perspectivas

Terça-feira, 12 Março 2019

No Islão, a palavra do homem vale pela de três mulheres; no Feministão, a palavra da mulher vale pela de três homens. O Feministão é a antítese simétrica do Islão.

 

Leio esta notícia : ″Sexo sem consentimento é violação.″ PAN e BE pedem alteração à lei.


Para mim, é perfeitamente claro que “sexo sem consentimento é violação”.

O problema que se perfila é o de que a Esquerda pretende que o conceito de “sexo sem consentimento” dependa exclusivamente da subjectividade da mulher e da sua declaração unilateral de “não-consentimento”.


No Islão, a palavra do homem vale pela de três mulheres; no Feministão, a palavra da mulher vale pela de três homens. O Feministão é a antítese simétrica do Islão.


Ou seja: parece-me que, segundo a lei do PAN (Pessoas-Animais-Natureza) e do Bloco de Esquerda (a que se junta o Partido Socialista de António Costa, e provavelmente o partido de Esquerda que é o PSD de Rui Rio), basta que a mulher afirme que não houve consentimento para um determinado acto (hétero) sexual — e mesmo que não exista qualquer tipo de violência ou coacção! — para que o homem possa apanhar 5 anos de prisão.

Se eu estiver errado no meu raciocínio, por favor corrijam-me!.

Se o meu raciocínio estiver correcto, o que a Esquerda pretende é — pura e simplesmente — instituir a estigmatização social do homem heterossexual, criminalizando o simples desejo sexual masculino e natural em relação às suas esposas e namoradas, fazendo com que as experiências sexuais negativas de algumas mulheres feministas se transformem em “abuso sexual” generalizado por parte dos homens, concedendo às feministas na política o Poder escorado em leis sancionadoras que determinem a natureza de toda e qualquer interacção (sexual e não-sexual) entre homens e mulheres.

Como diz Janice Fiamengo : “o poder de definir a realidade é o maior Poder que é possível ter, e o que o feminismo pretende é retirar ao homem a capacidade de ter voz, tanto na esfera pública como na esfera privada”.

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Segunda-feira, 11 Março 2019

Janice Fiamengo e o feminismo anti-heterossexual

 

O Ludwig Krippahl escreve aqui sobre o “feminismo” — seja o que for que isso signifique. Antes de mais, recomendo a visualização de um vídeo da professora universitária canadiana Janice Fiamengo, como segue:

 

1/ actualmente, a mera manifestação (pública ou privada) de desejo heterossexual é classificada pela Esquerda como “assédio sexual”;

2/ as feministas (ou seja, a Esquerda) identificam o “sexo” heterossexual com “dano” físico e/ou moral da mulher.

A razão do Ludwig Krippahl é parcial; mas a razão da Janice Fiamengo é praticamente total. Vejam o vídeo.

Sábado, 9 Março 2019

Puta-que-pariu a “igualdade” !

 

Desde há alguns anos tem estado em vigor o Princípio de Peter; hoje vigora o Princípio da Maria.

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Em nome de uma estratégia supostamente infalível para promover a “justiça” e a “igualdade”, morreram dezenas de milhões de pessoas em dezenas de revoluções socialistas sempre fracassadas.

O democrata socialista corta as cabeças dos indivíduos, em nome da “igualdade” — porque é a cabeça que faz a desigualdade. O bom socialista que se preze faz da decapitação pública o ritual da missa democrática.

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Os filhos-de-puta dos políticos esquerdistas que temos confundem (propositadamente) “igualdade” e “identidade” — desde logo recusando a categorização dos seres humanos: reproduzem fielmente as ideias jacobinas de Rousseau, que foi o primeiro a isolar totalmente o indivíduo face a um Estado plenipotenciário.

A “igualdade”, propriamente dita, parte do princípio de que os indivíduos têm uma dignidade ontológica comum; mas em tudo o resto os indivíduos são desiguais — a não ser que os socialistas decapitem a população inteira em nome da “igualdade”.

Igualdade ontológica, por um lado, e justiça, por outro lado, são coisas diferentes. A desigualdade social não é injusta em si mesma: a desigualdade é compatível com a justiça.

