perspectivas

Quinta-feira, 16 Setembro 2010

A insustentável e insuportável leveza dos erros repetidos pela demência de esquerda

« Simone Beauvoir disse que foi na China que a alienação da mulher desapareceu. A vida privada deixou de ser problema. O amor deixou de ser problema. Não há divergências, não há conflitos, excepto o conflito entre o velho e o novo, violentamente superado pelo novo triunfante, sem oposição, sem hipocrisia. A ordem é liberdade. O futuro é harmonia. »

Edgar Morin, “Do Mito Chinês”, 1961


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Terça-feira, 1 Dezembro 2009

O gayzismo multifacetado e as suas diferentes estratégias políticas

Se pegarem num menino de 3 anos de idade, e partindo do princípio de que ele revelou já uma certa propensão para a música, e passarem a dar-lhe lições de piano de uma forma regular e sistemática, o cérebro dessa criança desenvolve aptidões específicas para a música que de certa forma estariam já nele latentes, e de tal forma que quando esse menino chegar à adolescência, poderemos estar em presença de um génio musical. Isto é tão óbvio e de tal forma faz parte do senso-comum, que não é necessária nenhuma teoria científica para o comprovar; esse facto faz parte da realidade apodíctica e da percepção a priori da realidade de que nos falava Kant; não necessita de sempiternas experiências porque o facto da conjugação do dom com a aculturação é um dado empírico adquirido.
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