perspectivas

Quinta-feira, 21 Julho 2016

Deputados do Partido Social Democrata que votaram com o Bloco de Esquerda a lei da "barriga de aluguer"

 

Margarida Mano, Margarida Balseiro Lopes, António Leitão Amaro, Simão Ribeiro, Duarte Marques, Lima Costa, Sérgio Azevedo, Paula Teixeira da Cruz, Costa Silva, Teresa Leal Coelho, Álvaro Batista, Miguel Santos, Fátima Ramos, Ângela Guerra, Firmino Pereira, Luís Vales, Regina Bastos, Pedro Pinto, Rubina Berardo, Cristóvão Norte.

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Quarta-feira, 29 Junho 2016

Ó p*tas!

 

Os me®dia dizem que os homens que fazem a lida da casa têm melhor e mais sexo. Mas a ciência diz o contrário. Ora, a julgar pelo que escreve a Elisabete Rodrigues, fico sem saber se hei-de acreditar na ciência ou nos me®dia.

A Elisabete Rodrigues é de opinião — conforme os me®dia politicamente correctos — de que a mulher deve estar livre de trabalho doméstico para que, em troca, dar mais sexo ao homem:

“Homens, se querem melhor e mais sexo, vistam o avental e comecem a limpar a casa”.

Ou seja, a coisa funciona “assim a modos que” uma espécie de negócio: uma mão lava a outra; limpa-me a casa e eu dou-te a “coisa”. Um dia destes, determinadas mulheres feministas, que a Elisabete Rodrigues conhece bem, chegarão a casa e dirão ao marido:

— “São 150 Euros!, porque eu já venho aviada de outro lado”.

E será nessa ocasião que os maridos murmurarão: “Ó p*tas!, c*gai na c*na, que sabão é que é bom!”

Sexta-feira, 17 Junho 2016

Os esquerdistas têm um baixo Quociente de Inteligência

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 2:39 pm
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Posso estar errado; mas por favor demonstrem-me que estou errado.

Domingo, 12 Junho 2016

Why Feminism Is NOT Good For Men

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:48 pm
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Sexta-feira, 27 Maio 2016

Uma candidata a número 2 do Senado em Espanha

 

Loreto Amorós Rotger está na posição nº2 na candidatura ao Senado espanhol pelo partido radical de esquerda “Sobirania per a les Illes”. Podem ver o Twitter dela aqui. A foto abaixo foi retirada do blogue dela.

Se um político (homem) tivesse uma conta no Twitter daquela natureza, ou/e um blogue pornográfico, seria censurado pelas feministas. Mas sendo uma feminista radical de esquerda, não só não é censurada pelo politicamente correcto, como é até chique e progressista.

amoros

Terça-feira, 24 Maio 2016

O feminino nos me®dia e na política

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 9:30 am
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O corpo editorial do jornal Huffington Post é constituído exclusivamente por mulheres (segundo Twitter do próprio jornal); e agora vejam as características políticas do referido jornal.

Huffington Post

E vejam aqui em baixo o comportamento dos homens e das mulheres nas recentes eleições na Áustria — bem como a diferença de voto entre a massa trabalhadora e os estudantes.

AUSTRIA-ELECTIONS

Quinta-feira, 19 Maio 2016

A razão por que não gosto de ver mulheres na política

 

Stefan Molyneux é um caso sério no debate ideológico. Aconselho os leitores a subscreverem o seu (dele) canal no YouTube.

Podem ver, aqui em baixo, um extracto de uma conversa de Stefan Molyneux com um casal sueco — extracto esse que eu próprio escolhi e publiquei (espero não ser censurado por violação de direitos de autor), e cuja conversa pode ser vista na íntegra, aqui.

¿Por que razão se instituiu o Estado-providência na Europa, e no Ocidente em geral?

Stefan Molyneux argumenta — e cheio de razão! — que o Estado-providência é produto do voto da mulher. A partir do momento em que a mulher passou a votar, o Estado-providência foi sendo construído até ao absurdo actual.

Esse argumento de Stefan Molyneux não significa que não existam mulheres que defendam um Estado mínimo — porque as há. Mas a maioria das mulheres europeias preferem a segurança de um Estado para-totalitário (como é o Estado-providência) em lugar da liberdade.

