perspectivas

Terça-feira, 24 Maio 2016

O feminino nos me®dia e na política

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 9:30 am
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O corpo editorial do jornal Huffington Post é constituído exclusivamente por mulheres (segundo Twitter do próprio jornal); e agora vejam as características políticas do referido jornal.

Huffington Post

E vejam aqui em baixo o comportamento dos homens e das mulheres nas recentes eleições na Áustria — bem como a diferença de voto entre a massa trabalhadora e os estudantes.

AUSTRIA-ELECTIONS

Sexta-feira, 18 Setembro 2015

A Maria João Marques e a mulher Neanderthal moderna

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 1:45 pm
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Uma das características do Neanderthal era a ausência da divisão do trabalho entre a mulher e o homem. E foi esta uma das razões por que o Neanderthal se extinguiu; a mulher Neanderthal ia à caça com o homem e deixava a prole mal alimentada, dias a fio, no acampamento. Descobertas de esqueletos crianças do Neanderthal revelavam uma grave mal-nutrição — o que já não acontecia, na mesma época há 30 mil anos, como o homo sapiens sapiens.

“A mesma coerência se pode aplicar ao estrépito pelas declarações de Paulo Portas, afirmando que as mulheres têm de organizar a casa, pagar as contas a dias certos e prestar cuidados a pais e filhos. Bom, eu que pertenço à geração de partilha de tarefas domésticas achei esta visão do papel feminino um tanto anacrónica, mas sei bem que ainda é a que se aplica na maioria dos agregados familiares. Não é por acaso que tanto se discute o tema da sobrecarga que as mulheres têm por acumularem emprego com a quase totalidade do trabalho doméstico. Paulo Portas constatou um facto, não defendeu nenhuma suposta ordem natural da organização familiar”.

Maria João Marques

catarina-martins-neanderthal-webA Maria João Marques escreveu um artigo em que revela uma contradição (dela): a possibilidade de haver menos Estado na sociedade, por um lado, e por outro lado, conjugando-se com essa possibilidade, a necessidade de eliminação da divisão de trabalho entre a mulher e o homem.

Ou seja, é mais coerente a Esquerda, como por exemplo o Jugular: a Esquerda percebe perfeitamente que o Estado Providência é a única forma de transformar o homo sapiens moderno em um Neanderthal actualizado.

Basta uma guerra defensiva para que o Neanderthal moderno seja derrotado e se extinga novamente; ou então, perante a guerra, o Neanderthal moderno é obrigado a rever a sua mundividência. Porém, a Esquerda lavra aqui também em uma contradição: um Estado Providência não evita guerras: pelo contrário, quanto mais Poder tem um Estado, maior a probabilidade de o alvedrio da elite estatal actuar à revelia da opinião pública.

Portanto, temos uma dura realidade. Não é por que se convenciona dizer que “o céu não é azul, mas antes é verde”, que o céu deixa de ser azul — porque o que conta é a experiência da cor azul, e não o nome que damos à cor azul. O problema é este: ¿como se transformam processos físicos objectivos numa experiência subjectiva? E como é que a subjectividade pode negar a realidade objectiva?

O feminismo de Esquerda (por exemplo, o Jugular) e o de Direita (por exemplo, a Maria João Marques) defendem a ideia segundo a qual, afinal, a organização da sociedade Neanderthal era a ideal e não deveria ter sido extinta. De certo modo, recusa-se a História e os factos. Nega-se a realidade. E a culpa é do homo sapiens sapiens — esse machista! — que contribuiu activamente para a extinção do coitado do Neanderthal que ia com a mulher à caça e deixava os filhos abandonados na caverna.

A diferença é que o Jugular defende a que caverna do Neanderthal, onde fica a prole enquanto a mãe e o pai vão juntos à caça, deve ficar a cargo do Estado plenipotenciário — ao passo que a Maria João Marques defende que esse Estado plenipotenciário e protector não deve existir. Ou seja, a Maria João Marques pretende o sol na eira e a chuva no nabal.

Diz a Maria João Marques que “Paulo Portas constatou um facto, não defendeu nenhuma suposta ordem natural da organização familiar”.

Ora, o facto é, por definição, um dado da experiência com o qual o pensamento pode contar. O facto não é o Direito!. O enunciado de uma lei científica, acerca de um fenómeno natural, transforma-a em facto que não se confunde com o fenómeno em si mesmo; e um fenómeno só é um facto se não for “imaginário”. Ora, Paulo Portas não imaginou o facto que a Maria João Marques descreve: esse facto, constatado por Paulo Portas, é um dado da experiência.