Segunda-feira, 6 Fevereiro 2017

A estaurofobia de uma putéfia de alto coturno

 

Eu (dantes) fazia a distinção entre “esquerda”, por um lado, e “esquerda radical”, por outro lado; hoje, já não faz sentido essa distinção: “esquerda radical” é redundância. Sempre houve esquerdalho radical; mas hoje ele está plasmado orgulhosa- e diariamente nos me®dia, sem qualquer filtro racional. Vivemos num PREC.

Quando se pergunta ao encarregado de educação de uma criança se pretende que o respectivo educando tenha aulas de religião e moral católicas, acontece muitas vezes (mesmo que seja apenas e só por motivos de tradição) que o encarregado de educação anui ou aquiesce. Ou seja: o encarregado de educação não se opõe.

A Jezabel da imprensa esquerdista (Diário de Notícias) diz que isso é “tornar obrigatória a religião e moral católicas nas escolas públicas”. Para ela, não se aplica o ditado segundo o qual “quem cala consente ou autoriza”: pelo contrário, para a vulgívaga de palacete, “quem cala é obrigado a aceitar”.

O problema aqui é o de saber o que é o “consentimento”, por um lado, e o que é “obrigação”, por outro lado.

É claro que quem não se opõe a que os seus filhos tenham aulas de religião e moral católicas, não é obrigado a que os seus filhos tenham aulas de religião e moral católicas.

Quando nós não nos opomos a qualquer coisa, exercemos (pelo menos) a nossa liberdade negativa. Para a górgona dos me®dia, a Esquerda possui o monopólio da liberdade negativa: toda a gente que não for de Esquerda tem que “sair do armário e passar a vergonha da denúncia pública” da sua liberdade positiva (apontada a dedo).

A Europa está a mudar. Até em Espanha já sinais de Vox Populi. Pode ser que a megera seja “eutanasiada” à força. Nunca se sabe.

Sábado, 4 Fevereiro 2017

Como as mulheres destroem nações e civilizações

 

Quinta-feira, 5 Janeiro 2017

O gado feminista e a comunicação social

 

Uma criatura da espécie bovina, que dá pelo nome de Patrícia Reis, escreve num blogue “De Litro de Opinião” (opinião ao litro) o seguinte:

«Vejamos: em 2011, uma mulher acusou o marido de violência doméstica (e de violação), além de infligir maus-tratos físicos e psicológicos às três filhas. Diante disso, o tribunal condenou-a por difamação, considerando que a mulher, está na cara (com nódoas negras), agiu com o "propósito de difamar e caluniar" o marido, já que as suas acusações são atentatórias (ui, ui) do "bom nome, hombridade, reputação e decoro" do cavalheiro. De acordo. E mais: como não concordar que se trata de "suspeições desprimorosas"? Evidentemente que são. Nojentas. E como não concordar com o tribunal ao considerar que essas "suspeições" põem em causa a "honorabilidade, consideração, honra e dignidade" do marido? Parece, inclusive – que horror –, que ele passou a ser tratado com ‘comentários e olhares vexatórios’, o que não se pode permitir. Os tribunais têm de defender a honra destes maridos viris. Curiosamente, o tribunal, que condenou a malvada (à primeira), não considera falsas as suas acusações; simplesmente são chatas para o marido. A Relação de Guimarães veio agora anular a sentença. Pobre marido.»


A verdadeira história vem contada aqui.

“O Tribunal da Relação de Guimarães remeteu à primeira instância o processo de uma mulher que foi condenada por um crime de difamação, por ter testemunhado num programa da RTP a violência doméstica que alegadamente lhe seria infligida pelo marido.”

Relação anula condenação de mulher que denunciou violência doméstica na televisão

Ou seja, a mulher daquele senhor, provavelmente ela também da espécie bovina, foi à televisão difamar o marido. Ora, este detalhe do espectáculo na televisão foi retirado da história da bovina Patrícia Reis — porque não convém divulgar.

E é este gado feminista e politicamente correcto que temos que aturar nos merdia.

Terça-feira, 27 Dezembro 2016

#MulherNãoEntra mas #HomemEstáFodido

 

Há um blogue que dá pelo nome de #MulherNãoEntra. A imagem abaixo resume o contraponto em relação à #MulherNãoEntra : #HomemEstáFodido .

homem-nao-entra

Sexta-feira, 17 Junho 2016

Os esquerdistas têm um baixo Quociente de Inteligência

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 2:39 pm
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Posso estar errado; mas por favor demonstrem-me que estou errado.

