perspectivas

Segunda-feira, 11 Janeiro 2016

O discurso da chamada “extrema-direita” corresponde à realidade

Filed under: Geral — O. Braga @ 3:00 pm
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Hoje, e segundo a elite politicamente correcta que coordena o leviatão que é a União Europeia, a maioria dos povos da Europa são de extrema-direita; e a ideia da elite é a de substituir esses povos de “extrema-direita” por outros povos alegadamente mais consentâneos com o politicamente correcto.

Ou seja, os povos da Europa não servem, não prestam. E se um povo é uma merda porque — alegadamente — é de “extrema-direita”, então há que eliminá-lo da face da Terra.

São os povos da Europa que estão errados; e a elite política da União Europeia está correcta.

Sábado, 19 Outubro 2013

Para o Bloco de Esquerda, o nacional-socialismo é “extrema-direita”

 

NATIONAL SOCIALISM: A LEFT-WING MOVEMENT

by Povl H. Riis-Knudsen

*originally written for Nordland Foblag

nazi white pride«For far too many years it has been widely accepted that National Socialists are extreme right-wingers, and only rarely have they hesitated to refer to themselves as such. At a certain point, however, it became the official policy of the World Union of National Socialists to avoid the term "right-wing," claiming that National Socialism does not fit into the pattern of "right" and "left" and instead ought to be considered as standing above this distinction. This most certainly was a step in the right direction, but at this time and within the context of the current struggle it might, however, be a good idea to reconsider the whole question about political wings and make a few points clear concerning the meaning of the terms "right" and "left" and their application to today’s political scene.»


Entre o nazismo do Bloco de Esquerda e a extrema-direita de Passos Coelho, tem que existir um meio-termo virtuoso, em que o Estado e a soberania dos países são assumidos sem quaisquer radicalismos, e em que a tradição, os valores cristãos da ética e a cultura são respeitados.

Para o Bloco de Esquerda, o controlo férreo da economia de um país é característica de “extrema-direita”. Esta história está muito mal contada. Ou, como dizia o nazi Goebbels: “Uma mentira mil vezes repetida acaba por ser verdade”. A Esquerda e os me®dia esquerdistas do pós-guerra continuam a utilizar o slogan de Goebbels.

O facto de o partido nazi ser anti-Estalinista não significa que tenha sido de extrema-direita: muitos movimentos socialistas europeus daquela época (incluindo os sociais-democratas alemães) foram anti-Estalinistas.

De facto, a extrema-direita é aquela que defende um Estado tão minimalista que um país e um povo inteiro se tornam servos da plutocracia internacional. Extrema-direita é Passos Coelho, ou pelo menos parece ser.

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Domingo, 22 Janeiro 2012

A “extrema-direita” e o absurdo da nomenclatura política

Pelo que leio aqui, 15 adeptos do movimento nacionalista MON [ Movimento de Oposição Nacional ] juntaram-se ontem à manifestação pública dos “indignados” em Lisboa e foram repudiados e repelidos pelos outros manifestantes e suas respectivas organizações políticas.
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Sexta-feira, 18 Fevereiro 2011

A esquerda, sem a cultura do aborto, morre!

Os erros ideológicos não são passíveis de correcção ; só esmagando-os, literalmente, os podemos eliminar.

Defender, hoje, coisas tão simples e do âmbito do senso-comum, como por exemplo a maternidade ou a família tradicional, é considerado como sendo de extrema-direita. Portanto, eu sou considerado de extrema-direita pela esquerda actual. A pergunta é esta: fui eu que me mudei para a extrema-direita, ou foi a esquerda que me mandou para lá?
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Domingo, 25 Abril 2010

A extrema-direita e a guerra cultural na Europa

A imagem da extrema-direita no poder — ou pelo menos influenciando decisivamente o poder político — em alguns dos mais importantes países da Europa, já não é uma miragem. Por exemplo, o British National Party é um exemplo da ascensão irrefutável de um partido de extrema direita em um país tradicionalmente democrático. Embora todos os fascistas e neonazis ingleses apoiem o BNP, a esmagadora maioria dos apoiantes desse partido é gente comum e sem nenhuma simpatia especial pela ideologia. E o partido está a crescer: conta com a eleição de dois ou mesmo três deputados para a Câmara dos Comuns nas próximas eleições.

E a culpa do que está a acontecer com a ascensão evidente deste tipo de forças políticas na Europa, é da esquerda que através das ideologias niilistas e de rendição ou haraquiri cultural, empurrou o cidadão europeu comum para um beco sem saída. Cada vez mais se torna evidente que a extrema-direita é, para o inglês comum, o mal menor: o pensamento único impera com o partido conservador inglês a virar claramente para o centro-esquerda, o partido trabalhista transformado em um movimento nitidamente marxista, o multiculturalismo afirma-se com a auto-formação de guetos islamitas que, aliados aos marxistas do partido trabalhista, lançaram uma Jihad cultural sem precedentes contra o os valores tradicionais que incluem os do cristianismo. Em consequência da Jihad cultural produto da aliança Marx – Maomé, o crime e a violência aumentam nas ruas inglesas enquanto a política correcta, a sub-informação e pseudo-informação dos me®dia assumem um papel de silenciamento dos factos.

A esquerda europeia está a criar uma situação social e cultural insustentável a médio prazo. A ideia de que “o fascismo nunca mais” é pura retórica. A esquerda neomarxista está a levar, propositadamente, as contradições ideológicas e culturais até a um limite de onde só podemos esperar violência apoiada pelo cidadão comum.

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