perspectivas

Quarta-feira, 27 Julho 2016

Apagar a História

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:47 am
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“Atacar uma igreja, matar um Padre, é profanar a república” → François Hollande

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A maior parte dos sacerdotes católicos mártires franceses foram assassinados pela república.

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Sexta-feira, 15 Julho 2016

“A ameaça é o populismo”

 

“O que nos ameaça é o alastramento do populismo, mas eu não me deixarei intimidar por ameaças”.

François Hollande, entrevista a 14 de Julho de 2016

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Terça-feira, 23 Fevereiro 2016

François Hollande ameaça expulsar da União Europeia países com governos que não sejam socialistas

Filed under: Europa — O. Braga @ 7:49 pm
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Segundo François Hollande, qualquer governo que não seja socialista é automaticamente “de extrema-direita”, e por isso, qualquer país com um governo que não reúna as condições socialistas deve ser expulso da União Europeia.

Naturalmente que “extrema-direita” é uma categoria muito lata e abrangente: tudo o que não seja socialista cabe nessa categoria — com excepção dos partidos comunistas, como é evidente.

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Quinta-feira, 19 Novembro 2015

Les Brigandes cantam o ‘Antifa’ (o ‘anti-faxista’)

 

Dedicado ao Jugular. A venda do disco foi proibida pelo governo do anti-faxista François Hollande & comandita maçónica.

 

Domingo, 5 Abril 2015

Integrismo laico

 

A empresa do Metro de Paris proibiu a publicidade de um evento musical (ver em baixo) a favor das vítimas cristãs do Estado Islâmico no Oriente. Trata-se de uma ideologia política radical: o integrismo laico.

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É este tipo de integrismo laico que teremos em Portugal se António Costa for eleito primeiro-ministro, com o apoio de integristas laicos da Esquerda radical e de personagens da Não-esquerda como, por exemplo, José Pacheco Pereira.

A empresa do Metro de Paris diz que proibiu o painel publicitário porque não toma partido em um conflito religioso — como se a população civil cristã do Próximo Oriente tivesse pegado em armas contra o Estado Islâmico, e não se tratasse de um genocídio.

Domingo, 11 Janeiro 2015

O que está em causa com a manifestação de hoje em Paris

 

A manifestação que se realiza hoje em Paris é mais um acto de repúdio em relação à Front Nationale de Marine Le Pen — por uma questão de conveniência eleitoral do Partido Socialista de François Hollande — do que um acto de união nacional francesa contra o terrorismo.

Quando um partido político — goste-se, ou não, dele —, como é o caso da Front Nationale, que representa 25% dos franceses, é excluído  de um acto público a que François Hollande chamou de “unidade nacional”, o que se passa é que o wahabismo saudita dos petrodólares  ganhou a batalha de neutralização do pluralismo laico em França utilizando o Partido Socialista de François Hollande como cavalo de Tróia.

Quinta-feira, 8 Janeiro 2015

Je suis un Charlot

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:08 pm
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Sábado, 3 Janeiro 2015

François Hollande meteu o socialismo na gaveta

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:03 pm
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Mário Soares já tinha metido o socialismo na gaveta. Chegou a vez de François Hollande.

Sábado, 13 Dezembro 2014

A maçonaria francesa em acção: a eutanásia pela porta do cavalo

Filed under: Maçonaria — O. Braga @ 10:01 am
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Hollande 225 webO psicopata François Hollande, a mando da associação de malfeitores que é a maçonaria francesa, pretende legalizar a eutanásia pela “porta do cavalo” utilizando a semântica em torno da palavra “sedativo”.

Sedação significa (definição nominal) acto de sedar, acalmar; e significa (definição real) a procura de uma diminuição da vigília do doente por meios medicamentosos, e que pode ir até à perda de consciência.

O objectivo da sedação é o de diminuir, ou fazer desaparecer, a percepção de uma situação vivida como sendo insuportável para o doente, depois que todos os meios disponíveis e adaptados àquela situação possam ter-lhe sido (ao doente) já propostos. A intenção da sedação não é matar.

Podemos falar em sedação ligeira, profunda, reversível, irreversível, sedação em fase terminal ou/e sedação terminal.

Sedação em fase terminal

A sedação reversível em fase terminal permite que um médico possa colocar um doente em sono profundo durante 24 horas, a pedido do doente, de forma a minorar o seu sofrimento. O objectivo é o de reduzir o sofrimento, e não de provocar a morte do doente.

Depois de o doente acordar, a sedação pode ser interrompida se o doente se sentir melhor, ou replicada por mais 24 horas se o doente assim o pedir. Os mesmos procedimentos são repetidos a cada 24 horas, se necessários e até à eventual morte do doente. As doses de sedativos permitem um sono simples, e o doente tem sempre a liberdade de interromper a sedação.

Ou seja: sem provocar a morte, a sedação pode ser contínua até à morte — mas não é jamais irreversível porque pode ser interrompida por vontade do doente.

Sedação terminal — a tal da maçonaria e de François Hollande

Muitas vezes sem pedido do doente, são ministradas doses massivas de sedativos, muito mais fortes do que o necessário a um simples sono. O doente é adormecido em sono profundo durante toda a fase terminal, e há uma intenção deliberada de provocar a morte mais rapidamente recorrendo a doses excessivas de sedativos. A sedação terminal mais não é do que uma injecção letal.

Quarta-feira, 25 Junho 2014

Resistência passiva em França contra o governo socialista e jacobino de François Hollande

 

As duas fotos abaixo foram “respigadas” aqui e foram tiradas hoje na cidade de Lyon, em França.

As “Sentinelas” são grupos espontâneos de pessoas que se manifestam em silêncio contra a redefinição da instituição do casamento, contra a procriação medicamente assistida indiscriminada e contra o negócio sórdido das “barrigas de aluguer”, entre outras engenharias sociais dos jacobinos socialistas em França.

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Quinta-feira, 6 Março 2014

O presidente francês François Hollande deu autorização para que uma mulher casasse com um homem morto

 

hollande-300-webO casamento é uma coisa subjectiva, segundo François Hollande. E, vai daí, o presidente da coisa pública francesa deu autorização para que Pascale Liéard, uma cidadã francesa de 48 anos, casasse postumamente com o seu amante falecido há dois anos.

O casamento póstumo é sinal de progresso. O António Costa e o António José Seguro, do Partido Socialista, deveriam pôr os olhos neste exemplo de François Hollande, e decretar o casamento póstumo em Portugal, no seguimento do “casamento” gay. Afinal, o casamento é o que cada pessoa quiser que seja.

Casar com um morto é tão legítimo como casar com um vivo: não há cá esse dogma estranho da Igreja Católica que diz “até que a morte nos separe”. Os progressistas vão para além das teias de aranha ideológicas da Igreja Católica que separam a vida, por um lado, da morte, por outro lado.

A esquerda portuguesa deveria ir mais além: decretar que um homem morto, se assim o desejasse, poderia casar com um homem vivo — para obviar à catástrofe da SIDA entre a comunidade gay.

Domingo, 16 Fevereiro 2014

O verdadeiro conservadorismo em França

 

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