Terça-feira, 24 Maio 2016

O feminino nos me®dia e na política

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 9:30 am
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O corpo editorial do jornal Huffington Post é constituído exclusivamente por mulheres (segundo Twitter do próprio jornal); e agora vejam as características políticas do referido jornal.

Huffington Post

E vejam aqui em baixo o comportamento dos homens e das mulheres nas recentes eleições na Áustria — bem como a diferença de voto entre a massa trabalhadora e os estudantes.

AUSTRIA-ELECTIONS

Quinta-feira, 31 Março 2016

Nós pagamos o feminismo com os nossos impostos

 

Laurie PennyEm uma entrevista a um jornal alemão, a feminazi inglesa Laurie Penny defende a ideia segundo a qual o Estado deve pagar “o desenvolvimento dos bebés em laboratório”, para libertar a mulher do pesado fardo de ter que parir.

A seguir ela entra nos relacionamentos amorosos, e confessa-se “muito romântica”.

E porque é “muito romântica”, ela defende a ideia de que a mulher deve ter múltiplos relacionamentos (poliamoria). A coerência é surpreendente: o romantismo amoroso implica, alegadamente, a promiscuidade sexual.

A poliamoria é justificada em função da “maximização da autonomia da mulher” e da “auto-determinação da mulher”, sinónimo de “carreira profissional”.

Ou seja, o Estado deve pagar à mulher para ser mãe. Neste modelo “romântico”, há relações pessoais, mas não há uma vida familiar: o Estado toma conta da prole. É o modelo da “autonomia da mulher” pago com o dinheiro dos nossos impostos.

Domingo, 27 Março 2016

Uma mensagem para as feministas

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:11 am
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Para as esganiçadas do Bloco de Esquerda, e para as feministas e feministos que escrevem no Jugular.

Sexta-feira, 25 Março 2016

O Bloco de Esquerda, Pedro Arroja, e os tribunais como meio de imposição ideológica

 

Uma das características da Esquerda actual é a monitorização repressiva da comunicação social, no sentido de afastar dos me®dia as pessoas que não sigam os cânones da “ideologia correcta”. A Justiça passou, assim, a ser instrumento da imposição coerciva de um pensamento único e correcto.

“Sobre estas dirigentes do Bloco de Esquerda, Arroja disse que "não queria nenhuma daquelas mulheres, nem dada", entre outras considerações. As declarações foram proferidas a 9 de Novembro de 2015 e provocaram enorme polémica. Mas, em entrevistas posteriores, o comentador viria a repetir o mesmo tom jocoso.

Segundo a procuradora responsável pelo inquérito, Diana Ribeiro Gama, em causa poderá estar a prática do crime de discriminação sexual, previsto no Código Penal, que corresponde a uma pena de prisão que vai dos seis meses a cinco anos”.

"Esganiçadas" levam Arroja a tribunal

Não é preciso ser jurista para perceber que a litigância do Bloco de Esquerda (instrumentalizada pela feminazi Diana Ribeiro Gama) contra o Pedro Arroja, não tem pernas para andar — porque se confunde o particular (um pequeno grupo de mulheres) com o universal (a Mulher, enquanto universal). Por eu dizer que aquela mulher é uma esganiçada”, não se segue que todas as mulheres sejam esganiçadas (non sequitur). Isto é tão básico que até arrepia o facto de que a feminazi Diana Ribeiro Gama não se tenha dado conta.

Chegamos a uma situação caricata em que os actores oficiais da justiça ignoram ostensivamente os princípios lógicos do Direito para assim tornar possível a politização da Justiça.

Um juiz de Direito em condições deveria chamar à atenção da feminazi Diana Ribeiro Gama para o facto de esta estar a gastar recursos do Estado em uma demanda puramente ideológica.


Adenda:

O João Miranda escreve aqui um “poste” com o artigo 240 do Código Penal:

“Difamar ou injuriar pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo, orientação sexual ou identidade de género”.

“Por causa”. Ou seja, o artigo só se aplica em uma situação de juízo universal — mesmo que o objecto da suposta injúria seja uma só pessoa. Por exemplo, se o Pedro Arroja tivesse dito:

Como acontece com todas as mulheres, as do Bloco de Esquerda são esganiçadas e eu não as quereria nem dadas”.

Mas se fosse um guei a afirmar isto, não incorreria em crime de discriminação, por causa da sua “orientação sexual”.

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