Domingo, 15 Maio 2016

O “direito a ser mãe”

 

A nossa sociedade chegou a um estado de putrefacção tal, que se escrevem, nos me®dia, artigos deste calibre sobre o putativo “direito a ser mãe” através das "barriga de aluguer".

Direito a ser mãe

Repare, caro leitor (extenditur ad speciem humanam, etiam feminis): em matéria de costumes, tudo é defensável desde que seja racionalmente fundamentado; por exemplo, eu até compreendo o raciocínio dos que pretendem proibir as touradas: existe uma determinada lógica no abolicionismo tauromáquico — mas o meu problema está na proibição, por via legislativa, de uma tradição. Ou seja, o abolicionismo tauromáquico afronta irracionalmente o Direito Consuetudinário (o Direito da Tradição, e o direito à tradição).

Mas o conceito de “direito a ser mãe” é aberrante e irracional, porque transfere directamente o Direito Natural para o Direito Positivo, ou seja, pretende-se abolir totalmente qualquer resquício do Direito Natural. Eu não sei se aquela senhora que escreveu aquele artigo nos me®dia tem a noção disto; provavelmente é apenas ignorante.

No Direito Natural, o “direito a ser mãe” é condicionado pela Natureza.

Não se trata de um direito que possa ser imposto pela política, mas de um direito que a Natureza concede apenas à mulher em geral (as excepções confirmam a regra, porque a Natureza tem leis e excepções que as confirmam; e é da constatação deste facto que se faz a ciência).

Quando o “direito a ser mãe” se separa totalmente do Direito Natural, o conceito de “maternidade” fractura-se em três partes: a biológica, a gestacional e a social.

Se levado até às últimas consequências — e se a Esquerda (incluindo o Partido Social Democrata) for coerente — o “direito a ser mãe”, como consequência exclusiva do Direito Positivo, deve ser concedido também aos transgéneros que se assumem como mulheres, uma vez que a Lei Natural é abolida no Direito. Os transgéneros também passam a ter o “direito a serem mães”.

Quando se pretende que o Direito Positivo substitua totalmente o Direito Natural (eliminado este último), abre-se uma caixa de Pandora de consequências imprevisíveis e que faz prevalecer a normalização da insanidade mental na sociedade.

Vivemos já em uma sociedade controlada por psicopatas e doentes mentais.

Sábado, 14 Maio 2016

Como o feminismo destruiu a Europa

 

Segunda-feira, 4 Abril 2016

A feminização da política conduz ao reforço do poder do Estado

 

O Pedro Arroja escreve aqui um texto sobre a “ascensão das mulheres na política”; e conclui este fenómeno político “é um sinal da degenerescência dos partidos políticos”.

Eu penso que é um sinal de degenerescência dos partidos políticos, mas não exactamente pelas mesmas razões que o Pedro Arroja invocou. E penso que a degenerescência da política também inclui a Angela Merkel, que Pedro Arroja considerou excepção à regra. Talvez a única excepção seja a de Margaret Thatcher. Na área da economia e das finanças (e ao contrário do que aconteceu com Margaret Thatcher), Angela Merkel seguiu estritamente determinadas ordens da elite alemã; não agiu por convicção própria.

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Uma das consequências da feminização da política é a supremacia da emoção sobre a razão. A política sempre foi guiada por uma certa dose de emoção (por exemplo, na retórica), mas sempre dentro dos limites estipulados pela razão.

Tucídides escreveu: “Nós amamos a beleza dentro dos limites do discernimento político, e filosofamos sem o vício bárbaro da efeminação.”

Não é por acaso que a escritora britânica Fay Weldon afirma que as mulheres ganharam a batalha dos sexos — porque, ao contrário do que defendiam os gregos, hoje a filosofia política é feita com “o vicio bárbaro da efeminação”, o que significa uma supremacia descabida da emoção sobre a razão.

