perspectivas

Sexta-feira, 6 Junho 2014

Os raptos de crianças pela SS (Segurança Social) de Inglaterra

 

Existe uma casta de funcionários da SS (Segurança Social), aqui como em Inglaterra, que tem que arranjar números e estatísticas para poder continuar a justificar o seu salário a expensas do Estado. Em Portugal tivemos o caso de Liliana Melo; em Inglaterra tivemos o caso da família Pedro. Agora temos um novo caso.

“Este ano, uma mãe portuguesa de 29 anos, a viver no país há cinco, ficou sem a filha de cinco meses, quando a levou ao hospital de Southend-on-Sea. A bebé tinha caído de uma cadeirinha de embalar em casa e apresentava um hematoma na cabeça.

No mesmo dia em que a criança foi observada no hospital, os serviços sociais e a polícia desta cidade (a 60 quilómetros a Leste de Londres) foram imediatamente alertados, como é habitual no Reino Unido quando existem dúvidas sobre as razões que levam a criança a ser observada. Um processo foi aberto contra a mãe, por suspeita de agressão. ”

O raciocínio é o seguinte: “¿A mãe é portuguesa? Então presume-se que dá maus tratos à filha, e por isso justifica-se que o Estado rapte a criança para a dar a adoptar a um par de gays ou de lésbicas.”

Por cada criança raptada às famílias biológicas para adopção gay, os serviços locais ingleses da SS (Segurança Social) recebem uma soma avultada do Estado. Ou seja, o sistema é incentivado a raptar crianças das famílias biológicas para as entregar aos invertidos.

Domingo, 23 Março 2014

A família Pedro e o novo fascismo suave britânico

 

O Reino Unido, do “conservador” David Cameron, é o exemplo do sincretismo entre a Escola Económica de Chicago, na economia, por um lado, e, por outro lado, o politicamente correcto (ou marxismo cultural) na cultura antropológica imposta a partir do Direito Positivo (engenharias sociais). Aliás, o Reino Unido é o paradigma do Partido Social Democrata de Passos Coelho: o Estado deve ser mínimo na economia e na área de apoio social, mas deve ser máximo no controlo e policiamento dos cidadãos, tanto na sua vida privada como pública.

gay-police-sml-webEste sincretismo é uma nova forma (mais suave, por enquanto) de fascismo, porque pretende conciliar o igualitarismo de esquerda na cultura antropológica (o politicamente correcto), com a imposição de uma desigualdade exacerbada na economia — não nos podemos esquecer que o fascismo de Mussolini foi também um sincretismo entre o socialismo/igualitarismo italiano não-marxista, por um lado, e, por outro lado, uma espécie de corporativismo nacionalista que servia quase exclusivamente os interesses dos grandes latifundiários italianos e de uma elite proprietária da grande indústria.

A Inglaterra actual pode ser reduzida ou sintetizada da seguinte maneira: a preponderância absoluta dos interesses económicos e financeiros da City de Londres, na economia, por um lado, e, por outro lado, pela imposição, na cultura antropológica e por via do Direito Positivo, de uma ética e de uma moral arbitrárias e discricionárias que segue o igualitarismo politicamente correcto e de esquerda, e que depende absolutamente da vontade exclusivista e discricionária de uma certa elite judiciária — os juízes e a polícia, apoiados pelo compromisso parlamentar (o tal “sincretismo”) entre a esquerda fabiana de Edward Milliband e a “direita conservadora” de David Cameron.

familia pedro web

É neste contexto que surge o caso da família Pedro, uma família portuguesa de Almeirim cujos cinco filhos foram retirados à mãe e ao pai, de uma forma absolutamente irracional e arbitrária, e foram entregues pelo Estado para adopção e/ou a cuidados de outras famílias de acolhimento, que, em maioria, são “famílias gay”. A Inglaterra é o único país do mundo onde uma família cristã não pode adoptar uma criança, por ser cristã e assumir-se como cristã, mas um qualquer par de gays já pode adoptar.

¿E o que fazem as autoridades portuguesas, no caso da família Pedro? Até agora, nada. E não fazem nada porque o governo de Passos Coelho e a Esquerda, em geral, chegaram também a um compromisso sincrético “neofascista” à moda inglesa: à laia de analogia, e não de comparação: o caso de Liliana Melo revela que o novo fascismo suave inglês foi também adoptado pelo regime da “direita” de Passos Coelho.

O drama da família Pedro pode ser seguido aqui.

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