perspectivas

Segunda-feira, 6 Fevereiro 2017

A estaurofobia de uma putéfia de alto coturno

 

Eu (dantes) fazia a distinção entre “esquerda”, por um lado, e “esquerda radical”, por outro lado; hoje, já não faz sentido essa distinção: “esquerda radical” é redundância. Sempre houve esquerdalho radical; mas hoje ele está plasmado orgulhosa- e diariamente nos me®dia, sem qualquer filtro racional. Vivemos num PREC.

Quando se pergunta ao encarregado de educação de uma criança se pretende que o respectivo educando tenha aulas de religião e moral católicas, acontece muitas vezes (mesmo que seja apenas e só por motivos de tradição) que o encarregado de educação anui ou aquiesce. Ou seja: o encarregado de educação não se opõe.

A Jezabel da imprensa esquerdista (Diário de Notícias) diz que isso é “tornar obrigatória a religião e moral católicas nas escolas públicas”. Para ela, não se aplica o ditado segundo o qual “quem cala consente ou autoriza”: pelo contrário, para a vulgívaga de palacete, “quem cala é obrigado a aceitar”.

O problema aqui é o de saber o que é o “consentimento”, por um lado, e o que é “obrigação”, por outro lado.

É claro que quem não se opõe a que os seus filhos tenham aulas de religião e moral católicas, não é obrigado a que os seus filhos tenham aulas de religião e moral católicas.

Quando nós não nos opomos a qualquer coisa, exercemos (pelo menos) a nossa liberdade negativa. Para a górgona dos me®dia, a Esquerda possui o monopólio da liberdade negativa: toda a gente que não for de Esquerda tem que “sair do armário e passar a vergonha da denúncia pública” da sua liberdade positiva (apontada a dedo).

A Europa está a mudar. Até em Espanha já sinais de Vox Populi. Pode ser que a megera seja “eutanasiada” à força. Nunca se sabe.

Sábado, 4 Fevereiro 2017

Como as mulheres destroem nações e civilizações

 

Quinta-feira, 5 Janeiro 2017

O gado feminista e a comunicação social

 

Uma criatura da espécie bovina, que dá pelo nome de Patrícia Reis, escreve num blogue “De Litro de Opinião” (opinião ao litro) o seguinte:

«Vejamos: em 2011, uma mulher acusou o marido de violência doméstica (e de violação), além de infligir maus-tratos físicos e psicológicos às três filhas. Diante disso, o tribunal condenou-a por difamação, considerando que a mulher, está na cara (com nódoas negras), agiu com o "propósito de difamar e caluniar" o marido, já que as suas acusações são atentatórias (ui, ui) do "bom nome, hombridade, reputação e decoro" do cavalheiro. De acordo. E mais: como não concordar que se trata de "suspeições desprimorosas"? Evidentemente que são. Nojentas. E como não concordar com o tribunal ao considerar que essas "suspeições" põem em causa a "honorabilidade, consideração, honra e dignidade" do marido? Parece, inclusive – que horror –, que ele passou a ser tratado com ‘comentários e olhares vexatórios’, o que não se pode permitir. Os tribunais têm de defender a honra destes maridos viris. Curiosamente, o tribunal, que condenou a malvada (à primeira), não considera falsas as suas acusações; simplesmente são chatas para o marido. A Relação de Guimarães veio agora anular a sentença. Pobre marido.»


A verdadeira história vem contada aqui.

“O Tribunal da Relação de Guimarães remeteu à primeira instância o processo de uma mulher que foi condenada por um crime de difamação, por ter testemunhado num programa da RTP a violência doméstica que alegadamente lhe seria infligida pelo marido.”

Relação anula condenação de mulher que denunciou violência doméstica na televisão

Ou seja, a mulher daquele senhor, provavelmente ela também da espécie bovina, foi à televisão difamar o marido. Ora, este detalhe do espectáculo na televisão foi retirado da história da bovina Patrícia Reis — porque não convém divulgar.

E é este gado feminista e politicamente correcto que temos que aturar nos merdia.

Terça-feira, 27 Dezembro 2016

#MulherNãoEntra mas #HomemEstáFodido

 

Há um blogue que dá pelo nome de #MulherNãoEntra. A imagem abaixo resume o contraponto em relação à #MulherNãoEntra : #HomemEstáFodido .

homem-nao-entra

Sexta-feira, 17 Junho 2016

Os esquerdistas têm um baixo Quociente de Inteligência

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 2:39 pm
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Posso estar errado; mas por favor demonstrem-me que estou errado.