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A supremacia da emoção na política é o fundamento da utopia e do irrealismo. A Europa está na actual situação de estagnação a vários níveis porque os homens perderam preponderância na política. As mulheres são tão sectárias quanto os homens; porém, a diferença é a de que as mulheres são sectárias entre si apenas em detalhes, e não na essência das questões. A mulher dá mais atenção aos detalhes do que ao fundamento das questões: por isso, seria perfeitamente normal que a discordância entre Catarina Martins e Assunção Cristas, por exemplo, em um qualquer assunto, se resumisse a uma questão de pormenores e não fosse uma discordância fundamental.

A feminização da política conduz ao absurdo.

Um exemplo da actual tendência para a feminização da política na Europa é um programa emitido pelo canal de televisão alemã ZDF (canal que é pago com os impostos de todos os alemães), em que o apresentador radical de esquerda e efeminado Jan Böhmermann afirma textualmente que “os alemães não pertencem à Alemanha”; os alemães são classificados como “estúpidos nacionalistas autoritaristas”; Böhmermann afirma que “vocês, os alemães, não são o povo: vocês são o passado”, e que “os verdadeiros alemães vão chegando do estrangeiro: já vislumbramos a presença de 10 milhões de novos alemães andando de bicicleta: os verdadeiros alemães andam de bicicleta, e comem Kebab e Muesli”. Segundo Böhmermann, os verdadeiros alemães não comem carne de porco e são vegetarianos.

Mulheres inteligentes, como por exemplo Marion Sigaut, defendem a tese segundo a qual “a libertação da mulher é uma forma de alienação”.

Ademais, a feminização da política exige o reforço do poder do Estado, reforço esse que pode raiar a construção de um Estado totalitário.

A estratégia do radicalismo de Esquerda efeminado é o de, em uma primeira fase, fazer dos direitos humanos uma política em si mesma, atomizando a sociedade, por um lado, e reforçando o poder do Estado, por outro lado; e, em uma segunda fase, quando o Estado for já plenipotenciário, ir retirando os “direitos humanos” concedidos anteriormente e de uma forma arbitrária, tendo como objectivo a consolidação de um Estado totalitário a nível europeu (União Europeia).

Sábado, 2 Abril 2016

A prova de que o politicamente correcto se expandiu a partir dos Estados Unidos

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 12:26 pm
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“As jogadoras norte-americanas sentem-se injustiçadas com as diferenças salariais existentes entre o futebol feminino e o masculino. Por isso, cinco atletas – Carli Lloyd, Blecky Sauerbrunn, Alex Morgan, Megan Rapinoe e Hope Solo – apresentaram esta quarta-feira uma queixa na Comissão para a Igualdade de Oportunidades Laborais (EEOC, na versão inglesa) em que acusam a federação de futebol dos EUA de discriminação salarial”.

Futebol feminino norte-americano exige igualdade nos salários (via)

O politicamente correcto surgiu depois da II Guerra Mundial com a emigração de membros da Escola de Frankfurt (Herbert Marcuse, Adorno, etc.) da Alemanha para os Estados Unidos; e foi a partir dos “intelectuais” americanos que se expandiu para todo o mundo ocidental. Alexis de Tocqueville tinha razão em relação à democracia americana.

Sexta-feira, 1 Abril 2016

Momento Fernanda Câncio: há que proteger as mulheres dos flatos sexistas

 

Uma mulher sueca, residente na cidade de Laholm no sul do seu país, convidou um homem para sua casa “para ter coito”. Quando chegaram a casa, ela mudou de ideias e disse-lhe que já não queria ser coitada. Vai daí, o homem virou-lhe as costas, largou um estridente peido, e saiu de casa.

¿E então faxisto!, Fernanda?!!!

fcancio

Determinada a lutar contra o machismo e contra o sexismo, a dita mulher sueca foi fazer queixa à polícia, queixando-se do cheiro do flato sexista do porco machista:

"It smelled awful," she wrote in her police complaint, asking for a harassment charge to be pressed against the man, which would carry a fine or prison sentence of up to one year.

A polícia sueca, contudo, arquivou o caso por falta de provas: “é impossível provar que o homem se peidou de forma propositada”, diz a polícia. Ou seja, a polícia sueca não duvida da palavra da mulher: o que a polícia duvida é que o porco machista e sexista se tenha “largado” intencionalmente. peido-sexista

É preciso que as esganiçadas do Bloco de Esquerda chamem à atenção da CIG para casos de peidos sexistas em Portugal.

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