perspectivas

Sábado, 18 Junho 2011

O fascismo gay



  • Primeiro, os fascistas gay quiseram validar, perante a sociedade, a subjectividade homossexual através do “casamento” gay. A sociedade anuiu e concedeu, mas, como era de esperar, a validação da “orientação” não aconteceu de facto.
  • Agora (de acordo com a notícia), e através da noção absurda de “parentalidade”, o fascismo gay pretende a adopção de crianças — ou seja, pretende transferir para as crianças a responsabilidade da legitimação (perante a sociedade) dos seus desejos sexuais e da sua “orientação”. Autênticos fascistas!

    Este desenvolvimento das reivindicações gayzistas é de uma inumanidade sem limites, porque coloca em seres humanos mais fracos (as crianças) a função de justificar e legitimar a expressão esdrúxula dos seus desejos sexuais.

  • Se a sociedade ceder na adopção de crianças por duplas de gays, o próximo passo da reivindicação do fascismo gay será o de tornar obrigatória, por lei, a exclusividade do direito dos homossexuais à repulsa sexual; ou seja, vai passar a ser “obrigatório”.
Postais recentes relacionados com este tema:

Sábado, 5 Dezembro 2009

A expressão europeia do fascismo gay

O gayzismo começou por pedir a aplicação do princípio da não-discriminação para as parafilias gayzistas, para agora alterar já as suas reivindicações políticas para o princípio da não-distinção. Como se explica neste texto, “o princípio de não-distinção não faz consideração nenhuma se um tratamento diferenciado é justo ou injusto, já que é proibido é o tratamento diferenciado em si.”

Por outro lado, o que a União Europeia está a tratar de fazer é criminalizar a homofobia ― não no sentido da criminalização da violência exercida sobre gays, porque isso já é crime (não só para os gays, mas para toda a gente) estabelecido pelo nosso Código Penal, mas no sentido da criminalização da opinião contra o acto homossexual. (more…)

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