Terça-feira, 24 Maio 2016

O feminino nos me®dia e na política

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 9:30 am
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O corpo editorial do jornal Huffington Post é constituído exclusivamente por mulheres (segundo Twitter do próprio jornal); e agora vejam as características políticas do referido jornal.

Huffington Post

E vejam aqui em baixo o comportamento dos homens e das mulheres nas recentes eleições na Áustria — bem como a diferença de voto entre a massa trabalhadora e os estudantes.

AUSTRIA-ELECTIONS

Quinta-feira, 31 Março 2016

Nós pagamos o feminismo com os nossos impostos

 

Laurie PennyEm uma entrevista a um jornal alemão, a feminazi inglesa Laurie Penny defende a ideia segundo a qual o Estado deve pagar “o desenvolvimento dos bebés em laboratório”, para libertar a mulher do pesado fardo de ter que parir.

A seguir ela entra nos relacionamentos amorosos, e confessa-se “muito romântica”.

E porque é “muito romântica”, ela defende a ideia de que a mulher deve ter múltiplos relacionamentos (poliamoria). A coerência é surpreendente: o romantismo amoroso implica, alegadamente, a promiscuidade sexual.

A poliamoria é justificada em função da “maximização da autonomia da mulher” e da “auto-determinação da mulher”, sinónimo de “carreira profissional”.

Ou seja, o Estado deve pagar à mulher para ser mãe. Neste modelo “romântico”, há relações pessoais, mas não há uma vida familiar: o Estado toma conta da prole. É o modelo da “autonomia da mulher” pago com o dinheiro dos nossos impostos.

Domingo, 27 Março 2016

Uma mensagem para as feministas

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:11 am
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Para as esganiçadas do Bloco de Esquerda, e para as feministas e feministos que escrevem no Jugular.

Sexta-feira, 25 Março 2016

O Bloco de Esquerda, Pedro Arroja, e os tribunais como meio de imposição ideológica

 

Uma das características da Esquerda actual é a monitorização repressiva da comunicação social, no sentido de afastar dos me®dia as pessoas que não sigam os cânones da “ideologia correcta”. A Justiça passou, assim, a ser instrumento da imposição coerciva de um pensamento único e correcto.

“Sobre estas dirigentes do Bloco de Esquerda, Arroja disse que "não queria nenhuma daquelas mulheres, nem dada", entre outras considerações. As declarações foram proferidas a 9 de Novembro de 2015 e provocaram enorme polémica. Mas, em entrevistas posteriores, o comentador viria a repetir o mesmo tom jocoso.

Segundo a procuradora responsável pelo inquérito, Diana Ribeiro Gama, em causa poderá estar a prática do crime de discriminação sexual, previsto no Código Penal, que corresponde a uma pena de prisão que vai dos seis meses a cinco anos”.

"Esganiçadas" levam Arroja a tribunal

Não é preciso ser jurista para perceber que a litigância do Bloco de Esquerda (instrumentalizada pela feminazi Diana Ribeiro Gama) contra o Pedro Arroja, não tem pernas para andar — porque se confunde o particular (um pequeno grupo de mulheres) com o universal (a Mulher, enquanto universal). Por eu dizer que aquela mulher é uma esganiçada”, não se segue que todas as mulheres sejam esganiçadas (non sequitur). Isto é tão básico que até arrepia o facto de que a feminazi Diana Ribeiro Gama não se tenha dado conta.

Chegamos a uma situação caricata em que os actores oficiais da justiça ignoram ostensivamente os princípios lógicos do Direito para assim tornar possível a politização da Justiça.

Um juiz de Direito em condições deveria chamar à atenção da feminazi Diana Ribeiro Gama para o facto de esta estar a gastar recursos do Estado em uma demanda puramente ideológica.


Adenda:

O João Miranda escreve aqui um “poste” com o artigo 240 do Código Penal:

“Difamar ou injuriar pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo, orientação sexual ou identidade de género”.

“Por causa”. Ou seja, o artigo só se aplica em uma situação de juízo universal — mesmo que o objecto da suposta injúria seja uma só pessoa. Por exemplo, se o Pedro Arroja tivesse dito:

Como acontece com todas as mulheres, as do Bloco de Esquerda são esganiçadas e eu não as quereria nem dadas”.

Mas se fosse um guei a afirmar isto, não incorreria em crime de discriminação, por causa da sua “orientação sexual”.

