçónico de François Hollande proibiu o uso de incenso e de velas nas igrejas católicas. A razão invocada pela maçonaria é a de que “o incenso e as velas prejudicam o meio-ambiente e são cancerígenos”.

Um dia destes, e por este caminho, o governo maçónico de François Hollande vai proibir a entrada das pessoas nas igrejas, alegadamente em nome da ciência e da protecção do meio ambiente.

Isto só vai acabar quando a maçonaria for objecto de terror: não basta proibir a maçonaria: ela deve ser objecto de um terror inédito.

Sábado, 19 Outubro 2013

As consequências das políticas maçónicas em França

Filed under: Europa — O. Braga @ 2:41 pm
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«Los franceses han perdido el miedo al Frente Nacional (FN), eso al menos parecen indicar los acontecimientos de las últimas semanas. Hace unos días, un sondeo publicado por le Nouvel Observateur otorgaba un 24% de intención de voto al Frente Nacional en las elecciones europeas de 2014. Esto situaba a la "derecha nacional" muy por delante de la UMP, el gran partido de centro derecha, y del gobernante Partido Socialista (PS), que quedaban estancados por debajo del 20%.»

le pen

As políticas radicais impostas pela maçonaria (Grande Oriente de França) têm consequências. Quando os franceses verificam que a direita liberal francesa não consegue fazer frente à política maçónica e socialista de degradação dos costumes e de alienação da soberania francesa a favor dos alemães — eis que Marie Le Pen e a Frente Nacional assumem todo o esplendor!

Esta é uma das muitas razões por que a maçonaria tem que ser combatida — antes mesmo de se combater a Esquerda!, porque a maçonaria infiltra-se em todos os partidos políticos com representação parlamentar. A maçonaria é uma máfia, é uma metástase política que tem que ser extirpada a qualquer custo.

Terça-feira, 16 Julho 2013

François Hollande: um presidente de uma excepcional mediocridade

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:12 pm
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« En entendant Monsieur Hollande, le jour de la Fête Nationale, le début des Mémoires de Guerre du Général m’est revenu à l’esprit : » Toute ma vie, je me suis fait une certaine idée de la France… S’il advient que la médiocrité marque, pourtant, ses faits et gestes, j’en éprouve la sensation d’une absurde anomalie… »

Qu’un homme désespérément banal, dont le talent oratoire a tenu dans une anaphore que la suite a rendue comique, étale sa satisfaction à bon marché, en s’appuyant sur des résultats d’une honnête moyenne, qu’il aligne des mots vidés de leur substance comme « confiance », « optimisme », « reprise »prononcés sans conviction ni vigueur, dans un contexte qui les rend incongrus, donne de notre pays une image , rapetissée comme notre AAA chez Fitch, ratatinée, comme notre poids en Europe, rabougrie, comme l’idée que s’en font, désormais les autres pays du monde.

Il fut un temps où les performances technologiques et économiques françaises, supérieures à celles des Allemands ou des Britanniques, permettaient au Président Pompidou de rencontrer d’égal à égal Richard Nixon. C’était l’époque où le prévisionniste américain Herman Kahn pronostiquait le rattrapage de l’Allemagne, et son doublement par la France.

C’était en 1973, à la veille de la crise pétrolière… Nous ne sommes pas les seuls à l’avoir connue, mais les seuls à n’avoir jamais vraiment refait surface, malgré le choix intelligent et courageux du nucléaire. Pour le reste, l’exception française, prise à tort pour la clef de la réussite, a continué d’être chantée à gauche et même « à droite » par le bonapartiste Philippe Seguin ou son autoproclamé fils spirituel Henri Guaino, la plume « gaulliste » républicaine, la trompette de l’Etat volontariste, le Déroulède du sarkozysme hostile à la repentance mais auteur de la légende dorée de la France généreuse et éternelle de Hugo à Guy Mocquet en passant par Jaurès. Notre addiction à ce discours enchanteur que notre prosaïque Président promettait de réenchanter, doit prendre fin.»

(ler o resto: Un Président d’une exceptionnelle médiocrité )

A resistência passiva contra os Khmers Rosa de François Hollande

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Vigília em frente ao parlamento francês

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Tratamento ‘delicado’ de uma manifestante pacífica

Imagens daqui, daqui e daqui.

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