perspectivas

Quinta-feira, 19 Novembro 2009

A origem do ecologismo (1)

O movimento ecologista nacional e internacional, em termos gerais, deve merecer a nossa atenção pelo extremo perigo que representa; e isso significa que a noção de “esquerda” e de “direita” deve ser equacionada e definida à luz da razão e não ao sabor de emoções mais ou menos fortes. Desde logo, surge uma pergunta: os movimentos ecologistas são de esquerda? E depois outra pergunta: o partido nacional-socialista (Nazi) da Alemanha era de esquerda ou de direita? E finalmente uma outra: o que é “ser de direita” ?

Se analisarmos a amálgama ideológica que deu corpo ao nacional-socialismo, não podemos chegar a uma conclusão senão a de que o nazismo era de esquerda. Aliás, a aliança entre o nazismo e o fascismo italiano era, de certa forma, contra-natura, porque este último era de facto um sistema (e o único) de extrema-direita: o corporativismo é antítese gnóstica da esquerda, também ela gnóstica.
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Sábado, 3 Outubro 2009

A celebração do prenúncio do fascismo global

«60 anos de barbárie». O título é perfeito.
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Quarta-feira, 2 Setembro 2009

O que está por detrás da Nova Ordem Mundial ?

Winston Churchill dizia da União Soviética que era “um quebra-cabeças envolvido num mistério, dentro de um enigma”. A eleição de Barack Hussein Obama e os desenvolvimentos da política globalista são um quebra-cabeças envolvido num mistério, dentro de um enigma. Para o cidadão com alguma estatura intelectual, e mesmo para os políticos de países mais pequenos como Portugal e países do terceiro-mundo, o que se está a passar nos areópagos internacionais é um quebra-cabeças envolvido num mistério, dentro de um enigma. O que é Nova Ordem Mundial?
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Quinta-feira, 13 Agosto 2009

O mito social do dióxido de carbono

eco-fascism

O mito social do aquecimento global por efeito do CO2 começa a ser preocupante assumindo contornos de um ambientalismo misantrópico. Não é possível dissociar o fenómeno do misantropismo ambientalista de outros fenómenos que actuam em conjunto ao que parece ser uma estratégia articulada, a ver, as indústrias do aborto e da eutanásia, a Nova Ordem Mundial maçónica, e a elevação do niilismo gay a um princípio moral. Podemos dizer com toda a certeza que estamos em presença de um ecofascismo, de uma ideologia anti-humanista que assume contornos de uma periculosidade que é urgente combater.

Este artigo no Hora Absurda faz uma análise de um outro artigo me®diático do Público. Quem tiver um pouco de intuição ― e para além da manifesta sociopata misantrópica ― pressentirá o objectivo de um enorme negócio que, para além do lucro, terá a vantagem que moldar uma Nova Ordem Mundial através de um sistema de controlo fascista das nações, da imposição do aborto que alimenta uma indústria diabólica, da eutanásia como medida profiláctica “para salvar o planeta”, do infanticídio de crianças deficientes e da celebração do niilismo gay ― tudo isto para mitificar socialmente e impôr um negócio à escala global.

Primeira verdade: sempre existiram mudanças climáticas. O clima nunca foi sempre o mesmo no planeta.

Segunda verdade: as mudanças climáticas devem-se à actividade solar, e não ao CO2 na atmosfera. É muito mais prejudicial o próprio vapor de água na atmosfera do que o CO2.

Terceira verdade: o CO2 na atmosfera é essencial para a manutenção das nossas florestas ― assim se queira proceder ao reflorestamento do planeta.


Caro leitor(a): não se deixe enganar pelos me®dia como o Público. Denunciem esta farsa politicamente correcta. Passem palavra, com os amigos, no café, no trabalho. Não se deixem levar e manipular por uma cambada de chicos-espertos que querem fazer de si um(a) parvo(a).


Desde os anos 80, a expectativa de vida de um chinês passou de 65,3 para 73 anos, hoje. Na Índia, a expectativa de vida em 1980 era de 52,5 anos e passou para 67 anos, hoje.

O que está por detrás do mito social ecofascista e anti-humanista é a tentativa de controlo férreo — por parte do clube maçónico que controla a economia global a partir de Wall Street e da City de Londres — das potências emergentes.

Há uns anos atrás, a estratégia da Trilateral era a do endividamento externo extremo dos países emergentes; agora mudou a táctica porque a primeira não deu o resultado que queriam.
A judaico-maçonaria nunca perdoou a rebeldia insubmissa do islamismo na economia globalizada, e o ambientalismo misantrópico é uma das formas encontradas para justificar também o controlo dos países islâmicos.

Não é de todo paranóico afirmar que um dia destes serão impostas políticas draconianas de controlo populacional na sociedade tendo como justificação o dióxido de carbono ― o que é um absurdo monstruoso de um anti-humanismo que faria corar Adolfo Hitler. O clima tornou-se uma desculpa sempre pronta para se imporem crescentemente políticas de controlo social destinadas a impedir o desenvolvimento humano, e taxar com impostos absurdos a livre iniciativa na economia. O absurdo é de tal ordem que o mito social do ambientalismo misantrópico passa a personalizar a flora e a fauna ao mesmo tempo que despersonaliza os seres humanos mais vulneráveis.

Denunciem. Não se deixem manipular!

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