perspectivas

Domingo, 12 Fevereiro 2012

Espanha : Fernando Ferrín Calamita versus Baltazar Garzon

O politicamente correcto português — que não é só de Esquerda e inclui os me®dia em geral — anda muito ofendido, revoltado e indignado [como é de bom-tom] porque o juiz espanhol Baltazar Garzon foi suspenso da sua actividade profissional por 11 anos devido ao crime de prevaricação. Ficou provado que Garzon tornou públicas as escutas telefónicas realizadas em relação às conversas entre um determinado réu e o seu advogado.

Porém, esse mesmo politicamente correcto me®diático português nunca se referiu ao caso do juiz espanhol Fernando Ferrín Calamita, que foi condenado pelo tribunal supremo espanhol a dez anos de inabilitação de exercício das suas funções de magistrado (sem remuneração, naturalmente), por ter tentado cumprir a lei da adopção de crianças ― tal qual ela se aplica aos casais naturais (heterossexuados) ― no caso do requerimento da adopção de uma criança por parte de uma dupla de lésbicas.

No caso de Garzon, aplicou-se o Direito e as liberdades e garantias; no caso de Fernando Ferrín Calamita, o Direito foi enviado às malvas e a justiça espanhola foi politizada pelo marxismo cultural do socialismo de Zapatero mediante a aplicação prática da noção de “tolerância repressiva” de Marcuse.

Sábado, 26 Dezembro 2009

A Espanha de Zapatero é um Estado terrorista

É preciso que os portugueses se recordem de que “de Espanha, nem bom vento, nem bom casamento”. Espanha transformou-se em um Estado pária e sujeito a chacota internacional, tornando-se numa espécie de “Irão europeu” ― trata-se de um Estado terrorista controlado pela maçonaria.

Quando aconteceu um atentado à integridade física do Papa e aparece na Internet um clube de apoio à mulher que tentou agredir o Papa, torna-se cada vez mais difícil exigir aos católicos (e às pessoas religiosas em geral) a tolerância em relação à violência que lhes é movida.

Se alguém cria um site em que apoia a violência física sobre gays, levanta-se um clamor de protestos e o sítio é fechado ou por iniciativa judicial, ou por auto-censura do servidor hospedeiro. Se alguém cria um site em que se apoia a violência sobre o Papa ― o que significa o apoio à violência sobre os católicos em geral ―, sai a notícia nos me®dia e nada acontece. Retira-se daqui a conclusão de que se prepara, na Europa, uma “guerra civil” assimétrica e de baixa intensidade, em que a violência é implícita e subliminarmente considerada legítima quando proveniente do lado do politicamente correcto, e ilegítima quando vinda do lado tradicionalista e conservador da sociedade.

A Espanha é, para já, o único país europeu que entrou numa “lógica chinesa”, não só de repressão das liberdades individuaiscomo é o caso da proibição da objecção de consciência em relação ao aborto ― como instalando o terror na estrutura da Justiça ― o que já acontece em Portugal, de uma forma ainda mitigada, com a tentativa de manipulação da justiça por parte do socretinismo. José Sócrates e os socialistas portugueses, controlados pela maçonaria, são bons alunos e vão tentando seguir à risca o exemplo dos radicais espanhóis instalados no poder.


A Inquisição Gay espanhola

No sítio http://www.juezcalamita.com conta-se a história de um juiz espanhol, de seu nome Fernando Ferrín Calamita, que foi condenado pelo tribunal supremo espanhol a dez anos de inabilitação de exercício das suas funções de magistrado (sem remuneração, naturalmente), por ter tentado cumprir a lei da adopção de crianças ― tal qual ela se aplica aos casais naturais (heterossexuais) ― no caso do requerimento da adopção de uma criança por parte de uma dupla de lésbicas.

Este caso ― e outros ― que aconteceu em Espanha serve de exemplo para que não deixemos cair a nossa bandeira de exigir para os gays uma condição jurídica diferente da que se relaciona com o casamento propriamente dito (o casamento natural e portanto heterossexual), e com a consequente adopção de crianças.
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