Ao longo da História, pelo menos desde a Antiguidade Tardia, sempre houve mulheres (heterossexuais) que não casaram por opção, não tiveram filhos, e/ou viveram vidas mais ou menos libertárias e independentes dos homens. O que é novo, na sociedade Neanderthal moderna, é a confusão entre o facto, por um lado, e o fenómeno natural entendido em si mesmo, por outro lado: misturam-se os factos e os fenómenos naturais em uma amálgama que conduz à negação da realidade.

Domingo, 16 Novembro 2014

Feminismo e o politicamente correcto: “A tua liberdade acaba onde começam os meus sentimentos”

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 5:58 pm
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Soube deste caso através do Blasfémias. Um cientista ligado à Agência Espacial Europeia, de seu nome Matt Taylor, durante um evento televisivo de cariz científico, usou a seguinte camisa:

Matt Taylor

Rapidamente, o politicamente correcto veio a terreiro berrar “Aqui d’El Rei!”, porque é misoginia. Eu não usaria aquela camisa apenas porque é muito colorida para o meu gosto; normalmente uso roupa com cores sóbrias.

Mas pergunto aos leitores — extenditur ad speciem humanam, ergo etiam feminis: ¿as imagens abaixo são uma manifestação de misandria?

misandria_feminista

E esta imagem em baixo, da cantora feminista radical Madonna, ¿também é “misoginia”? ¿Ou apenas o parceiro dela é “misógino”?

madonna_misoginia

Vivemos em uma cultura para-totalitária. Estamos a caminho de um totalitarismo politicamente correcto, e as feministas, gays & companhia, são apenas os idiotas úteis de uma agenda política tenebrosa.

Segunda-feira, 25 Novembro 2013

O politicamente correcto implica o fim do discurso — de qualquer discurso

 

Quando li este texto no blogue Blasfémias, pensei que fosse anedota; mas não era. Aconselho a leitura do texto: a canção popular “O Mar Enrola na Areia” é considerada “sexista” e atentatória da igualdade da mulher.

Canção popular proibida pelo politicamente correcto

 

Um exemplo inaceitável e sexista de mensagem estereotipada.

CARTA ABERTA AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

A propósito do texto da Prova de Aferição do Ensino Básico 2010

(more…)

Sábado, 1 Junho 2013

O que conta é o amor! Estúpido!

“La organización Martijn, que defiende las relaciones sexuales consentidas entre niños y adultos fue disuelta por una orden judicial previa de junio pasado, pero el tribunal holandés de apelación ha anulado esa sentencia. «El trabajo de la asociación es contrario al orden público, pero no existe una amenaza de la desintegración de la sociedad», ha dictado el Tribunal de Apelación de Arnhem, Leeuwarden (norte) y así se recoge en un comunicado.”

Un tribunal holandés decide que es ilegal prohibir una asociación de pedófilos

Depois do “casamento” gay, da adopção de crianças por pares de homossexuais, da procriação medicamente assistida a torto e a direito, da “barriga de aluguer” e do tráfico de crianças para satisfazer os caprichos de uma minoria psicótica – depois de tudo isto, vamos ver os deputados portugueses à assembleia da república retirar a pedofilia do Código Penal, seguindo ordens da União Europeia.

A descriminalização da pedofilia (a retirada do Código Penal) será o primeiro passo. E vamos ver deputados do CDS/PP a abster-se na votação; e a Igreja Católica em silêncio, com medo de se perderem as sinecuras de um clero composto por sibaritas. E iremos vez o curandeiro gayzista da RDP, Júlio Machado Vaz, a criticar na rádio “os preconceitos estúpidos anti-pedófilos” provenientes de gente que recusa o progresso.

Você está a sorrir?! Espere para ver. É tudo uma questão de “progresso da opinião pública”. E se não houver progresso da opinião pública, o “progresso” será importo à revelia do povo utilizando a força bruta do Estado.

Depois, virá o segundo passo, que é o da instituição da pedofilia como um “direito”, através da sua inscrição no Código Civil como “uma relação consentida entre uma criança e um adulto”, com direito a declaração conjunta de IRS. E porquê, tudo isto? Porque o que conta é o amor!

O sentimentalismo do mulherio está a dar cabo da sociedade. “O que conta é o amor”, dizem muitas delas para justificar o injustificável, como por exemplo o “casamento” gay . O feminino em excesso intoxicou a nossa cultura. É tempo de voltarmos ao masculino.

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