Sexta-feira, 11 Março 2016

A Maria João Marques e a patologia feminista

 

Talvez o nosso maior filósofo moderno, Leonardo Coimbra, conta em um dos seus livros a forma como foi educado enquanto criança, em um colégio jesuíta perto de Penafiel. As descrições são perturbadoras; a violência brutal sobre as crianças era endémica. Mais tarde, Leonardo Coimbra foi Ministro da Instrução da I república e proibiu determinadas práticas brutais na educação das crianças. Que eu saiba, Leonardo Coimbra não era feminista: era apenas detentor de uma grande sensibilidade ética.

Não consta que fossem as feministas que proibiram a violência abjecta e brutal dos colégios internos deste Portugal. Mas a Maria João Marques afirma que “foram fulcrais as feministas, a partir dos anos 70 e 80 do século passado, na denúncia e na exposição dos abusos sexuais de menores”. E depois escreve que “A Igreja católica – que tem ataques de nervos quando ouve a palavra feminismo – devia ser humilde e reconhecer que neste campo tem muito a aprender com as feministas”.

Desde logo, parece que a pedofilia não se constituía como crime no Código Penal do Estado Novo. Parece, mas não é verdade. Parece que a Maria João Marques atribui às feministas a criminalização da pedofilia; parece, mas não é verdade. Por outro lado, a Maria João Marques faz uma grande confusão: confunde “mulher” com “feminismo”, e reduz a justiça ao feminismo: trata-se de uma ideologia política, ou “da lógica de uma ideia”, como dizia Hannah Arendt.

feminismo

A ideia segundo a qual o feminismo foi “fulcral na denúncia e na exposição dos abusos sexuais de menores”, é no mínimo patética. Primeiro, porque a Maria João Marques parte do princípio de que o sexo com menores de idade é característica exclusiva do sexo masculino — o que não é verdade; e depois porque ela reduz a sensibilidade ética ao sexo feminino (feminazismo). A tentativa feminista de superiorizar o sexo feminino em relação ao masculino é tão patológica como o machismo islâmico.

O problema é que não saímos desta falsa dicotomia: a de que a alternativa aos Aiatólas islâmicos são as “Ai as Tolas” ocidentais.

Em relação à menção da Igreja Católica, aconselho o leitor a ler (se souber inglês) o livro de Michael S. Rose, com o título: “Goodbye! Good Men: How Catholic Seminaries Turned Away Two Generations of Vocations From the Priesthood”. E verificará que a Igreja Católica foi minada por dentro pelo movimento homossexual aliado político do feminismo que a Maria João Marques tanto defende.

Terça-feira, 8 Março 2016

Os progressistas ainda não se deram conta de que as mulheres usam calças

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 6:04 pm
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“El alcalde de Valencia, empeñado en retirar los símbolos cristianos y eliminar tradiciones, se ha empeñado ahora en instalar a partir del lunes “semáforos paritarios”. Y lo hará por toda la ciudad”.

Joan Ribo instala ahora en Valencia “semáforos paritarios” para contentar a las feministas

semaforos-paritarios

Quinta-feira, 3 Março 2016

Depois da licença de período, vem aí a licença de caganeira

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 12:06 pm
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“Ora já se sabe como vai isto acabar: os homens também vão ter licença de período, vamos discutir a retroactividade das licenças de período, o Pablito Iglesias mais o outro beijoqueiro ainda fazem uma demonstração do dito período nas Cortes e o BE faz um cartaz quiçá com Shiva sobre o assunto. Proponho que cortemos caminho e atribuamos desde já licença de período a todos os trabalhadores e não trabalhadores. Todos, todas, todinhos… Sem limites de idade e nem quaisquer outros. Pelo menos poupamo-nos à parvidade da discussão e a ter de ouvir Arménio Carlos a defender o alargamento da licença de período para todos e todas.”

Só não percebo quem usufrui da nova licença


Depois da “licença de período”, vamos ter a “licença de caganeira” — porque isto, de evacuar, tem muito que se lhe diga. Noutro dia vi um mendigo profissional (provavelmente sindicalizado na CGTP), em uma rua de uma zona nobre da cidade do Porto, virado com a cara contra uma parede e com as calças em baixo, berrando a uma senhora que passava: “Fuja!, minha senhora! Fuja!”. E aqui vai disto!

Ora, o síndroma da caganeira não pode ser ignorado; é um facto social que clama por justiça. ¿Como é que um trabalhador pode trabalhar e cagar ao mesmo tempo? Impossível!

É da mais elementar justiça a atribuição universal da licença de caganeira, principalmente na função pública, onde se cagam amiúde postas de pescada.

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